História The Princess of New Orleans - Capítulo 10


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Peyton Meyer, Sabrina Carpenter, Shelley Henning
Visualizações 102
Palavras 2.030
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem☆

Capítulo 10 - "You!?"


Fanfic / Fanfiction The Princess of New Orleans - Capítulo 10 - "You!?"

            P. O. V Autora

— Caroline sobre o que Elena e Damon queriam falar com Hope na noite passada? — Pergunta Hayley entrando contundo no quarto recém adquirido da loira na mansão Mikaelson que havia sido recuperada após Marcel, solidariamente devolvê-la.

— Eu não sei, Hayley. — Fala a vampira sem olhar para híbrida.

— Não se faça de burra Forbes, eu sei que você sabe o que era. Então fala! — Fala a morena e Caroline se vira para ela.

— Esse assunto não é meu para sair por aí contando. Ele é da Hope, e eu prometi que não iria falar dele para ninguém. — Explica a loira soltando um longo suspiro e Hayley sai do quarto.

A morena desceu as escadas e revirou os olhos ao ver, Klaus, Kol e até mesmo Elijah, interrogando Joseph, sobre seus interesses em Hope.

— Sério isso Elijah? Eu esperava isso de Klaus, não de você. — Comenta Hayley ganhando a atenção dos presentes.

— É uma questão de princípios, Hayley. Quero saber o que o garoto pretende com minha sobrinha. — Fala Elijah com o tom formal de sempre e a morena revira os olhos.

— Falando em Hope, alguém de vocês a viram depois que ela saiu do baile? — Pergunta.

— A última vez que a vi ela estava sendo beijanda por esse, garoto e então saiu correndo. Até agora ela não deu sinal de vida. — Fala Kol apontando para Joseph e bebe um gole do copo com Whisky na mão e olha para a morena.

— Me avisem quando ela chegar. — Pede Hayley e os quatro balançam a cabeça em concordância e a híbrida sobe as escadas.

— Joseph, ainda não revelou suas intenções com a minha filha. — Fala Klaus retomando a conversa e frisando o "filha".

P. O. V Hope Mikaelson

Abri os olhos lentamente, estava fraca por causa do que haviam usado para me apagarem, olhei em volta notando que estava em uma daquelas "salas" do cemitério das bruxas. Revirei os olhos, não acredito que Vincent me traiu tão rápido, pensei.

Tentei arrebentar as correntes que prendiam meus braços para o alto, era a única coisa que me mantinha em pé, mas algo estava me impedindo de tal alto. Olhei para cima vendo um boneco vodu preso no alto na mesma situação que eu, maldita magia negra.

Mesmo sabendo que seria impossível me soltar das correntes sem arrebentar as do boneco vodu, continuei tentando me soltar, vai que é meu dia de sorte? Se bem que no meu estado atual, sorte é a última coisa no mundo que tenho.

Escutei passos de saltos se aproximando e revirei os olhos, agora sei que o que me "sequestrou" foi uma bruxa vadia amante da magia negra, sem nada para fazer com a porcaria da vida.

— Que bom que acordou, bela adormecida. — Debochou, aquela voz me era familiar, eu só não conseguia ligar a voz com a pessoa.

Logo uma silhueta feminina apareceu na minha frente usando uma capa preta, o capuz cobria seu rosto e com a falta de iluminação era impossível ver seu rosto.

— Quem é você? — Pergunto fraca e a bruxa solta uma risada macabra, que devo confessar, me deu um pouco de medo. Bem lá no meu interior.

— Você não vai querer saber. — Fala e em um gesto de mão, apago.

(...)

— Joseph, me solta. — Peço irritada enquanto o loiro me prensava contra os armários.

— Por que? — Pergunta com um sorriso de lado.

— Porque eu estou mandando e alguém pode chegar e nos ver. — Constato o óbvio e levo minhas mãos em seu peito na intenção de afastá-lo, mas não faço nada.

— Dane-se. — Fala e me beija sem pensar duas vezes, levo minhas mãos até sua nuca e contorno seu pescoço o puxando para mais perto.

— Para, por favor. — Imploro quase sem forças para a bruxa na minha frente.

— So estamos começando. — Fala de costas para mim, a vadia levantou uma mão e tudo a minha volta se apagou.

(...)

— Você acha que isso vai dar certo? — Pergunto enquanto estava deitada na grama do parque com a cabeça no colo de Joseph.

— O que? — Pergunta confuso me encarando.

— Isso, nos dois. — Falo encarando os olhos azuis como o oceano dele.

— Do que tem medo? — Pergunta tocando meu rosto.

— De termos jogado nossa amizade fora, disso não passar de uma paixonite de adolescentes. De tudo não valer apena no fim. — Falo insegura e Joseph sorri e retiro sua mão do meu rosto e entrelaça nossos dedos.

— Ainda seremos amigos, independente do que aconteça, Hope. E se for so uma paixonite, tudo terá válido a pena no fim. — Fala convicto e sorrio para ele.

— Você é um idiota romântico. — Comenta o fazendo sorrir, ele se inclina sobre mim e me beija, retribuo o beijo e ele se afasto um pouco.

— O idiota romântico que você ama. — Fala me fazendo rir.

— Talvez. — Falo e Joseph me beija novamente.

— O que você ganha com isso? — Pergunto sem forças e a bruxa se vira para mim.

— Seu sofrimento, é isso que ganho e isso me satisfaz. — Fala e novamente eu apago.

(...)

— Hope? Hope? Hope!

Escuto Joseph gritar e permaneço em silêncio.

— Hope...

Grita e entra contudo no quarto onde eu estava.

— Não me escutou te chamando? — Pegunta preocupado e se aproxima de mim.

— Ela se foi, minha mãe se foi. Marcel a mordeu ele a tirou de mim. — Falo com a voz embargada e o encaro.

— Ela não se foi. — Fala Joseph e se senta ao meu lado na cama e me abraça de lado.

— Ela prometeu... - Deito minha cabeça em seu peito e fungo tentando controlar as lágrimas. - Ela prometeu que iríamos trazer minha família de volta juntas, prometeu que salvariamos meu pai, me prometeu que eu teria um lugar seguro com as pessoas que me amam. Ela prometeu que nunca me deixaria, e ela deixou. — Falo e volto a chorar.

— Ela não te deixou, Hope. Você terá sua família de volta, seu pai, sua mãe. Ela não te deixou. — Dita Joseph me apertando contra ele tentando me acalmar.

— Ela não compriu a promessa dela, ela me deixou sozinha. — Falo com certa raiva, Joseph me afasta dele e segura meu rosto com ambas as mãos me fazendo o encarar.

— Você não está sozinha, eu sempre vou estar aqui. — Fala me encarando nos olhos.

— Promete? — Pergunto baixo e ele acarecia meu rosto com o polegar.

— Prometo. — Afirma sorrindo.

— Sempre e para sempre? — Pergunto com um pequeno sorriso em meio a lágrimas.

— Sempre e para sempre. — Concorda.

— Para, por favor. — Imploro tentando inutilmente afastar aquelas lembranças.

A bruxa se agachou a minha frente e segurou meu rosto com força, a luz bateu em seus olhos me possibilitando vê-los, eram castanhos e extremamente familiares. Eu só não conseguia me lembrar a quem se referiam.

— Sua dor, só me motiva mais. — Profere e seus olhos antes castanhos assumem uma coloração totalmente negra, nem mesmo a parte branca de seus olhos escapou do negro. Ela se levatou retirando a mão do meu rosto e em um simples gesto em apaguei novamente.

P. O. V Autora

Lizzie e Josie entraram contudo na mansão, ganhando a atenção de todos ali que já estavam aflitos sobre a demora de Hope.

— O que foi? Sabem onde está Hope? — Pergunta Hayley ao lado de Elijah que apertou a mão da morena em um ato para acalmá-la.

— Hope... - Começa Lizzie e apoia as mãos no joelhos recuperando o ar. - Uma bruxa a pegou, quer dizer, tudo alega que foi uma bruxa.

(...)

O barulho do portão de metal do lugar foi ouvido e Marcel que antes estava sentando rapidamente se levantou e encarou as "visitas", assim que seu olhar pousou em Caroline as veias em volta de seus olhos saltaram e ele tentou avançar na mesma, mas uma barreira invisível o jogou para trás.

— Vadia, você me enganou. — Rosnou o moreno e Klaus, em um ato de proteção, puxou a loira para perto.

— Eu não tenho culpa que você é um idiota e caiu na minha conversa fiada. — Retruca a loira e Klaus sorri de lado, mas logo recupera a postura ao relembrar o que faziam alí.

— Vocês não estão aqui só para me verem nesse estado deplorável. — Afirma Marcel passando o olhar entre Hayley, Elijah, Klaus, Caroline e Joseph.

— O que você fez com a Hope? Que bruxa você manipulou para a sequestrar? — Rosna Joseph dando alguns passos para a frente parando a centímetros da barreira no chão de sal. Marcel franziu o cenho completamente confuso.

— Eu não fiz nada com Hope. E mesmo que quisesse eu estou preso aqui. — Fala Marcel cruzando os braços.

— Ela sumiu no baile, o que você aprontou contra ela naquela noite? — Pergunta Hayley.

— Realmente, se eu tivesse feito algo contra Hope, vocês já teriam a encontrado mort...

A frase de Marcel foi cortada quando Joseph sem pensar duas vezes entrou no círculo e socou o rosto de Marcel o fazendo cair no chão por conta do impacto, o Salvatore ia para cima dele quando Elijah o puxou para fora do círculo.

— Arranjar uma briga com Marcel agora não irá nos ajudar a encontrar, Hope. - Fala Elijah com a mão sobre o peito de Joseph que tentava ir até Marcel e terminar o que havia começado, mas assim que ele ouviu o nome de Hope ele parou de tentar ir até Marcel e Elijah se afastou do mesmo. - É melhor subirmos, Freya e as gêmeas estão tentando rastreá-la, teremos mais sorte com elas. — Completa e sai dali junto com Hayley, Joseph e Caroline.

Klaus andou em direção a saída e se voltou para Marcel, que já havia se recuperado, antes de sair.

Se eu descobrir que você tem envolvimento no sumiço da minha filha, eu irei lhe mostrar o que acontece com quem desafia Klaus Mikaelson, e dessa vez eu não terei piedade de você, Marcellus.

P. O. V Hope Mikaelson

Joseph me prensou contra a porta do meu quarto enquanto nos beijavamos desesperadamente, como se não ouve-se amanhã, se interromper o beijo abri a porta do quarto e Joseph me pegou no colo adentrando o quarto e fechando a porta com o pé, o loiro me deitou na cama ficando sobre mim e nos separamos por quanta do ar.

— Tem certeza disso? Eu não quero fazer n...

— So cala a boca e me beija. — Falo irritada o interrompendo e passo meus braços pelo seu pescoço e o puxo para mais perto e então ele me beija novamente.

— O que você ganha com isso? Meu sofrimento? Minha dor? Mas por que!? — Pergunto irritada e a bruxa se vira de costas para mim.

— Realmente deve doer não é? - Pergunta me deixando confusa. - Fingir que nada disso aconteceu, que vocês sempre foram amigos, que você nunca o amou, quer dizer, o ama. - Continua e se vira na minha direção. - Dói ver que ele se esqueceu de tudo que aconteceu entre vocês, doi ser a única que se lembra, não é? - Pergunta e anda em passos calmos até mim. - Dói se lembrar todas as noites do olhar de desprezo que ele te deu naquela noite, dói saber que se você não tivesse feito esquecê-lo ele ainda te olharia daquele jeito, dói saber que quando ele descobrir a verdade ele terá nojo de você. Sempre e para sempre. — Se agacha na minha frente.

— Porque me odeia tanto? Como sabe de tudo isso? Eu nem te conheço. — Falo irritada.

— Tem certeza, Hope? — Pergunta e leva as mãos até o capuz e o abaixa revelando seu rosto.

Você!? 


Notas Finais


Favorirem a fic♡
Comentem o que acharam do cap★

Palpites para quem seja a 'bruxa'?

Pegaram a pequena referência nesse capítulo?


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