História The Princess of New Orleans - Capítulo 11


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Peyton Meyer, Sabrina Carpenter, Shelley Henning
Visualizações 89
Palavras 1.675
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem☆

Capítulo 11 - "He hates me."


Fanfic / Fanfiction The Princess of New Orleans - Capítulo 11 - "He hates me."

            P. O. V Autora

— Conseguiram alguma coisa? — Pergunta Joseph impaciente enquanto andava de um lado para o outro.

— Sim, mas tem algo errado. — Fala Freya confusa enquanto encara fixamente o mapa.

— O que é? — Pergunta Hayley.

— A localização dela está dando em dois lugares. — Responde Josie confusa.

— Quais lugares? — Pergunta Klaus impaciente.

— Pântano e Cemitério. — Responde Lizzie cruzando os braços.

— No cemitério ela não vai estar, Vicent não seria idiota de a trair assim e muito menos iria passar despercebido para ele se alguma bruxa a levasse para lá, ele avisaria. — Contasta Caroline e encara os presentes.

— Realmente, Vicent não seria idiota. Hope o mataria da pior forma possível na primeira oportunidade. — Comenta Hayley.

— Então vamos para o pântano. — Fala Rebekah.

— Eu e as meninas vamos ficar, qualquer coisa nos ligamos. — Fala Freya olhando para as gêmeas e depois para os irmãos.

— Eu também vou ficar, não vou deixar minhas filhas sozinhas ka casa onde Marcel está preso. — Fala Caroline.

— Vocês vão no pântano, eu vou no cemitério. — Fala Joseph e some antes de alguém se pronunciar à respeito.

(...)

Joseph encontrou a "sala" onde estava Hope quase desacordada e correu até a mesma.

— Hope.

Chamou e a loira o olhou e depois indicou o boneco vodu com o olhar. Joseph se levantou e tirou o boneco preso ao teto, no mesmo momento as correntes se soltaram e a loira caiu de joelhos no chão, o loiro a pegou no colo quando seu corpo foi para a frente.

— Joseph... — Sussurrou quase sem forças e o loiro a ajeitou em seu colo.

— Tudo vai ficar bem, Hope. — Murmurou o loiro e a garota o encarou nos olhos.

— Me perdoa. — Sussurrou e desmaiou nos braços do vampiro.

(...)

Joseph adentrou a mansão Mikaelson com pressa recebendo os olhares dos presentes ali que discutiam entre si, ele ignorou os olhares que recebeu e andou até o sofá, deitando Hope alí.

— Onde a encontrou? — Pergunta Freya e Joseph se afasta dando espaço para Hayley e Klaus se aproximarem da filha.

— No cemitério. — Responde com o olhar fixo na loira.

Anne... — Sussurrou quase sem voz, ela estava delirando e isso não era bom, pensou Caroline.

— Quem é Anne? — Pergunta Hayley encarando Caroline que abaixou a cabeça e então o olhar da morena pairou em Joseph que estava confuso.

É a minha irmã.

P. O. V Hope Mikaelson

Abri os olhos, a luz que entrava pela janela estava sendo tampada pela cortina. Torci mentalmente para aquilo não ser mais um dos jogos dela.

Me sentei na cama e passei as mãos em meus cabelos os ajeitando, olhei para o lado e lá estava meu pai sentado na poltrana e me encarava em certo alívio.

— O que aconteceu? — Pergunto confusa, sem pensar duas vezes ele se levantou da poltrona e se sentou ao meu lado de abraçando, então flexes de memória do que havia acontecido, depois que vi quem era a "bruxa", começaram a aparecer.

Meu pai se afastou de mim e soltou um suspiro.

— Quem fez isso com você? — Pergunta e eu desvio o olhar.

— Eu não sei. — Falo.

— Quem é Anne? — Pergunta e engulho em seco.

— Eu não sei. — Falo.

— Então deixe eu mudar a pergunta, por que enquanto você estava apagada você falou o nome da irmã morta de Joseph? — Se corrigi e o encaro.

— Eu não faço ideia de quem seja essa Anne. — Falo, jogo a coberta para o lado e me levanto da cama ficando de costas para ele.

— Hope... — Me chama, fecho os olhos com força.

— Eu não sei. — Falo e minha voz vacila.

— Uma hora ou outra iremos descobrir, não acha que é melhor ouvirmos seu lado da história primeiro então? — Pergunto e abro meus olhos.

— Você sabe. — Falo baixo.

— Tenho uma ideia. — Diz e escuto seus passos se aproximarem de mim.

Ele também? — Pergunto e sinto as lágrimas insistirem para cairem.

— Sim. — Responde neutro e sinto sua mão em meu ombro, me viro para ele.

— Eu não queria, eu nunca quis. — Falo.

— Eu sei. — Diz simplesmente e me puxa para um abraço, enterro minha cabeça em seu peito enquanto luto contra as lágrimas.

(...)

— Você sabe que não precisa fazer isso. — Fala Caroline me fazendo suspirar, abaixo a cabeça.

O olhar de Joseph me destruia, não era um olhar de desprezo, mais sem de esperança. Ele tinha esperança de o que todos eles pensavam que havia acontecido, fosse mentira, e isso me destruía.

— Eu preciso. — Falo seca e levanto a cabeça.

— Então comece. — Fala Kol me fazendo revirar os olhos.

— Eu e Anne éramos amigas, melhores amigas. Ela foi a minha primeira amiga...

"— Por que está sozinha?

— Porque ninguém quer ficar perto da filha de um monstro.

— Então eles são idiotas. Qual o seu nome?

— Hope.

— Sou Anne, e agora somos amigas e eu nunca mais irei te deixar sozinha."

— Eu não conhecia Lizzie e Josie naquela época, muito menos Joseph. Eu mal havia chegado em Mystic Falls, mas todos já me odiavam por quem era meu pai. Então Anne me fez perceber que eu não deveria ligar para o que eles falavam do meu pai, ou da minha família. O que importava era que eu tinha uma família. Foi ela que me apresentou às gêmeas e...ao Joseph...

"— Quem são?

— Essas são as filhas da amiga da minha mãe, Josie e Lizzie e esse é meu irmão, Joseph.

— Anne fala muito de você, Hope.

— Ela também fala de você, ela diz que você é um idiota.

— E ele é."

— E foi gracas a ela que eu e Joseph nos tornamos algo a mais, algo que escondemos por dois anos. Mas que acabou naquela noite...

"— Hope se controla, por favor.

— Anne vai embora, agora!

— Não, eu prometi que ficaria com você para sempre. Prometi que nunca mais te deixaria sozinha.

— Me desculpa."

— Dizem que quando você insiste tanto em uma mentira ela se torna verdade, acho que foi isso que aconteceu quando começei a mentir sobre o que eu sentia em relação ao Joseph, depois do que fiz a ele...

"— Como você pode?

— Joseph, eu não quis. Eu nunca quis.

— Você é um monstro, como o resto da sua família!"

— Eu não aguentava ver o olhar de desprezo dele para mim, eu fui egoísta e não me importo. Damon e Elena estavam preocupados, eles tiveram que engolir o orgulho e pedir a minha ajuda para fazê-lo se esquecer.

"— Hope o que está fazendo aqui? Eu não quero ver você, nunca mais.

— Joseph, se esqueça..."

— Mas eu não podia fazê-lo só se esquecer da morte de Anne, o trato que fiz com seus pais era para fazê-lo se esquecer de tudo relacionado a Anne, e eu era uma parte do "tudo"...

"— Se esqueça, de mim, se esqueça que me ama, se esqueça que nos conhecemos, se esqueça de tudo o que aconteceu entre nós..."

— E o principal, o fazer se esquecer que fui eu quem matei sua irmã e que foi ele o primeiro que a encontou morta, enquanto o sangue dela escorria da minha boca...

"— Se esqueça que eu matei sua irmã. Anne morreu em um acidente de carro, chovia muito, o telefone tocou, ela se distraiu e perdeu controle do carro. Acabou morrendo à caminho do hospital."

— Você usou a compulsão, comigo? — Pergunta Joseph incrédulo.

— Eu sinto muito. — Falo o encarando, o olhar dele era de raiva, muita raiva. Dou uma passo na sua direção mas ele some, respiro fundo e vou atrás dele.

(...)

— Hope me deixa em paz. — Grita Joseph enquanto anda pelas as ruas de New Orleans e o sigo.

— Joseph me perdoa. — Peço e ele se vira para mim, irritado.

— Pelo quê? Por você ter me feito me esquecer de como minha irmã realmente morreu? Por você ter me enganado? Por ter me feito esquecer dos melhores momentos da minha vida, que foram ao seu lado? Por ter me feito acreditar que sempre fomos amigos? Ou por ter me enganado me fazendo acreditar que você nunca me viu além de um amigo? — Grita e para na minha frente.

— Você me odiava, eu não conseguia viver com você me odiando. — Murmuro e vejo a raiva em seus olhos piorarem.

— É claro que eu te odiava, você matou a minha irmã. Mas uma hora eu iria te perdoar. — Grita.

— Então me perdoa. — Imploro.

Hope eu te amo, mas acho que meu amor por você não vai me fazer te perdoar, nunca. Eu não consigo fazer isso. — Fala com o tom de voz mais baixo, sinto as lágrimas se formarem e respiro fundo tentando não desabar na sua frente.

— Joseph...

— Por favor, não. Eu preciso de tempo, muito tempo, só para processar isso. — Fala e então desaparece da minha frente.

(...)

Entro em casa e percebo que meu pai era o único alí, ele andava de um lado para o outro pensativo.

— Então quer dizer que foi Anne quem te sequestrou, mas como ela está viva? E como ela é uma bruxa? - Ao perceber a minha falta de resposta ele levantou a cabeça na minha direção e seu semblante mudou para preocupação. - Você está bem? — Pergunta e dou alguns passos em sua direção.

— Você acreditaria se eu falasse sim? - Pergunto e forço um sozinho que saiu mais para uma careta, sem pensar duas vezes fui até ele o abracei e eu desabei alí. - Ele me odeia. — Falo entre soluços e ele me puxa mais contra ele. 


Notas Finais


Favoritem a fic♡
Comentem o que acharam do cap★


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