História The Princess of New Orleans - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Peyton Meyer, Sabrina Carpenter, Shelley Henning
Visualizações 113
Palavras 1.131
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem♡

Capítulo 12 - "You have no idea what I am."


Fanfic / Fanfiction The Princess of New Orleans - Capítulo 12 - "You have no idea what I am."

            P. O. V Hope Mikaelson

— Podemos conversar, Hope? — Pergunta Elijah adentrando meu quarto, reviro os olhos e me viro para ele com os braços cruzados.

— Desculpa mas acho que esse não é o melhor momento, sabe, ex-melhor amiga vingativa, vampiro irritado abaixo de nossos pés, ex-namorado atual amigo ou ex-amigo, não sei. — Falo usando o sacarmos para esconder o quanto as palavras de Joseph me afetaram na noite passada.

— Você e Hayley precisam se acertar. — Fala ignorando minha fala.

— Não não temos, e você deveria não se intrometer nisso. E eu tenho coisas mais importantes para me preocupar. — Falo irritada.

— E o que seria mais importante do que restaurar sua relação com sua mãe? — Pergunta.

— Isso não te interessa, Elijah. — Falo seca e passo por ele, mas o mesmo segura meu braço antes que eu pudesse passar pela porta.

— Seu pai era igual a você, ele só se importava com o poder, mas as coisas mudaram quando você apareceu na vida dele. Você foi a esperança dessa família, Hope. - O encarei com o semblante neutro. - Quando ele chegou na cidade há 18 anos e descobriu sobre você, ele só queria poder, e naquela época eu lhe disse que família é poder. Sem família não temos nada, não cometa os mesmo erros que seu pai cometeu no passado, Hope. — Concluiu.

Família não é poder, eu quero o que me foi tirado, isso é poder. — Puxo meu braço do seu aperto e o vejo soltar um longo suspiro, não pensei duas vezes antes de sumir dali.

(...)

— Me procurando? — A voz de Anne soou logo atrás de mim.

Me virei em sua direção e a vi de braços cruzados encostada em um dos túmulos ali.

— Acho que temos alguns assuntos pendentes, amiga. — Falo me aproximando da mesma que descruza os braços e sorri.

— E quais seriam esses assuntos, amiga? — Pergunta no mesmo tom de voz que eu e se aproxima de mim.

— Sobre sua morte. - Sorrio e em questão de segundos a prendo contra a parede sacando a estaca. - Você deveria ter continuado morta, e eu farei isso acontecer. — Continuo e levanto a estaca.

Pressiono mais meu braço em seu pescoço e então finco estaca em seu peito, Anne continua imóvel e então sorri para mim.

— Você não faz ideia... - Arranca a estaca do seu peito sem dificuldade e a joga longe. - Do que eu sou, ou como me matar. — Seus olhos assumem a coloração negra igual do dia que ela me sequestrou.

Ela agarra meu braço e o afasta de seu pescoço, e sem usar muita força quebra meu braço e me arremessa contra um dos túmulos ali o fazendo quebrar.

Tiro os pedaços que caíram em mim do túmulo e me levanto, olho para onde devia estar Anne e não havia nem sinal dela.

(...)

— Onde você estava? — Pergunta Hayley assim que entro em casa.

— Atrás de Anne. — Falo simplesmente e roubo o Whisky que Kol tomava e tomo tudo em um gole.

— Ela está morta? - Pergunta Caroline e todos nos a olhamos. - O que foi? É só uma pergunta. — Dá de ombros e reviro os olhos.

— Eu ia matá-la, na verdade eu cheguei a atravessar a estaca nela. — Comento e Lizzie e Josie me olham incrédulas, devolvo o copo vazio para Kol e cruzo os braços.

— Mas... — Fala Rebekah me incentivando à continuar.

— Mas ela não morreu, a estaca não fez nem cócegas nela. — Falo irritada.

— Como assim? — Pergunta Elijah confuso.

— Ela não é vampira, não existe bruxas na família dela então descarto essa possibilidade também, ela concerteza não é lobisomem. Mas ela tem o dobro da minha força e consegue usar algo semelhante à magia e seus olhos ficam negros algumas vezes, totalmente negros. Mas eu nunca vi algo igual. — Explico.

— Já viram algo assim? — Pergunta Hayley se voltado para meu pai e meus tios.

— Não. — Falam juntos.

— Ótimo! — Exclamo irônica e dou as costas indo em direção da saída.

— Hope. — Escuto meu pai falar mas o ignoro.

— Eu vou atrás dela. — Escuto Hayley falar e logo sinto ela me seguindo.

(...)

— Me deixa em paz, Hayley. — Falo irritada enquanto andamos pelas ruas de New Orleans.

— Hope precisamos conversar e vai ser agora. - Dita convicta e segura meu braço me virando para ela. - Já faz semanas que voltei e você mal olhou na minha cara, a única coisa que você fez quando eu voltei foi avisar que iria para Mystic Falls, eu passei dois anos longe de você e nem um abraço eu ganhei. Eu sei que eu errei por ter falado aquilo sobre a maldição, me perdoa. Mas errar é humano, eu só quero que você me perdoe. — Puxo meu braço do seu aperto e dou alguns passos para trás.

— Você me prometeu que nunca me deixaria sozinha, e você me deixou por dois anos. — Falo com o tom de voz baixo.

— Eu também prometi que irei te proteger, e, foi isso que eu fiz. Se eu não tivesse feito isso você teria morrido. — Fala com o tom de voz elevado.

— Acho que não adiantou muito, não é? — Retruco sarcástica.

— Eu sinto muito, Hope. Mas eu sempre colocarei sua vida a cima da minha. — Fala mais calma.

— Sabe como foi ver você quase morrendo? Sabe como eu fiquei desesperada? Sabe como doeu fazer aquele feitiço? Te ver em caixão? Não saber se um dia iria conseguir te trazer de volta? — Elevo meu tom de voz e dou passos em sua direção e aponto o dedo em sua cara.

— Não, eu não faço ideia. Mas o que impotava e sempre irá será o seu bem estar. Eu poderia estar em um caixão, mas eu sabia que você estava viva. — Fala, sinto as lágrimas se formarem em meus olhos e trinco o maxilar impedindo que elas caíssem.

Quando eu iria respondê-la, sangue começou a escorrer pela sua boca, ela arfou e a região onde ficava seu coração começou a ficar ensanguentada, abaixei minha mão e franzi o cenho. Então seu corpo foi jogado para o lado e sua pele ficou cinza.

— Desculpa por interromper o momento mãe e filha. — Fala Anne segurando o coração da minha mãe e sorri para o mesmo, ela soltou o coração e desapareceu dali.

Caí de joelhos ao lado do corpo da minha mãe, o abracei com força em completo choque. Então eu gritei com todas as minhas forças... 


Notas Finais


Favoritem a fic♡
Comentem o que acharam do cap★


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...