História The Prophecy Of Darkness - Capítulo 6


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Categorias Teen Wolf, The Vampire Diaries
Personagens Alan Deaton, Alaric Saltzman, Allison Argent, Bobby Finstock, Bonnie Bennett, Breaden, Caroline Forbes, Chris Argent, Damon Salvatore, Danny Mahealani, Derek Hale, Elena Gilbert, Enzo, Gerard Argent, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jeremy Gilbert, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Matt Donovan, Melissa McCall, Paige, Personagens Originais, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stefan Salvatore, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Teen Wolf, The Vampire Diaries
Exibições 47
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, voltamos! Desculpem por qualquer atraso e por isso vamos partir para o capítulo sem atrasos.

Agradecemos profundamente pelos comentários.

Boa leitura.

Capítulo 6 - Something Wrong


Fanfic / Fanfiction The Prophecy Of Darkness - Capítulo 6 - Something Wrong

Como eu não sabia deste ser que existe dentro de mim?!

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Brasil, 5:32 P.M.

Pov's Alexis

Me encosto na parede gélida do banheiro, sentindo uma pequena onda de calafrios percorrer meu corpo seminu.
A água do  chuveiro cai quente ao encontro do chão, o que é bem estranho. Reduzi os jatos de água, e agora a água se  encontra morna. Retiro o resto das roupas e entro no chuveiro.
A sensação refrescante da água caindo sobre meu corpo é totalmente relaxante.

É sempre um ótimo lugar para relaxar, se refrescar e pensar em tudo que está passando na vida. Quem nunca ficou com uma droga de sorriso o dia todo? Quem nunca ficou tentando mostrar felicidade para não preocupar os outros? Quem nunca chegou em casa e chorou ao tomar banho? Acho que todos fazemos isso. Não queremos mostrar a nossa fraqueza chorando na frente de alguém.
É isso que eu sempre faço.

As palavras da carta que minha mãe deixara para mim, rodeiam minha cabeça, a metralhando de perguntas sem nexo.
Suspiro, e pego o sabão em líquido, despejando um pouco sobre uma esponja de banho.

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Me enrolo na toalha vermelha estendida sobre o box do banheiro e me direciono ao espelho.
Com o espelho totalmente embaçado por causa da água morna, tento limpá-lo com a mão, o que foi uma ação totalmente fracassada.
Suspiro e ligo a torneira da pia, para lavar meu olho, no qual não sei como, caiu água quente.
Minha respiração fica pesada e meu olho ardendo, uma onda de tristeza passa pelo meu corpo, assim que lembro da minha mãe. Meu corpo fica todo arrepiado, e olho para o espelho ainda embaçado.

Meus olhos castanhos esverdeados, agora se encontram irritados e vermelho. Qualquer pessoa que não me conhecesse iria pensar que eu poderia estar metida com drogas ou algo assim.

Solto o ar devagar. Olho de relance para o espelho e me assusto. Por um segundo pensei ter visto a íris do meus olhos marrom, sendo que são castanhos esverdeados.
Balanço a cabeça, tentando afastar essa ilusão de ótica do meu pensamento.

Vou para o quarto, e encontro Jack e Thomas assistindo algum tipo de série esquisita na TV.
Vou até meu beliche e pego meu short de pano, preto e branco, e minha blusa sem mangas, cinza, na qual tem a frase  "I'd rather have peace" escrito em preto.
Suspiro e volto para o banheiro para trocar de roupa.

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Assim que saio do banheiro novamente, Jack olha para mim com um tom divertido no rosto. Thomas pelo contrário, nem se preocupa em saber para onde o amigo olha, pois está animado até demais com a série na TV até então desconhecida para mim.

— Que série é essa? — Pergunto aleatoriamente enquanto tento enxugar meu cabelo com a toalha.

— Stranger Things — Thomas responde sem tirar o olho da TV.

— Estou com algo que você vai gostar,  Lexi.  —  Jack avisa e por força do hábito, acabo levantando as sobrancelhas. Thomas desvia o seu olhar da tal série e olha para mim.

O mesmo estende um copo de Milkshake de morango, e na hora percebo que se trata de um do Bob's.

— E é por isso que eu amo vocês dois! — Falo rindo e pego o milkshake da mão de Jack.

— Interesseira! — Thomas fala rindo e volta a sua atenção para a tal série. Jack faz o mesmo.

Viajo nos meus pensamentos sobre a nossa ida a Beacon Hills. Vai ser amanhã e estou com milhões de coisas rodeando em  minha cabeça.

Meus dedos começam a arder, e troco o milkshake de mão. Sou tirada dos meus o pensamentos sem nexos com Thomas me mandando prestar atenção na série.

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— Calma, estou aqui com você, Lê. Respira meu amor, respira e tenta manter a calma — Diz a jovem fazendo carinho em meu cabelo.

A medida em que tento respirar e inspirar, percebo o quão difícil é fazer alguma coisa sem controle algum .

— Olhe para mim, querida. — Paige toca no meu rosto e sinto um enorme calafrio percorrer meu corpo. Várias lágrimas começam a descer e um nó é formado na minha garganta.

— Eu... eu quero a minha mãe! — Consigo forças para berrar o meu desejo.

A menina não gostou nada do meu mais novo  tom de voz, pensei ter a visto revirar os olhos, mas em vez disso, ela apenas olhou para mim e sorriu. Um sorriso sincero em seus lábios rosados. Um sorriso que me fez a abraçar forte.

— Eu sou a sua mãe, querida Alexis.

A moça por fim fala e retribui o meu abraço.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Levo minha mão ao coração, assim que me sento na cama. Respiro ofegante, tentando entender esse sonho medonho que tive. Não me recordo de nada disso. Não me lembro se isso é real ou se é apenas um sonho. Estranho.

O lugar não está tão escuro como estava ontem. Todas as luzes apagadas e mesmo assim conseguia ver tudo nitidamente.
O outro beliche, a televisão, a porta do banheiro, e até mesmo consegui perceber que Thomas dorme em uma posição totalmente desconfortável: O travesseiro ao invés de estar debaixo da sua cabeça, está no meio dos braços dele. Percebo que ele está agarrando/ abraçando, o mesmo.

Olho para Jack, que dorme como um anjinho. Thomas de assusta com algo e acaba se movimentando e abre os seus olhos. Ele fica parado por alguns segundos tentando olhar alguma coisa, provavelmente em mim.
Olho para baixo na tentativa de achar alguma coisa sob minha camisola e não encontro nada. Olho novamente para Thomas que ainda olha para mim. De repente a cor da íris dos olhos dele mudam para amarelo.

— Lexi? Tá acordada? - Ele suspende a sobrancelha.

— Claro que estou. Porque os olhos de lobisomem?

— Tá escuro, né?  — Isso soou como uma afirmação, e não como uma pergunta.

— Ou é, a luz tá apagada, mas dá para ver tudo.

Thomas sai da cama e vem na direção da minha cama. Levanta as mãos e gira elas para cima.

— O que você está fazendo? — Pergunto sem entender essa ação maluca que ele fez.

— Meu... Deus... Não é possível! —  O rosto perplexo dele me assusta.

— Me fala. O que foi?

— Está tudo escuro, Lexi. Escuro,  parecendo um poço fundo e fechado.

Olho para o peitoral de Thomas e percebo que ele prende a respiração. O que não é uma coisa muito comum em Thomas.

— Tommy? Você está bem? Usou as ervas com cuidado hoje, ou cheirou muito pó?

Ele não muda a expressão assustada do seu rosto como eu imaginei que faria. Ao invés disso, ele corre para perto da televisão e aperta o interruptor de luz, o ligando.

A repentina volta da luz o faz levar uma das mãos aos olhos, o tapando. Permaneço no mesmo lugar em que me encontrava a dois segundos atrás

— Thomas?

Ele retira a mão do rosto e percebo que sua expressão é de total confusão.

— Como é possível você enxergar no escuro sendo que não tem nenhum poder? — Ele pergunta com as mãos apoiadas na cintura.

Tento raciocinar o que ele acabou de falar, porém, nada se passa no que chamamos de cérebro.

— Thomas, meu querido... do que estás falando?

— Como possível? Eu tive que mudar meus olhos porque percebi algo se mexendo no escuro, e assim que enxerguei era você.

— Hã?! Mas... estava claro. Certo?

— Errado! Isso não é possível. Se eu sou um lobisomem e não consegui enxergar nada, porque uma humana conseguiu enxergar? Ou eu usei muita maconha e perdir a noção das coisas a minha volta, ou tem alguma coisa estranha aqui.  — Thomas fala em um tom super engraçado, me fazendo rir feito uma louca.
Percebo a expressão do seu rosto séria e me calo na mesma hora.

— Lexi... Isso já aconteceu antes? Sério, sem brincadeiras. — Com as duas mãos apoiadas na cintura, ele espera uma  resposta para a pergunta. Apenas fico calada, tentando conseguir um fiozinho de memória sobre esse assunto bizarro.
O único vestígio de lembrança é o de hoje de manhã.


Notas Finais


Opiniões? Comentem ^^


~Lua_Sprayberry
~DaneseBO
~Delencolica

Beijos 💕


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