História The prophecy of fire and ice - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~cleber1015

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Palavras 1.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olááá! Sentiram nossa falta? Foi difícil escrever esse episódio porém muito emocionante!!! Eu e Yatogami demoramos pra criar. Escola e faculdade começaram então dificulta. Mas não esquecemos de vocês! Aproveitem o capítulo que está cheio de emoção!! Beijos!!!

Capítulo 4 - A fuga


Passou-se uma semana após o rei marcar o rosto do filho. Todo o castelo e sua vila já sabiam do acontecimento e os rumores que o rei era cruel só ganharam força. O jovem príncipe ficou três dias inconscientes, acordou gritando no meio da noite do terceiro dia praticamente explodindo o quarto com gelo e fogo. A sorte que ninguém se feriu, pois a pessoa que cuidava dele foi trocar o pano com ervas que cobria-lhe a cabeça.

O rei quando soube que seu filho despertou quis logo vê-lo porém a rainha furiosa conseguiu o impedir mesmo contra sua vontade. Pelo jeito uma mãe com ódio conseguiu afastar um rei por um tempo de seu filho. Os outros 4 dias ele manteve repouso absoluto, apenas dormia e se alimentava pois a febre corroía seu lado direito e seu inverso estava frio justamente o contrário de seu poder. O menino estava com seus poderes desestabilizados pelo ataque, porém o quarto não explodiu mais ao seu despertar.

Na sétima noite o menino acorda com um barulho diferente no seu quarto, ainda estava muito cansado pela marca e o espancamento que obteve na semana anterior, com sua visão embaçada via um vulto andando de um lado para o outro, após esfregar o olho direito, o vulto toma forma feminina com vestido, mas o quarto estava apenas sendo iluminado pela luz da lua e uma vela em seu criado-mudo então não pode enxergar direito.

– Quem é você? O que faz no meu quarto? - O jovem príncipe indaga.

O vulto se aproxima e a luz da lua ilumina seu rosto. Era sua mãe com os cabelos bagunçados e com o rosto meio inchado provavelmente pelo choro.

– É a mamãe Shoto. Estou arrumando suas roupas na mala. Por favor não faça barulho. Alguém pode nos ouvir. - Explica sua mãe.

– Mas por que está fazendo isso ainda mais essa hora? - Pergunta confuso.

– Eu te explico tudo assim que sairmos, ok? Por enquanto faça silêncio.

O jovem se conforma e observa sua mãe pegando o máximo de roupas e jogando dentro da mala sem nem ao menos dobrá-las. Não era costume de sua mãe que era tão cuidadosa estar tão desleixada e apressada. Isso o preocupava, porém sua mãe tinha lhe dito para ficar quieto, então ele apenas podia observar a sua mãe aflita dando voltas em seu quarto. De repente a porta se abre e a rainha irradia ar frio pelo quarto. Ele nunca tinha visto sua mãe usar seus poderes antes. A servente entra assustada e solta um leve gritinho de medo.

– Me desculpe majestade vim o quanto antes. - A servente faz uma reverência desajeitada pelo medo.

– Meu Deus Elaine! Bata na porta antes! Quase te congelo! Rápido me ajude a fechar a mala. Não podemos demorar mais! O rei pode acordar a qualquer momento mesmo após eu ter o drogado. - A rainha abaixa as mãos e aponta pra mala.

– Sim minha rainha e me desculpe! - Elaine senta em cima da mala e congela levemente as bordas da mala, já que não conseguia fechar.

– Você drogou o papai? Por que? - O príncipe pergunta ainda mais confuso com a situação.

– Filho seu pai está louco! Ele que te treinar pra ser um monstro que nem ele. Eu não permitirei! Você vai fugir comigo e a Elaine para Eis. Seu pai planeja dominar todas as nações e usar você quando estiver mais velho. Tenho certeza que ele já tem suas suspeitas então eu o droguei. Agora por favor me acompanhe temos que ir rápido! - A rainha se aproxima do menino e o veste rapidamente com roupas simples.

Após se arrumar, eles passaram pela porta e um guarda jazia no chão dormindo. Eles descem rapidamente as escadas em espiral da torre. O príncipe desceu de mãos dadas com sua mãe. Passaram pelo corredor e entraram na cozinha que estava deserta. Elaine empurrou uma mesa redonda para o lado levantou o tapete que estava por baixo revelando um alçapão. Desceram umas escadas de ferro velhas e enferrujadas.

– Cuidado filho. Esse caminho não é usado por anos. Infelizmente teremos que fugir pelos esgotos pois é o único caminho longe de olhos curiosos. Ninguém pode descobrir que estamos fugindo do contrário podemos iniciar até uma guerra.

Ao chegar no chão dos esgotos, o cheiro era insuportável. Poucas tochas estavam acesas praticamente ninguém usava esse caminho. Eram túneis tijolados todos encardidos pelo tempo e condições. Eles começaram a andar rapidamente pelos labirintos dos esgotos. Ficaram uns vinte minutos percorrendo os túneis, até eles começarem a ficar mais largos e o cheiro mais suportável.

Após virar a direita deu-se para uma enorme saída. O túnel tinha tochas apagadas porém dava para ver sua saída devido ao seu tamanho e a luz da lua do lado de fora o iluminava. A rainha para um instante para retomar o folego, após recuperar-se se inclinou para o filho:

– Shoto essa parte teremos que ter mais atenção, ok? Logo abaixo há uma descida bem antiga que não é mais utilizada que dá para o rio debaixo do castelo. Há um barco nos esperando lá. Como está Elaine? - A rainha pergunta virando-se para a servente.

– Estou bem minha rainha. Faz tempo que não me exercito dessa maneira.

Eles começam avançar para a saída. Mais alguns metros e estariam livres daquele pesadelo e poderia ficar em paz com sua mãe. O portão lateral do túnel que eles acabaram de passar explode em chamas voando para longe. Da fumaça aproxima-se uma sombra flamejante brilhante.

– Então planejavam escapar por aqui não, é? Hahaha esse caminho é velho perfeito para fugas. - O rei explica saindo da fumaça sorrindo desdenhoso.

– Mas eu te droguei! Não é possível! Era para acordar só daqui a algumas horas. - A mãe de Shoto desesperada exclama.

– Toma-me como estúpido? Sua vagabunda! Acha que não ia perceber que você me oferendo vinho seria estranho? Você não faz isso há anos! E logo após a cicatriz? Fácil demais ha ha ha! Fingi beber e desmaiar de propósito para segui-los. A única saída era essa, só precisei esperar. Agora acham que levar meu herdeiro para longe de mim? Como ousam?! - Endeavor exalta sua chamas.

– Seu filho não é um objeto! Nunca permitirei fazer isso! Não mais! Elaine pegue o Shoto e fuja eu o atrasarei, rápido!! - A mãe pede desesperada.

Sim minha rainha! - Elaine pega Shoto no colo e corre.

A rainha emana uma aura de gelo que começa a congelar todo o túnel.

– Então quer da maneira difícil, não é? Pois bem prepare-se. - O rei pisa forte no chão e o fogo se alastra. O choque dos poderes começa a gerar fumaça.

A rainha então condensa sua energia gelada em suas mão e lança um raio gélido contra o rei. Endeavor segura o raio gélido com uma das mãos porém o poder é grande e teve que usar sua outra mão contra o poder de sua esposa.

– É assim que minha mulher tem que ser! Forte! Por isso que casei com você! - O rei ri loucamente.

O gelo e fogo se misturam e a névoa começa a tomar os túneis. Até que chega a um ponto que os poderes explodem! O poder foi tamanho que o castelo e a vila do lado acordou com a explosão. Com o choque dos poderes Elaine foi jogada pra fora do túnel com o menino entre os braços. Eles caem de uma queda enorme, direto na correnteza do rio.

O frio gélido do rio percorre o corpo de Elaine e do jovem menino. Ela agarra-o com vontade pois a correnteza era poderosa. Eles conseguem emergir e respirar desesperadamente e logo após submergem pela força da correnteza. Conseguiram desviar das pedras menos de uma na qual ela protege Shoto dela, mas fazendo-a ser atingida na cabeça. Ela começa a ficar tonta. O desespero lhe toma conta.

Uma corda é jogada e um “segure” é ouvido. Ela não pensa duas vezes e segura com toda sua força com uma de suas mãos. Ela é arrastada pra fora da correnteza. Ao chegar na terra mesmo ensanguentada pelos cortes e pelo sangramento da batida pedra era verifica o estado do menino. Está inconsciente, mas vivo. O homem que puxou a corda se aproxima a tempo de segurar Elaine antes que ela caia com o menino.

– Obrigada por nos resgatar senhor. - Elaine agradece ao homem encapuzado a noite não deixava ver seu rosto. Sua visão estava embaçando.

– A senhorita está sangrando precisa de cuidados imediatos. O menino está bem? - O homem do capuz pergunta.

– Sim, está apenas incons… - Elaine desmaia.

 

 


Notas Finais


Então pessoal o que acharam? Emocionante, não? Ficamos muitos felizes quando falam o que estão sentindo da história. Isso ajuda bastante até na criação! Semana que vem ou no mais tardar na próxima iremos postar outro capítulo para vocês ;). Tchau e até loguinho!


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