História The proposal - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~unniedaju

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Astoria Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Remo Lupin, Ronald Weasley, Sirius Black, Theodore Nott, Tom Riddle Sr., Zacharias Smith
Exibições 130
Palavras 2.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi gente!

desculpem pela demora...

hoje o cap está meio curtinho e chatinho, mas foi só para atualizar mesmo ^-^

boa leitura <3

Capítulo 3 - Tree.


Fanfic / Fanfiction The proposal - Capítulo 3 - Tree.


E então, no dia seguinte, os dois homens estavam no avião, na primeira classe obviamente, mas existia um problema ali.


- Então, eu sei tudo sobre você. - o moreno começa a falar, olhando uma pasta dada por Nott - Mas você tem três dias para aprender tudo sobre mim.


- Você sabe mesmo tudo isso sobre mim? - o loiro questiona, tomando a lista para si - Vejamos...eu sou alérgico a quê?


- Pinhão e qualquer tipo de emoções humanas. - Potter responde sarcasticamente.


- Que engraçado. - Malfoy replica no mesmo tom - Essa é boa: eu tenho alguma cicatriz?


- Estou quase certo que você tenha alguma tatuagem. - Potter diz para ele - Há dois anos, seu dermatologista ligou sobre laser pulsante, então eu pesquisei na internet e descobri que esse laser remove tatuagens.


- Remove tatuagens. - Draco repete, já sério.


- Mas você desmarcou a consulta. - ele afirma, e recebe um olhar sério do outro - Então o que é essa tatuagem? Marca tribal? Letra japonesa? Arame farpado?


- Sabia que é emocionante ver você falando essas coisas? - Malfoy sorri falsamente.


- Obrigado. - Potter agradece, sorrindo irônico - Agora você tem que me dizer onde fica.


- Não vou. - ele se recusa - Acabamos com essa pergunta. Vou fazer outra. Deixe-me ver...Ah, em que casa ficam? Essa é fácil, na minha.


- Porquê não na minha? - Harry fica ofendido.


- Porquê eu moro no Central Park West. - ele responde como se fosse óbvio - E você deve morar em uma quitinete com pilhas de livros velhos e amarelados.


A voz motorizada da aeromoça se fez ouvir por todo o avião enquanto Harry olhava para Draco como se a qualquer momento fosse cometer um homicídio ali mesmo.


Senhoras e senhores, favor apertar os cintos. Vamos aterrissar em Juneau em alguns minutos.


- Juneau? - o loiro franze o cenho - Achei que iríamos para Sitka.


- Nós vamos para Sitka. - Harry sorri divertido.


- Ah é? - Malfoy desafia - Como então?


A resposta de Potter foi descer do chique avião em que se encontravam, e em seguida entrar em um que na lateral a qual estava escrito Sitka Skyways em grossas letras pretas. Dava uma aparência de confortável quando entraram, mas assim que levantou vôo, a "lata velha" - como Draco pensou - balançava como o inferno, e naquele momento ele desejou estar debaixo de lençóis quentinhos e dormindo confortavelmente. Potter estava mais preocupado com rever sua família, lembrou deles no momento em que começou a ver montanhas cobertas da mais pura neve, e aquilo o afligia mais do que já estava. O pouso se iniciou, e ainda dentro do avião já podia ver a festa que Lupin estava fazendo no local de desembarque.


- Muito bem. - ele fala mais pra si mesmo - Aqui vamos nós.


Draco faz uma expressão de medo e incerteza, enquanto vai desfivelando o cinto de segurança. Harry pôde quase sentir as mesmas emoções do loiro.


- Lá vem ele! - o moreno ouve Remo gritar freneticamente, segurando uma placa com seu nome escrito.


Harry acena da escada para o pai enquanto Draco se atrapalha todo com as malas logo atrás de Potter, tentando descer da escada sem se acidentar. O menino sai correndo para abraçar o ruivo, afinal fazia quase um ano que não se viam. Draco vinha logo atrás, com a expressão mais entristecida do que antes da partida de Nova York para lá.


- Cadê o Sirius? - Harry pergunta depois de cumprimentar o homem.


- Você conhece seu pai, está sempre trabalhando - Lupin entorta os lábios, mas depois exulta de felicidade - Mas deixe ele para lá, cadê seu garoto?


- Está bem ali. - ele apontava para Draco que vinha com uma expressão desapontada.


- Draco, esse é meu pai!


Remo queria abraçar o garoto, mas o Malfoy não fez menção de fazer isso, então só deram um aperto de mãos e ficou por isso mesmo.


- Então... - o mais velho se dirige ao loiro - Você prefere ser chamado de Draco ou Amante de Satã? Eu ouvi das duas formas.


- Ele está brincando. - Potter lança um olhar mortal para o pai.


- Muito obrigado por me deixarem participar desse final de semana. - Malfoy dá um sorriso forçado.


- Disponha! - Remo dá um sorriso amigável - Estamos bastante felizes de receber você. Agora venha, vamos levá-los ao forte.


- Está bem! - Draco faz uma expressão exagerada de felicidade, mas quando o homem vira de costas, ele faz uma careta insatisfeta para Harry.


- É tão bom ver você! - Lupin comemora.


- Aqui estamos nós. - Harry comenta, abraçado ao pai de criação.


O trio segue de carro por uma sinuosa estrada, e no caminho Malfoy vê uma série de placas com o nome de Potter, seja de correio, de fotografia, até uma pequena de conveniência.


- Harry. - o loiro o chama, mas ele não escuta - Harry, droga! - ele esmurra o outro no braço. 


- Por favor, não faça isso. - Harry sussurra depois de quase fazer um escândalo.


- Não me contou sobre os negócios da família, querido. - Draco mantêm o mesmo tom de voz.


- Ele devia apenas estar sendo modesto... - Lupin comenta enquanto dirige.


Finalmente eles chegam a uma espécie de porto, onde a família de Potter tem uma parte especial com uma lancha "estacionada" ali no canto.


- Aonde estamos indo? - o loiro questiona à Harry, olhando em volta - Não devíamos estar no hotel?


- Cancelamos sua reserva. - Remo responde, simples - Família não fica em hotel, então vocês ficarão em nossa casa.


- Ah, que ótimo! - Malfoy sorri falsamente - O quê? - ele sussurra para Potter.


- Nossa, essa aqui é pesada. - o moreno se refere à mala, pousando-a no chão - Vai ter que levar sozinho.


Potter simplesmente sai andando tranquilo enquanto Draco se desespera com a mala, parece que o loiro iria ficar um ano todo morando ali em vez de um fim de semana apenas.


- Ajude-o com a mala, Harry! - Remo repreende o menino.


- Eu adoraria. - o menino mente - Mas ele não me deixa fazer nada, se diz forte o bastante, então vamos apenas observar.


Os dois homens ficam observando Draco chutar fortemente a mala para poder arrastá-la enquanto andava pelo caminho cheio de pequenas pedrinhas que atrapalhavam mais ainda.


- Vamos, querido! - Harry ironiza, já bem longe do outro.


- Viu os sapatos que ele está usando? - Remo sussurra para Potter - Não é um pouco exagerado?


Realmente, Malfoy insistia em usar sapatos formais com salto por dentro, somente para se sentir mais superior que todos na empresa, e aquilo agora era um problema. Eles chegam a uma escada de madeira pequena, a qual Potter jogou a última mala pequena de Draco, e esta acabou caindo no mar.


- Regra dos cinco segundos! - Harry exclamou, enquanto via a mala "nadar".


- Consegui pegar, consegui pegar! - Remo joga a mala com força pra dentro da lancha.


Potter prende a risada quando vê a expressão de Draco ao ouvir um "Vai secar rápido" vindo do moreno. Este começa a descer a íngreme escada enquanto Malfoy olha assustado para o barco.


- Harry. - Malfoy olha seriamente para o mesmo - Eu não vou entrar naquele barco.


- Não precisa. - o moreno dá de ombros, se segurando na escada - Até daqui a alguns dias.


- Sabe que eu não sei nadar! - o loiro balbucia, temendo o ruivo escutar algo.


Por isso vamos de barco. - Potter revira os olhos e termina de descer - Vamos.


Malfoy olha em volta, e vê que não tinha opção mesmo, então deixa sua bolsa de lado e começa a descer desajeitadamente, pra depois pegá-la de novo.


- Parece bom, chefe. - Harry estava com uma boa visão atrás do loiro - Pode demorar à vontade.


- Ele trouxe muita bagagem. - Remo comenta da lancha.


- Vou te dar uma ajuda. - Harry apalpa a bunda de Draco.


- Tire a mão da minha bunda. - Malfoy exclama, enquanto Potter põe as mãos pra cima como se estivesse se rendendo - Tire as mãos, isso mesmo.


- Pronto, você chegou. - Harry revira os olhos novamente - Demorou um século, parabéns.


Devidamente acomodados na lancha, Potter ia pilotando enquanto Remo aproveitava a brisa que batia levemente no rosto dos três. Draco fazia uma expressão de enjôo, estava metido dentro de um colete salva-vidas laranja berrante, com seu Ray Ban. Remo tentou sorrir gentilmente algumas vezes em direção dele, mas dava para ver que a educação do canadense não queria se mostrar. De repente, por detrás dos rochedos e montanhas, aparece uma grande casa amarronzada e com o telhado branco, a qual parecia mais um castelo.


- Pronto, chegamos em casa! - Lupin exulta.


Aquela é a casa de vocês? - Malfoy se segurava para não parecer surpreso - Quem são vocês?


Draco tinha feito uma pergunta retórica, mas mesmo assim o moreno olhou para trás e lhe lançou um sorriso sarcástico e malicioso como resposta.


- Porquê você me disse que era pobre? - Malfoy sussurrava para Potter, enquanto andavam sobre uma ponte de ferro.


- Eu nunca disse que era pobre. - Harry dá ombros.


- Mas também nunca disse que era rico. - Draco praticamente grita, alarmado.


- Eu não sou rico. - o moreno retruca, olhando de soslaio para o outro - Meus pais são ricos. 


- Quer saber, isso é o que pessoas ricas dizem. - Draco revira os olhos, puxando a pesada mala.


A pequena discussão dos dois é interrompida por alguém gritando "Harry, seja bem vindo!" e o mesmo respondeu calmamente, mas depois se deu conta do que estava acontecendo.


- Pai, o que diabos é isso? - ele ralha com Remo.


- Nada! - o ruivo estaca no meio do caminho - É só uma festinha de boas vindas, isso é um crime agora? São apenas 50 de nossos amigos e vizinhos. Todos estão ansiosos para conhecê-lo, Draco. Ande, venham.


- Ah, tudo bem. - Draco sorri forçadamente e em seguida faz uma cara de desgosto direcionada a Harry - Uma festa?!


- É o que parece. - ele tenta disfarçar o desgosto - Agora vamos, meu pai velho anda mais rápido que você.


Os dois adentraram o forte, e deram de cara com comes e bebes, pessoas que Harry se lembrava vagamente, enquanto Draco se sentia demasiado desconfortável com aquilo.


- Draco, é um prazer conhecê-lo! - uma mulher castanha se direciona aos dois e se apresenta - Bem-vindo à Sitka!


- Claro, é um prazer conhecê-la, Lilá. - o loiro aperta a mão da moça, que sai dali rapidamente.


Harry encarava tudo aquilo como uma grande peça que o destino lhe pregava, as coisas não poderiam piorar.


- Você não me disse que era o Alvo Dumbledore do Alasca. - ele ouve o loiro comentar ao seu lado.


- Como eu poderia? - Potter se revolta - Só falamos de você nos últimos três anos!


E então ele é surpreendido por Draco o puxando para um lado da "pequena" festa, e respirando fundo começou a falar.


- Quer saber? Vamos parar com as implicâncias. Devem pensar que estamos apaixonados, então vamos...


- Sem problemas. - Harry o interrompe - Posso fingir ser o noivo adorável, mas você vai precisar parar de comer criancinhas enquanto elas dormem.


- Muito engraçado. - Malfoy cruza os braços - Quando vai contar que estamos noivos?


- Vou esperar a hora certa.


Os dois nem percebem, mas sua conversa está sendo observada e ouvida por uma mulher de cabelos que estava perto da mesa de comidas.


- Harry, olá! - ela exulta, interrompendo Potter.


- Sra. Greengrass! - Harry sorri - Como vai? É bom vê-la!


O marido da mesma se vira e Draco olha para a cena com uma expressão inusitada, como se estivesse atrapalhando algo.


- Que bom. - Potter puxa Malfoy para perto - Sr. Greengrass, este é Draco.


Os três se cumprimentam e a mulher dos cabelos pretos se pronuncia, começando um assunto.


- Eu sempre quis saber o que faz um editor de livros!


- É uma boa pergunta, Astoria. Eu estou ansioso para saber a resposta.


Harry estava errado. Aquilo havia acabado de ficar pior ainda. 


- Olá, pai. - Harry o cumprimenta tentando disfarçar.


- Olá, filho. - o homem pousa seu olhar em Malfoy - Esse deve ser o Draquinho.


- Draco. - o loiro corrige dando um sorriso.


- Sirius. - ele estende a mão para cumprimentá-lo - Prazer em te conhecer.


- O prazer é meu.


Fica um silêncio desconfortável ali enquanto Harry corria os olhos do pai para o noivo desesperadamente.


- Então... - Sirius começa - Porquê não nos diz o que um editor de livros faz além de levar escritores para almoçar e ficar bêbados?


Draco sorri quadradamente enquanto Harry olha para baixo, tentando encontrar uma resposta para aquilo.


- Parece ser divertido. - Astoria comenta e se dirige a Harry - Por isso que gosta de ser editor.


- Mas ele não é edit. - Sirius alfineta o filho - É assistente de um.


O final de semana não tinha nem começado ainda e o moreno já podia sentir que ia ser um inferno em família.


Notas Finais


aish

nunca sei o que falo aqui.

TUDO BEM

comentem se gostaram, favoritem quem é novo leitor e indiquem pros amiguineos...

beijos de café ^-^


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