História The Psychopath – 2° Temporada - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Justin Bieber, Lily Collins
Tags Assassinatos, Drama, Fanfic, Ficção, Horror, Justin Bieber, Lily Collins, Love, New Orleans, Psicopata, Romance, Terror, Tortura
Visualizações 314
Palavras 999
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura, espero que gostem!

Capítulo 11 - Capítulo nove


Fanfic / Fanfiction The Psychopath – 2° Temporada - Capítulo 11 - Capítulo nove

"Não adianta correr, se esconder, tentar se soltar das correntes, não importa o quanto grite por socorro. Ninguém a ouvirá. Eu sou a escuridão! "


Xx


New Orleans, Luisiana, EUA


POV Justin Bieber


  Sentado no sofá da sala, encarava a televisão desligada. Batucava a ponta dos meus dedos sobre o 'braço' do sofá. Estava inquieto, isso é evidente. Ouço uma voz doce e infantil clamar o meu nome, lentamente viro meu rosto encarando Julieta e vejo a pequeno se afastar. 


– Papai...vuxe blinca comigo? – franzi minha testa um tanto perdida com a pergunta. Certo! Brincar? 


– É...onde está sua mãe? – levanto-me ainda atordoado. Tenho certeza que Sara se sai bem nestas brincadeiras com Julieta, porém eu estou longe em atingir a meta para agradar minha própria filha.


– Mamãe saiu papai! – mordo meu lábio inferior com uma força surreal. Como assim Sara saiu sem ao menos dizer onde iria?


– Vamos brincar! – ando até Julieta que concordou positivamente, estendo minha mão para a garota que rapidamente a segura e andamos até o lado de fora, respirando o ar puro que o Bayou tinha a nos oferecer. 


– Do que quer brincar? – paro de andar soltando a mão da loura, cruzo meus braços encostando minhas costas em uma das inúmeras árvores em nossa volta.

   Olho em volta lembrando-me de um momento ilustre que aconteceu a quatro anos atrás. A morte de Marcel. Sem dúvidas foi uma noite maravilhosa, tirando o fato de Sara ter sido tão emocional a ponto de defender aquele desgraçado mesmo estando errado. Ele queria a tirar de mim, quando falei que ela é minha eu não estava brincando de forma alguma. Eu nunca brincava...


– De se esconder papai. Vuxe conta! – rio baixo revirando meus olhos. Suspiro baixo ficando de frente para a árvore, fecho meus olhos começando a contagem. 


– Um...dois...três...quatro... – faço a contagem até o número quinze, cansado de ficar ali opto por abrir meus olhos. – Lá vou eu! – falo em um tom alto o suficiente para que Julieta pudesse me ouvir. O som dos pássaros eliminava o silêncio do Bayou, o céu nublado deixava um clima diferente naquela parte de Nova Orleães. 


– Não adianta se esconder filha, eu vou lhe achar! – com as mãos para dentro dos bolsos de minha calça, ando pela floresta tranquilamente olhando com atenção a minha volta. Conheço essa floresta como ninguém, em instantes acharei Julieta.


[...]


– ACHEI! – rio abraçando a garota por trás, carrego a mesma ao ouvir seu grito seguindo de sua gargalhada escandalosa. – Um dia irá conhecer o Bayou como seu pai! 


– Eu quelu papai! – sorrio pondo a loura no chão. O caminho inteiro de volta para a cabana, a pequena comentava o quanto estava admirada com o pântano. 


   Impossível alguém vir e não gostar desse lugar. Tudo bem que aqui não tem as melhores histórias com finais felizes, porém a calmaria que esse lugar oferece chega a ser assustador. Como um lugar que possui lendas horrendas e mortes por cada canto, pode ser o lugar que mais traz paz para alguém? Em alguns minutos havíamos chegado em casa, passo a mão por minha nuca ao ver Julieta correndo pela casa e gargalho balançando negativamente minha cabeça. 


– Vá tomar um banho antes que sua mãe chegue e me mate por vê-la suja desta maneira! – sento-me de volta no sofá vendo Julieta subir apressadamente para o quarto, apoio meus cotovelos sobre minhas pernas encarando o chão. 


   Sara está certa em suspeitar dessa tal 'amiga' imaginária de Julieta. Por mais que ambas sejam crianças, não consigo parar de pensar no Lil. A chance dessa Lola ser igualmente o Lil é de 100% , se algo acontecer com Julieta sei que Sara irá me culpar eternamente e ela não estará errada. Eu também não vou me perdoar. 


[...]


   Julieta me obrigou a contar uma história de como eu e sua mãe nos conhecemos. Obviamente que menti em tudo. Não iria dizer a verdade, "sua mãe e eu nos conhecemos quando ela flagrou eu matando um homem e eu comecei a persegui-la". Pela primeira vez me senti mal por não ser um homem chato e cliché dos contos de fadas. Sou totalmente imperfeito, o verdadeiro diabo no corpo de um homem bonito e simpático fora de qualquer suspeita. Como poderei competir com a luz sendo que eu sou a treva?

   Julieta adormece em meus braços, encaro seu rosto inocente livre de qualquer pecado e sorrio de canto acariciando seu cabelo louro. Tão parecida e ao mesmo tempo tão diferente de mim! Saio do quarto deixando a porta encostada e desço para a sala, a noite havia chegado faz tempo e nada de Sara chegar. Confesso que estava preocupado, ao mesmo tempo puto por ela ter saído sem ao menos me avisar.


– Finalmente lembrou-se que tem casa... – falo assim que a luz é acesa iluminando a sala e Sara que acaba de chegar. – Julieta perguntou por você durante o dia inteiro... – levanto-me andando em passos lentos até a morena a minha frente. – Onde.você. estava? – pergunto pausadamente encarando seus olhos.


– Justin... – ergo uma das minhas sobrancelhas sinalizando que ela prosseguisse. – Hoje é dia do Mardi Gras ("terça-feira gorda"), a primeira festa que você foi comigo. Eu me lembro... – ela sorri retribuindo o contato visual.


– Impossível eu esquecer... – me aproximo de Sara colocando minhas mãos em volta da cintura da morena. – Que tal relembrar os velhos tempos? – sem esperar por resposta, tomos os lábios carnudos de Swan em um beijo calmo.


   Suas pequenas mãos se encontravam em minha nuca indo de encontro ao meu cabelo. Agarrava a cintura fina dela com força trazendo seu corpo ainda para mais perto do meu, nos beijávamos com voracidade, mas ao mesmo tempo a calmaria se fazia presente. Encosto o corpo de Sara na parede, ela interrompe o beijo por alguns segundos certamente para retomar o ar que havia falado a nós dois. Não demoro para tomar seus lábios novamente...Como sentia saudade de seus lábios carnudos junto aos meus. Sara é o meu vício, a minha luz, a minha loucura e ao mesmo tempo a minha cura.


   


Notas Finais


OPAAAA, espero que tenham preparado o colete de prova de balas pq o tiro foi forte KKKK. Poderia está matando, roubando, comendo, MAS estou aqui pedindo na humildade a opinião de vocês. Estão gostando dos acontecimentos da história? Preciso muito que vocês se manifestem, amo ler os comentários de cada um u.u, comentem para me deixar feliz e a tia aqui postar um capítulo mais rápido *-*
VOCÊS QUEREM HOT? (não me ignorem please) ♥


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