História The Psychopath – 2° Temporada - Capítulo 26


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Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Justin Bieber, Lily Collins
Tags Assassinatos, Drama, Fanfic, Ficção, Horror, Justin Bieber, Lily Collins, Love, New Orleans, Psicopata, Romance, Terror, Tortura
Visualizações 155
Palavras 1.112
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Capítulo vinte e três


Fanfic / Fanfiction The Psychopath – 2° Temporada - Capítulo 26 - Capítulo vinte e três

New Orleans, Luisiana, EUA


POV Justin Bieber


Pacientemente, ou não, termino de tocar a música através do piano coberto de sangue. Suspiro fundo olhando meus dedos ensanguentados, sorrio levantando-me.

– Não é irônico? Aqui está você, um homem que não conheço pensando que irá cometer algo comigo... – debocho permanecendo de costas.

– Acredite Bieber, será uma surpresa quando descobrir quem sou eu. – vagamente viro meu corpo para encará-lo.

Observo o homem a minha frente sem reação alguma. Seu corpo era magro, menor do que eu em relação a altura e continha os cabelos loiros. Ainda não lembro-me de seu rosto.

– Apesar de eu gostar de um bom e velho jogo, esse está deixando-me entediado! – limpo a ponta de meus dedos no casaco em meu corpo.

– Pois bem...cinco anos atrás você acabou com a vida de quem eu mais amava depois da minha esposa. – reviro meus olhos.

– Poupe-me do seu drama barato! – cruzo os braços impaciente.

– Eu a amava...estava tudo ótimo se não fosse a estupidez da minha filha em querer voltar para cá quando fugiu de você. Minha garota era rebelde, mas ainda sim não merecia o fim que teve. Loira, bonita, rebelde e atraente...Não te lembra um nome desgraçado?

Atentamente ouvia suas palavras, pela sua descrição eu já sabia de quem tratava-se. De repente começo a gargalhar como se estivesse ouvindo a melhor piada contada pelo melhor comediante.

– Sua garota? – faço uma pausa aproximando-me do homem. – Ashley era uma vadia, a pior espécie possível. Seu corpo foi lançado no rio Mississipi no mesmo dia em que destruí o seu belo rosto. Não sabia que ela tinha pai, está melhor que o esperado. – sorrio vendo-o irritar-se com minhas palavras.

– Eu vou te pôr na cadeira desgraçado! Você não vai se safar desta vez! – grita o homem a minha frente, gargalho dando de ombros.

O homem revoltado vem em minha direção acertando em cheio um soco no meu rosto, por conta da surpresa meu rosto bruscamente é virado para o lado direito devido a força do soco. Sorrio de canto pondo minha mão na área onde o sangue escorria com intensidade. É bom o velho curtir os poucos segundos da vitória...Por muito pouco tempo!

– Acha mesmo que a queridinha da tua filha era boa? Lamento em informa-lhe meu caro, ela não era! – digo encarando-o com tranquilidade.

Seus olhos estavam escuros, seu semblante fechado. Conheço essa expressão, a minha preferida...A raiva.

– Ashley ainda sim era a minha filha! O que faria se descobrisse que a sua filha fosse morta? Ou a sua mulher? Como é mesmo o nome dela? – faz uma pausa fingindo pensar. – Não consigo lembrar...

Fico calado apertando meus dedos um nos outros. Não é possível ele saber da existência de Julieta, muito menos de Sara. Como esse verme soube de tudo isso?

– Parece que finalmente consegui calar o temido Justin Bieber! – a ironia estava presente em sua voz. – Uma bela jovem chamada Claire...que feio garoto, acusou a garota de ser louca? Ela está tão irritada que não pensou duas vezes em entregar-lhe.

Sem pensar duas vezes apresso meus passos em sua direção. Agarro-o pelo colarinho de tua camiseta arremessando o homem com violência contra o chão. Sentia minha dupla personalidade invadir-me, ou melhor, o Lil aparecer. Pelos olhos arregalados do homem tive certeza de que meus olhos estavam escuros, eu desejava o sangue deste homem escorrendo pelos meus dedos. Eu terei.

– Não vou deixar aproximar-se delas. – sobre seu corpo distribuo socos por todo o seu rosto. O sangue espirrava longe, gargalho adorando a situação. – O nome dela... – levanto-me chutando fortemente seu abdômen e rosto que ele tentava proteger. – O nome dela é...Sara! – mais alguns chutes e ele vomitava sangue engasgando-se com o mesmo.

Novamente agarro o desgraçado pelo colarinho da camisa fazendo com que ele levante-se contragosto. Rio encarando seus olhos levemente fechados por conta dos socos.

– Você...você estar preso! – gargalho jogando seu corpo violentamente no chão.

– Não seja com... – sou interrompido pela porta sendo bruscamente aberta. Diversos homens passam por ela, variadas armas com lazer vermelho são apontados para mim.

– Está preso Justin Bieber por vários assassinatos na cidade e por tentar matar o delegado Carlin! Mãos para cima! Agora! – sorrio olhando a minha volta. Estou cercado.

– Parece que alguém fez a lição de casa. – digo divertido pondo as mãos para o alto.

Apesar da tranquilidade, Sara torturava minha mente com seu sorriso apaixonante. A única coisa em que penso agora é nela. Somente nela!

Alguns homens vem até mim agarrando meus braços com força, puseram algema em meus pulsos fazendo-me suspirar baixo com a sensação irritante do metal em minha pele. O tal delegado – pai de Ashley – fora socorrido em pouco tempo. Reviro os olhos com a situação patética. Cercado por policiais de preto a minha volta, sou obrigado a anda para fora da casa. Jornalistas falando, flash apontados para minha direção, carros de polícia cercando ao redor e eu só tinha um belo e sincero sorriso no rosto.

– Vocês estão tão sérios... – comento em um tom alto para as pessoas atrás da fita de isolamento.

O medo estava marcando território em cada rosto presente. Podia sentir o cheiro.

– Você está fudido Bieber! – fala um dos policiais.

Dou de ombros, antes de entrar na viatura encaro-o com intensidade.

– Trate-me por Lil !

[...]

– Bem-vindo a sua nova casa Bieber! – um dos policiais abre a algema tirando-a de meus pulsos.

Sem dizer nada olho a minha volta percebendo que tinha outro homem fazendo-me companhia. Só o que me faltava... Caminho até a mais nova cama onde infelizmente passarei algumas noites, sento-me no colchão duro encostando minhas costas na parede fria. Observo a cela ser fechada e com isso respiro fundo permanecendo com meu semblante passivo sem emoção alguma.

– Acredite, estão falando da sua prisão desde a semana passada. – comenta o homem. O olho de relance sem dizer nada, apenas rio sem humor algum.

– Justin Bieber...É temido por aqui, meu caro! – Será que ele não entende a minha falta de interesse para manter uma conversa patética como esta?

– Seremos bons amigos, Bieber! – viro minha cabeça para olhá-lo. – Não ficaremos aqui por muito tempo, seja bem-vindo ao inferno!

Rio baixo descruzando meus braços. Deito-me na cama pondo os braços para trás de minha cabeça, modo este que substituía um travesseiro.

– Chama isto de inferno? Vejo um paraíso! – comento pela primeira vez com um sorriso nos lábios. Pausadamente viro o rosto para frente deixando meus olhos fixos no teto.

– Chamo-me Andrew!

Nada respondo. Apenas continuo em silêncio encarando a droga do teto sem cor. Não posso fazer muita coisa para Sara e Julieta estando nesta merda, preciso sair daqui antes que Claire der a louca ou até mesmo o desgraçado do pai de Ashley descubra o Bayou. 


Notas Finais


o que acharam do capítulo? continuarei em breve, comentem a opinião de vocês. até o próximo!


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