História The Punishment: a fine line of hate for love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carmiel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Lauriano, Marilina, Paulicia
Exibições 251
Palavras 3.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ AMORES, TUDO BEM COM VOCÊS? OLHA QUEM VOLTOUUU :3
TO TÃOOOO FELIZ, VOCÊS NÃO TEM NOÇÃO, MEU DEUS... DEIXA EU EXPLICAR: eu achei que teria no máximo dois favoritos que serião da Margo (minha bf) e da Emmi (minha anjinha/gêmea) e já somos 14 favoritos em menos de um dia!! Socorroooooo, vocês são foda!
Enfim, vamos com mais um capitulo... esse capitulo teria mais de 6 mil palavras, fui obrigada a corta-lo ao meio, então as emoções do tipo tiro, porrada e bomba vem no próximo.
Até as notas finais, bjs <3
- R

Capítulo 2 - Capítulo 02


Haviam se passado trinta e um dias, exato um mês contado sem que Paulo e Alicia brigassem, os dois chegaram a ter algumas discussões, mas que logo eram cessadas ao lembrar que poderiam ser expulsos. Aquele mês para todos da turma – e até mesmo da escola – foi uma verdadeira paz, sem as brigas constantes dos marrentos a turma pode voltar a se encontrar em paz sem o medo do atrito dos dois peraltas, riram e se divertiram muito todos juntos, e quando eles percebiam que os dois iriam iniciar uma briga eles já tratavam de os lembrar o que a querida diretora Olívia os tinha dito. Naquele exato momento estavam todos sentados juntos em uma mesa no refeitório decidindo o que fariam naquela noite de sexta:

            - Eu to querendo ir naquele karaokê que tem lá perto da casa do Koki... – falou a menina percebendo tarde demais a besteira que havia feito, não foi nenhuma surpresa os olhares maliciosos que foram direcionados aos ruivinhos, afinal, o que Bibi andara fazendo perto da casa de Kokimoto? Percebendo os olhares dos amigos a americana abaixou a cabeça com seu rosto mais vermelho que seu cabelo, Kokimoto não estava diferente, mas mesmo assim levantou e se sentou atrás de Bibi no banco e abraçou a americana que se encolheu nos braços do ficante.

            - Aí sim em japonês – gritou Paulo bagunçando o cabelo do comparsa. – Conquistou a ruivinha de vez. – Kokimoto sorriu e fez um toque com o amigo.

            - Aí que bonitinho os dois, mas nem para contar em amiga. – Falou Majo fingindo desapontamento.

            - Verdade, até a Carmen que é a Carmen contou que estava junto do Daniel e você aí escondendo o jogo – falou Alicia.

            - Ei! – Exclamou Carmen se fazendo de ofendida. – Já to cansando desse bullying comigo – todo mundo riu da menina que tinha os braços cruzados e um bico fofo e infantil nos lábios, seu namorado a abraçou por trás e beijou o bico dela rindo. A garota riu também e continuou: – mas apesar do bullying, é verdade, deveria ter contado ruiva.

            - Ahhhh meus ruivinhos juntos, que tiro meu Deus. – Valéria fingiu desmaiar em cima de seu namorado Davi enquanto os amigos riam da palhaçada da amiga; todos já estavam acostumados com o jeito espoleta da garota. – Os otp tão se acertando, Davizinho me segura que eu não to bem.

            - Menos Valéria menos – falou o namorado abraçando a garota enquanto ria.

            - Aí gente, vocês vão me matar de vergonha, stop please. – A menina agora já não estava tão envergonhada e ria junto com os amigos. – E aliás, não contei porque não tem nada para contar...

            - Ah vai dizer que vocês dois não andam se pegando? Quer mentir pra gente? Serio mesmo Bibi? – Perguntou Alicia zombeteira com a sobrancelha arqueada. Bibi deu de ombros.

            - Ficar não é namorar, então não tem nada a ser revelado – as meninas olharam pra ruiva indignadas.

            - Sua quenga – falou Majo tacando um pedaço de pão na amiga, as outras copiaram o gesto da mesma. Bibi tentava se esquivar dos pães que as amigas tacavam nela enquanto os meninos riam.

            - Ei, ei, ei podem ir parando de tacar pão nela. – Falou Kokimoto abraçando mais a menina que lhe beijou o rosto. As garotas se entreolharam com um sorriso cumplice na cara.

            - Ah, isso é tão romântico – falaram todas as garotas ao mesmo tempo já que sua amiga Laura havia faltando, logo depois todos começaram a gargalhar de novo.

            - Tá bom, tá bom, tá bom – falou Daniel parando de rir. – Mas temos que decidir onde iremos hoje à noite, todos topam o karaokê? – Perguntou o líder da turma abraçado a sua namorada. – Por mim e pela Ca tudo bem, né amor?! – a menina assentiu.  

            - Por mim tudo bem – exclamou Cirilo.

            - Por mim também – respondeu Majo trocando um olhar com o garoto, que não passou despercebido por Valéria, Marcelina, Margarida, Carmen e Alicia que logo trocaram um olhar cumplices.

            - Ah pra gente de boa né ruivinha?! – falou Kokimoto recebendo um aceno afirmativo da ficante.

            - Obvio que pra ela tá “de boa” né japonês, foi ela que deu a ideia. – Falou o riquinho, agora não mais esnobe, rindo do amigo que apenas lhe mandou o dedo do meio. – e por mim tudo bem também.

            - Aí gente, pra mim fica longe pra voltar sozinha depois – suspirou Margarida frustrada – mas divirtam-se por mim. – antes que qualquer uma das amigas pudesse se pronunciar um certo loiro sorridente falou na frente:

            - Eu te busco com meu motorista e depois te deixo em casa Margarida, não vai ser por um motivo besta desse que você vai perder a nossa saída – os meninos que já sabiam que o loiro estava com um precipício pela garota sorriam cumplices, já as meninas arquearam uma sobrancelha surpresas e ao mesmo tempo trocaram olhares que diziam “tem coisa aí, e vamos descobrir o que é”.

            - É.. am.. tá bom, obrigada Jorge (?) – falou a menina confusa, mais como se fosse uma pergunta. O menino sorriu pra ela e deu de ombros, pra cortar o clima estranho outros dois seres se manifestaram:

            - Eu vou. – falaram Mario e Marcelina juntos que logo se encararam, a menina sorriu meio envergonhada e o garoto deu um sorriso de canto. Paulo encarou a cena desconfiado.

            - Eu vou – falou Adriano alheio a tudo.

            - A Laura disse que vai – Carmen balançou o celular em sua mão.

            - Não perco isso por nada – declarou Jaime sorridente olhando para o, ironicamente, melhor amigo loiro que encarava a morena a frente.

            - É O-B-V-I-O que eu e o Davizinho vamos, essa noite promete – falou a Ferreira com um sorriso malicioso no rosto, piscando discretamente pra Ali e pra Marce que responderam com sorrisos, ninguém pareceu notar.

            - Então tranquilo, eu vou. – o olhar dos dois peraltas se encontraram e antes que pudessem começar uma briga o sinal anunciando o fim do recreio tocou fazendo os amigos soltarem a respiração que eles nem notaram que haviam prendido. Marcelina e as meninas saíram puxando Alicia pra um lado, enquanto os meninos puxavam Paulo pro outro; os garotos pro lado do bebedouro e as meninas pro vestiário para se trocarem pra aula de Educação Física.

 

Assim que os garotos chegaram ao vestiário masculino começaram a conversar:

            - E aí riquinho, vai investir na caipira hoje? – perguntou Paulo enquanto colocava a bermuda do time.

            - Sei não cara, mas acho que vou tentar.

            - Se você magoar a Margarida Geoge você é um homem...

            - Morto – falaram todos os meninos juntos, alguns reviraram os olhos.

            - Você sempre fala isso chocolate, relaxa... olha pro cara, ele tá paradão na dela, a última coisa que ele vai fazer é magoar a caipira – os meninos já nem se chocavam mais em ver Paulo falando assim, na realidade todos haviam amadurecido bastante e Paulo apesar de ainda muito peralta não fazia mais questão de fazer a linha “garoto sem sentimentos” ele fora um dos que mais amadureceu e viu que aquilo era besteira; apesar de ser o maior galinha de todos os tempos, ele já tinha se apaixonado e sabia como era.

            - Pode até ser, mas a Marga é como uma irmã para mim, queria ver se fosse com a Marcelina, Paulo. – o menino arregalou os olhos na hora.

            - Bem lembrado choco. – Cirilo arqueou a sobrancelha pro amigo sem entender. – Oh Mario, que porra de sorrisinho foi aquele na hora que você e Marcelina falaram juntos? – Paulo estava com a camisa em mãos e os braços cruzados encarando o melhor amigo que agora perdera a cor e estava com os olhos arregalados.

            - É agora que o Ayala morre – sussurrou Jorge pro melhor amigo que apenas acenou com a cabeça observando a cena.

            - É.. é.. nada, foi só um sorriso ué, não pode sorrir mais não? – falou o Ayala nervoso. O futuro veterinário tentara reprimir ao máximo o que sentia pela irmã do melhor amigo, mas aquele sentimento só crescia, o que deixava ele maluco.

            - Merda! – gritou Paulo tacando a chuteira no Ayala que se abaixou a tempo. – Mas que porra Mario, cê tá gostando da Marcelina seu desgraçado? Como cê foi gostar da minha irmã seu merda. – a essa altura os dois já corriam pelo vestiário; Mario só de cueca e Paulo só com o calção do time. Acontece que nesse último mês o Guerra estivera tão ocupado em se concentrar pra não brigar com a Alicia que nem percebeu a aproximação do melhor amigo com a irmã. Paulo sabia que Mario gostava de Marcelina no terceiro ano, porque no quinto ano em meio a uma conversa entre os garotos o Ayala deixou escapar, mas até então o Guerra achou que tinha sido algo passageiro e juvenil. No momento em que viu o sorriso que o amigo direcionou a irmã ficou desconfiado, mas o que lhe deu a certeza foi a cara de assustado que o futuro veterinário fez ao ser confrontado; o amigo nunca teve medo de Paulo, sempre o confrontou em tudo sem medo e era por isso que os dois eram melhores amigos, a única coisa capaz de assustar o Ayala era o ciúme que Paulo tinha da irmã.

            - Chega – falou o garoto parando de correr. – Eu admito.

            - Porra Ayala, mas que inferno em – gritou Paulo passando as mãos pelo cabelo em sinal de nervosismo. Mario sentou no banco e vestiu a bermuda. Os garotos só observavam a briga, interfeririam apenas se eles partissem pra agressão física.

            - Ah cara desculpa, tentei ao máximo evitar isso mas acontece que não deu... ela é tão... – o Ayala suspirou enquanto colocava a camisa, Paulo também vestiu a sua. Todos estavam prontos apenas esperando os dois para irem pra aula.

            - Tão... – Incentivou o peralta colocando as meias e calçando a chuteira que o Jorge havia tacado de volta pra ele.

            - Perfeita – disse olhando diretamente pro melhor amigo, Paulo encarou o amigo por breves segundos e voltou a amarrar o cadarço. Ayala repetiu o gesto.

            - Licença, licença se tiverem pelados se vistam que não sou obrigada – gritou a morena entrando no vestiário.

 - Oh Alicia cê não acha que tá no vestiário errado não? – falou Jaime, a garota revirou os olhos e sorriu pro amigo

– Professor mandou chamar vocês, tão demorando mais que a Majo e olha que a Majo passa maquiagem, oque que aconteceu suas maricas?

            - Problemas internos – Daniel indicou os dois amigos que estavam sentados que tinham acabado de amarrar os cadarços. Alicia olhou confusa para os dois.

            - Problemas internos que tem nome, sobrenome e irmão ciumento – falou o loiro saindo e sendo seguido pelos outros amigos, Alicia ainda encarava os dois garotos que acabara de levantar.

            - O que aconteceu com a Marcelina, Paulo? – perguntou Alicia direta.

            - Nada. Ayala nossa conversa não acabou. – Paulo saiu largando uma Alicia confusa e brava para trás e um Ayala desconcertado. A garota encarou o melhor amigo suplicante.

            - Bora pra aula Alicia, como ele disse: não é nada. – Alicia muito contra a gosto foi pra quadra junto do amigo.

Aquele dia a turma teria que dividir a quadra com o terceiro ano da professora Lucia do vespertino que estava ali para uma aula especial de pintura nas arquibancadas; aquele mês diretora Olívia havia criado um projeto junto com as professoras das turmas de terceiro a quinto ano para tapar alguns dos degraus e algumas das paredes que foram rabiscadas pelo pessoal do ensino médio, eles pintariam o que desejassem desde que fosse educativo. As crianças estavam empolgadas e pintavam coisas como flores e corações.

            - Professora quem são aqueles? – perguntou Amélia vendo o pessoal na quadra.

            - Eles estudam aqui nesse horário Amélia, estão na educação física deles. – a professora sempre gentil sorriu pra menina que assentiu com a cabeça e voltou a pintar.

O professor havia decidido que seria futsal misto, e naquele momento estava a maior discussão pra ver quem ficaria no time de quem:

            - A não prof, eu fiz minha unha hoje e da última vez que joguei isso o troglodita do Koki quebrou minha unha.

            - Para de frescura Maria Joaquina – falou Alicia.

            - Ai Alicia, nem é frescura – a patricinha bufou.

            - Tá, chega. Vai ser futsal e acabou... Maria Joaquina, você e Carmen podem ficar no banco – as duas garotas sorriram e foram se sentar.

                - Posso sentar também professor? Não to pra jogo hoje.

            - Pode sim Adriano. – o garoto sorriu e foi. – Hoje pelo jeito vocês estão com disposição então vai ser time de seis, um de vocês vai ter que ir sentar. – assim que o professor terminou de falar Marcelina sorriu e foi sentar.

            - Marce! – gritou Alicia indignada.

            - Boa sorte amiga, mas isso não é pra mim. – a garota mandou um beijo pra melhor amiga e foi fofocar com as meninas enquanto Adriano ouvia música no celular.

            - Então tá, ficou então Alicia, Bibi, Kokimoto, Paulo, Cirilo, Daniel, Davi, Valéria, Margarida, Jaime, Jorge e Mário. Quem vai vir tirar time?

            - Eu. – pela segunda vez naquele dia os dois marrentos se olharam após falarem juntos. Alicia bufou e revirou os olhos enquanto Paulo apenas deu um risinho irônico.

            - Nada disso, dá última vez que deixei vocês dois tirarem time vocês foram parar na diretoria e eu na enfermaria. Mario e Paulo, vocês tiram.

            - Mas...

            - Sem mas Alicia. – a garota bufou a contra gosto e se calou. – Rapazes a frente, e ah, duas garotas em cada time. – os dois se aproximaram e fizeram um joquempô e Mario ganhou.

            - Vem Jaimão.

            - O melhor é claro que é escolhido primeiro. – se gabou o garoto.

            - Cala boca oh ex-gorducho, sashimi de abóbora vem pra cá.

            - Daniel

            - Choco vem – Cirilo sorriu e foi. Alicia bufou.

            - E é obvio que eles vão deixar as meninas por último...

            - Mas é claro oh Alicia, é estratégia já idiota.

            - Paulo, me erra. – Alicia lhe mandou o dedo do meio e o menino sorriu lhe mandando um beijo.

            - Vem cá riquinho. – Jorge sorriu e fez um toque com Mário e depois Jaime.

            - Santa panelinha em – falaram Alicia e Paulo juntos. Antes que a garota o xingasse ele continuou escolhendo:

            - Judeu cola cá

            - Oh Valéria, fica brava não, mas você joga bem, então vem pra cá e não reclama por tá longe do Davi.

            - Nossa Mário seu grosso. – gritou a Ferreira, a menina beijou o namorado depois beijou o rosto do Ayala. – foi pelo elogio – ele sorriu e revirou os olhos, típico da Val fazer isso.

            - Gusman. – todos ficaram surpresos, Paulo nunca escolhera a garota antes, mas sabia que o melhor amigo estava evitando contar o motivo da briga pra garota, como ele sabia? Mario sempre escolhia Alicia primeiro o que hoje não foi o caso, e claro, Alicia era a melhor jogadora feminina, não tinha como negar.

            - Eu? – perguntou a garota ainda surpresa, Paulo bufou, então Alicia entendeu. – então tá. – Alicia foi pra trás do mesmo.

            - Pode escolher Paulo, te dou a honra – falou Mario sério, Paulo sabia o porquê daquilo.

            - Valeu Ayala, pode vir senhora Mishima – a ruiva mostrou o dedo do meio e foi pro lado do Paulo. – Vai lá caipira, na próxima te escolho. – Paulo sorriu pra garota que sorriu de volta e foi pro lado de Jorge.

            - O que foi isso em Paulo, dando em cima da caipira é? – zombou o ruivo. Jorge encarou Paulo com certa raiva e Margarida revirou os olhos.

            - Presta atenção oh japonês – Paulo deu um tapa na cabeça do amigo – eu sou lá de mexer com mulher de amigo meu, vai se foder.

            - Pera lá, como assim mulher de amigo seu? – perguntou a Garcia com os braços cruzados. – Que eu saiba eu ainda sou minha.

            - Oh caipira, não me complica, abre o olho e quando abri dá uma chance porque o cara tá caidinho por você. – a Garcia bufou, sabia que não ia obter mais respostas do que isso, já Jorge respirou aliviado mas ainda sim queria matar o Guerra.

            - Desde quando essa intimidade existe? – perguntou Valéria estranhando.

            - Ah, não é intimidade, é que eu sei que a Margarida joga bem. – Paulo sorriu convencido.

            - Ele só fala isso porque foi ele que me ensinou a jogar, eu era muito ruim, o Paulo perdeu uma aposta e a prenda dele era conseguir me fazer jogar razoavelmente bem até a interclasse feminina do ano passado. Ele só tinha duas semanas e fez milagre e eu não podia contar pra ninguém que foi ele que me ensinou, nem pra Carmen – a garota revirou os olhos. 

            - Ah, verdade, ano passado você jogava muito mal e do nada começou a jogar bem, eu e as meninas até ficamos preocupadas na época, I now understand. – falou a ruiva.

            - Ta bom, chega de papo, bora pro jogo. – com o grito do professor cada um foi pro seu lado da quadra, o time de Paulo estava em posse de bola, no gol dele estava Bibi, que era uma ótima goleira e no do Mário estava Jaime como esperado. Paulo chutou a bola pro Cirilo que driblou Daniel e chutou de volta pra Paulo, Mario pegou a bola do Paulo e correu em disparada pro gol adversário, engambelou Davi e driblou o Cirilo, Alicia veio pela direita e conseguiu pegar a bola do Mário, a morena correu mas em sua direção estava vindo Valéria pela direta e Daniel pela esquerda, Margarida marcava Davi, Mário marcava Cirilo e Paulo estava um pouco longe, jogar para Bibi estava fora de cogitação então Alicia continuou, passou por Valéria e chutou para Paulo que gritava louco pela posse da bola. Paulo pegou e foi em disparada pro gol, Mario corria pra tentar roubar a bola e Daniel já estava lhe alcançando, Paulo voltou a bola pra Cirilo que voltou um pouco e chutou pra Davi que estava diante de sua namorada, com medo de fazer merda jogou a bola de volta pro Paulo, agora estavam quase todos marcados, Paulo estava quase encurralado por Mário e Daniel, Valéria marcava Davi, Jorge marcava Cirilo, Margarida tentava marcar Alicia que tentava engambelar a garota e por um descuido da outra conseguiu, Alicia gritou para que Paulo passasse a bola, mas o mesmo a ignorou e tentou sair, Mario conseguiu pegar a bola e chutou para Daniel que correu, Alicia foi pra cima dele mas acabou sendo driblada, Valéria parou de marcar Davi e se adiantou, Daniel chutou a bola pra Jorge que driblou Paulo e o Cirilo mas ficou encurralado entre Alicia e Davi, sem muita opção o loiro viu a amada sozinha a direita e chutou pra ela, Margarida recebeu a bola e correu, chutou pra Mario que driblou Paulo, Valéria gritou pedindo a bola e Mario chutou pra ela que fez o gol. Enquanto o time de Mario comemorava Alicia queria matar o Guerra.

            - Seu fominha desgraçado eu tava livre – gritou a de mexas roxas.

            - Ah vá se foder Alicia – gritou Paulo nervoso. Paulo chutou a bola com força atingindo sem querer as pernas de Alicia. Agora todos olhavam a confusão já instaurada, Adriano tirara os fones, Majo, Carmen e Marce cessaram a conversa e a última logo ficou em pé. Na hora que Mario ia segurar Alicia a garota de olhos fechados levantou a mão como se pedisse para esperar, mesmo receoso o garoto o fez.


Notas Finais


E parou por aí! E aí, oque vocês acham que a Ali vai fazer em? hmmmmm só amanhã anjos <3
Obrigado por ler, comentem o que acharam, isso incentiva muuuuito meeeesmo!
Inté ;3
- R


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