História The Punishment: a fine line of hate for love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carmiel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Lauriano, Marilina, Paulicia
Exibições 250
Palavras 2.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU TO IN LOVE ❤
Nunca pensei que teria tanta gente lendo, eu estava esperando que no máximo 2 ou 3 pessoas iriam favoritar e gostar da história... pois bem, em menos de 10 horas somos 20 favoritos 😍
MUITO OBRIGADA!
Obrigada a todos que comentaram, vcs fizeram minha noite, meu mundo mais feliz 💙
Espero nunca decepcionar vocês, por isso postarei logo porque estou com muito sono e sei que acordar cedo vai ser tarefa quase impossível.
Enfim, não sou de gêmeos mas quando começo a falar não paro, vamos ao que interessa: to postando em agradecimento a todos que comentaram e me fizeram SURTAR de felicidade! Obrigado meus anjos 💙
Então, divirtam-se lendo, até as notas finais 🤗
- R

Capítulo 3 - Capítulo 03


Do outro lado da quadra, Do outro lado da quadra, especificamente nas arquibancadas os pequenos que antes estavam pintando agora paravam para ver a confusão.
        - Que coisa feia, parem de xeretar, continuem o trabalho sim?! – meio a contra gosto as crianças obedeceram. – Ana Lua, você poderia buscar mais tintas por favor já que você já acabou seu desenho?
        - Sim professora Lucia, onde estão? – falou a menina sonhadora de madeixas loiras e olhos azuis. A professora sorriu.
     - Estão perto do vestiário feminino, vá com cuidado pelo cantinho da quadra para não atrapalhar a aula do outro professor. Só uma lata de cor azul já está ótimo. – a loirinha sorriu e foi com cautela até o fim da arquibancada, e logo marchou para o vestiário feminino, mas no meio do caminho algo a atingiu e a garota desmaiou.

Alicia agora de olhos abertos encarava Paulo com fúria, o mesmo correspondia o olhar sem medo. A menina sorriu nervosa e Paulo temeu o que viria. O garoto estava com o corpo virado em direção aos vestiários em frente a parede com um jogador de basquete desenhado, ele desviou o olhar uma única vez para ver pra que lado ele poderia correr, sabia que não poderia brigar com a Gusman, fugir era a última coisa que ele queria, mas talvez fosse a única forma, encarou a morena de novo que agora brincava com a bola no pé.
        - Você não gosta tanto da bola Paulo, então fiquei com ela. – Alicia estava com muito ódio, tanto pelo gol perdido quanto pela bolada que levara, não pensou muito apenas chutou a bola com toda sua força; que não era pouca.
Paulo prevendo o que ela faria desviou da bola com um pouco de dificuldade, mas desviou. A bola passou de raspão por seu abdômen, ele respirou aliviado só pra logo depois perder a respiração de novo. Ao ver a cara de chocados de todos e pra onde eles estavam olhando, Paulo se virou e perdeu o ar com o que viu: uma garotinha loira caída ao chão.
        - Ai meu Deus! – exclamou Marcelina.
        - Ana Lua! – gritou uma mulher morena da arquibancada, Paulo trocou um olhar cumplice com a Alicia e a única coisa que ele conseguiu pensar foi “fodeu”. – Ana Lua, meu Deus, mas o que aconteceu? – a mulher, que presumiu ser a professora perguntou ao professor de educação física. Ela estava desesperada, e nosso professor tentava acalma-la a todo custo, Paulo já não ouvia mais nada a sua volta, ele sabia que tinha culpa. Olhou novamente pra Alicia que estava em choque e com lagrimas nos olhos e depois olhou para garota que agora sabia chamar Ana Lua ainda no chão, voltou a olhar pra Alicia e entendeu de imediato o que o olhar suplicante e preocupada da garota queria dizer. Alicia foi em direção a porta que era um pouco pesada de se abrir e Paulo foi em direção a garota, pegou a menina no colo e foi em direção a porta ignorando os gritos atrás de si. Alicia esperava Paulo com a porta aberta, assim que o garoto passou com a menininha no colo Alicia se pôs a andar apressada ao seu lado.
        - Não sei quem é mais idiota, nós dois ou os professores que em vez de socorrer a menina ficaram discutindo o que aconteceu – grunhiu a morena secando com raiva as lagrimas, no fim do corredor Alicia se apressou e abriu a porta, esperou Paulo passar e os dois foram juntos pela esquerda, conheciam bem aquele caminho, quase no final do corredor, na penúltima sala era a enfermaria. Alicia novamente se apressou para abrir a porta.
        - MARIA! MARIA! CADÊ VOCÊ? – Alicia gritava desespera pela mulher, assim que Paulo passou pela porta foi direto colocar a menina na maca que ali tinha.
        - Por Deus, que gritaria é essa senhorita Gusman – bronqueou a senhora, mas logo que olhou para o leito entendeu. – O que aconteceu com a Lua? – perguntou a senhora preocupada indo avaliar a garota.
        - A gente tava jogando bola, daí começamos a brigar, eu chutei a bola com raiva e sem querer bateu nas pernas da Alicia, então ela quis se vingar e chutou a bola com toda força em mim, mas eu desviei a tempo e acabou pegando na garota – contou o garoto de uma só vez, Alicia tava angustiada demais pra falar qualquer coisa. E se matara a menina? Céus isso não. A expulsão no momento era o de menos, a menina parecia tão frágil. Paulo percebendo o desespero da garota a abraçou, Alicia até poderia xinga-lo e empurra-lo, mas no estado em que estava simplesmente o abraçou de volta, sabia que ele era o único que entendia o que ela estava sentindo. A enfermeira continuava a olhar a cabeça da menina quando pela porta passou diretora Olívia como um furacão, logo atrás dela vinha o professor de educação física, a professora da menina, professora Helena, Mario e Marcelina. No início todos que conheciam o casal de marrentos estranharam os dois estarem abraçados, mas não disseram nada. Paulo e Alicia não se separam com a chegada das pessoas, no momento eles estavam pouco se fodendo para o que eles iriam pensar, pra expulsão que eles levariam, estavam ligando pra absolutamente nada, eles só queriam saber se a garota estava bem.
        - Resolverei com vocês mais tarde. – falou a diretora Olívia olhando para os dois e seguindo pra perto da enfermeira que parecia finalmente terminar sua avaliação. A professora Helena se aproximou dos dois e lhes abraçou e depositou um beijo na testa de cada um e depois se aproximou da diretora, os outros dois professores também se aproximaram de Olívia, mas sem encarar os dois alunos. Mario e Marcelina estavam encostados na parede do lado da porta, a baixinha sendo abraçado pelo maior. Os dois olharam pros amigos e trocaram recados mudos de “eu estarei aqui pro que der e vier” e um “obrigado” pela parte dos peraltas, que no momento se mantinham abraçados.
        - Então Maria? – perguntou a diretora aflita.
        - A menina está bem, não foi nada sério, ela desmaiou mais pelo impacto da bola. Alicia realmente tem muita força. – a senhora olhou para morena que estava encolhida nos braços de seu animigo. A morena soltou um suspiro de alivio baixo e retribuiu o sorriso um pouco sem graça para enfermeira. – Não há sangramento e pelo que vi nada foi quebrado. Assim que Ana Lua acordar será liberada, mas acho melhor ligar para mãe dela... fazer um raio-x por precaução seria muito bom.
        - Sim, sim, que bom que não houve nada muito grave. – a professora Lucia se aproximou da onde a menina estava deitada e sussurrou algo em seu ouvido, depois lhe beijou a testa e saiu de perto.
        - Depois de entregar as crianças aos pais passo em sua sala diretora, mas por agora devo voltar para elas.
        - Sim, claro, irei imediatamente para minha sala para avisar a mãe da aluna, não se preocupe. – a professora assentiu, cumprimentou os outros professores, a enfermeira e saiu.
        - Eu vou levar o segundo ano pra sala, o sinal vai bater em poucos minutos.
        - Depois passe em minha sala professor. – o homem assentiu e depois saiu, Maria percebendo quem sobrou no recinto, deu uma desculpa qualquer e entrou dentro de sua salinha no fundo da enfermaria.
        - Não quero ouvir desculpas e nem mesmo uma palavra. Juntem suas coisas e vão para casa, ligarei para os pais de vocês informando a situação. – os dois que ainda se abraçavam trocaram olhares e depois olharam em direção a diretora, Alicia mesmo mais recuperada não tinha voz para falar, Paulo sabia disso então tomou a palavra pra si:
        - Diretora, será que podíamos ficar só até a garota acordar, sabe... pra pedir desculpas. – Alicia apenas acenou com a cabeça em um pedido mudo. A velha mesmo sensibilizada teve que ser firme.
        - Não senhor Guerra. Vocês dois tem vinte minutos para se trocarem e irem para casa, ligarei imediatamente para os pais dos senhores. – a senhora saiu da enfermaria, mesmo abalada foi direto para sua sala e pegou o telefone para ligar. Professora Helena tentava a todo custo não chorar, assim como Paulo. Alicia já nem fazia questão de se fazer de forte; assim que os pais soubessem a levariam com eles para Londres e definitivamente ela não queria aquilo. Queria poder culpar Paulo pelos acontecimentos, mas sabia que era mentira, que ela tinha tanta culpa quanto o garoto. O peralta apertou mais os braços em volta das de mexas roxas.
        - Eu vou tentar dar um jeito nisso meus amores, não se preocupem está bem? – falou professora Helena os abraçando.
        - Não adianta prof, ela tem razão. – a menina saiu do abraço de Paulo e se enfiou no de professora Helena, beijou-lhe o rosto e deu espaço para que Paulo a abraçasse, foi em direção a menina loira que estava deitada ainda desacordada.
        - Desculpa – sussurrou ela e beijou a testa da menina, Paulo foi em direção a cama e enquanto ele repetia o gesto dela, Alicia ia em direção a melhor amiga que agora chorava; Marcelina sabia que poderia perder a amiga de vez e não queria isso.
        - Shhh... chora não baixinha. – a Gusman deu um beijo no rosto da menina e depois outro na testa. Marcelina não conseguia falar e sabia que para Alicia não precisavam de palavras pra entender o que a jovem Guerra estava sentindo e pensando. A Gusman largou a melhor amiga que foi logo abraçar o irmão mais velho, Alicia abraçou Mario e beijou-lhe o rosto, o futuro veterinário beijou a testa da menina murmurando um “vai ficar tudo bem”, ela assentiu com a cabeça e esperou Paulo cumprimentar o melhor amigo.
        - Nós ainda iremos ter aquela conversa Ayala – brando o Guerra. O Ayala assentiu e sorriu, o peralta retribuiu o sorriso.
        - Marce, Mario, leva nossas mochilas lá no vestiário? – Marcelina assentiu e abraçou o Ayala que a abraçou de volta. Paulo bufou e se deixou ser puxado por Alicia, os dois agora tinham apenas 15 minutos para tomarem banho, trocarem de roupa e saírem da escola. Os dois foram para um lado enquanto Mario e Marcelina foram para o outro.

O caminho foi silencioso e rápido, eles tinham poucos minutos para tomarem banho e ir para casa. Chegando nos vestiários cada  foi para o seu, o das meninas ficava do lado direito e dos meninos do lado esquerdo.
        - Droga. – bufou Alicia vendo o banheiro feminino fechado. A garota até iria atrás da Graça, mas tinha pouco tempo, pegou suas coisas que por sorte ficava no armário do lado de fora do vestiário e foi até o vestiário masculino. Respirou fundo dez vezes antes de entrar.
        - Paulo – chamou mas não obteve resposta, com toda sua coragem terminou de entrar, pôs sua toalha encima do banco junto com suas roupas.
        - PAULO!
        - Caralho Alicia, o que você está fazendo aqui? – perguntou o Guerra saindo do box de toalha.
        - Banheiro feminino trancado, porque aqui tá aberto? – Alicia evitava a todo custo olhar o abdômen do garoto a sua frente, mas seus olhos pareciam que estavam com imas pois sempre eram atraídos para o corpo do garoto.
        - Sei lá, vai logo tomar banho então, temos só mais dez minutos. – ela assentiu, pegou sua toalha e foi indo em direção ao último box, o mais distante evitando ao máximo olhar para barriga desnuda do garoto. – E, ah, Gusman, baba não. – o garoto deu seu sorriso mais sacana, mesmo com ódio e querendo soca-lo ela não podia, então apenas levantou sua mão direita ainda caminhando e lhe mostrou o dedo do meio. O garoto fez uma careta e foi se vestir.
Em um tempo recorde Alicia tomou banho, em cinco minutos, a garota ponderava se algum dia tomara um banho tão apressada assim. A de mexas roxas saiu do banheiro de toalha e foi em direção ao banco onde estava suas roupas, notou que o Paulo não estava no local. Mesmo sem vestígios do menino, Alicia se vestiu com cautela, olhando sempre para os lados para ver se tinha alguém olhando, por fim quando terminara de vestir suas roupas notou que não tinha trago seus cosméticos, bufou baixinho e calçou seu tênis. A morena nunca havia reparado no vestiário masculino, ao contrário do feminino os armários eram dentro do vestiário, mas em “compensação” o dos meninos não tinham uma parede inteira de espelho, nem pufes espalhados. Terminou de amarrar seu tênis e foi em direção aos armários, sabia que não tinha tempo, mas a curiosidade falou mais alto. Observou que os armários eram nominados, mas não pareciam ter uma ordem nominal, ou por idade.
        - Eles escolhem os armários, filhos da mãe. – a garota acabou pensando alto. O feminino por sempre dá muita briga todos os anos eram antecipadamente escolhidos pela diretora por ordem e geralmente era por ordem nominal. Viu que o do Paulo era o último do canto, ao lado da parede. Caminhou até ele e viu que o mesmo estava com o cadeado aberto, sem pensar duas vezes a morena abriu o armário. Se surpreendeu ao ver que era organizado e mais ainda ao ver uma foto dos dois juntos pendurada na porta. “eu lembro desse dia...” com esse pensamento a garota suspirou, viu o desodorante do menino e passou; não iria mesmo sair dali sem usá-lo.
        - Alicia, cadê você, dois minutos anda. – Paulo gritou da porta.
        - Estou indo. – a garota fechou o armário, mas só pra logo depois o reabrir, pegar a foto e voltar a fecha-lo. Guardou a foto no bolso de trás do short e jogou a camisa, que era comprida, por cima.
        - Até que enfim cinderela, vão bora. – a garota bufou e pegou a mochila que o garoto tacou para ela.
        - Cadê a Marce? – Alicia colocou a mochila nas costas enquanto Paulo a analisava.
        - Não pode ficar. Vamos Gusman, você vai ver ela a noite. – a garota deu de ombros e eles começaram a rumar para a saída do colégio. Em frente ao portão estava o habitual velhinho tão conhecido pelos mesmos.
        - Bom dia Firmino.
        - Bom dia santos diabinhos. – o velhinho os encarou triste.
        - Qual é Firmino, fica assim não. – Firmino sorriu, ainda assim meio triste para os meninos.
        - A gente volta para te ver. – O velhinho assentiu e depois entregou o skate dos dois marrentos. Não foi nenhuma surpresa ao ver que os dois tinham o mesmo modo de locomoção.
        - Se cuidem santos diabinhos. – a morena não aguentou e abraçou o homem a sua frente, foram muitos anos de convivência, tinha em Firmino um amigo que estava sempre disposto a ajudar. Assim que Alicia se soltou do velhinho Paulo o abraçou também, e falou um “desculpa” e “obrigado” para o homem que sempre aturou suas pegadinhas e depois de mais velho, suas brigas com Alicia. Juntos saíram da escola e não ousaram olhar para trás, os efeitos não seriam bons. Tentando ironicamente um animar o outro, começaram a apostar uma corrida até a casa de Alicia, essa que foi vencida pela mesma.
        - Eu até comemoraria e te zoaria, mas não estou no clima.
        - Somos dois Gusman, ainda tenho bronca do seu Roberto pra ouvir, então vamos passar essa. – a morena se escorou no portão, com um suspiro alto Paulo se encostou ao lado dela.
        - Meus pais vão me matar, ou pior: me levar para Londres. – Alicia não sabia porque estava contando aquilo a Paulo, mas no momento aquilo parecia certo. Amanhã, ou até mesmo mais tarde eles poderiam brigar, mas agora, ali naquele momento, eles eram apenas Paulo e Alicia, aqueles dois seres ferrados. – eu sinceramente não quero isso.
        - É seus pais podem ser bem chatos quando querem. – o garoto passou a mão no cabelo em sinal de frustação. – onde nos metemos em Lícia...
        - Nem fala Paulo, nem fala. – a garota levantou a cabeça pra cima tentando ao máximo não deixar as lágrimas cair. – Mas, é... hum, tenho que entrar. – Paulo desencostou do portão e encarou a garota, ficaram naquela troca de olhares alguns segundos. Paulo assentiu e subiu em seu skate, mas não sem antes murmurar um “nada mudou, até a noite Gusman”. Cansada, a garota subiu o mais rápido possível para seu apartamento e se jogou em sua cama, só queria que aquilo fosse um pesadelo, que quando dormisse e acordasse de novo nada disso teria acontecido e ela voltaria para sua vida normal e com seus amigos. Colocou o despertador para tocar as 17hrs e depois dormiu.


Notas Finais


ENTÃO É ISSO ANGELS!!
No próximo capítulo teremos Karaokê uhuul o/
Deixa eu falar uma coisa: não é só pq Paulicia tava amor aí que vai ser assim não, eles ainda se odeiam bastante, mas eles estão passando por um momento bem frágil e os dois são os únicos capazes de intender oq o outro ta sentindo. Essa trégua foi em um momento de desespero causado pelo medo de terem machucado seriamente a menina, e claro, das consequências de seus atos.
A foto: enfim, eu disse que tinha mistério por trás do ódio! Eu não descrevi a foto propositalmente então lá vai segredinho; não é foto fofa. A muito segredo em volta dessa animizade dos dois que os amigos nem desconfiam... enfim, é isso!
O próximo capítulo é eles no karaokê.
Beijos anjos 💙
- R


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