História The Punishment: a fine line of hate for love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carmiel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Lauriano, Marilina, Paulicia
Exibições 259
Palavras 3.537
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi meus amores, tudo bem com vocês? I'M BACK!
Então, vamos lá... esse capitulo é no Karaokê, e tá dividido ao meio porque passou de 3 mil palavras. O próximo será a continuação do Karaokê e a reviravolta que o final de semana vai trazer, preparem os cores!
Ah sim, sobre as postagens: vou postar capitulo todas as segundas, quartas e sextas, porque terça e quinta tenho curso e sábado e domingo passo mais escrevendo do que tudo! Além desses capítulos fixos teremos alguns bônus...
Sobre os bônus: esses capítulos serão flashbacks de alguns momentos deles no passado que foram essencias para esse odio todo entre o Paulo e a Alicia. Os bônus serão a parte, ou seja, serão além dos capitulos. Não vai intervir nas postagens regulares!
Então é isso, o capitulo ta bem cantante mexxxmo! Eles vão soltar o gogo <3
Sobre as duplas: eu realmente fiz um sorteio, a imagem do resultado é a capa do capitulo.
Boa Leitura <3
- R

Capítulo 4 - Capitulo 04


Fanfic / Fanfiction The Punishment: a fine line of hate for love - Capítulo 4 - Capitulo 04

Vou deixar o link da playlist que eu fiz no spotify com todas as músicas que vão ser cantadas: http://open.spotify.com/user/ancpinheiro/playlist/31pFLbPscb3rfNMzrMdlpT

°-*--*--*--*--*-°

Alicia acordou desesperada com o som do celular tocando.

            - Alo.

            - Alicia cadê você? Só tá faltando você aqui...

            - Aqui onde? Quem ta falando?

            - COMO ASSIM QUEM TA FALANDO GUSMAN? Perdeu o número da sua melhor amiga foi? Aonde você ta? A gente ta em frente ao karaokê, TE ESPERANDO. – Alicia arregalou os olhos e levantou dá cama apressada indo em direção ao guarda-roupa, pegou a primeira calça e a primeira blusa que viu pela frente e jogou em cima da cama.

            - Esqueci completamente Marce. – a morena pode ouvir a amiga bufar do outro lado da linha. – em vinte minutos estou aí.

            - Acho bom. – dito isto a baixinha desligou e Alicia rumou pro banheiro, tomou um banho em cinco minutos e se arrumou em mais cinco – batendo seu próprio recorde pessoal. A morena pegou tudo que iria precisar, colocou em uma bolsa, pegou sua jaqueta e desceu até o estacionamento do condomínio, foi em direção ao carro de sua família onde Afonso já esperava parado em frente ao mesmo segurando a porta aberta; odiava ter que abusar dele, mas era um momento de necessidade. A garota acenou com a cabeça e entrou no carro, falou o endereço ao motorista e logo o carro estava em movimento indo em direção ao karaokê. Afonso sempre fora um excelente motorista, mas aquele dia havia se superado, conseguiu chegar ao local em menos de dez minutos – para ser mais exato em sete. Alicia saltou do carro, agradeceu ao senhor e o dispensou; iria dar um jeito de ir embora depois.

- Cheguei!

- Até que enfim né querida, se não fosse pelo ocorrido de hoje você não estaria viva pra contar a história.

- Valéria!!! – repreendeu as meninas e Davi.

- O que foi? – os amigos encaravam a moleca com um ar de reprovação. – Mas eu não disse nada de ma...

- Tá tudo bem, todo mundo sabe o que rolou. A Val não disse nada demais. – a morena de franjinha sorriu pra amiga e a abraçou.

- Você é incrível Ali.

- Tá tudo muito lindo, tudo muito bom mas eu quero comer.

- E quando você não quer comer Jaime?! – zombou o loiro.

- Acho que nunca meu caro bobo apaixonado, acho que nunca. – Jorge arregalou os olhos em direção ao melhor amigo que sorriu zombeteiro.

- Vamos entrar logo porque também to com fome.

- Quem diria, Maria Chatonilda reclamando de fo...

- Cala boca oh japonês, Bibi controla esse seu bichinho ou eu castro ele. – kokimoto arregalou os olhos. Maria Joaquina sorriu maldosa e saiu puxando Valéria e Carmen consigo pra dentro.

O local estava bem movimentado, várias pessoas de várias idades conversando e rindo. Os amigos varreram o lugar com os olhos procurando uma mesa que desse para todos.

- Lá – Cirilo apontou para uma mesa de vinte lugares ao fundo do estabelecimento.

- Muito longe Cirilo... que tal aquela. – Mário apontou para uma mesa também de vinte lugares próximo ao bar. A maioria concordou e já estavam indo em direção a mesa, mas gritos de “para” de três garotas os fizeram estancar no lugar.

- Nem mais um passo senhores. – falou Carmen

- A gente não vai sentar lá. – completou Valéria.

- A gente vai sentar lá. – Majo apontou para uma mesa de exatos dezessete lugares em frente ao palco.

- E sem protestos. – Carmen foi em direção a Daniel e o puxou pelo braço pra mesa. Maria Joaquina concordou e foi até Alicia, Margarida e Bibi as puxando, mas não sem antes lançar um olhar a Cirilo que logo puxou Kokimoto com ele. Valéria passou a mão em Davi e o levou até mesa.

- Sem discussão Jaime, senta logo porque eu quero comer. – falou Alicia vendo que o amigo ia protestar. Ele trocou um olhar com o loiro ao seu lado e logo se encaminhou até a mesa. Alicia lançou um olhar mortífero a melhor amiga que logo passou a mão em seu irmão e Mário se sentando. Os outros sem muita escolha sentaram sem protestos, parecia que Maria Joaquina estava possuída aquele dia porque o olhar dela dizia “senta ou eu te mato”.

- Ótimo. – Majo sorriu.

A mesa dos santos diabinhos estava em uma discussão que parecia não ter fim. O motivo? Comida.

- Já disse que não quero sushi, nem nada oriental, eu quero frango com batata. – bufou Alicia.

- Para de complicar Alicia, sushi é uma delícia. – falou Kokimoto.

- Eu. Não. Quero. Sushi.

- Eu também quero frango com batata. – falou Marcelina.

- Eu também. – falaram Carmen e Margarida juntas.

- Desculpa ruivinho, mas comemos sushi semana passada... também quero frango com batata.

- Poxa ruiva, até você? – Bibi deu de ombros e se encolheu um pouco. O japonês suspirou e abraçou a baixinha.

- Chega dessa briga. – Maria Joaquina levantou da mesa irritada e foi em direção ao atendente.

- O que essa louca vai pedir? Medo. – falou Marcelina. Majo voltou pra mesa com uma comanda na mão e um sorriso enorme no rosto.

- Cinco porções de frango com batata e três coca-colas. – Alicia sorriu e fez um toque com Majo, que também fez com Valéria.

- Quem diria em patricinha? Mandou bem! – Alicia sorriu pra amiga que jogou o cabelo pra trás se exibindo.

- Fazer oque né?! Valéria acabou me viciando em fast food e em porções.

- Ai que orgulho. – a Ferreira levantou de seu lugar e foi abraçar a Medsen. Majo retribui o abraço e Valéria se sentou no lugar novamente.

- Enfim, vai demorar um pouco a chegar, o que vamos fazer?

- Não é óbvio patricinha? – perguntou Carmen com a sobrancelha arqueada.

- O que é obvio amor? – perguntou Daniel.

- Sério isso Dan? – a garota encarou o namorada incrédula, o menino deu de ombros.

- Desculpa amiga, mas não deu pra entender não. – falou a caipira. Carmen soltou um gemido baixo de frustação, Marcelina logo sacou o que a amiga quis dizer e então começou a rir. Os amigos a encarava como se ela fosse louca. Assim que se recompôs Marcelina passou a mão em Mário e foi em direção ao barman largando a turma inteira curiosa pra trás. Paulo observava a irmã e o melhor amigo com cautela, tentava a todo custo não surtar. Sabia que os dois se gostavam, era nítido, mas seu ciúmes pela irmã não dava trégua. Ele no momento não sabia se matava o melhor amigo por estar com a irmã, ou se agradecia por ser ele e não um outro cara qualquer. Precisava urgentemente ter uma conversa com o Ayala, ou iria surtar.

Marcelina voltou pra mesa com três folhas de caderno, três canetas e três copos em mãos. Deu uma folha, uma caneta e um copo a Mário que começou a escrever algo, enquanto colocou uma caneta, uma folha e um copo em cima da mesa, ficando com o último “kit” pra sí.

- O que a Carmen pensou é o óbvio! – a morena sorriu pra de óculos que ainda não estava entendendo nada, mas sorriu de volta. – estamos em um karaokê, tem um palco a nossa frente, estamos em amigos e prontos pra se divertir... – a garota deu uma pausa pra observar as caras que os amigos faziam ao começar a entender o que ela estava dizendo.

- Isso! É óbvio gente. – falou Carmen.

- Tá mas pra que isso aí? – perguntou Majo apontando para a caneta, o papel e o copo. Marcelina sorriu enquanto escrevia.

- Eu conheço nossa sala, ninguém vai querer cantar, então, todos irão cantar – a garota levantou o rosto e sorriu para os amigos. Marcelina voltou a escrever enquanto Mário picotava os papeizinhos dele e colocava no copo. – e antes que reclamem, todos vão sim! Mário escreveu o nome dos meninos e eu o das meninas. – a garota terminou de escrever sua lista e entregou para Mário que começou a picotar e colocar no outro copo. Carmen, Majo e Valéria bateram palminhas animadas.

- Já entendi TUDO! – gritou Valéria.

- Arrasou amiga! – falou Carmen. Marcelina sorriu e mandou um beijo pra menina. Valéria pegou a outra caneta e o papel e começou a escrever.

- Antes que perguntem, são as músicas, não me atrapalhem obrigado. – a de franjinha voltou a escrever enquanto as amigas riam. Alicia bufou.

- Não quero cantar, ainda mais um dueto.

- Alicia, não fode vai! – falou Carmen surpreendendo a todos. Antes que alguém fizesse alguma piadinha a garota continuou: - e você pode acabar caindo em trio. Somos um número ímpar. Sete duplas e um trio, ou, oito duplas e um solo. – falou a garota mostrando todo seu lado nerd.

- Mesmo assi...

- Alicia para de reclamar pelo amor de Deus. Hoje é um dia de paz, isso serve pra você também Paulo. Pros dois! Pra todos! Hoje não quero saber de brigas, nem de discussões. Porra, vocês viram o que aconteceu hoje cedo... essa pode ser sua última noite com a gente Ali, fora que pro Paulo sair de casa foi mega complicado! Vamos apenas aproveitar essa noite, sem brigas, sem discussões e sem reclamações. Essa pode ser a última vez. – todos encaravam a baixinha perplexos, nunca viram Marcelina falar assim antes, e mal sabiam eles que ela estava completamente certa; poderia ser a última vez deles como alunos da mesma classe.

- É Val, você tem razão... eu criei um monstro. – o pessoal da mesa riu, até mesmo os meninos que não entenderam a referência.

- O pedido de vocês. – os garçons colocaram as porções e as coca-colas na mesa e depois sairam.

- Amém! Que fome meu Deus. – falou Majo.

- Pela primeira vez concordo com a Maria... que fome! – falou Jaime.

- Tá enquanto a gente come, vamos sortear o primeiro casal. – Laura falou enquanto pegava uma batata.

- Ah espera só mais um pouco. – pediu a Garcia.

- Nada disso, agora! – Marcelina balançou o copo e tirou um nome, a menina deu um salavanco em Mário que comia.

- Ai! Oi? Ah... – o garoto pegou o copo e balançou também tirando um papelzinho.

- A garota é a... – a menina fez uma pausa dramática. – Antes de eu falar quem é a menina vou logo avisando: oito duplas e um solo. Obrigada. – ninguém ousou questionar, com o silencio instaurado Marce continuou: - A menina é a Alicia. – Marcelina sorriu e mostrou o papelzinho, Alicia apenas revirou os olhos.

            - O menino é o Jaime. – Mario mostrou o papel e voltou a comer seu frango.

            - Ok. A música é... – Val tirou um papelzinho do copo e virou pros amigos. – Best Song Ever do One Direction. – Jaime e Alicia sorriram um pro outro e foram pro palco, cochicharam algo e depois colocaram a música desejada. Cada um pegou um microfone, a batida começou e Jaime sorriu para Alicia.

Jaime:
Maybe it’s the way she walked
Straight into my heart and stole it
Through the doors and passed the guards
Just like she already owned it
I said, "Can you give it back to me?"
She said, "Never in your wildest dreams"
(Talvez seja o jeito como ela andava
Diretamente para o meu coração e o roubou
Através das portas e passando pelos guardas
Como se ela já fosse a dona
Eu disse, "Você pode devolvê-lo?"
Ela disse, "Nunca, nem em seus sonhos mais loucos")

Jaime e Alicia:
“And we danced all night to the best song ever
We knew every line
Now I can’t remember
How it goes but I know
That I won’t forget her
Cos’ we danced all night to the best song ever
I think it went oh, oh, oh
I think it went yeah, yeah, yeah
I think it goes”
(E nós dançamos a noite toda ao som da melhor canção de todas
Sabíamos cada verso,
Agora não consigo me lembrar
Como é, mas eu sei
Que não vou esquecê-la
Porque nós dançamos a noite toda ao som da melhor canção de todas
Eu acho que foi, oh, oh, oh
Eu acho que foi, sim, sim, sim
O acho que vai)

Alicia:
“Said her name was Georgia Rose
And her daddy was a dentist
Said I had a dirty mouth (I gotta’ dirty mouth)
But she kissed me like she meant it
I said can I take you home with me
She said never in your wildest dreams
And we danced all night to the best song ever
We knew every line
Now I can’t remember
How it goes but I know
That I won’t forget he”
(Ela disse que seu nome era Georgia Rose
E seu pai era dentista
Eu disse que minha boca estava suja (que minha boca estava suja)
Mas ela me beijou de verdade
Eu disse, "Posso levá-la para casa comigo?"
Ela disse, "Nunca, nem em seus sonhos mais loucos
E nós dançamos a noite toda ao som da melhor canção de todas
Sabíamos cada verso
Agora não consigo me lembrar
Como é, mas eu sei
Que não vou esquecê-la)

Jaime e Alicia:
“Cos’ we danced all night to the best song ever
I think it went oh, oh, oh
I think it went yeah, yeah, yeah
I think it goes”
(Porque nós dançamos a noite toda ao som da melhor canção de todas
Eu acho que foi, oh, oh, oh
Eu acho que foi, sim, sim, sim
O acho que vai)

Jaime:
“You know, I know, you know I’ll remember you”
(Você sabe, eu sei, você sabe que vou me lembrar de você)

Alicia:
“And I know, you know, I know you’ll remember me”
(E eu sei, você sabe, eu sei que você vai se lembrar de mim)

Jaime:
“You know, I know, you know I’ll remember you”
(Você sabe, eu sei, você sabe que vou me lembrar de você)

Alicia:
“And I know, you know, I hope you remember how we danced
How we danced”
(E eu sei, você sabe, eu espero que você lembre de como nós dançamos
Como nós dançamos)

Jaime e Alicia:
“How we danced all night to the best song ever
We knew every line
Now I can’t remember
How it goes but I know
That I won’t forget her
Cos’ we danced all night to the best song ever
Danced all night to the best song ever
We knew every line
Now I can’t remember
How it goes but I know
That I won’t forget her
Cos’ we danced all night to the best song ever
I think it went oh, oh, oh
I think it went yeah, yeah, yeah
I think it goes
Best song ever
It was the best song ever
It was the best song ever”
(Como nós dançamos ao som da melhor música de todas
Nós sabíamos cada verso
Agora eu não consigo lembrar
Como é, mas eu sei
Que não vou esquecê-la
Porque nós dançamos a noite toda ao som da melhor música de todas
Dançamos a noite toda ao som da melhor música de todas
Nós sabíamos cada verso
Agora não consigo lembrar
Como é, mas eu sei
Que não vou esquecê-la
Porque nós dançamos a noite toda ao som da melhor música de todas
Eu acho que foi, oh, oh, oh
Eu acho que foi, sim, sim, sim
O acho que vai
Melhor música de todas
Essa é a melhor música de todas
Essa é a melhor música de todas)

Os dois cantavam e interpretavam a música perfeitamente, Alicia dançava animada, nem parecia a garota que não queria cantar. Quando acabaram foram aplaudidos por todos do recinto, fizeram uma reverencia e foram se sentar.

         - É, até que não foi tão ruim assim. – falou a de mexas roxas se sentando.

            - Ah, foi demais, arrebentamos Ali. – o garoto fez um toque com a menina que já tinha um frango na boca.

            - Realmente, vocês mandaram muito bem. – concordou Carmen. As meninas assentiram e parabenizaram os dois.

            - Eu e o Jaime sempre cantávamos essa música juntos, então foi moleza.

            - Saudades da humildade de vocês. – Falou Cirilo.

            - Não deixamos de ser humildes, apenas temos convicção que somos bons. – Jaime falou e fez um toque com Alicia sorrindo.

            - Impressão minha ou vocês estão querendo competir? – falou Bibi. Alicia e Jaime trocaram olhares e sorriram.

            - É isso aí. – Falaram os dois juntos.

            - Ótimo. – concordou o resto da turma.

            - Tá mais e quem cantar sozinho? – Perguntou Laura.

            - A gente anula ele, vai ser só as oito duplas, topam? – falou o Guerra.

            - Claro! – concordou Alicia.

            - To dentro. – falou as meninas e os meninos assentiram.

            - Tá, mas a pior dupla tem que pagar prenda. – Paulo sorriu com um brilho maníaco no olhar, aquele brilho que só tinha quando ia aprontar alguma.

            - Fechado! – falaram os meninos, as meninas meio a contra gosto assentiram.

            - Vamos sortear a próxima dupla. – falou Marcelina balançando seu copo, Mario repetiu seu gesto. – Majo. – Marce mostrou o papel e a garota sorriu.

            - Mario. – Mario falou o próprio nome e mostrou o papel. – Olha sou eu. – o garoto sorriu enquanto os amigos reviravam os olhos.

            - Vamos arrasar Bross. – falou Majo.

            - A música é Fração de segundo do NX Zero. – Valeria mostrou o papel e Majo abriu um sorriso maior ainda – como se fosse possível. Mario levantou foi até a patricinha e estendeu a mão pra mesma que pegou, o futuro veterinário depositou um beijo na mão da garota que sorriu.

            - Vamos acabar com eles.

            - Com certeza filhotinho. – falou Majo bagunçando o cabelo do menino. Cirilo e Marcelina tentavam a todo custo não transparecer ciúmes mas estava sendo uma tarefa difícil. O “casal” subiu no palco, conversaram algo baixinho e depois selecionaram a música. Quando a melodia começou a soar Majo olhou pra Mario e sorriu.

Maria Joaquina:
“O céu parece tão longe quando não há nada a dizer
Se você tem um problema, então resolve com você
Até pensei que o inverno jamais fosse acabar
Preciso enxergar as coisas de outra forma, me ajeitar”

Mário:
“E começar de novo com outro alguém
Que só quer me ver bem”

Maria Joaquina:
“Que me fez encontrar a simples melodia
O caminho pra um lugar que eu não conhecia
Pra me fazer cantar, pra me fazer sorrir
Então deixa eu te fazer sorrir também”

Majo e Mario:
“Acima do juízo
Acima da razão
Eterna fração de segundo
Sentimento bom
Que mudou a direção
Mudou a direção”

Enquanto a guitarra tocava Mario e Maria Joaquina trocavam olhares, ele se aproximou da patricinha e a girou, segurou em sua mão e ficou a encarando quando ela voltou a cantar.

Maria Joaquina:
“E começar de novo com outro alguém
Que só quer me ver bem”

Mário:
“Que me fez encontrar a simples melodia
O caminho pra um lugar que eu não conhecia
Pra me fazer cantar, pra me fazer sorrir
Então deixa eu te fazer sorrir também”

Majo e Mário:
“Acima do juízo
Acima da razão
Eterna fração de segundo
Sentimento bom
Acima do juízo
Acima da razão
Eterna fração de segundo
Sentimento bom
Que mudou a direção
Que mudou a direção
Que mudou a direção
Mudou a direção
Mudou a direção”

Assim que terminaram a música, estavam cara a cara, Majo sorriu para Mario e o abraçou. O pessoal do karaokê foi a loucura, eles eram aplaudidos de pé e muitos casais suspiravam pelos dois.  Eles fizeram uma reverencia e voltaram pra mesa.

            - É assim que se faz, bitches. – a garota fez um toque com Mario e sentou. – todos amam um bom romance. – a menina piscou pro pessoal da turma que a olhou indignada.

            - Era tudo encenação? Isso é trapaça Ma...

            - É claro que foi encenação Valéria, e eu sou lá de furar olho de amiga minha, ah por favor né. E não foi trapaça coisíssima nenhuma, isso se chama esperteza. – a morena jogou o cabelo pra trás e sorriu pra amiga que bufou. Marcelina e Cirilo suspiraram aliviados sem que os amigos percebessem. Antes que a briga se instaurasse Marcelina falou:

            - Tá, chega, vamos ver o outro casal. – ela e Mario balançaram o copo e tiraram um papelzinho. – A menina é você Laura. – a menina que estava comendo olhou para as amigas com a sobrancelha arqueada, Marcelina assentiu e ela largou o frango e limpou a mão.

            - Koki é você. – falou Mario mostrando o papel.

            - Hoje não do Luan Santana com Thaeme e Tiago. – Valéria mostrou seu papel e sorriu pros escolhidos.

            - Oba, Luan – falou Laura. – Vamos arrasar bichinho da Bibi. – aporrinhou Laura. As meninas riram e os meninos o zoaram.

            - Serio que esse apelido vai pegar?

            - Vai sim oh japonês, ninguém mandou irritar a chatonilda. – Paulo riu mas parou assim que levou um tapa na nuca de Marce.  – Ai Marce! – gritou o menino.

            - Olha pra mim não, foi pedido da Majo. – a garota levantou a mão em rendição e o Guerra olhou pra Medsen que sorria cínica pra ele. Paulo bufou e Majo lhe mandou um beijo. Laura e Kokimoto subiram no palco e como os outros cochicharam alguma coisa. Colocaram a musica, pegaram o microfone e se posicionaram.


Notas Finais


Então foi isso, no próximo capitulo teremos Laura, Koki e os outros casais cantando...
Espero que tenham gostado amores <3
- R


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