História The Queen of Mafia - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Aventura, Fugas, Gangues, Jungkook, Kook, Sexo, Trafico
Exibições 74
Palavras 1.663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NÃO ME MATEM
Eu sei q tô a muito tempo sem postar, e agora quando posto é essa merdinha, mas gente do meu core, eu Nn tô tendo criatividade nem tempo pra escrever ;+;
Eu sei q ta bosta, mas nn podia mais adiar ;-;
Agora podem ler, titia deixa (mesmo estando uma bosta ;-;)

Capítulo 16 - Sorry Jeon Jungkook


Acordei num lugar completamente branco. Cadeiras, mesa, cama, lençol, tudo branco. Ótimo, estou em um hospital. Um ser de cabelo vermelho meio rosa entrou, se destacando na imensidão de brancura.

     -Eai Dhara, como você tá?- V perguntou se sentando na poltona ao lado de minha cama.

    -Jungkook?- perguntei me lembrando de tudo, ainda meio dopada.

     -Ele está descansando, a bala acertou o coração de raspão, o dano não foi dos maiores, mas ele precisa ficar sob observação na UTI- Graças a Deus, Jungkook está vivo.

     -Por que eu to aqui?- perguntei soltando a agulha que despejava soro em minha veia.

    -Você ficou nervosa e desmaiou, ficou muito mais branca do que ja é, e te internaram- V disse reconectando a agulha.

    -Quanto tempo a gente ta aqui?- falei me sentando.

    -Dois dias, não queríamos te acordar até ter notícias concretas do Kook- puta que pariu, dois dias. -Eu tenho uma notícia, que acho que não ira te agradar- V disse abaixando a cabeça.

    -Jungkook?- perguntei com medo de ser algo com ele.

    -Não, é com você mesmo, ninguém além de mim sabe, você ta grávida- não, não, não!

   -V, eu to menstruada, não tem como eu estar grávida- isso deve ser uma brincadeira de mal gosto.

    -E seu pai veio aqui, eu ouvi ele falando com você, ele disse que você só tem mais um mês para matar Jeon Jungkook- V disse me encarando muito sério. -Ah, aliás, você está de quase dois meses- continuou.

     -V, e-eu não consigo mata-lo, e a proxima morta sou eu!- falei em prantos. -Eu não sei quem é pai do mei filho- falei olhando pra minha barriga.

     -Eu tenho uma proposta, eu cansei dessa vida, eu quero fugir, e se você quiser ir comigo, eu cuido dessa criança como minha- Falou segurando minha mão.

      -Tae, eu não posso aceitar isso, meu pai e Jungkook estariam atrás de nós, você poderia morrer- falei arregalando os olhos.

     -Dhara, entenda, eu não tenho motivo pra viver- V disse apertando ainda mais minha mão. -Você vem comigo ou não?- perguntou sério, porém nada ameaçador.

     -Eu preciso dar tchau pro Kook- falei preocupada com o garoto.

     -Amanhã você recebe alta, e nós vamos, vou separar suas malas- V disse dando um beijo em minha testa e saindo.

     Beleza. Minha vida foi de ruim para péssima. Estou grávida. Não sei se o pai é é um dos dois líderes da máfia de Seul, ou seu ex melhor amigo que agora é considerado traidor. Irei fugir com outro amigo dele, que vai criar um filho que ninguém sabe quem é o pai. E pra piorar tudo, um dos homens que eu amo está na sala ao lado, internado em estado grave, o outro sabe deus onde está, e agora há um terceiro. Que não amo, mas estou nutrindo sentimentos por ele. Eu sou uma puta. Eu deveria ter matado logo Jeon Jungkook, assim evitaria estar apaixonada por dois homens (grávida de um deles), e gostando de um outro.

      E meu filho ou filha? Como eu vou criar essa criança? Dizer "Então criança, eu não esperava você, só daqui uns dez anos, e ah,eu e seu "pai" somos ex mafiosos que traficavam, roubavam, matavam e torturavam, eu não sei quem é seu pai pois estava com dois homens ao mesmo tempo, beijinhos"? Dizem que uma criança é uma benção. No meu caso, é só a autorização para a minha morte.
    
    -Não sei se vou conseguir te criar- falei acariciando minha barriga (que logo irá começar a crescer).

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    -Jungkook, me desculpe, eu preciso fazer isso, mas saiba que eu te amo. Eu não posso ficar aqui com uma criança que eu não sei quem é o pai. Eu sei que estou agindo como a vagabunda da sua ex, mas eu tô com medo- falei me sentando ao lado do mais velho e pegando em sua mão. -Eu te amo Jeon Jungkook- falei dando um selinho nele e indo em direção a porta, onde V me esperava com a chave do carro em mãos.

    -Hey, não diga nada- disse me abraçando ao me ver chorando. -Se você quiser, eu te levo pro galpão- sugeriu e eu neguei com a cabeça.

    -Eu preciso sair daqui. Eu não quero ficar pra vê-lo acordar- falei chorando enquanto soltava o abraço.

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   Treze meses. Há exatamente treze meses atrás, eu estava sendo "vendida" para Jeon Jungkook. Durante esse tempo, amei como nunca pensei que amaria. Mas a exatos dois meses, várias merdas aconteceram em minha vida. Jeon foi quase morto. Eu descobri minha gravidez indesejada, fugi com Kim Taehyung, e agora estou aqui sentada numa sala de espera de uma maternidade no sul da Coréia, quase fronteira, esperando meu ultrassom sair. Agora, já com quatro meses, minha barriga já está começando a aparecer. Não está lisinha como sempre foi, mas ainda não está aquele barrigão, até porque ainda faltam cinco meses para o bebê nascer.

     -Dhara tá tudo bem?- V perguntou apertando minha mão. Nesse tempo, nós começamos a ter um relacionamento, mesmo ele sabendo que não esqueci Jungkook ou Jimin, e vêm sendo muito atencioso comigo em relação ao bebê e a mim.

    -Sim, eu só estava pensando- falei deitando a cabeça em seu ombro.

    -Hey, não fica assim- falou levantando meu rosto, o obrigando a olhar nos olhos. -Se quiser, a gente pode voltar, vai ser arriscado, mas a gente pode voltar- V falou acariciando meus cabelos, agora da cor natural. Diferente de mim, que estou sem pintar meu cabelo, Tae está com o cabelo preto, o deixando com uma cara de mais experiente. Não velho, apenas mas sexy, é acho que essa palavra serve.

     -Se a gente voltar, vai ser pior- falei triste.

    -Senhorita, eu tenho uma notícia boa, vocês terão um menininho- a médica entrou sorrindo. -Ja escolheram o nome?- puta que pariu, que mulher intrometida.

    -A gente tá em dúvida entre Taekwon, Jungkook e Jimin- V disse me surpreendendo. Taekwon eu já sabia. Mas que ele pensava em colocar o nome de um dos dois homens que podem ser pai da criança que ele criará me espantou. Ele realmente ama seus amigos.

     -São belos nomes- A doutora disse sorrindo. -Eu tenho também um notícia ruim, para o último exame, no nono mês, vocês terão que ir pra capital, já que nosso hospital está em reforma- puta que pariu. A capital não.

     -Não tem em algum outro estado?- perguntei apertando a mão do Kim.

    -Infelizmente não, é uma viagem cansativa, mas é preciso pro bebê- falou digitando alguma coisa no computador.

    -Nós iremos- com certeza Taehyung está planejando algo.

    -Até mês que vem- a falsiane (médica) disse sorrindo enquanto saímos da sala, sendo ignorada por mim.

    -Nós não podemos ir pra capital!- falei assim que chegamos num canto mais isolado.

    -Eu sei, mas o bebê- ele disse passando a mão por seus cabelos, agora pretos.

    -Tae, eu andei pensando, e não quero essa criança- falei olhando no fundo de seus olhos.

    -Dhara, eu poderia dar um puta sermão, mas a decisão é sua, você sabe que eu criaria essa criança como minha, mas a mãe é você, eu não posso mandar na sua vontade- falou dando um beijo em minha testa.

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     Um mês. Há exato um mês atrás, a criança em meu colo estava nascendo. O pequeno Taekwon. Decidimos colocar esse nome, já que não iremos ficar com a criança. Apenas durante um mês, porque mesmo sendo um monstro e abandonando essa criança, eu não sou ruim ao ponto de deixa-lo sem o leite materno. Eu sou pior. Eu não consegui criar nenhum laço com essa criança, faço tudo por obrigação, amamento, troco fralda, coloco pra dormir, mas sem nenhum carinho ou algo do tipo. Tae, mesmo se fazendo de machão, se apegou a criança, mas eu não consigo cria-lo.

     -Dhara, vamos? As malas já estão no carro- o único ruim nessa adoção, será leva-lo para o orfanato, que fica em Seul. Ou seja, irei voltar pra capital após meses.

     -Sim, vamos- falei colocando a bolsa do bebê em meu ombro e saindo com ele em meus braços. -Você ta bem em relação a isso?- perguntei após colocar a criança na cadeirinha

     -Sim, só espero que ele arrume uma família boa- V disse dando partida.

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       -Tae- gemi enquanto o mesmo beijava meu pescoço, ainda dentro do carro. Menos de uma hora depois de colocar a criança pra adoção, já estamos quase transando

      Abri meu olhos por um minuto, na intenção de começar a despi-lo, porém algo indesejável entrou no meu campo de visão.

     -Tae a cadeirinha- falei tirando seu rosto de meu pescoço.

     -A gente leva depois- respondeu beijando novamente meu pescoço.

     -Não da, eu sinto como se ele estivesse aqui, nos vendo transar- falei saindo de seu colo.

     -Vamos levar pra lá então- disse e eu abri o porta luvas, encontrando la um envelope.

    -Tae, por que tem um exame de DNA aqui?- perguntei abrindo o tal exame.

    -Eu quis tirar essa dúvida- deu de ombros. -Mas quem é o pai?- perguntou voltando sua atenção pra estrada.

    -Deu positivo para Jeon Jungkook- falei fixando meu olhar no nada.

    -Quem diria que o Kook teria um filho- Tae disse tirando seu olhar da estrada. -Eu sei que isso não era da minha conta, mas eu precisava fazer isso pelo meu amigo- V falou olhando no fundo dos meus olhos.

    -Tae, eu não ligo pra isso- dei de ombros, sentindo uma luz invadir a janela frontal do carro. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o baque nos atingiu. O caminhão a nossa frente, havia praticamente entrado em nosso carro. Me fazendo perder todos meus sentidos, e tudo escurecer.


Notas Finais


Nem tenho oq comentar sobre essa Dhara...
Oq será q houve?
Aishi, tô sem ideia até pra escrever isso
Titia ama vcs, bjs na bunda


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