História The Rain - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Kentin, Leigh, Lynn, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Kentin
Exibições 325
Palavras 1.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeira fic então espero que gostem >\\\<
E um aviso
criadoras de fanfic por favor mais fics com o Kentin ç.ç um sofrimento mal ver fics com ele.

Capítulo 1 - Sons da chuva


Fanfic / Fanfiction The Rain - Capítulo 1 - Sons da chuva

Uma chuva fina caia, ao longe se ouvia o som dos trovoes. Era possível ver o reflexo reluzente no asfalto enquanto o pai de Mei dirigia na escuridão .

Mei estava no banco de trás usando fones de ouvido, sua mãe sempre discutia com seu pai nas viagens. E para não a incomodarem fingiu dormir.

A chuva pareceu aumentar quando a mãe de Mei começou a discutir, que não queria morar com a irmã de seu pai. Estavam passando por momentos de dificuldades os pais de Mei estavam desempregados, e neste momento o ultimo recurso que tiveram foi pedir ajuda a Lucia.

Quando a garota resolveu se manifestar, por já estar enojada com a discussão tudo aconteceu rápido de mais.

Um cachorro havia atravessado na frente do carro. O pai de Mei tentou frear e ao mesmo tempo virando o volante visto que a pista estava molhada e não teriam como parar a tempo.

Houve então o barulho dos pneus cantando no asfalto, os olhos de Mei se arregalaram enquanto sua mãe gritava. Nesse momento foram engolidos pela escuridão. O carro caiu em uma ribanceira girando e batendo muito forte, parou em uma pista abaixo, com o teto virado para o chão.

Mei tinha ficado consciente apenas fechara os olhos quando sentiu o carro girando descontroladamente. Quando sentiu o grande impacto a garota sentiu a pior das dores.

Uma dor lancinante passou por todo seu corpo e quando abriu seus olhos, pode ver um dos faróis iluminar a estrada molhada. Tentou chamar por seus pais, mas sua voz não saia.

Presa ao sinto com tantos ferimentos tentando se mexer sem sucesso, Mei ouviu o barulho do que parecia um carro se aproximando e logo vendo as luzes.

O barulho dos trovoes não paravam e a chuva também não. Ouviu então alguém se aproximar.

- Querida chame uma ambulância- Disse um homem com voz forte.

- Pai precisamos prepara-los ate a ajuda chegar- ouviu se então um silencio

Mei tentava ignorar a dor, tentando se manter acordada, mas logo o ferimento em sua cabeça a lembrou de sua situação, começou a se sentir enjoada, a ferida em sua cabeça começou a sangrar mais.

- Estão mortos-  O primeiro homem que Mei ouvia falou.

Mei estava apavorada neste momento não pelo acidente, mas por ouvir que seus pais estavam mortos, apertou os olhos com força e lagrimas começaram a escorrer e pode-se ouvir um soluço abafado.

 Logo após isso a porta de trás se abriu e pode se ouvir uma voz gentil falando rapidamente, a garota não conseguia entender. A chuva deixava tudo confuso, a segunda porta de tras se abriu e Mei conseguiu sentir alguém solta-la e logo foi tirada de dentro do carro.

Seu corpo começou a ser molhado pela chuva conseguiu então sentir o chão frio, estava deitada na estrada. As mãos da pessoa que a retiraram do carro logo apoiaram sua cabeça continuava a falar mas os sons dos trovoes pareciam abafar.

Lentamente Mei abriu os olhos, as luzes do farol revelaram um garoto com olhos cor de esmeralda que falava com ela.

- Ei – O garoto parecia desesperado – Aguente firme – Ele segurou a mão dela.

- O socorro esta a caminho- pode ouvir a voz de uma mulher.

Nesse instante Mei fechou os olhos.

 ~

Mei acordou assustada e ofegante com um trovão.  Olhou em volta e o quarto se iluminava com os raios, o barulho da chuva e vento pareciam cantar uma canção triste. A medida que seu coração desacelerava ela lembrava do acidente. “- Odeio dias de chuva-“ sussurrou, ela tinha pesadelos com aquela noite.  A garota virou de lado na cama e abraçou um dos travesseiros, lembrando dos olhos esmeraldas. Aquele garoto havia segurado sua mão e a tranquilizado naquele momento de terror, porem nunca pode dizer obrigado.  Apertou o travesseiro com mais força sentindo seu coração doer e logo ela adormeceu.

...

- Mei?-  Soou uma voz vinda do cômodo de baixo. – Fiz o café da manha venha, se não vai esfriar-

A garota se desenterrou das cobertas e travesseiros esfregando os olhos “ Como já poderia ser de manha?” tinha a impressão de ter conseguido dormir de novo fazia só alguns instantes.

- Já estou indo – disse bocejando e se levantando da cama, indo em direção ao guarda roupa viu que não estava mais chovendo, os pássaros cantavam e o sol estava ali para dizer bom dia. Colocou uma blusa branca e uma saia rodada azul com um salto vermelho. Ao passar enfrente ao espelho, Mei pode ver seu reflexo. Seus cabelos eram longos pretos e seus olhos azuis sua pele era branca. Ela parou por um momento e olhou para sua franja e cabelos bagunçados, então ao arruma-los pode ver a pequena cicatriz na testa; A cobriu com a franja não era uma cicatriz tão grande. além dos pesadelos nos dias de chuva, a cicatriz estava ali para lembra-la daquele dia. Ignorando os pensamentos a garota desceu ate a cozinha onde sua tia a esperava.

- Pensei que não viria nunca- Disse franzindo as sobrancelhas – Vamos vou te levar para a nova escola hoje -  ela colocou as panquecas na mesa logo se sentando servindo o café

- Tia eu não quero ir para a escola – A garota falou se sentando – prefiro ficar em casa com a senhora – mostrou um sorriso forçado

- Você tem que ir querida, tem que sair dessa melancolia de ficar em casa, fazer amigos-

- Tia ainda sente pena de mim?- Disse olhando enquanto ficava mexendo o café na xicara.

- Não aguento ver você sofrer -  Seus olhos pareceram encher de lagrimas

- Obrigada tia Lucia.-  Mei terminou o café, Lucia  levantou se preparanda para leva-la para a escola e antes de sair a puxou e a abraçou.

Juntas em um abraço maternal, Lucia pode sentir as lagrimas de Mei em seus ombros – Queria tanto que meus pais estivessem aqui- a garota a abraçou mais forte.

Lucia assentiu afagando os cabelos da garota, quando notou que a garota estava mais calma a afastou um pouco. – Vamos vai ficar tudo bem- então segurou nas mãos de Mei para encoraja-la.

Na ida a nova escola Mei secava as lagrimas com as costas das mãos. “ Vai ficar tudo bem” pensou.

Quando o carro parou em frente a escola, a garota desceu e se despediu de Lucia com um sorriso, mas logo esse sorriso foi desaparecendo conforme o carro se afastava. Se virou para a entrada da escola e sentiu que talvez mesmo estando claro e ensolarado, seu dia seria nublado como os dias de chuva.

 

 

 


Notas Finais


Sugestões e criticas construtivas, todas serão bem vindas
e me indiquem fics também
beijinhos <3
https://www.youtube.com/watch?v=Wsx9f8tdifw


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