História The Raven - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Taylor Swift
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinatos, Drama, Psicopata, The Raven
Exibições 56
Palavras 1.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, depois de muito tempo eu decidi repostar essa fanfic, porque o caminho que ela seguia antes havia deixado de me satisfazer. Realmente, espero que agora tudo de certo.

❌Plágio é crime!
❌A fanfic não será movida a comentários, mas é bom que o fizessem para eu saber se estão gostando do enredo.
❌Eu tenho 17 capítulos prontos, e tentarei postar uma vez na semana.

BOA LEITURA 📖

Capítulo 1 - Preface


Fanfic / Fanfiction The Raven - Capítulo 1 - Preface

Quando eu era criança, meu pai costumava dizer que só existem dois tipos de pessoas no mundo; aquelas que estão sozinhas e aquelas que sentem que estão sozinhas. Eu não entendia o que Jeremy queria dizer. Ele falava para eu me misturar, me entreter com outras crianças, que essa reação não era saudável, não era comum. Mas quanto mais ele me empurrava em direção a isso, menos sentindo eu enxergava. Mas com o passar dos anos, eu descobri que era diferente, e finalmente compreendi o porque de me sentir assim.

Meu nome é Justin Bieber, eu tenho 27 anos e trabalho como legista no departamento de polícia de Nova York. Fui adotado aos oito anos de idade pelo meu pai, Jeremy Bieber, depois de ser encontrado na cena de assassinato dos meus pais biológicos, qualquer lembrança antes disso continua sendo um grande vazio, lacunas que eu jamais  fiz questão de preencher. Eu só sabia que as pessoas que me deram à vida estavam mortas e parecia o bastante para suprir minha mente.

O resto permanece intacto, um mistério que, talvez, eu nunca consiga desvendar.

Dirijo o carro pelo tráfego exaustante de Manhattan, em direção ao Brooklyn, onde duas vezes por mês eu vinha atrás de alguma diversão. É sexta à noite, e como o costume, as ruas estão extremamente movimentadas. Fisgo meu boné de baseball no banco de trás, posicionando-o em minha cabeça enquanto diminuo a velocidade do carro tendo um ângulo melhor das prostitutas espalhadas na calçada. Opto por uma morena de cabelos cacheados, seios fartos e provida de bastantes curvas. Ela exponhe um enorme sorriso quando flagra minha atenção sobre si. Paro o carro, observando seus passos rápidos e sensuais em minha direção. Destranco à porta do carona, desviando meus olhos para a estrada. Ela não faz perguntas, parece entender perfeitamente o que se deve fazer. Estou quase tentando à sorrir, mas me contenho.

– Oi, eu sou Rowena. – ela diz, sua voz é doce, eu diria simpática demais para uma prostituta. – E você?

Eu espero um momento antes de dar à partida no carro, e avalio Rowena. Deve estar na casa dos vinte, vinte e três anos. Parece ser uma garota inteligente, cheia de virtudes e sonhos, que deseja uma vida muita promissora e todo aquele entediante clichê. Então concluo que só existe duas opções que a fizeram escolher ser uma prostituta: Uma viciada devendo dinheiro para algum traficante, ou uma estudante que não tem como pagar a faculdade e decidiu usar um método de ganhar dinheiro que ela provavelmente detesta – repudia – mais está disposta a qualquer coisa para realizar seu sonho.

– Justin – meu tom é áspero e duro, e Rowena parece entender que não estou querendo conversar. Ela retrai o corpo no assento, afundando em seus pensamentos.

Finalmente dou partida, seguindo em direção ao Harlem. Não trocamos nenhuma palavra durante o caminho e fico satisfeito com isso. Tenho dificuldade em lidar com pessoas.

Meia hora mais tarde, estaciono o veículo em uma rua deserta, agarro as alças da minha bolsa de ginástica que estava no banco de trás e salto para fora do carro recebendo sopros de ar frio devido ao inverno que se aproximava. Rowena continua no carro, me fitando sem saber o que fazer.

Reviro os olhos.

Qual é? Não me diga que sou seu primeiro cliente?

– Vamos Rowena, não tenha medo – eu falo, usando meu tom calmo e sedutor para atiça-la. – Eu só mordo se você pedir.

Suas bochechas ruborizam e ela sorri, colocando uma mecha do seu cabelo atrás da orelha, finalmente saindo do carro. Atrevessamos a rua deserta andando até o galpão. Puxo uma chave do bolso de trás da calça jeans e enfio na fechadura, assim que destranco a porta, dou passagem para Rowena. Eu sei que ela está confusa, se perguntando o motivo de não estarmos em minha casa. Mas ela não iria proferir nenhuma palavra – eu sabia –, encontrava-se ansiosa demais para isso.

Acho o interruptor; estou guiando o zíper da bolsa de ginástica para baixo, procurando o pacote de lenços que eu havia colocado mais cedo, umedecendo o mesmo com um líquido que faria aquela gostosa morena adormecer. Meus passos em sua direção são silenciosos, quase inexistentes, como se eu pudesse facilmente flutuar. Às luzes foram acesas, derramando iluminação por todo o local e deixando à mostra as bandejas com facas, tesouras e bisturis de todos os tamanhos, assim como a mesa de alumínio no centro, com amarras prontas para receber minha próxima vítima. Eu vejo sua expressão de espanto, horror, medo… tudo aquilo que eu considerava meus minerais, os nutrientes necessários para fazer funcionar saudavelmente o meu organismo.

– Oh, meu Deus… – antes que ela possa terminar a frase, minha mão já estava sobre seu nariz, pressionando o lenço úmido. Logo, o corpo de Rowena caiu em consciente em meus braços.

Sempre fui – e ainda sou – um cara normal, com uma vida normal. Exceto por esse pequeno e destrutivo detalhe que mantenho em segredo. Não posso impedir de ser o que sou. É como uma força incontrolável dentro de mim, que está sempre me puxando, não importa quanto eu tente fugir, ela me encontra.

De qualquer jeito, eu adoro matar. Gosto mais do que qualquer coisa que tenha experimentado na vida. Não tenho misericórdia por nenhuma delas e não sinto remorso. Fiz muita coisa errada. Mas ainda assim sou humano.

Coloco minhas luvas de couro preta, e deixo o corpo de Rowena sobre a mesa de alumínio. Corto seu vestido e suas peças íntimas usando a tesoura, e amarro seus pulsos e tornozelos, amordaçando-a também. Havia planejado uma morte lenta, algo que eu pudesse degustar, saciar minha sede de sangue, mas apesar de amanhã ser sábado, eu teria que levantar cedo para ir ao trabalho, uma agente especial do FBI estava chegando.

Preparo os sacos de lixo e o machado, visto meu avental e escolho um bisturi de tamanho médio, então sou atraído para Rowena quando ouço seus grunhidos baixos. Sorio.

Minha menina despertou.

– Sente-se confortável? – eu pergunto, seus olhos são convergidos à mim, sua fúria e medo estão explícitos. – Em breve, você não sentirá nada, igualzinho à mim.

Puxo a mordaça para baixo, há espera de suas palavras intencionadas em me machucar. Porém isso não é um empecilho para mim, afinal, eu não tenho sentimentos.

– Seu filho da puta, imbecil. Quem você pensa que é? Me tire daqui! - eu rio, seus gritos e a angústia presente em sua voz me divertem. – Você não saira impune, vão descobri o que você fez.

– O que te leva à essa conclusão? – eu questiono, sinceramente intrigado.

– Está prestes a me matar, idiota, é claro que você vai ser pego.

Fico em silêncio por um minuto ou dois, observando suas inúteis tentativas de se soltar, antes de responder:

– Rowena, – eu falo seu nome, baixinho, quase em um sussurro. Ela me encara. – eu já cometi trinta e sete assassinatos, com você serão trinta e oito. – gosto da maneira como suas íris se dilatam, lembrando-me de cerejas. – Se eu não fui pego antes, o que te faz pensar que serei agora?

Expresso um suspiro de satisfação; ela não tem uma resposta. Coloco a mordaça de volta e apanho minha câmera profissional. Registro várias imagens suas de ângulos variados até concluir que estava bom. Movimento o bisturi por entre meus dedos e analiso seu corpo disposto a começar com algo básico, uma pele tão bonita e bronzeada como a dela merecia algumas rachaduras.

– Me ensine,  Rowena - deslizo a ponta da lâmina afiada sobre a pele da sua bochecha. – Mostre-me como o sofrimento funciona. Vamos lá, querida.

Seu grito soa abafado contra o pano em sua boca, firmo o bisturi na pele do seu braço e chego mais perto para distinguir o som. Suspiro pausadamente. É um mantra que se repete em minha mente e espalha espasmos de prazer por todo o meu corpo. Faço outro corte e, dessa vez, estou intisgado em observar o líquido quente e viscoso que escorria pelos ferimentos encharcar à sua pele pálida sobre a luz da luminária acima de nós.

Eu não sou capaz de resistir.

Eu preciso da sensação. Eu preciso sentir a vida dela cedendo pelas minhas mãos.

Posiciono-me atrás de sua cabeça e encaro seu corpo uma última vez, antes de me curvar e começar a respirar no ouvido de Rowena.

– Está com sorte boneca – Ela estremeceu, seu peito subia e descia rapidamente.  – Estou tão cedento pela sua morte, que serei bonzinho e não vou prolongar essa nossa estadia juntos.

Eu sorrio quando nossos olhos se encontram. Então sem mais delongas, passo a lâmina pelo seu pescoço e observo – fascinado – a abertura pulsar e  despejar o sangue dela sobre a mesa, sujando minhas mãos. O momento mais aguardo é quando a morte chega, arrastando-se como uma cobra, criando uma sombra sobre seu corpo até desaparecer com aquele brilho aguçado no olhar. Embora a sensação não dure,  eu me permito achar que sou o epicentro de tudo.

Eu sou como Deus. Acredite, é uma benção.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Esse preface não ficou exatamente como eu queria, mas o resto da história é bem melhor.

Minhas outras fanfics:
https://spiritfanfics.com/historia/tenente-bieber-4763762
https://spiritfanfics.com/historia/meu-bombeiro-6109453

Beijos e até o próximo 😘


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