História The reason was always you. - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Jordan Kyle, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Sebastian Morgstren, Simon Lewis, Stephen Herondale
Tags Amor, Clace, Clary, Instrumentos Mortais, Jace, Jamie, Jamily, Lily, Romance, Tmi, Universo Alternativo
Exibições 356
Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu sei, eu sei. Demorei, quase larguei a fic, sei de tudo... Mil perdões, mas agora a inspiração e o tempo parecem ter voltado.

Capítulo 33 - Jealous.


 

Eu tenho o brilho do sol num dia nublado
Com minha garota

My Girl - The Temptations

 


O sol forte batia no meu rosto, apesar da cor estar em um certo tom avermelhado. Tom o qual eu conhecia muito bem. 
Meu corpo nu estava grudado ao seu, também nu. Nos cobri em certa parte da noite em que acordei para ir ao banheiro. Clary dormia como um anjo. Era lindo vê-la assim. Nunca me senti tão bem acordando ao lado de uma garota. Nunca acordei ao lado de nenhuma garota a não ser ela. A minha pequena, o amor da minha vida. 
Tirei os cabelos do seu pescoço e dei um leve beijo na região. Ela começou a despertar lentamente e quando o fez por completo, abriu um sorriso maravilhoso para mim. 
- Bom dia - sorri. 
- Bom dia - desejou com a voz manhosa. 
Ao se virar de frente para mim, vi que ela fez uma careta e imaginei se estava com dor.
- Está dolorida? 
- Sim - torceu o nariz - Você não é pequeno não. 
Ri colocando parte do seu cabelo atrás da orelha. 
Puxei-a para um beijo e a porta foi aberta após uma batida. 
- Bom dia pombinhos! - desejou minha mãe. 
- Bom dia Tia Ce! 
Clary se virou ficando de costas para mim. 
- Eu não sabia o que ia encontrar aqui. 
- Como assim? - indaguei passando a mão nos olhos enquanto apertava Clary contra mim com a mão livre. 
Ela levantou, com um dedo, a minha camisa. A camisa que Clary arrancou de mim ontem a noite. 
- Oh! 
Ela riu. Clary ficou com o rosto tão vermelho quanto seus cabelos. 
Ri dela e beijei sua testa. 
- Querida, não precisa ficar com vergonha - Clary levantou o lençol escondendo o rosto, fazendo com que eu e minha mãe ríssemos. - Amores, o café está lá embaixo, imagino que estejam famintos. - piscou largando a camisa no chão e saindo do quarto. 
Olhei para Clary e rimos juntos. 
- Sabia que fica linda com vergonha?
- Jace - repreendeu-me. 
- Na próxima, seus pais vão achar alguma peça de roupa. - ela riu.
- Torça para não ser meu irmão - ri concordando. 
- Eu vou buscar algo para nós - levantei-me lentamente - Volte a dormir e finja que eu vim acorda-la com um café da manhã. 
Clary gargalhou enquanto eu colocava uma cueca e uma calça de moletom. 
- Fique a vontade para tomar banho e pegar algo meu. 
- Você sabe que vou fazer isso - sorriu. 
- Amo você - disse com a mão na maçaneta. Ela estava se levantando lentamente com os olhinhos pesados. 
- Também amo você. 
Abri um lindo sorriso e desci as escadas para preparar nosso café. 

 

 

- Pequena?
Logo ela saiu do banheiro, com os cabelos molhados, vestindo uma blusa minha e uma calcinha (eu acho). 
Sorri vendo-a sexy desse jeito. 
- Linda - suspirei. 
Ela riu envergonhada e se sentou na cama recebendo um beijo doce. 
- Trouxe tudo que minha mão mandou e mais um pouco. - ela riu e me sentei ao seu lado. 
Admirei-a por um momento. 
- O que foi? 
- Já disse que é linda? 
Seu sorriso se abriu no momento em que mordia um morango. 
- Hoje não.
- Então - comecei, engatinhando pela cama - Você é linda! 
- Sou? 
- É - respondi fazendo manha. 
- Bom saber - ri já com os lábios grudados em sua boca vermelha pelo morango recém comido. 
Fui deitando ela lentamente na cama antes que algo quase derrubasse a porta do meu quarto. 
- Seu canalha! 
Eu e Clary pulamos da cama, e antes que pudesse pedir o que estava acontecendo um punho quase voou na minha cara. 
- Sebastian - Clary gritou desesperada. 
- Você abusou a minha irmã! - acusou-me. 
Levantei meio tonto por ter pulado para longe da sua mão. 
- Eu não abusei - frisei o ' não '. - Eu nunca faria isso. 
- Então me explique o motivo disso - apontou furioso para o quarto o de nossas roupas estavam espalhadas. Ou pelo menos parte delas. 
- Meu Deus, Sebastian. - passei as mãos pelo cabelo - Raciocina. 
- Raciocinar o quê? - se afastou alterado - Eu não posso aceitar, não posso...
- Não pode aceitar o quê? - indaguei curioso. 
Os passos na escada se tornaram mais próximos, logo Clary, minha mãe e meu pai estavam na porta do meu quarto. Meu pai segurou Sebastian enquanto Clary ficava ao meu lado. 
- Não posso aceitar que tire minha irmã de mim! - levantou a voz se debatendo nos braços do meu pai. 
- Sebastian - bufei - Eu não estou tirando ninguém de você! 
- Como não? 
- Sebs... - Clary tentou falar com ele, mas ele recusou. - Tio Stef, pode soltar ele.
Meu pai analisou Sebastian e com um pouco de receio, soltou-o. 
- Podem nos dar licença um pouco? - ela pediu com delicadeza. 
- Qualquer coisa chamem. - disseram gentilmente e logo depois saíram do quarto. 
Clary esperou um pouco, e um clima palpável se alastrou pelo quarto. 
- Sentem. 
Olhei de soslaio para Sebastian, mas o mesmo sentou-se na cama e relaxou um pouco. 
Sentei-me a uma distância segura dele. 
- Porque tentou bater no Jace? 
- Porque você acha? 
Clary suspirou. 
- Sebastian, pare de bancar o irmão ciumento. 
- Quer que eu faça o quê? - levantou - Cheguei em casa depois do jantar e descobri que minha irmã veio dormir na casa desse canalha. 
- Olha como fala comigo! - irritei-me. 
- Meu Deus, parem!! 
Clary caminhou e ficou entre nós. 
- Porque isso agora? Me explica. 
- Porque você me trocou! - gritou depois de um momento em que excitou. 
- Te troquei? 
- Você não fica mais comigo, você é minha menina. É minha! - suspirou puxando Clary pelos braços - Você não pode me abandonar, Clarissa. 
- Eu não estou abandonando ninguém, Sebastian, por favor presta atenção no que está dizendo. 
Ele soltou-a indo para a outra ponta do meu quarto. 
- Vocês sempre foram ligados - virou de costas - Mas depois que começaram a namorar só passaram a existir um para o outro. Eu perdi minha irmã e meu melhor amigo. 
- Sebastian, você não nos perdeu! - respondi - Está dando uma de mulherzinha e tendo crise de ciúmes? 
Ele quebrou a tensão por um momento e riu da própria situação. 
- Meu Deus, eu sou muito idiota. - rimos. 
Clary se aproximou do irmão e abraçou ele por trás. 
- Eu nunca vou deixar de ser sua menina. 
- Por favor! 
Ele se virou e abraçou Clary tão forte que quase sufocou-a. 
Assim que soltou-a, veio em minha direção. 
- Desculpa cara. - chegou mais perto - Sebe como eu sou, né? 
- Imagina, nem conheço meu melhor amigo - ironizei. 
Rimos junto nos puxando para um abraço apertado. 
- E eu? 
Clary estava de manha, com os braços cruzados na frente do corpo. 
- Ai meu Deus. - falei mansamente.
- Quero meu meninos! 
Nos olhamos e rimos. Com os olharem de quando éramos crianças e brincávamos de correr atrás da Clary, chegamos perto dela e ela, sabendo o que faríamos, saiu correndo pelo quarto. 
- Não adianta correr. 
Ela caiu na gargalhada e consegui derruba-la na cama, subindo no meu corpo e beijando sua barriga lisa, logo depois assoprando e fazendo-a se revirar de cosquinhas, enquanto Sebastian enchia seu rosto de beijos. 
- Parem! - gritou pegando fôlego. 
Levantei e tasquei um beijo da sua boca molhada. 
- Tá bom, chega de demonstrações de afeto exagerando. 
Rimos e, como quando éramos crianças e deitávamos na grama depois de uma brincadeira, caímos na cama e ali ficamos. 

 

 

Acordei abraçado em Clary. Sebastian já estava acordado e encarava ela de um jeito protetor. 
Assim que ele me olhou e viu que estava acordado sorriu. 
- Cuida dela, por favor! - sussurrou baixinho. 
- Sempre. 
Ele levantou devagar e saiu de fininho da cama. Colocou o casaco que estava na cadeira e saiu do quarto me deixando com Clary. 
Apertei ela nos meus braços e beijei o topo da sua cabeça. 
Vi que ela estava piscando os olhos rapidamente e logo acordou me olhando. 
- Onde foi o Sebs? 
- Ele saiu, deve ter ido almoçar. 
- Almoçar? - ela levantou - Que horas são? 
- Deve ser umas 13h! - dei de ombros. 
- Jace, vamos. 
- Vamos aonde? 
Fiquei um tanto confuso com o seu alvoroço. 
- Temos que ir até o Taki's! 
- Porquê? - me estiquei na cama, sentindo o vendo frio batendo contra meu corpo. 
- Porque tem o almoço de casamento da tia.  
- Casamento...? - depois de pensar me lembrei da tia de Clary que se casaria em menos de um mês - Ah, tá certo. 
- Sai dai, Jace. - ela me puxou mas me neguei. Apenas puxei ela para ficar em cima de mim! - Não, Jace. 
Ri virando ela e deixando-a por baixo do meu corpo. 
- Te amo, te amo, te amo. - disse dando-lhe um beijo de nariz. 
- Te amo mais seu abobado. 
Nos beijamos por um longo tempo, até que ela levantou me xingando. 
- Vamos logo, Jonathan! 
Ri e me levantei com ela, abraçando-a por trás e levando-a em direção ao box enquanto ela ria de forma maravilhosa. 


Notas Finais


❤️💘


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