História The Red Garden - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Chapeuzinho Vermelho, Drama, Lobisomem, Lobo Mau, Mogeko, Romance, Vampiros
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Palavras 1.534
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu não ia postar hoje... MAS devido as circunstâncias (o fato de eu ter mais 4 capitulos já prontos..) resolvi postar agora u.u

Boa leitura minna!

Capítulo 8 - She is mine...


 Amarrei o Ully em uma das arvores próximas e sai correndo na direção da casa, algo estava errado, porque tudo parecia mais sombrio? 

 Antes que eu entrasse ouvi um grito e uma correria la dentro, aumentei os passos e abri a porta me deparando com aquela cena terrível.

- Ahhh! – berrou Kael que segurava um crucifixo. – Sai satanás!... Ah, oi Scarlett! – ele correu em minha direção e fechou a porta, me pondo em sua frente. 

- Isso é desnecessário seu porco imundo! – gritou Luany de volta, ela segurava uma colher de pau. – Se você não fosse meu irmão, eu juro que já teria te matado!

- Gente... Vocês tem algum problema mental que eu não estava sabendo? – perguntei enquanto Kael me usava de escudo contra a própria irmã. 

 Os dois pararam por alguns segundos, Luany se sentou no sofá, parecia exausta, sua pele estava bem mais pálida e seus olhos mais claros, estava me perguntando se era efeito da mordida que ela tinha levado.

 Logo as coisas foram se acalmando, mas Kael ainda insistia em se sentar longe da irmã, por algum motivo eles estavam brigando e minha curiosidade me fez perguntar o porque.

- Esse estupido contou pro líder da alcatéia sobre minha condição, e agora eu simplesmente não posso mais sair de casa! – Luany se jogava no sofá se deitando e fazendo um bico. – De acordo com ele eu sou uma possível ameaça pra nossa especie... 

- Eu já disse... Fiz isso pensando em você, não precisava me bater... – com peso na consciência Kael abaixou a cabeça também fazendo bico.

 Não consegui evitar rir da situação, mesmo sendo completamente diferentes eles eram irmãos afinal, e ambos agiam da mesma forma quando estavam zangados. Eles me olharam enquanto eu ria e acabei vendo que eles também sorriram.

- Ei Scarlett, um dia você tem que conhecer o chefão! – com um enorme e surpreendente sorriso ele andava ate mim e Luany se sentava enquanto concordava com ele. – Você parece com seu pai, ele vai adorar te conhecer! 

 Acabei concordando e sorrindo ainda mais, mas em um piscar de olhos pareceu que tudo mudou, as risadas se tornaram olhares assustados quando as velas da casa se apagaram e tudo se escureceu.

- Conheço esse perfume... – Kael olhava a volta me puxando para perto enquanto ele farejava algo.– É... O cheiro de rosas e sangue é inconfundível...

- Bem... Alas nunca reclamou. – Murmurou aquela voz mansa que tudo que víamos era o brilho de seus olhos verdes.

 Ela parecia calma diferente de Kael e Luany que estava imóvel no sofá com aquela mulher que a tocava na garganta. 

- Ah... Essa é a sua nova protegida? – ela sorriu me encarando.– Devo admitir que você tem bom gosto, Kael...

- Alas também tem, afinal, escolheu uma maluca pra fazer companhia pra ele. – Kael estava nervoso, mas ainda a provocava. – Um louco completa o outro.

- Ah... Interessante dizer isso. – a provocação pareceu ter a atingido, já que a mesma começou a abraçar Luany que encarava o chão. – Então, o que acha de uma "louca" tocando na sua querida irmãzinha? – ela se debruçou no sofá e passou a língua pelos furos no pescoço da Luany enquanto a acariciava o rosto. – Eu sei seus pontos fracos lobinho, mas você não sabe os meus.

 Um trovão estalou no céu, aquilo iluminou a casa por instantes, e nesse instante deu pra ver perfeitamente os dentes pontiagudos da mulher próximos do pescoço de Luany que estava inerte durante aquela situação. Ela havia deixado um filete de saliva avermelhada na garganta dela.

- Tudo bem Vênus, vamos jogar seu jogo. – Kael estendeu as mão pra cima sinalizando que não iria atacar. – O que quer?

- Uhm..? Huhu... – como se o pedido não fosse nada, ela apenas a apertou mais forte a fazendo soltar um pequeno gemido de dor. – Sabe... Sinto falta da minha criação... – sua voz voltou a ser mansa e ela abraçou gentilmente Luany antes de se afasta, como um carinho maternal. – Alas queria que eu tortura-se sua protegida, mas por enquanto não farei isso... Por enquanto...

 Ela sorriu novamente, mas não demorou que fosse jogada com força pra cima da bancada de pedra da cozinha, que se quebrava fazendo um barulho tão alto que tive que tapar os ouvidos e os dois acabavam caindo no chão. Dois. Kael havia a socado.

- Vocês gostam de morder não gostam!? – Berrou com as mãos nos ombros dela. – Então avisa pro infeliz do Alas nos deixar em paz! Caso contrario eu mostro pra ele como é que um lobo morde! – sua voz soava cruel e verdadeira, seus olhos carmesim estavam brilhando com total ódio, ele estava assustador. – Estamos entendidos!?

-...!?– Vênus levou os dedos aos lábios e viu que sangrava assim como seu nariz.– Você me bateu... – ela parecia não acreditar ou sentir dor. –... Alas vai te matar por isso...

- Ele já me matou Vênus. – se levantava de cima dela com um olhar ainda zangado, outro trovão caia. – Me matou quando fez a Luel morrer na minha frente.

 Ela se levantava em seguida com a mão sobre o rosto.

- Entendo... Mas deixe-me dizer uma coisa. – com o rosto sem expressão ela se apoiava na parede. – Um homem que não consegue proteger quem ama, não merece ser chamado de homem... E você já falhou duas vezes, para o seu bem, espero que não falhe a terceira. – seus olhos verdes passaram por mim, havia preocupação neles.

 Com o cair de mais um trovão, ela desaparecia da mesma forma que apareceu, de repente. Kael não pronunciou mais nada, assim como sua irmã que mantinha uma expressão morta na face. Comecei a me perguntar quem era aquela mulher e o que ela já fez pra eles ficarem com aquela reação, dessa vez, me mantive em silêncio.

.

.

.

 *Em um lugar não muito distante*

 Horas depois de completar sua missão, Vênus escrevia em seu livro com uma pena de corvo, estava sentada na grande cama de casal e a cada palavra que era escrita seu sorriso de alargava.

- Ahhhh! Porque não falou comigo quando chegou? – Alas entrava no quarto com uma expressão zangada, mas ela já esperava isso. 

- O au au mandou dizer que vai te ensinar a morder. – fechando o livro e guardando a pena dentro do mesmo, Vênus dava espaço pra Alas se sentar. – Ele mencionou a morte de Luel...

 Alas se sentava com o semblante vazio, seus olhos pousavam no rosto da ruiva que sorria com um corte nos lábios, ele a segurava no queixo.

- Ele não te atacou nem quando você mordeu a irmã dele, queria estar la pra ouvir o que você falou. – sem esconder a loucura ele ria. 

-... Ele não queria me atacar... Afinal, temos um passado juntos... – Vênus murmurava no ouvido de Alas o envolvendo em seus braços. – Mas ele nunca me mataria... Já você, ele seria capaz de arrancar sua cabeça as dentadas.

 Alas a empurrava na cama com brutalidade, se posicionando em cima dela com um olhar zangado, se aproximou de seus lábios e pressionou o corte com a ponta dos dedos.

-... Vocês podem ter tido um passado, mas eu sou o seu presente e serei seu futuro. – ele enterrava o rosto nos seios da ruiva que soltava uma risada. – Você me pertence... É minha... – disse manhoso.

- Sim Alas, sou sua... – o abraçando Vênus sorria sentindo as mãos geladas de Alas passando por suas coxas. 

 Então seus lábios eram beijados com brutalidade e desejo, ele a pressionava cada vez mais contra a cama mapeando seu corpo com as mãos, Alas sentia cada curva, cada detalhe que não iria querer esquecer. Haviam pausas curtas entre os beijos que ele usava para deixar marcas pelo pescoço e peito de Vênus, que soltava alguns baixos gemidos.

 Em breve o vestido preto iria ao chão e as cobertas estariam completamente bagunçadas.

 De surpresa, antes disso acontecer a porta era aberta.

- Vênus!...hãn... não queria ter visto isso... – Disse um rapaz dos cabelos dourados tapando os olhos envergonhado.

- Como éhhh!?? Não gosta de ver mulheres bonitas sendo submissas? – Alas retrucava e se dirigia ate o mesmo ajeitando o terno e o encarando malicioso. – Você tem certeza que é de mulher que gosta?

- Tenho! Mas não quando a mulher é a minha irmã... – murmurou um tanto nervoso. 

- Hahaha! Isso é cômico! – gargalhou Vênus ajeitando o vestido e indo ate os dois, abraçando Alas por trás o dando leves beijos na garganta. – O que quer, Litto? 

- O pai do Alas... Digo! Lorde Minos deseja o ver imediatamente! – o rapaz ainda nervoso evitava olhar para irmã que tinha marcas arroxeadas pelo decote do vestido.

- Não precisa ser formal conosco, Litto. – Com o semblante sério Alas abaixava a cabeça. – Mas meu pai querer me ver é algo raro... Você me espera aqui, Vênus? 

- Claro.. Ainda tenho muito o que escrever. – o dando mais um beijo, dessa vez na boca, Vênus ia pra cama e pegava seu grande livro com capa de couro. – Afinal... Um livro não se escreve sozinho.

- Nunca vou entender esse titulo esquisito... – um sorriso gentil pairou no rosto do futuro lorde. – Qualquer dia me conte sobre essa divina comédia que tanto escreve... Bem, eu vou indo... 

 A porta era fechada, e os dois seguiam para o encontro do poderoso Lorde vampírico, Minos Von Siberneth.



Notas Finais


Ihhhh hoje eu to beeeeeem empolgada! Não perguntem pq, tbm não sei!

Espero que tenham gostado, não tenho MT o que dizer então... Vejo vocês mais tarde, quem sabe? Ufufufu

Beijos e fiquem bem! •-•


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