História The redhead sucker - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Yellow


Capitulo 2

Uilya  Soyfer – Daily POV’S

Ah beleza lembra o ruivo gostosão? Pois é, ele veio aqui em casa fazer uma entrevista de emprego para ser o assistente do meu irmão, pobrezinho... Kris vai fazer ele de escravo, fora que ele vai arrumar a casa, e, também vai ajudar ele na revisão das histórias dele .

Eu estava indignada e feliz por Kris ter contratado meu paquera do metro.  Indignada por que ele vai ver como sou desinteressante e não vai querer mais ficar comigo, feliz por que eu vou ver ele todos os dias em casa, mas não é qualquer casa, é a MINHA CASA!

Claro que eu ia me aproveitar dessa pequena situação e ia extrair todas as informações sobre o poste, descobri que o nome dele era Dimitri Balashov, e que ele tinha 19 anos, ele era de Moscou, e que ele estava fazendo faculdade de Língua e Literatura Russa.

PARECE  QUE MEU MARIDO GOSTA DE LER  HIHIHIHIIHIHIIHI.

Ta parei.

Eu não queria mostrar interesse no cara na frente do meu irmão, seria pedir pra morrer, ainda mais o Kris, O KRIS É UM MANIACO DOENTE (Se algum dia por acaso eu não queime esse caderno e o Kris ler por acidente isso aqui achando que a irmã dele vai ser escritora igual ele, desculpa dude, eu te amo, NÃO DESLIGA O WI-FI).

Beleza, eu sei que nem mesmo esse “diário” vai servir muito pra por tudo o que eu to sentindo nos últimos meses. Tanta coisa aconteceu... Não posso mentir até que é legal escrever nele.

 

Daily  POV’S OFF

 

            Ouvi baterem na porta de meu quarto, sempre alguém tirava meu foco...

 Andei até ela e abri a mesma nervosa, vi Kris olhando pra mim.

- Que merda foi aquela de ‘’seqüestrar” o cara hein? Vei tu é muito inteligente! – Ele parecia “orgulhoso” de mim...

- Você é um idiota também viu Kris, cara se você não tivesse se drogado ontem por causa daquela idiota da Stella eu não precisaria fazer isso... Quando você vai parar de pensar nela e de remoer suas magoas? Eu não quero mais te ver assim... – Ele olhou para mim e respirou fundo. Senti meu peito queimar de culpa.

Ele não fazia idéia da verdadeira história do término dos dois, ele não fazia idéia de que a culpa dele estar assim era minha.

Aquilo era culpa minha. Tudo sempre foi...

Respirei fundo novamente fechando a porta, mas ela foi aberta novamente por mim após ouvir Kris falando que Chen – meu melhor amigo, estava em casa.

Chen era meu amigo de Nova York que quase sempre vinha aqui ver como eu estava. Ele sábia de todos meus segredos, ele sabia tudo o que eu sentia.

Corri até a escada as pressas não ligando para o fato de estar quase nua, abri a porta e vi o loiro sorrir para mim ao me ver.

O abracei forte, fazia quase um mês que não via ele, estava sentindo falta dele.

- Entra ae o loirão – Ele riu pelo nariz e entrou, vi ele olhar para trás e franzindo o cenho.

- Quem é esse senhor Kris? – ‘’CASSETE’’ foi a única coisa que consegui pensar naquela hora.

Meu deus que humilhação... Não beleza, eu tava só de camiseta e ainda por cima de costas para o meu ruivão do metrô. Arranquei o casaco de Chen das mãos dele e tratei de vestir o mais rápido o possível.

- Você sabe monde fica meu quarto eu vou colocar uma calça. – Eu sai igual um foguete da sala subindo as escadas pulando dois degraus por vez.

Fechei a porta e peguei a primeira calça que achei. Eu ainda estava vestida com o casaco de Chen. Ele era pesado e deixa qualquer um aquecido. O cheiro dele ainda estava ali, aquele cheiro de seu Polo Black era meu aroma favorito, eu até tinha um frasco de tanto que eu gostava.

Coloquei meu tênis – meu amado old skool e desci novamente até a sala. Vi Chen e Dimitri se encarando de um jeito esquisito (Ta, o Chen é naturalmente esquisito, mais agora ele estava ainda mais).

Puxei o loiro para fora da minha casa. Eu lhe devolvi o casaco e vesti o meu

 

[...]

 

Eu e Chen tínhamos pegado um trem para uma parte mais afastado da cidade. Lá era nosso escritório, nosso enorme esconderijo ao ar livre. O lugar onde colocávamos umamusica lenta e começávamos a cantar, para esquecer nossos problemas.

Ligamos o celular e colocamos uma musica, Her Serendipity que o Jimim do BTS cantava.

”Neon nae pureun gompangi
Nal guwonhaejun
Naui cheonsa
Naui sesang
Nan ni samsaek goyangi
Neol mannareo on
Love me now
Touch me now

Just let me love you
(Let me love, let me love you)
Just let me love you
(Let me love, let me love you)

Ujuga cheoeum saenggyeonasseul
Ttaebuteo
Modeun geon jeonghaejin geoyeosseo
Just let me love you
(Let me love, let me love you)”

Aquela musica era tão tocante.

Nós cantavamos alto aquela letra lmaravilhosa, sem nos preocuparmos se estávamos incomodando alguém.

”Você é minha penicilina
Me salvando
Meu anjo meu mundo
Meu mundo
Eu sou seu gato de chita
Aqui para te ver
Me ame agora"
 



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