História The Reign - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~Almost_Writer

Postado
Categorias Adelaide Kane, As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones), Dove Cameron, Emilia Clarke, Ian Somerhalder, Reign
Personagens Adelaide Kane, Daenerys Targaryen, Dove Cameron, Emilia Clarke, Francis II of France, Ian Somerhalder, Mary, Queen of Scots, Robb Stark
Tags Ação, Amor, Medieval, Original, Reign, Romance
Exibições 103
Palavras 2.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Cross-dresser, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi gente, olha um capítulo ai pra vocês. Vamos voltar a postar, mas agora vai ser quarta e sexta okay?
Boa leitura

Capítulo 17 - Waiting for the princes


Fanfic / Fanfiction The Reign - Capítulo 17 - Waiting for the princes

 

Princesa, Emily Fireburny, Fogo.

A viagem até a França demorou um pouco, já que a França e Warrylinston eram reinos distantes, mas o caminho todo ocorreu bem. O tempo estava bom e não nos incomodou e não houve nenhum problema, então chegamos em questão de um dia na França, Meu reino.

Logo paramos em frente ao grande castelo da França, eu podia ver uma multidão de nobres em sua frente, eu tenho certeza que em outra ocasião eles estariam contentes por me ver, a garota bastarda que conquistou a França, mas hoje, suas expressões estavam tristes, pois eles sabem o destino do Rei.

Meu pai não era o melhor Rei de todos, nem o mais Justo, passava longe disso tudo, mas mesmo assim, quando alguém que vive perto de nós, morre, nós sentimos essa perda, gostando ou não. 

O cocheiro logo abriu a porta da carruagem e ofereceu-me a mão, para ajudar-me a descer e eu logo aceitei. E aqui estava eu novamente, no castelo da França. Com o mesmo vestido que eu usei quando eu vim aqui pela primeira vez. Quando eu tinha 18 anos vim aqui pela primeira vez para me tornar Princesa e Agora estou retornando para me tornar Rainha.

Logo eu comecei  a passar pelo meio dos nobres e eles curvavam-se diante de mim e permaneciam assim, de cabeça abaixada. 

Os portões foram abertos e eu entrei, sendo seguida pelos guardas e pelo mensageiro que foram me buscar em Warrylinston, muito outros guardas estavam ali e quando passei por ali, eles se curvaram e murmuraram um coro de ''Alteza'' e depois de passar por aquilo tudo, eu entrei pelas grandes portas do castelo. Ele estava movimentado, pessoas importantes, que provavelmente vieram para ver o Rei e criados que arrumavam algumas coisas. Por aqui, tudo é motivo de festa, inclusive a morte.

Antes que alguém tentasse me guiar até os aposentos Reais, eu sai sozinha e segui para lá. Como sempre por onde eu passava as pessoas se curvavam e eu também, para alguns Reis e Rainhas de outros reinos. Cheguei ao corredor dos aposentos reais, que estava vazio, exceto por alguns guardas e criados. Eu já estava bem cansada por acenar e curvar-me o caminho todo. Cheguei a porta dos aposentos Reais e os guardas que estavam ali logo deixaram-me entrar.

Cuidadosamente eu entrei no quarto e logo senti a familiaridade. O quarto do Papai. 

-Papai -Disse assim que cheguei perto da cama e vi Rei Jordan, vulgo meu pai, ali. 

Tinha esperança de que ele ainda tivesse animo para corrigir-me e dizer para chamar-lo de Vossa Majestade, mas ele não disse nada. Ele estava ali, parecia inerte, como se não soubesse o que acontecia ao redor, como se não fizesse parte do mundo, mas ainda estava vivo, pois eu podia ver-lo respirar.

-Eu não posso falar coisas bonitas a seu respeito, eu ainda não conheço-te, mas eu sempre soube que ''você'', além de Rei, era meu pai. Eu não vou dizer nada além de um Singelo, Eu te amo e eu vou ficar aqui com você, quanto tempo for necessário, okay? -Sorri e senti que as lágrimas já viriam.

Algumas horas se passaram enquanto eu estava ali, sentada em uma cadeira ao lado da cama do Rei Jordan -meu pai- e com a cabeça apoiada em sua cama. Eu fiquei ali horas, somente deitada, nem dormindo eu estava. Passei horas calada e sozinha, carregando a dor da morte e do meu reinado nas minhas costas. 

Apesar de estar desse jeito, tudo ainda estava calmo, até o momento em que eu levantei a minha cabeça e vi que meu Pai, havia parado de respirar. Eu não pude fazer nada. Não adiantaria gritar, nem pedir ajuda, pois todos já estavam conformados que ele morreria, não tinha nenhuma chance dele continuar vivendo.

Lágrimas escorriam por meu rosto enquanto eu observava-o. Seus cabelos brancos e sua pele cheia de rugas, o tempo e a vida de Rei haviam acabado com ele e a partir de agora, acabariam comigo.

Levantei-me da cadeira e limpei minhas lágrimas, logo fechei os olhos do Rei e também meu Pai e preparei-me para sair da sala. Quando eu saísse todos saberiam que o Rei Jordan havia morrido.

Ajeitei meu vestido e tomei uma postura ereta e logo abri as duas grandes portas. Todos os olhares viraram-se para mim enquanto eu começava a caminhar pelo corredor. E logo o alvoroço começou.

Eu caminhava nervosa enquanto ouvia todos comentando sobre o Rei, querendo saber se ele realmente estava morto, não sei se aguentaria isso, mas logo tive uma surpresa. Na minha frente apareceu o Príncipe Francis e logo nossos olhares se encontraram. 

Ele sabia o que tinha acontecido, ele podia ver aquilo nos meus olhos e logo ele começou a se ajoelhar, ele iria se curvar diante de mim  mas eu corri até ele e impedi-o. Puxei ele para cima e joguei meus braços ao seu redor, sentido seu aroma e o conforto de suas mãos em volta de mim.

-O Rei morreu, vida longa a Rainha -Todos começaram a gritar e a ajoelhar-se diante de mim.

 

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Lady Victoria Makellos Davares, primeira de seu nome, herdeira da afinidade com o elemento agua 

A caminho do castelo de meu pai recebi uma mensagem. Kirsten estava se casando. O cocheiro chegou a perguntar se devíamos virar e voltar para o casamento, apesar de querer estar com Kirsten que com toda a certeza do mundo, não estava pronta para isso, mas tive sorte de sair antes que Doryewn chegar. Então neguei.  Kirsten me perdoaria, eu acho.

A chegada ao castelo foi difícil, tinham rebeldes, muitos deles, eles rodeavam a carruagem ameaçando o cocheiro querendo o príncipe

Fiquei até aliviada ao saber disso.

O príncipe não estava na carruagem, e eles não queriam nada comigo.

— VAMOS, SABEMOS QUE ELE ESTA AI - Uma mulher gritou do lado de fora, algo atingiu a lateral da carruagem me lançando para o outro lado

Porque eu fui dispensar os guardas?

 — Esta enganada o príncipe não esta aqui — O cocheiro tinha a voz amedrontada me levantei dentro da carruagem só para ser derrubada de novo

 — NUNCA DIGA QUE ESTOU ENGANADA, SE ELE NÃO ESTA AÍ O QUE VOCÊ TANTO PROTEGE — A mesma mulher de antes gritou me segurei antes de sabe se lá o que bater na carruagem de novo logo após a pancada comecei a tirar as saias do vestido sorte que estava de calças por baixo, sim calças 

— Moça acalme-se — O cocheiro pediu ouvi o som de uma espada sendo desembainhada e peguei minha adaga indo para o fundo da carruagem 

— SAIA DAÍ — A mulher gritou e algo atravessou a janela, a cabeça do cocheiro 

 — Nos entraremos? — Ouvi uma voz infantil do lado de fora e logo um shhh a calando 

 A porta explodiu, na verdade fora arrancada e um homem passou por ela, me encolhi perto de umas cortinas para não ser vista 

 — Não tem ninguém aqui — O homem falou para quem estava lá fora, mas mesmo assim adentrou mais na carruagem

Não. Não. Não. Volte.

Fui me encolhendo para trás das cortinas, mas não fui rápida o suficiente, ele me viu e se aproximou. Droga.

 Ele chegou mais perto e me procurou de novo lancei-me por trás dele e alcancei sua garganta com a adaga a cravando na lateral de seu pescoço 

O apanhei enquanto o mesmo caia comecei a sussurrar as palavras que aprendi ainda muito nova, uma espécie de oração, para ele e para mim.

— Desculpe-me por isso — Sussurrei e atravessei seu pescoço ele deu seu último suspiro e eu o soltei 

— Papai — Uma criança chamou do lado de fora e as lágrimas escorreram em meu rosto. Tinha matado um pai de família.

 —Eu vou entrar — Ouvi a mesma mulher de antes falar — Cuide de sua irmã

Ah não!

A mulher entrou quando viu o homem no chão gritou para as crianças correrem ouvi passos se afastando rapidamente e logo a corrida de um cavalo.

— ONDE VOCÊ ESTA? — Ela gritou com a voz falha do choro 

 E então ela me achou, puxou a cortina com força e quase arrancou minha cabeça com uma flechada, não consegui me conter, ago por impulso, fiz o que meu treinamento mandava 

Quando percebi a adaga já escapava de minha mão poucos segundos depois a mulher caia morta no chão, uma adaga atravessava seu olho direito, não tive tempo de orar por ela

Me aproximei da mesma, uma boa olhada nela e no homem ao seu lado me diziam que eles eram pobres, muito pobres 

  Peguei o arco da mulher e sua capa vesti a mesma e foi até os cavalos que puxavam a carruagem 

  Mas era assombrada por pensamentos, eu havia matado 4 pessoas, não diretamente, mas sem os país como os filhos sobreviveriam? Eles pareciam jovens demais, a pobreza os mataria 

  Soltei os cavalos nervosos que acalmei antes de montar 

  Iria me arrepender muito disso 

  Limpei meu rosto na capa antes de seguir a marca dos cascos no chão 

   Segui por longos minutos, tirei a coroa que estava sendo obrigada a usar desde a morte de meu pai e as escondi nas vestes, ergui o capuz da capa escondendo meu penteado elegante e meu rosto, eu nao sabia onde estava e nao sabia quem poderia cruzar meu caminho      

  A trilha me levava para uma vila grande bem desenvolvida, mas o rastro dos cavalos me levava para o lado contrario, por dentro de um bosque.

 O lugar era simplesmente calmo, animais cruzavam o caminho com calma, nada de visao verde, nenhum dos animais ou arvores brilhava, agradecia por isso, o que acontecera naquela noite fora estranho, e sem explicação

O sol ja estava no alto quando cheguei a uma outra vila, uma vila muito pobre, as casas que abrigavam mais pessoas do que realmente cabiam eram feitas de pedra e barro, apoiadas nas arvores para que nao despencassem 

A essa hora no castelo estaríamos em um banquete, mas aqui, ninguem comia, todos trabalhavam, inclusive as crianças, alguns homens cortavam algumas arvores do bosque e as traziam ate a vila, as mulheres tiravam os galhos deixando o tronco liso, as crianças guardavam os galhos e os idosos levavam os troncos em carroças pela trilha no bosque

Apesar das idades diversas todos apresentavam os mesmos aspectos físicos, era extremamente magros, usavam roupas esfarrapadas e estavam sujos, e cansados 

- EI Rylah - Uma mulher gritou atras de mim, continuei andando - EI - Ela apareceu correndo ao meu lado e segurou meu braço - Onde vai? Teve sucesso com o principe? esses cavalos sao dele? onde esta Jeremy?  

- Perdao, nao conheço nenhuma Rylah - Sera que?.... - Estava apenas de passagem 

- Mas essa manto é dela! Onde o conseguiu? - A mulher perguntou desconfiada 

- Encontrei-o no bosque - Começava a ficar nervosa, ela estava extremamente desconfiada 

- Aram! Certo! - A mulher se afastou um pouco, colocou as maos na volta da boca e gritou - ASSASSINA 

A mulher continuava gritando, os trabalhadores da volta avaliavam a situação, alguns começavam a me cercar, nao perdi tempo, disparei por entre eles e fui em direção ao bosque com os dois cavalos

Fui perseguida por um tempo, mas quanto mais eu entrava no bosque mais longe eles pareciam estar, comecei a ouvir musica, uma musica familiar

Novamente flashs passaram por minha mente, a fogueira azul, aquela criatura, e todas aquelas pessoas ruivas, e o rei loiro

Apesar de nao querer era como se algo me puxasse ate la, minha curiosidade ainda me mata 

Nao cheguei perto o suficiente para ver o que acontecia aqui e um homem apareceu na frente dos cavalos que pararam na hora

- Olha so o que temos aqui - O homem usava tambem uma coroa de ramos, a unica diferença entre esse e o outro rei, é que, esse tem cabelos azuis e parece querer me matar - Eu fui bem especifico quando disse a seu irmao que queria qualquer sulista longe de minhas terras 

- Nao sei do que esta falando, nao tenho irmao - Falei a ele que me olhou bravo 

- Nao pense que me engana garota, voce é daquela tribo nojenta, esta estampado em seus genes - O mesmo fez cara de que vomitaria, mas nao desviou os olhos 

- Como disse antes, nao sei do que esta falando - Falei mais alto - Esta me confundindo com alguém 

-Esses cabelos loiros nao enganam ninguem garota - Ele assovio em segundos apareceu algo parecido com um tigre ao seu lado - Voce faz parte da linhagem real da tribu sulista, eu disse que mataria o proximo que aparecesse, nao é porque voce é da realeza que vai escapar 

Espera... que tribo?... linhagem real?... cabelos loiros eu sou... olhei para mim mesma, meu cabelo estava loiro, um loiro platinado, nem com muita tinta meu cabelo ficaria daquela cor

O cara maluco a minha frente começou a rir quase histericamente

- Ele nao te contou - E voltou a rir - Ah! É uma pena ter que destruir voce, mas seu irmao passou dos limites - O animal ao seu lado rosnou alto, os cavalos ficaram nervosos, e com razao - Ate o outro plano querida Erbin

 Nao sei o que me assustou mais, ele saber meu sobrenome por parte de mae, ou o tigre que vinha correndo em minha direçao 

É, eu acho que sei o que me assusta mais sim

Os cavalos dispararam pelo bosque, no meio do caminho um deles se perdeu, mas infelizmente o tigre continuava atras de mim 

Soltei a capa de minhas costas e a soltei, a mesma rodou no vento antes de cair no chao, agarrei o arco e virei de costas para o cavalo, ainda montada em seu lombo, tentava o melhor angulo possivel, mas quando o conseguia mudavamos de rota e eu quase caia em todas as vezes

Preparei o arco, a flecha posta, a corda tensa, o cavalo mudou de rota novamente 

  O tigre estava perto o suficiente, expirei tentando não perder totalmente a sanidade pronta para soltar a flecha

Eu devia ter me adiantado.

O troféu pulou, com o susto acabei soltando a corda do arco, a flecha saiu do curso, eu mirava em sua cabeça

Acertei seu peito

Mas e claro, como eu não tenho sorte nenhuma, a flechadas não o impediu de me alcançar

Ele cravou as unhas em minha coxa, me arrastando junto a ele quando caiu morto

  Imagine um gato, que quando quer escalar algo usa as unhas para se segurar, agora imagine as garras desse gato, dez vezes maior

Era isso que estava preso a minha perna, fora o animal  de 400 julia morto em cima de mim

  Minha situação estava difícil, todo esse trabalho por nada, não encontrei as crinaças

Tirei as garras do tigre de minha perna segurando as lágrimas, aquilo dois para diabo 

Assim que me livrei das quatro garras comecei a me arrastar debaixo dele

Olhando em volta constato que o cavalo não estava mais la. Escore-me na árvore mais próxima para me levantar, estava perdendo sangue rapidamente e com certeza não conseguiria andar sem apoio

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Eu estava enlouquecendo, caminhava sem direção pelo bosque procurando qualquer coisa que poderia ser comparado com um vilarejo. Tudo isso com uma dor infernal, e reclamando muito claro, estava a ficar com raiva de mim mesma 

Minha visão estava turva, e minha respiração acelerada, me apoiei em uma árvore, perdi a força nas pernas o que me fez cair deitada nas raízes abaixo

Comecei a ouvir o som do galope de cavalos, estava grava demais para pedir ajuda, eles estavam muito perto, e eu não conseguia fazer nada

Ia perdendo os sentidos aos poucos, mas tenho certeza de que antes de desmaiar ouvi cachorros, e vi nos últimos segundos um homem se aproximar, um homem de cabelos loiros platinados

O resto de que me lembro foi uma confusão, senti-me ser erguida, ouvi pessoas falando ou gritando não sei, logo eu era passada para alguém que logo começou a cavalgar

Se eu tivesse esperado o príncipe, nada disso teria acontecido.



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