História The Reset - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Error!sans, Flowerfell, Sansxfrisk, Underfell
Exibições 46
Palavras 1.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO IMPORTANTE LEIA POR FAVOR:

*Então, pra vc q favoritou a fanfic, tenho q dizer q eu acabei fazendo uma pequena mudança no capítulo 2.

*1) Frisk fim do capítulo anterior, acordou em seu quarto, porém eu mudei isso.

*2) Eu comecei a escrever e achei q enrolaria muito. E como ficaria meio chato...

*Relaxem, não foram muitas mudanças, só o fim do segundo capítulo mesmo. Se vc já viu, ótimo, pode prosseguir.

Desculpem ter feito essa mudança assim, espero q continuem gostando.

Bom, boa leitura?
É, boa leitura!

Capítulo 3 - Toriel, Impiedosa


Fanfic / Fanfiction The Reset - Capítulo 3 - Toriel, Impiedosa

A queda havia sido aliviada por uma cama de flores. Eu reconheço aquele lugar, de um sonho provavelmente. Eram ruínas.

O ser estranho não estava mais alí.

–AAAHH! – uma voizinha gritou – Quanto tempo ainda pretende ficar aí? Sai, sai de cima mim! 

–Eita! – levantei ficando de pé, e lá estava uma flor, com pétalas amassadas e outras despedaçadas. Uma raiz saiu da terra e ajudou a flor a se recompor – Ér... desculpa.

–Hum! – ele pareceu zangado – E-Espera, você é... um humano! Que diabos tá fazendo aqui?

–Olha, – olhei pra cima e a luz do sol vinha de um buraco – eu também queria saber. Devo ter "caído" – olhei o buraco a cima.

–Você caiu? Não sabe olhar por onde anda?! Ah não, você precisa sair daqui – a flor disse assustada.

–Bem – olhei novamente pra cima – por alí não dá – olhei em volta e havia uma saída – o jeito é seguir em frente – comecei a andar.

–Seguir... em frente? E-Ei! – a flor brotou do chão na minha frente me fazendo dar um passo pra trás de susto.

–Aaaaii, meu coração! – pus a mão no peito.

–Você pensa que pode ir assim? "Seguir em frente"? – ele perguntou confuso enquanto eu ainda me recuperava do susto.

–E por que não? – abaixei até o mesmo.

–Esse... uhm... lugar não é pra humanos! – ele tentou ser sério, porém pareceu fofo.

–E por que? – a flor desfez a cara fofa – A-Algum problema? – ele me encarou nos olhos.

–Os monstros eles... ah... não são muito amigáveis.

–Uhm – fiquei de pé – então esse lugar seria perigoso? – ele acenou – Bom, tenho que sair daqui, não é? E como não tem outra saida – sorri voltando a anda.

–AAH! Não seja teimosa, você vai morrer se prossegui! – sua raiz segurou minha perna, mas continuei a andar o ignorando – Arh! Ao menos... me deixe ir com você. Vai precisar de alguém que te guie.

Sorri virando pra trás e encarando a flor. Acenei e fiquei surpresa quando mais raizes sairam da terra.

–Aqui – apontei pro ombro.

–O que?

–Não quer vir aqui? – se tivesse bochechas certamente estariam infladas agora.

–Tanto faz. – sua raiz encoscou em meu braço ficando bem ao lado de minha cabeça – Então, você tem um nome?

–Frisk – falei olhando pra frente – E o seu?

–''O meu''? Ah... – ele pensou – F-Flo-...wey. – lhe encarei, minha cara dizia ''sério?''.

–Uhm – pus o dedo na boca pensando e sorri – ''Flowey, a Flor''.

–Isso é sério? – continuei sorrindo – Tsc, que seja – mas algo chamou a atenção  de Flowey – ei, o que é isso?

–Uhm? – olhei pro mesmo.

–Isso aqui, parece... uh... uma flor? – ele encarou estranho algum lugar rasgado de minha blusa.

–Onde? – de alguma maneira minha blusa já estava com furos, principalmente nos braços. Torci meu braço direito até deparar com uma pequena flor dourada em minha pele – Ué, isso não tava aqui – tento tira-la mas é em vão – Bom, seja lá o que for, temos que seguir uhm?

Flowey acenou duvidoso.

O que dizer desse momento que desentendo e já considero bastante? Ha... é, engraçado até... FRISK! O QUE TA ACONTECENDO? Eu realmente tinha algo assim gritando dentro da minha cabeça, mas me mantive calma. Era fácil, pois aquilo não deixava de ser curioso e impressionante.

Eu estava falando com uma flor e segundo ele, caminhando direto pra morte. Eu ainda estava curiosa com a flor em meu braço que não quiz sair de jeito algum. Flowey pareceu tão curioso em relação a isso quanto eu.

–Espere – ele falou – eu preciso dizer algo – esperei – Existe um monstro... não, uma. E ela é... olhe humana. Digo, Frisk. Isso não é necessario, quero dizer, prosseguir.

–Diga, o que tem ''Ela''? – perguntei curiosa.

–Um ser cruel, sem piedade – disse com receio. Voltei a andar – Ah, você nunca me escuta?!

–Pare de ser tão pessimista – forcei um sorriso. Realmente estava com medo, mas era hora pra desistir?

–Re-a-lis-ta!

–Iss-! - algo interrompeu minha fala.

–O que temos aqui, uhm? – um arrepio tomou conta do meu corpo, senti Flowey tremer. Uma respiração quente sobre minha cabeça me fez tremer tanto quanto ele. Virei devagar encontrando uma mulher cabra alta de pelos brancos com um vestido vermelho rasgado – Visita humana – ela sorriu, porém apenas ficou mais assustadora.

–D-Deixe-a em paz! – Flowey falou mas o olhar da mulher foi de encontro ao seu que baixou instantaneamente.

–Mas eu não vou machuca-la – ela segurou meus ombros – Como se chama, minha criança?

–F-... – o nome não saiu. Respirei fundo e tomei folego o suficiente – Frisk.

–Awn, que nome adorável, me chamo Toriel – engoli seco com seu sorriso, Flowey encarou a mulher com raiva mas nada disse – Que situação desagradavel, – ela disse com nojo - que tal comer algo? Descansar um pouco? Vamos, minha casa será confortavel o suficiente.

–Ca-Claro – sorri forçadamente, olhei para Flowey enquanto a mulher seguiu na frente.

–Uhm, o pior é que temos que ir, pois o único jeito de prosseguir é esse.

–Tava torcendo que não dissesse isso – sussurrei – Mas vamos lá, sem desistir.

–Minha criança? – a voz meio assustadora disse.

–J-Já vou... – seguimos caminho.

Era uma casa meio acabada, porém nada ruim. Logo de entrada se tinha a vista pra uma escada, essa que levava para algum andar abaixo.

–Oh não, – disse a mulher de dentro – acho que vou fazer outra torta. Você vai esperar, não é minha criança?

–Claro, ha...

–Ótimo, vá brincar por ai enquanto isso. – ouviu-se barulhos da cozinha. Espero que esteja fazendo uma torta e não matando alguém.

–Ótimo, – sussurou Flowey. Toriel por pouco não o deixou vir comigo – por alí! – sua raiz apontou pra escada.

–Nada surpreendente – na escada havia uma corrente na frente da passagem. Olhei novamente pro corredor e ninguém vinha – Ok.

–Shhh – acenei passando por baixo da corrente. O chão empoeirado acabou sujando meu rosto, pois tive que passar bem baixo. As correntes eram grossas e pessadas, mas certamente fariam barulho se eu encostasse.

Desci as escadas devagar e cada degrau fazia questão de ranger meio alto. No fim dos degraus um corredor escuro e longo. Flowey apertou mais ainda a raiz em meu braço, estava com medo, era certo. Devagar, cada passo ecoava no grande corredor que finalmente teve um fim.

–É por aqui – disse Flowey quando chegamos em grandes portas fechadas – O difícil, vai ser abrir.

–Não, – disse a voz logo atrás de mim. Virei rapidamente me deparando com a mulher cabra que parecia furiosa – difícil vai ser passar por MIM!

–Cuidado! – Flowey gritou quando uma bola flamejante veio em minha direção. Bola flamejante?

Deve ser um sonho, sim estou na minha cama tendo algum daqueles sonhos inexplicáveis onde não consigo acordar.

–Frisk! – Flowey gritou novamente. A bola flamejante ficou maior. Virei o braço em que Flowey estava, pra trás e antes que eu podesse correr, aquilo me acerta. Sou lançada contra a porta caindo novamente de cara no chão – E-Eu disse! Não era uma boa idéia – apoio os braços no chão – Hey, você ta bem? Se machucou muito?

–Tô... legal – estava ofegante. Fiquei de pé e Toriel veio na minha direção.

–Eu ofereço uma casa, e você foge – sua mão brilhava – ofereço comida, e você foge?! – encostei na porta quando a mesma já estava próxima – Você vai dar meia volta, vai subir novamente e poderemos esquecer isso! – ela sorriu. Fiquei sem reação. Ela baixou a cabeça abrindo passagem e apontou pra trás – vá. – disse raivosa.

Acenei que não. E acho que não foi a melhor das ideias.

–Não seja idiota! O que quer fazer? Seguir em frente? – acenei que sim.

–F-Frisk – a voz de Flowey estava trêmula – pa-pare... por aqui.

–Escute a flor – ela disse já com raiva – todo vai ser melhor, se você voltar! – Novamente, acenei que não – Sua insolente...

As mãos de Toriel se juntaram e uma grande bola flamejante veio em minha direção, seu tamanho era tanto que a largura do corredor foi tomado por ela.

–Flowey, fiquei atrás de mim!

–Você está lou-! – virei Flowey e senti metade do meu corpo arder. A porta se chocou com meu corpo violentamente e acabei pressionando a flor. O son de explosão quase me deixou surda, até que o único son escutado foi meu o estalo do meu corpo contra o chão. Flowey caiu sobre minhas costas, mas não a senti – Fi... Frisk? – disse com dificuldade.

Ofegante, tentei mecher levantar, porém não senti meus braços. A visão ficou mais embaçada e escura, e os pés brancos da mulher foi a última coisa que ví. Meus olhos fecharam lentamente. Sua utilidade foi grande, uhm? Eu disse a mim mesma. Você vai morrer assim? Que inútil.

–Na... não – o corredor escuro voltou e ouvi novamente a voz de Flowey. Toriel se afastava de costas com o punho cerrado. Não me movi, o corpo estava dolorido de mais. Olhei todo o lugar, e a grande porta havia abrido, não totalmente, só uma brecha – Flowey – sussurei baixo e levantei o mais rápido que pude, mesmo que o corpo latejasse.

–Fris-!

–Shh... – Toriel virou rapidamente a cabeça.

–Corra! E tem mais flores no seu braço! – corri até a porta empurrando com a força que tinha.

–Isso não é importante agora! – a brecha e abriu a força e a porta rangeu. Toriel estava próxima.

Passamos pela brecha e caí sentada em... neve?

O braço de Toriel ficou pra fora, tentava me alcançar a qualquer custo!

–VOLTE PRA CÁ! – ela gritou.

–Vamos sair daqui! – Flowey gritou também, mas fiquei encarando Toriel.

–Você não entende, não é?! VOCÊ VAI MORRER SE FOR! Não vai durar muito! – ela se ajoelhou parecia estar prestes a... chorar? – Volte, volte enquanto há tempo! – fiquei de pé indo até a porta.

–O-O que ta fazendo?! – Flowey disse. Segurei a grande mão de Toriel que me olhou assustada, seu olhar baixou e ela nada fez por um tempo, apenas fitou o chão meio triste.

–Você vai prosseguir? – perguntou incrédula e logo puxou a mão para dentro – Que seja, vá! Mas não ouse, – sussurrou com raiva – não ouse por os pés aqui novamente, entendeu?! – e saiu.

Me encostei na porta e Flowey se enroscou novamente em meu braço.

–Você ta bem? – perguntei.

–Hum – respondeu acenando.

Não era um sonho. O que acabara de acontecer martelava na minha cabeça. Monstros, flores falantes, poderes... tudo tentava se organizar em minha mente. Eu pensava em algo a mais; se todos os monstros daqui agissem de tal maneira, eles não eram ruins. Eram apenas sem esperança.

–Precisamos ir.

–... – Flowey respirou fundo, mesmo que eu achasse isso impossível – ok, vamos.


Notas Finais


Depois de tudo eu meio q fiquei meio perdida em minha própria fic kkk
Mas ficou d boa, ta seguindo tranquilo.
Espero q estejam gostando!
Te a próxima!!


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