História The Returned - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias It: A Coisa
Personagens Personagens Originais
Tags Alice, Amor, Ben, Beverly, Bill, Eddie, Mike, Richie, Romance, Sexo, Stanley
Visualizações 100
Palavras 3.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee! Como eu falei, o primeiro capítulo!! Não ficou tão grande como eu queria, mas dá né? Kkk. Essa história pode ser um Imagine ou somente uma história mesmo.🤡🎈
GELEURA! O JACK TAVA NAMORANDO E EU NEM SABIA😱 ELLIE EU TE ODEIO! ELE MERECE FICAR COM O FINN!! FACK FOREVER! MAS TB TEM FILLIE NÉ? MAS TURU BEM! EU VI A LIVE DELES DOIS, SW PEGANDO. FIQUEI ME ROENDO DE ÓDIO POR DENTRO 👿 BRINKS TA GALERA!
BEIJÃO E BOA LEITURA 😘🌈🌻

Capítulo 1 - The New Girl


Fanfic / Fanfiction The Returned - Capítulo 1 - The New Girl

Point Of View Bill Denbrough

Derry - Main 1992 11:57 A.M

Já se faziam mais de 3 anos em que Tinhamos "Matado" a Coisa. Também estava fazendo 3 anos em que Berverly Avia partido para casa de sua Tia. Ela sempre Mandava cartas, fotos, até mesmo cartões postais. Mas já estava de fazendo 4 meses em que não sabiamos nada sobre a mesma.

Eu já avia perguntado aos garotos se ela avia mandado algo para eles, Mas não obtive resultado diferente do meu. Bev também mandava cartas para os meninos, mas dessa vez todos nós, estavamos sem notícia alguma dela.

Eddie já estava de olho em uma garota do 9° ano. Richie tinhas seus rolos, Mike eu nunca mais ouvi falar do mesmo. Ben não sai mais da maldita biblioteca. Stanley, bem, as vezes temos aulas juntos. Mas fora isso, o nosso grupo nunca mais se encontrou. Quer dizer... Já nos encontramos sim, mas não passou de 3 pessoas. 

Nunca esqueço do meu Beijo com Beverly. Eu me senti nas nuvens, me senti tão... Esquisito, ao mesmo tempo Apaixonado. Era um misto do sentimentos. Eu estava no primeiro ano do ensino Médio e ainda estou que nem um garotinho apaixonado. 

Agora eu estou aqui, prestando atenção na aula de Biologia. Umas das piores aulas que eu tenho. Meus pensamentos foram para Beverly. Seus olhos, seu cabelo curto, que já deve estar bem grandinho. 

— Ei, Ouh! Ôh desgraça! – Stanley me cutucou nas costas. Meio que falando baixo, virei minha cabeça um pouco para trás.

— O-oque v-voce disse? — Perguntei fazendo um expressão para ele continuar. 

— Denovo pensando na ruivinha? — Ele perguntou sorrindo debochado – Cara, já te falei. Beverly já está bem crescida. Ela já enjoou de enviar cartas, fotos e a porra toda.  

Ele me avisou, revirei os olhos e me virei para frente denovo. Afim de acabar com aquele "sermão"

— Eu queria falar que me avisaram que iria entrar uma nova aluna. Vai que ela é gostosa, vai ajudar você a esquecer a Beverly. – Stanley disse. Eu me virei rapidamente para ele e o olhei incrédulo. Como ele pensa isso de mim?!

— V-voce é... é doido?! — Falei baixo — E-eu Nunca, Nunca! F-faria um negócio desse. — Me defendi e o olhei feio, ele deu uma leve risada debochada.

— As pessoas Mudam B-bill — Ele disse me chamando pelo apelido idiota que os meninos de deram.

Escuto o leve som do sinal, indicando o fim das aulas do primeiro horário. Me virei para a minha mesa, recolhendo as minhas coisas e as colocando dentro da mochila. Coloco a minha bolsa sobre o meu ombro direito e espero Stanley terminar de recolher suas coisas. 

Ele se levanta também, e caminhamos juntos até a saída da sala. Saímos dela e vimos Eddie conversando com a Garota do 9° ano. Eu ri debochado, não rindo dele, mas sim da situação que ele se encontrava. Nervoso.

Cutuquei Stanley de leve, o mesmo me olhou e eu apontei com o queixo em direção a Eddie. Ele riu também negando com a cabeça. Fomos até o refeitório, entramos na fila para pegar nosso almoço. Como sempre, peguei minha bandeja e fui adentrando mais a fila.

— Sorte hoje, Bill. Sanduíche de pasta de amendoim – Tia Lucy disse, me entregando uma maçã, o sanduíche e um suco de laranja 

— O-obrigada Tia L-lucy – Agradeço e ela sorriu simpatica. 

Me sentei em uma das mesas do refeitório, esperando Stanley. De repente uma Garota de cabelos compridos e negros, óculos de grau e olhos azuis se aproxima de mim.

— Oi.. – Ela disse me fazendo fitar aquele lindo par de olhos azuis — Eu posso me sentar aqui? E que eu sou nova aqui e... Eu não queria ficar sozinha... 

— C-claro... Pode se sent-tar. — Disse e ela abriu um dos sorrisos mais sinceros que eu já vi na minha vida. Ela se sentou ao meu lado com a sua bandeja. 

O engraçado era que, ela tinha quase as mesmas coisas que eu. O sanduíche, o suco... Pera! Até a maçã verde?! Por que ela não pegou uma maçã normal? Por que logo a verde? 

Isso é muito conhecidencia...

— E-eu ouvi falar de você... É do primeiro a-ano? – pergunto e ela me olha. Que olhos dos deuses são esses?!

— Sou sim, espero que tenha escutado coisas boas sobre mim — Ela soutou uma risada, eu somente sorri. 

Stanley veio com a bandeja em suas mãos, fez uma cara de interrogação quando viu a menina do meu lado. Mas logo abriu um sorriso malicioso, revirei os olhos.

— Oi, Eu não te vi aqui antes – Stanley chega perto da garota — Você é a...?

— Alice, Goulart... — Ela disse e sorriu.

Além de ser linda, tem o nome bonito. Eu vou acabar enlouquecendo! 

— Espero que eu não esteja atrapalhando vocês... Estou? — Ela perguntou. 

— Não! – Falei rápido — Q-quer dizer... É claro que não a-atrapalha. — Disse dando o meu melhor sorriso.

Stanley assentiu com a cabeça e se sentou na nossa frente. E me olhou com a cara de tipo "Aproveite"

Acabamos que ficamos o almoço inteiro nos conhecendo e falando sobre a nossa vida. Ela tambem tem alergia a Gatos. Ela também ama pasta de amendoim. Tínhamos várias coisas em comum. Até o sinal bater e estragar o nosso papo.

Nos levantamos e fomos até a sala de aula. Alice disse que sua próxima aula era de Química, então iríamos para a mesma sala. Stanley tinha aula de Educação física. Então era eu e Alice

Mostrei a ela onde era a nossa sala, logo depois adentrando a mesma. A professora ainda não tinha chegado, o bom era que Alice escolheria a onde sentar. Quando estavamos dentro da sala não vimos muitos alunos, alguns mexiam em alguma coisa no caderno, ou tacavam bolinhas de papel em outros. Mas quase todo mundo presente – Principalmente os meninos – Repararam em Alice.

Eu queria mostrar que já a conhecia, não sei o porquê. Então quanto estava andando Ela deixou uma caneta cair. O momento perfeito. Me abaixo para pegar a caneta, me levanto e a entrego 

— T-ta aqui, tontinha – Lê entreguei a caneta Sussurrando em seu ouvido, ela pegou a caneta da minha mão e sorriu tímida mas deu um risinho. 

Fomos até às últimas cadeiras, Ela se sentou em uma cadeira ao meu lado. Lembrando que as minhas aulas de química eram em dupla. Senti os olhares secando nos dois. Sorri com isso.

— Acha que eu terei que me apresentar para a sala? — Alice perguntou perto do meu ouvido — Sabe, eu odeio isso! 

— R-relaxa, você só tem que dizer o seu n-nome completo. — Disse e ela ficou meio aliviada. 

— Quem é a Garota Denbrough? – Alguém perguntou, olhei e vi o insuportável do Ron. Aquele garoto me irrita. 

— N-não é d-da sua conta – Disse contando ate 10 para não surtar.

— Foi mal aí, B-bill — Zombou e eu respirei pesado. — Ah, Foi por isso que Beverly foi embora. Percebeu o quanto você é Idiota. E olha só, iludindo outra. — Me levantei, já cansado disso, fechei os punhos

— O-oque V-voce disse?! – Indaguei me virando para o mesmo. Ron tinha o famoso sorriso debochado

— Calma. Respira, inspira, não pira — Alice disse baixo, sorrindo ela me puxou para baixo, fazendo eu  e me sentar no meu lugar Devolvi o sorriso.

— P-pode deixar — Disse ainda sorrindo. 

Ela tirou as mãos dos meus ombros. Senti borboletas em meu estômago ao sentir seus dedos gélidos deslizarem sobre a minha camiseta. Foi o suficiente para eu ficar arrepiado.

— Nossa, até uma garota te defende. Parece que ainda é um bunda mole – Ron disse me provocando de novo

— Da para o senhorsinho Chatinho Calar a merda da boca? Ou vai querer que eu arranque? — Me assustei a ouvir essas palavras saíram da boca de Alice

— Olha, a lindinha sabe falar – Ron Zombou. Alice revirou os olhos, o ignorando.

— P-por que está me ajudando Assim ? – Perguntei olhando Para os lindos olhos azuis de Alice 

— Você foi o único que me deixou sentar com você no almoço. Pessoas como você eu gosto de levar para a vida toda. — Ela disse e eu assenti sorrindo sem saber o que dizer – Sabe, eu gosto desse seu jeito....

— M-meu Jeito? – Ingaguei com uma cara de interrogação

— Esse jeitinho. Gago, eu acho isso fofo. Você é fofo –  Ela disse e senti minhas bochechas arderem. Ela sorriu e eu também. Ficamos nos encarando sorrindo um para o outro. Me mergulhei em seus olhos azuis. Paramos de nós encarar quando a diretora entrou a sala.

— Boa tarde a todos – A diretora disse e todos nós falamos um "Boa tarde" em coro. — A professora de vocês está com problemas de família. Contudo, vocês serão dispensados para suas casas. – A diretora disse e alguns deixaram escapar um "amém" ou "não aguentava mais"

Olhei de soslaio para Alice, que tinha um sorriso nos lábios. Sorri com a sua expressão de "Aleluia Senhor!". 

— Estão todos liberados. Ah, quem quiser esperar, irá ter um palestra do corpo de bombeiros. Daqui a 15 minutos todos devem estar no ginásio. – a Diretora disse e logo depois saiu da sala.

Olhei denovo para Alice, ela me olhava ainda sorrindo. Fitei um pouco seus lábios rosados para depois falar

— S-se Livrou D-dessa – Agora eu não sei se  gaguejei pelo meu nervosismo, ou como sempre faço. 

— Graças ao Buda – Ela disse e riu logo em seguida. Entendi que foi uma brincadeira e ri Também

— V-você vai para a p-palestra? – Perguntei observando ela guardar o próprio material.

— Vou né? A minha mãe saiu de casa, então eu ia ficar sozinha. O único jeito é ficar um pouco aqui – Ela disse se levantando e colocando a bolsa sobre o ombro

— E-entendi – Falei me levantando e pegando minha bolsa. A sala estava vazia.

— Você vai? Eu não sei a onde é o ginásio... – Ela disse andando até a porta da sala. Eu a segui

— N-na verdade, eu não ia. Mas eu vou querer te f-fazer companhia — Disse e ela deu um sorriso largo.

— Você está sendo um colega em tanto nesse meu primeiro dia de aula – Ela disse. Saímos da sala juntos, um ao lado do outro. 

— C-colega? Achei Q-que eu fosse um estranho para você. — Disse e ela soltou uma gargalhada. Revelando seu sorriso lindo. 

Aquele sorriso, aquele maldito sorriso.

— Pode acreditar, você não é não – Ela disse. Andamos o resto do caminho pelos corredores em silêncio. Não era um silêncio ruim, era um silêncio harmônico. 

Os corredores vazios, os antigos rabiscos que eu e os garotos faziam na parede. Tudo que marcava a melhor época da minha infância. Olhei para o que restou dos cartazes. Lembrei De todos juntos. Inclusive Berverly. Eu tinha que reunir essa galera de novo.

— Garoto? Garoto?! – Alice me chamou me tirando dos meus pensamentos

— O-oi? – Me virei para ela, que soltou um risinho. — Ah, M-me chama de Bill. 

— Ok, Bill. Não é aqui o ginásio? – Ela perguntou apontando para uma porta grande azul, que tinha a placa "Ginásio" 

— Ah, E-esse mesmo. – Sorri e ela empurrou de leve a porta. Fazendo um rangido meio alto. 

Consegui ver várias pessoas na arquibancada, que viraram a cabeça em nossa direção. Procurando o dono do barrulho. Minhas bochechas arderam 

— R-recuar... — Falei baixo me virando para trás. Eu ia dar o primeiro passo, mas fui virado para frente pelos ombros por Alice

— Não vai ser hoje que eu vou me sentar com pessoas que eu nem conheço – Ela disse baixo. Revirei os olhos e entrei junto dela.

Avia um grupo de pessoas ao meio do Ginásio explicando alguma coisa — provavelmente era a equipe do corpo de bombeiros — Nós caminhamos até às fileiras. Aviam Dois lugares na primeira fila, e três na quarta. Olhei para a primeira fileira da arquibancada, e Vi Eddie e Richie conversando.

Puxei Alice pelo pulso, apontei discretamente para os lugares. Ela se sentou e eu me sentei ao seu lado. Olhei para Richie ao meu lado, Sorri

— Q-quanto tempo cara – Disse meio baixo. Ele assentiu

— É mesmo, está até namorando. — Ele disse. Achei que fosse uma piada. Mas ele não sabia de muita coisa

— N-não, ela é nova na minha sala. Ela só está me A-acompanhando, até ela fazer amigos. — Disse e ele me olhou com o olhar de tipo "Uhum, sei"

— Tabom... — Ele lançou um sorrisinho Malicioso. Revirei os olhos e me virei para a palestra.

— Precisava ter me puxado daquele jeito? –  Senti uma voz doce Sussurrando em meu ouvido. Me arrepiei, fiquei estático — Em?

— D-do jeito Q-que você é lerda, Sim — Disse e recebi um beliscão. Ri da sua cara 

— Não cala essa boca não para tu ver o que acontece — Ela disse ainda baixo, ri denovo.

[...]

— Nossa, meu bumbum está até doendo de tanto tempo que eu fiquei sentada — Alice disse se levantando. A palestra avia acabado e estavam todos saindo. 

— O-o Meu também – Disse me levantando. 

— Essa palestra deve ter durado uns 50 minutos. – Ela disse enquanto andávamos até a porta do Ginásio. 

— J-já são 14:27 da tarde – Disse olhando em meu relógio de pulso

— Caralho, – Olhei rapidamente para Alice — Minha mãe deve ter chegado! – Ela disse e apressou os passos até a porta.

— Ei! M-me espera!  

Disse correndo até ela. Cheguei ao lado de Alice e saímos do Ginásio. 

— Então, escutei você falar sobre o "Grupo de Perdedores" – Alice disse — Com aquele menino do seu lado. Quando estávamos na palestra.

— S-sim, é um G-grupo de amigos antigos. P-por que? — Perguntei enquanto saíamos para fora da escola

— Por que chamam de "Grupo dos Perdedores"? – Ela perguntou. Me lembrei dos Garotos que nos azucrinavam no 7° ano. 

— A-aviam alguns Garotos que nos provocavam eu e os M-meninos. Eles sempre falavam isso. D-depois começamos a ficar mais amigos até que... – Deixei a frase morrer. Ela nunca acreditaria em um " Daí encontramos um palhaço doidão e matamos ele. "

— "Até que...?" — Ela fez gestos com as mão para que eu continuasse.

— Entrou um G-garoto na escola e ele ficou nosso amigo. T-também viramos amigo de uma garota que se chamava... B-berverly. – Disse e meu olhar pesou sobre os meus pés caminhando.

— Você gostava dela, Não é? – Alice colocou uma das mão sobre o meu ombro. 

— C-como S-sabe? – Perguntei olhando denovo aqueles olhos

— Da para ver, no seu tom de voz que você usa para falar dela. Também ficou meio cabisbaixo. – Ela disse

— E-ela se mudou para a casa da tia dela. J-já faz 3 anos...

— ...Que você Não vê mais ela, Acertei? – Ela perguntou. 

— Isso, e eu ainda sinto alguma coisa por ela... B-beverly mandava cartas, fotos, A-até cartões postais. Mas faz 4 meses que não sei mais nada d-dela. — Fitei de novo o chão.

— Entendo, já me senti assim. Mike ainda não sai da minha cabeça... — Alice disse e eu me virei rapidamente para ela

— Q-qual o nome ? – Perguntei

— Mike, por que? – Ela me olha 

— N-nada, é que E-eu c-conheco um menino chamado Mike. D-deve ser u-uma conhecidencia... — Eu disse e ela fez uma cara de interrogação.

— Aé? Como ele era? – Perguntou virando a esquina. Quando me dei conta eu estava indo para a minha casa.

— S-sem querer m-mudar de assunto, m-mas mudando. A gente está indo para a minha c-casa. — Alertei e ela fez uma espressão de desdém

— Eu também moro para essas bandas da cidade. — Fez pouco caso — Agora fala, como ele é? 

— Negro, A-alto, Forte. D-deve ser uns d-dois anos mais velho que eu. P-por que? –  Perguntei e ela perecia pensar sobre o que eu falei

— Isso é muita conhecidencia. O Mike que você disse conhecer, tem a mesma aparência. — Ela disse ignorando totalmente o que eu tinha perguntado — Mas eu acho que é coisa da minha cabeça. 

Assenti e continuamos andando em silêncio. As ruas ainda estavam molhadas da chuva de mais cedo. Olhei para Alice e ela olhava atentamente para para seus pés em movimento. Uma mecha de seu cabelo se desprendeu de trás da sua orelha, atrapalhando a visão do seus olhos azuis.

Meu subconsciente, gritava para mim colocar essa mecha no lugar. Mas como essa garotas são cheias de frescuras, imaginei que ela tiraria a mecha do lugar onde eu colocara. Fui na onda do meu subconsciente. 

Mas na hora em que eu ia colocar a mecha no lugar, as nossas mãos se encontraram. Mostrando que ela também ia colocar a mecha para trás. Ela tirou a mão de lá e eu mesmo coloquei o seu cabelo no devido lugar. 

Ela olhou para mim e suas bochechas coraram levemente, logo depois Alice sorriu. Sorri de volta. 

— Bom, eu já vou indo. – Ela disse apontando para a casa ao nosso lado. Arqueei uma sombrancelha

— V-você mora a-aqui? – Perguntei e ela revirou os olhos

— Não, só vou assaltar essa casa e já volto. — Ela falou e senti ironia no seu tom de voz — Claro né? Você disse que eu que sou "tontinha" mas você que não pensa direito — Ela disse imitando o meu tom de voz, o que me fez rir. 

— Engraçado, eu moro logo ali – Apontei para uma casa a quase na esquina da rua. 

— Bom, pelo menos somos vizinhos. – Ela disse — Mas eu tenho que ir. Se não já sabe, minha mãe vai fazer um interrogatório de por que eu não sai da escola na hora que a diretora nos liberou. — Alice disse e eu ri da sua cara de tacho.

— Minha mãe também é assim.... Então eu também já vou — Disse e ela acenou com a mão quando eu estava caminhando.

— Bill! – Olhei para trás quando eu escutei sua doce voz me chamando. Ela veio em minha direção e parou na minha frente — Obrigada – Não senti meu corpo. Paralisado, era o que eu fiquei naquele momento

Sua boca se juntou com a minha em um beijo. Minhas pernas ficaram bambas. Não sentia nada, só vontade de nunca me separar daquele beijo. Sua boca macia na minha, me dava calafrios.

Senti uma vontade imensa de aprofundar esse beijo, que não me lembrava de quem eu era. Fui pelo impulso, agarrei sua cintura e colei seu corpo no meu. Suas mãos macias foram para a minha nuca, arranhando-a de vez em quando. Segurava sua cintura com tanta força que achava que a qualquer hora íamos nos fundir... Pedi passagem com a língua e ela cedeu. 

Eu não tinha muita experiência, mas logo aprendi movimentos novos. Sua língua se encontrava com a minha diversas vezes. Até que o maldito ar tinha faltado. Terminamos o beijo com vários selinhos. Nos separamos e sorrimos ao mesmo tempo. Retirei as mãos da sua cintura e ela as mãos do meu ombro. E se afastando um pouco de mim.

— Tchau. – Falei e ela sorriu e balançou a mão se despedindo.

Virei de novo e comecei a andar até a minha casa, que não era muito longe. Sorri que nem um bobo na hora de atravessar a rua, mas meu sorriso se desfez quando vi uma coisa que eu via a anos

— Aah m-merda... – Disse para mim mesmo.

Meu coração disparou, parei meus passos na mesma hora. O balão vermelho, a coisa. Isso não deve ser possível...

Mas a quantos anos nós matamos ele, como ele voltou? 

O balão vermelho flutuava lentamente pela calçada do outro lado da rua. Olhei para frente e apressei meus passos até minha  casa. Cheguei e abri a cerquinha branca e corri para dentro. Abri a porta em um flash, fechei com certa força a porta atrás de mim. Minha respiração descompensada não ajudava em nada.

Isso não pode ser real, Isso não se passa de pesadelo...

Continua?....


Notas Finais


EAI? CONTINUA?! QUERO SUJESTÕES AI NOS COMENTÁRIOS. BJS ATÉ A PRÓXIMA 😘😍


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