História The Rising Of : Wasterfield - Capítulo 1


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Categorias 5 Seconds Of Summer
Tags 5 Seconds Of Summer, Wasterfield
Exibições 18
Palavras 1.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


(Naomi Claire Osbourne)

Capítulo 1 - Prólogo (7 de Novembro de 2014)


Fanfic / Fanfiction The Rising Of : Wasterfield - Capítulo 1 - Prólogo (7 de Novembro de 2014)

So many curious things can happen in an elevator.

Naomi

Endireito minha postura e observo ao redor, todos presentes naquele corredor acinzentado estão ocupados olhando para seus celulares, ocupados até demais para interagir com as outras pessoas. Sinceramente, não sei o que
eles tanto digitam, parece até que estão na era primitiva, pois estão curvados diante do celular, como se tivessem algum problema de visão. O silêncio ali é ensurdecedor, e aquilo já estava me estressando. Me levantei preparada para sair dali, para tomar um ar do lado de fora, talvez até encontrar o Boulevard, mas o toque de meu celular interrompe meus passos. No visor está o nome pelo qual aguardei longos 20 minutos : Jasmine. Atendo a ligação de imediato.

"Naomi! Onde você está, garota? Preciso falar com você!" Acabo
esquecendo por um minuto o porquê de estar estressada. Ouvir a voz dela é
simplesmente tranquilizante, por mais que o seu tom de voz agora não seja tão calmo assim. Jasmine Scarlet Price é uma veterana, respeitada (e temida) por todos por aqui. Honestamente, nunca me dei bem com ela, sinto que a mesma não gosta da minha companhia as vezes. Em três anos, nunca fiz questão de ser amiga dela, e não é agora que isso vai acontecer.

"No apartamento do León, esperando pelo Max. Ele ficou de me dar
uma resposta sobre os novatos, que aliás chegam hoje. Vamos nos reunir
com eles e seus advogados aqui antes só pra ler outra vez os termos do contrato que fizeram com a Boulevard Gates." Digo, lembrando-me de horas atrás, quando ele me avisara os planos para o próximo semestre. Esperei que ela dissesse isso,
mas não que seria tão rude assim. É por esse motivo em especial que eu não me envolvo com ela.

"Ah, tá." Digo, caminhando lentamente até o outro lado da sala. Quando
estou perto dos elevadores, Jennifer tosse do outro lado da linha. Olho para a sacola em minhas mãos e entendo o motivo dela ter me pedido pra ir à
farmácia em segredo; é muito orgulhosa pra admitir que está com uma doença tão banal como a gripe. Pois é.

"Será que você pode subir aqui? Tenho uma proposta a lhe fazer."
Diz ela, e eu aperto o botão ao lado do elevador.

"Claro, já estou indo." As portas metálicas a minha frente se abrem,
enquanto a veterana encerra a ligação.

Três rapazes já estão no elevador, eles são jovens, e aparentam ter
mais ou menos a minha idade, pelo tipo físico forte e aparência limpa. Após um sorriso tímido, entro no elevador, ficando ao lado de um rapaz moreno de pele esbranquiçada. Aperto o botão para o vigésimo andar, e depois volto para o lado dele. Percebo com o canto do olho que o mesmo não para de olhar para mim, com seus olhos verdes, o que me deixa constrangida por dentro.

Além do "crazy eyes" aqui do meu lado, dentro do elevador há um loiro
alto de topete, com os olhos mais azuis que eu já vi, falando sério. Esses olhos não são de um azul comum, apagado. Era como se todo o mar do Caribe estivesse concentrado ali. Simplesmente maravilhoso.
O tal loiro deve ter percebido que eu o olhei muito, já que ele sorri pra mim. Ao lado dele, um rapaz cujos olhos são castanho-claro estrala os dedos das mãos, parecendo meio nervoso. Ele também é dono de um cabelo grande meio cacheado, e bagunçado também.

Com o silêncio do elevador, fico me perguntando quando a tal banda
australiana irá chegar, não acredito que não nos mostraram quem eles são. Atrasaram 10 minutos, e cá entre nós, eu odeio esperar. Meus pensamentos são interrompidos pelo som da voz das outras pessoas no elevador. Sinto uma mão sob meu ombro direito, me virando logo em seguida.

- Oi, você poderia nos ajudar? Nós acabamos de chegar aqui. - diz o garoto dos crazy eyes. Confirmo com a cabeça, sorrindo.

- Claro, com o que eu posso ajudar? - digo, olhando nos olhos dele.
- Estamos procurando por cinco pessoas: León Boulevard, Max Boulevard, Jasmine Scarlet e...- O mesmo tenta ler algo na folha de papel que segura.

Sua testa enrijece, e percebi que crazy eyes está tentando ler alguma coisa,
mas parece não conseguir.

- Mas que porra tá escrita aqui, Luke?! Não tô entendendo absolutamente nada, é ilegível, cara." O loiro dos olhos azulados puxa o papel da mão de crazy eyes, e revira os olhos. Eu dou risada com a situação, e vejo o de cabelos bagunçados sorrir de canto.

- Tá escrito Naomi Osbourne, idiota. - diz ele, rindo e entregando de volta o papel para o rapaz ao meu lado, que enfia grosseiramente o pobre papel no bolso dianteiro da calça jeans. Sorrio ao ouvir a resposta do loiro. Se sentir útil é uma das coisas que eu mais gosto.

- Enfim... Sabe onde podemos encontrá-la? - diz o de cabelos bagunçados.

- Está falando com ela. A reunião será no vigésimo andar. - crazy eyes sorri, e
o loiro dos olhos azuis caribenhos sussurra alguma coisa no ouvido do rapaz ao seu lado, que não consigo escutar direito. Os dois dão risada, e olham para mim depois.

Já que ele não vai nos apresentar, deixa que eu faço isso. - diz o rapaz dos
cabelos bagunçados, trocando de lugar com o moreno ao meu lado.

- Meu nome é Ashton Irwin, esses são Luke Hemmings e Michael Clifford. Eles são meus companheiros de banda. - ele mal termina de falar, e eu já
reconheço a banda : 5 Seconds Of Summer.

Duas coisas : 1. Estão atrasados, e 2. Eles têm que pegar a pasta de informações antes de tudo. E, a propósito, Esquivel tinha dito quatro rapazes, não três. Falta um deles.

- Ah, mas vocês não são quatro? - pergunto, sem demonstrar muito interesse.

- Na verdade sim, mas ele decidiu vir com a sua irmã e os dois ficaram presos no engarrafamento. Ele deve estar chegando em alguns minutos. - dou um sorriso, e o elevador finalmente para.

- Venham comigo, rapazes. Lhes mostrarei a minha sala.

• • • •

Jasmine está cansada, e suas mãos percorrem a parte de trás da sua
cabeça, segurando-a. Suas pernas estão cruzadas, e há uma pasta amarela em seu colo. Ela dá um sorriso malicioso para mim de repente, e eu dou risada.

- Vi você com aqueles novatos lindos pela persiana, e aí, gostou de algum? -
Jasmine tira a pasta de seu colo, se inclinando na mesa e aguardando uma resposta da minha parte.

'Gostei sim de um deles, mas não sou idiota de te falar e você sair contando
para Deus e o mundo.'

- Não, eles não fazem o meu tipo. - digo revirando os olhos, como se não
ligasse. Eu sabia muito bem que aquilo era a mais pura mentira, mas ela nem
ao menos percebeu.

- Como você vai treinar eles: soro da memória? Remédios para força? - disse ela. Conseguiria perceber o sarcasmo em sua voz mesmo se eu estivesse
embaixo d'água. Jasmine dá risada, e eu a encaro séria.

- Claro que não, Scarlet. Vou fazer do método clássico. Sem nada disso.

No instante em que terminei de falar, lembrei-me de Joey, que estava
me dizendo que treinar celebridades para se tornarem parte da nossa
organização era uma coisa de louco, completamente impossível. Como se ele já tivesse todo o conhecimento e aptidões necessários logo no início da
Boulevard Gates.

- Quero te uma proposta: O que você me diz em troca de dois anos sabáticos, que seis meses com isso eles consigam ir a uma missão shotgun, com os veteranos.

O fato de Scarlet ter mencionado justamente a missão que nós fazemos para conseguir o título de Meddie é uma das mais difíceis. Lembro-me bem (até demais) da minha experiência traumática no dia da Rosa Branca.

Numa tentativa de afastar esse tipo de coisa, acabo pensando muito bem antes de responder, recordando minhas últimas férias, faziam 4 anos. Quatro anos sem aproveitar a vida, e com férias de 14 dias. Me parecia uma proposta irrecusável, mas pensei nas consequências, pois eu sou uma das meddies que tem o melhor desempenho por aqui.
Meu currículo é - à modéstia parte - de
dar inveja em qualquer um. E se eu não conseguir, são mais três anos com
férias miseráveis.

Um impulso toma conta de mim, e cerro os punhos quase que
involuntariamente.

- Desafio Aceito.



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