História The Rival's Eye - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amizade, Bissexualidade, Colegial, Companheirismo, Drama, Guerra, Homossexualidade, Mistério, Paixão, Pretty Little Liars, Romance, Segredos, Suspense, Yaoi
Exibições 26
Palavras 689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente... Bem esse é minha primeira fic, criei coragem para estar postando... Espero que gostem!!

Capítulo 1 - Getting In Trouble


Fanfic / Fanfiction The Rival's Eye - Capítulo 1 - Getting In Trouble

POV Matheus 

O ano letivo está prestes a começar, e eu não ainda comprei os meus materiais necessários, como livros, cadernos, canetas... Essas coisas essenciais de escola. Em minha agenda está marcado para hoje que tenho que comprá-los, sem falta. 

Tomei um banho, preparei algo simples para comer, escovei os dentes e coloquei uma roupa leve para sair. Desci as escadas e reparei que estava sozinho em casa, minha mãe deixou um bilhete sobre a mesinha de centro " Irei almoçar fora, não me espere. Beijinhos mamãe.", ela habitualmente  é misteriosa, já estou até acostumado. 

Liguei para pedir um táxi, e fiquei sentado em um banco de madeira que tem na varanda de minha casa. Um menininho muito estranho passou por mim, me encarando sorrindo, fiquei pensando que ele estava tirando sarro da minha cara. 

Entrei no carro e informei para o taxista o destino, o homem era careca e tinha feições estranhas. 

Taxista: Está  um belo dia, não? 

Matheus : Normal... Como sempre! 

Ele não aparentou ter gostado da minha resposta, mas dane-se, ele está ali só para me levar e não para ficar de conversa. 

Chegando ao meu destino desejado, paguei o taxista e saí do carro, um vento muito forte fez esvoaçar meu cabelo de forma descontrolada. 

O centro da cidade estava completamente lotado, normalmente nesta época do ano pessoas como eu, compram o que há mais de barato no mercado. As lojas estavam aglomeradas de visitantes de cidades vizinhas, como eu sei? Notei pelo sotaque. 

Passei em todas as lojas de materiais escolares, e não encontrei um caderno de uma banda que eu queria, a última tentativa era o " Iverner", onde você pode encontrar tudo o que quer, meio que um mercado negro de Blanc'wood. 

Atravessei a estreita rua, e entrei no Iverner. Lâmpadas ocidentais ofuscaram a minha visão, o cheiro forte e enjoento de incenso penetrava nas minhas narinas e fazia meu cérebro arder. 

Vendedor: Adolescentes não podem entrar! 

Passou pela minha cabeça que ele estava brincando, mas não, o olhar dele era bem sério. 

Matheus: Desculpe-me, eu só quero um caderno da banda The Vikings. Será que aqui tem? 

O homem sem expressão me olhou fixamente, e fez que sim com a cabeça, apontando para uma estante a sua esquerda. 

Meu braço arrepiou quando passei por ele, não sei o que ele tinha, mais não era uma coisa boa. Passei os dedos entre os livros mau encadernados, e encontrei um caderno empoeirado. Bem era este que eu queria! 

Matheus: Quando custa? 

O vendedor fez de conta que não me ouviu, então eu repeti. 

Vendendor: A sua alma já basta! 

Minhas pupilas dilataram, sentir cada músculo do meu corpo se mecher, ele estava ficando louco? 

Matheus: Oi? Desculpa não entendi. 

Vendendor: Quinze dólares, me pague e saia daqui o mais rápido possível. 

Eu fiquei com um pouco de medo, entreguei o dinheiro e saí dali, pois aquele ambiente estava me dando nos nervos. 

Em um beco mau iluminado pela a luz do sol, eu vi três sombras. Cheguei mais perto para observá-las, eram três garotos, dois mais altos e fortes do que o outro, e com certeza eles estavam o ameaçando. 

Matheus: Ei, deixe-o em paz!! 

Dois meninos corpulentos viraram-se para mim, e caminharam em minha direção. 

Matheus: Mecham com alguém mais velho do que vocês. 

Os garotos gargalharam, estiquei o pescoço para ver quem era o outro, porém os dois grandalhões impediram. Ouvi apenas gemidos baixinhos e um garoto choramingando. 

Matheus: Vocês não tem vergonha na cara? Batendo em um menino mais novo do que vocês? 

Não sei da onde tirei toda essa coragem, raramente eu falo com pessoas, ainda mais defendê-las de marginais. 

O mais alto: Não se meta onde não é chamado, Peter.. Vamos bater neste aqui também! 

Não sei o que faria, eles eram muito maior do que eu, mais musculosos e rápidos, então fechei os punhos e esperei "a morte". 

Eles começaram a me socar, senti cada parte do meu corpo doer, tentei me defender, porém eles eram muito ágeis, levei um soco no olho, e desmaiei... Tudo que eu vi foi um escuro penetrar em minha alma. 

 




Notas Finais


Obrigado por ler.


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