História The Rose Of Amnesia - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 5
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello, leitores! ^^

Então, essa história veio na minha cabeça então decidi escrever a Fic, não vou ter dia para postar capítulos, postarei quando estiver inspirada e já vou dar um avisinho: Essa imagem não tem muito haver com o capítulo, só achei bonita e decidi colocar :')

Bem, espero que gostem! Boa leitura para todos! ♥

Capítulo 1 - The rain, the roses and the girl


Fanfic / Fanfiction The Rose Of Amnesia - Capítulo 1 - The rain, the roses and the girl

-O-Onde estou? – A jovem questionou a si mesma enquanto olhava os arredores, a visão era linda, mas por que ela estava ali? Onde era ali? Por que estava daquele jeito? A pequena garota sentou-se na grama onde se encontrava antes deitada, e com todas suas forças, tentou levantar rapidamente, mas foi totalmente em vão, até mesmo o simples ato de piscar era cansativo para a moça, o máximo que pôde fazer foi voltar a deitar-se na grama encharcada.

 

Longos minutos se passaram, a moça encarava o céu estrelado com a expressão mais sonolenta possível, nenhum pensamento passará por sua cabeça desde que acordou, mas a dúvida do lugar onde estava não foi esquecida e permanecia em sua mente até agora.

 

-A-Alguém... Pode me ouvir? – Suas esperanças estavam acabando, os únicos sons ouvidos eram dos pingos de chuva e o vento forte que soprava, nenhuma voz humana podia ser ouvida pela moça, nada acontecia, nada se movia, e a chuva só piorava a cada minuto que passava, ela precisava sair dali, mas para onde ir? Ela então decidiu seguir caminho para longe da floresta, precisava chegar na cidade, precisava pedir ajuda a alguém, alguém de bom coração que a ajudasse, mas qualquer movimento seu era em vão, ela realmente precisava de ajuda, não conseguiria sozinha...

 

-Senhorita? Você está bem? – Uma voz masculina foi ouvida a alguns quilômetros de onde a enfermeira se encontrava, um belo rapaz de cujos cabelos tinham a cor do mel, surgiu do meio dos grandes canteiros de rosas, a jovem só pôde se encolher com sua presença, não sabia se suas intenções eram boas, mas as palavras saíram automaticamente de seus lábios:

 

-Me ajude, por favor! – Ela implorava para o tal homem, já podia sentir as lágrimas fujonas descendo por seu rosto macio, o medo era tudo que sentirá, e sua única chance era rezar para que ele pudesse ajudá-la.

 

-Não se preocupe, eu vou te ajudar. Qual é seu nome? – A questão do rapaz ecoava na mente da enfermeira, o nome? Mas que nome? Qual era seu nome? Seus olhos inchados observavam a face encharcada do homem que se encontrava agachado em sua frente, a única coisa que podia fazer era chorar inda mais, nem seu próprio nome podia ser lembrado no momento. – E-Eu... Não sei!

 

-O que? Como não sabe seu próprio nome? Bem, isso não vem ao caso, o que aconteceu com você?  - Outra pergunta impossível de responder havia sido feita pelo jovem, os estrondos dos trovões só atrapalhavam mais ainda os pensamentos da moça, nada, absolutamente nada havia acontecido, mas não tinha jeito de explicar para ele.

 

-Eu... Eu acordei aqui, não sei o que aconteceu, preciso de ajuda! – As preces da moça tocaram o coração do rapaz, que passou sua gélida e molhada mão no rosto no mesmo estado da garota, o mesmo aproximou seus lábios até a orelha da enfermeira e disse:

 

-Vai ficar tudo bem, confie em mim. – A voz grossa e rouca do rapaz fez a pequena enfermeira se arrepiar até o último fio de cabelo, pela primeira vez, a moça sentiu segurança desde que acordou, o rapaz parecia boa pessoa e ela tinha alguma certeza de que ele de fato ajudaria.

 

No mesmo instante, a chuva diminuiu e o céu estrelado começou a esclarecer, a luz da lua fez com que os olhos de rapaz brilhassem ao olhar para o rosto da moça, os dois se encaravam tranquilamente, o seu medo tinha desaparecido.

 

-Muito obrigada, senhor... – A moça abraçou o próprio corpo por conta do intenso frio que sentia, e ao ver a cena a sua frente, o rapaz imediatamente envolveu a enfermeira em seus braços e a levantou da grama molhada.

 

-Por favor, me chame de Marcos. – Um lindo e radiante sorriso surgiu nos lábios do rapaz, a moça ficou completamente sem expressão, apenas retribuiu o sorriso tentando ser o mais formal possível. – E como posso te chamar, dama? – Ela olhou desapontada para o chão, não conseguia lembrar nem de um simples apelido ou algo do tipo, e as lágrimas rolaram por seu rosto mais uma vez.

 

-Me perdoe, mas eu realmente não sei! – A doce voz da moça foi abafada por soluços intermináveis, o rapaz nem sequer podia ver a cena, ver uma criança tão pequena e bonita chorar era de partir o coração.

 

-Hey, fique calma, eu estou aqui... – Ao enxugar as lágrimas da enfermeira como forma de consolo, o rapaz começou sua caminhada para algum lugar, que era completamente desconhecido para a moça. Marcos é gentil... Ele me salvou... Vou ajudá-lo em tudo que precisar... Esses foram os últimos pensamentos da moça antes de cair em um sono profundo mais uma vez.

 

[...]

 

-Dama, está na hora de acordar! – Os pequenos olhos da enfermeira sem abriam lentamente ao som da tranquila voz de Marcos, o loiro sorria ao ver a pequena esfregar os olhos como se fosse uma bebêzinha sonolenta.

 

-Bom dia... – A moça pronunciou em um tom baixo, logo depois olhou ao redor até perceber que estava deitada sob um sofá muito aconchegante, a casa onde se encontrava não era um palácio de ouro, mas também não era uma barraquinha, e sim uma casa muito bonita, porém simples.

 

-Está com fome? Eu preparei o café da manhã! – O loiro ditou animado, parecia que nunca tinha visto uma mulher na vida, a pequena soltou algumas risadas baixas diante de toda sua animação.

 

-Estou sim... Mas não precisa fazer tudo isso por mim, já vez mais que o necessário apenas me tirando da chuva... – As bochechas da morena nunca estiveram tão vermelhas quanto naquele momento, não queria abusar da bondade de Marcos, mas no fundo não queria sair de perto dele.

 

-Não diga besteiras! Você é minha nova hóspede, devo te tratar muito bem, e não vou deixar você sair por aí sem rumo, eu disse que vou te ajudar, é o exatamente o que farei! – Marcos ditou sério, tão sério que fez a moça se encolher com o tom de sua voz, ela apenas assentiu com a cabeça e se levantou do sofá, ficando sentada em frente a Marcos, que por mais sério que parecesse, ainda era muito, muito bonito.

 

-Desculpe... Eu só preciso ir ao banheiro primeiro, pode dizer onde fica? – A moça estava apertada, além de faminta e com sede, realmente não era um dos melhores dias. Durante alguns minutos, começou a pensar em algo para Marcos a chamar, e tudo que passava por sua cabeça eram as rosas da noite passada... Rosas... Rosa... Rose! Rose era perfeito, não era um nome muito comprido e era fácil de decorar, mas quando foi contar sua grande ideia ao loiro, foi interrompido pela fala do mesmo:

 

-O banheiro é bem aqui ao lado... - Ele apontou para uma porta branca e detalhada bem próxima aos dois, a moça, que agora decidiu ser chamada de Rose, levantou-se e caminhou lentamente até o banheiro para fazer suas higienes matinais. Marcos seguiu para cozinha, a espera da garota pela qual tinha um carinho muito grande, mesmo tendo a conhecido poucas horas atrás. Qual será o nome? Deve ser um belo nome, assim como a própria dona dele, não sei muito sobre ela, e aparentemente nem ela sabe... O que posso fazer por enquanto? Posso ajudá-la o máximo possível, posso não, eu quero ajudá-la... Mas... Por quê?



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