História The Rotten Joke Made By a Damaged Jokester - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 3.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito Mr. J nesse capítulo.

Capítulo 8 - Wanna Hear a Joke?


Fanfic / Fanfiction The Rotten Joke Made By a Damaged Jokester - Capítulo 8 - Wanna Hear a Joke?

Asilo Arkham - Ala de segurança máxima -  Cela 0801 


- Paciente 4479... aqui, The Joker - Allan, o covarde segurança mexicano diz a outros dois homens que o acompanhavam no corredor cinzento da região mais perigosa e sombria do asilo, eles param em frente a cela onde o principal criminoso de Gotham ficava preso, Allan cruza os braços e fica parado em frente a porta - Muito bem, quem vai ser o nosso herói?  

Os homens olham entre si, esperando algum corajoso para realizar a horrível missão de entrar na cela do Coringa. Obviamente ninguém se prontifica. Eles não são tão tolos assim, já ouviram as diversas histórias de pessoas corajosas que ousaram se meter com ele, mesmo que com uma "boa" intenção.

- Acho que você deveria ir, afinal, convive com ele diariamente. Ele deve se sentir mais a vontade com você do que com qualquer um de nós, desconhecidos e armados - disse um dos homens, cruzando os braços, imitando a pose de Allan.

- Qual é o problema de vocês? Acham que ele é um cachorro? Ele é um louco psicopata, não se intimida com desconhecidos e armas, não interessa quem você seja ou o que esteja segurando, você é um qualquer irrelevante do mesmo jeito. Somos só pedaços de carne para aquele animal, e além disso ele é mais inteligente que todos nós juntos, racional, ele não vai te matar ou te ferir só porque está na cela dele. Olhe para mim, o vejo todo santo dia e ainda estou inteirinho. Mas é claro que isso não significa que sou imune a sua maldade ou que ele goste de mim - diz o mexicana, calando a boca de todos e mostrando por um breve momento não ser só um pateta ridículo.

- Está bem. Eu faço. - diz um de pele bronzeada, os cabelos claramente descoloridos, dando um passo a frente ficando ao lado de Allan que imediatamente deu de ombros e balançou a cabeça positivamente, talvez o parabenizando pelo ato.

A porta velha da cela foi aberta, Allan, o oxigenado e mais um grandão entraram na cela enquanto os outros ficaram fora. Três pares de olhos percorriam o local a procura de Joker os mesmos se arregalaram ao ver o ser de cabelos verdes, vestindo uma roupa laranja, pendurado de costas em duas argolas de ferro que ficavam presas ao teto. Mais uma conquista da Dra. Quinzel, que insistiu ao diretor que deixasse alguma coisa para seu paciente passar o tempo, com a autorização do velho, ela mandou instalarem na cela seu antigo equipamento de ginástica que usava para treinar em casa na época do ensino médio.

Ao ouvir o barulho da porta sendo batida com força, os pés descalços encostam no chão, as mãos tatuadas são soltas dos ferros, ainda de costas, o nariz reto funga fortemente, sentindo o cheiro do medo que exalava no ambiente, os lábios vermelhos são puxados em um sorriso macabro, o corpo branco se vira, fazendo os três coitados parados, ao verem os intensos olhos azuis, sentirem um calafrio crescendo na espinha, o coração acelera, e a vontade de sair correndo cresce dentro do peito a cada passo que o palhaço dava.

- Ora, ora. Parece que eu tenho visitas. Querem alguma coisa? Um chá talvez? - Joker diz, esbanjando sarcasmo em sua frase. O loiro abre a boca para dizer alguma coisa mas é rapidamente calado por Allan - Por que estão tão sérios? Não gostam de chá? Posso oferecer também um café, ou talvez... o que acham de sangue? Podem escolher qual de vocês que vai ser o doador.

- Já chega, Joker. Estamos aqui para te buscar. - Allan diz e abre uma maleta, pegando de lá uma seringa.

- Oh, vamos dar um passeio, estou animado - assim que o criminoso para em frente a eles, o bronzeado de cabelo oxigenado, dá um passo para trás, batendo com as costas no vidro que neste horário se encontrava escuro.

- Se quiser chamar de passeio... não posso garantir que vai ser divertido, mas seus gostos são peculiares - Allan puxa os braços de Coringa e o outro homem o algema - Fique parado -  diz o latino aproximando a seringa do braço do palhaço, que fechou os olhos ao sentir o líquido entrar em suas veias, o causando sensações semelhantes ao que uma criança sente ao comer uma barra de chocolate. Do mesmo modo que o chocolate deixa as crianças mais agitadas e felizes, a droga ma seringa não possui nenhum efeito em Joker além do prazer, isso foi um dos benefícios adquiridos por ele com seu passado misterioso. E é claro que Allan sabia disso, o que seria do maior criminosos de Gotham sem ter seus meios de ajuda espalhados pela cidade? - Vamos leva-lo antes que o efeito passe - ele diz para os outros dois homens, fingindo estar alheio de que o medicamento não tinha porra nenhuma de efeito no maníaco.

Enquanto fingia estar calmo e dócil por conta do líquido da seringa, Joker era arrastado por pelo loiro e pelo grandão em uma direção da qual Allan estava os guiando, passando pelos corredores era possível se ver os olhares admirados dos outros pacientes perante ao rei de Gotham com a cabeça abaixada e corpo mole.

Ao chegar em frente a mais uma típica porta das salas de consulta de Arkham, que estava sem seguranças, Allan a abre, fazendo sinal para os rapazes entrarem com o Coringa e o colocarem em uma cadeira, em frente a ele havia um policial sentado, o observando. Os outros se retiram da sala, o mexicano vai até a porta e segura na maçaneta.

- Estamos aqui fora - ele diz antes de bater a porta, deixando o criminoso e o policial sozinhos.

- Gordon te mandou aqui, huh? Por que ele não veio? Está velho demais para brincar? - Joker diz apertando os olhos enquanto abre seu tão famoso sorriso

- Gordon está em uma semana muito ocupada, o crime não para em Gotham só porque você foi pego novamente - diz o policial tentando provocar o de cabelos verdes - Pego duas vezes em menos de três meses? Não acha que está meio amador pra quem se diz o rei de Gotham, o príncipe palhaço do crime? 

- Tá tentando me provocar, é? Eu não faria isso se fosse você. Sabe, quem ri por último ri melhor - olhando para o gorducho, Coringa tem uma pequena lembrança de um passado não muito distante.


Dia de um grande assalto a uma enorme joalheria de Gotham, capangas por todos os lados, dessa vez todos com as máscaras iguais, enquanto Joker atirava em toda sombra que sentia ao seu redor, os homens mascarados pegavam as pesadas sacolas com todas as jóias possíveis, do lado de fora, os outros eram destinados a colocarem as jóias dentro das três vans e ficar de olho para caso da polícia ou do morcego aparecer. Porém, Zack foi o único que percebeu a aproximação indesejada, conseguindo assim avisar o chefe que cuidou de tudo com muita dor e sangue. Joker percebeu os olhares do capanga para uma bela ruiva, e decidiu dar um pequeno presente ao único competente da noite.

- Pode ficar com ela - diz Coringa ficando de frente para Zack, o olhando com superioridade. Os olhos do garoto receberam um brilho intenso e seu rosto foi iluminado com um sorriso bobo, Joker revirou os olhos e bufou, saindo de perto do mesmo. Tão patético. Porém se lembrou de algo e se voltou novamente para o capanga - Só uma noite. Depois quero que de um fim nela. E aproveite porque eu não vou ser bonzinho assim novamente.

Mas assim que descobriu que a garota era filha de um policial, decidiu ele mesmo dar um fim a garota, do jeito que ela e a família estúpida dela merecem, com muita dor e humilhação. Tem alguma coisa pior para uma mulher do que ser estuprada e encontrada morta nua? 


- Aliás, como foi o enterro de Sophia? Teve que ser caixão fechado, não é? Sinto muito por isso, mas ela não calava a boca, eu precisei cala-la de alguma maneira, costurando foi a melhor ideia - o policial ficou vermelho de raiva com as palavras do palhaço, ele apartava suas mãos embaixo da mesa, se controlando para não fazer uma besteira. Ao perceber isso, Joker ri e o provoca mais - Oh, não fique assim, ela foi muito útil antes de partir, Zack se divertiu tanto com ela. Ele guarda aquela calcinha até hoje.

- Eu iria sugerir que calasse a boca, mas vejo que é impossível no seu jogo de provocações e brincadeiras. Talvez eu que devesse costurar a sua boca.

- Acho que não, sou eu que faço isso, você só sofre. Minha missão no mundo é instalar o caos por cada chão que eu colocar meus pés, já a sua, é ser um idiota sofredor pro resto da sua vidinha. Mas como eu sou um bom homem, vou te dar o privilégio da escolha, seu próximos sofrimento vai ser por causa de quem? Sua mulher ou sua filhinha? 

Sangue de barata é algo que poucos otários possuem, e o policial não é um deles. Ao ouvir os comentários crueis do Coringa em relação a sua família, o homem gordo não conseguiu conter seu corpo tomado pelas chamas e atacou o de cabelos verdes, o pegando pelo pescoço, se aproveitando das mãos algemadas, para joga-lo no chão e distribuir socos pelo seu rosto pálido, que agora se encontrava vermelho pelo sangue escorrendo, o mesmo porém, gargalhada com cada batida forte que seu corpo sofria, como que se não sentisse dor, não se importando com o sangue entrando em sua boca. Joker enlaçou suas pernas na cintura do outro, o puxou para baixo e lhe deu uma joelhada no estômago, o fazendo cair ao chão, gemendo de dor, o palhaço rapidamente se põe de pé em frente ao homem encolhido ao chão, chuta o rosto e o corpo do mesmo por diversas vezes, quando o vê com os olhos quase fechados, cospe o sangue que estava em sua boca na cara do policial, ele se agacha e pega, com muita facilidade para um homem algemado, o revólver que o outro escondia. 

- Quer ouvir uma piada? -  Joker  diz ao se levantar e aponta a arma para a cabeça do homem - Um homem, tolo e trouxa quis se pagar de justiceiro, quis dar uma de Batman e achou que poderia vingar a morte de sua filha mais velha com o maior criminoso de Gotham, se aproveitando enquanto ele se encontrava preso, algemado e "indefeso", mas ele se esqueceu que não se deve brincar com o rei, e o que aconteceu? Ainda não sei, mas vamos descobrir agora, garanto que vai ser cômico.

Segundos depois, do lado de fora da sala foi possível se ouvir dois disparos seguidos, os três homens imediatamente entraram na lugar, encontrando Joker de pé com o rosto ferido, o policial caído ao chão por cima de uma poça de sangue e o revólver ao lado do corpo.

- Ai meu Deus, que mer... - o loiro começa a dizer até que mais dois tiros são ouvidos, seu corpo e o do grandão caem ao chão, atrás deles, Allan abaixava sua mão com a arma. Coringa ri ao ver a belíssima cena que aquela pequena sala se tornou.

- Bom trabalho - Joker diz enquanto se aproxima do capanga que solta suas algemas, o fazendo massagear seus pulsos em seguida - Tenho mais uma missão para você. Peça ao Jonny Jonny que te entregue aquilo. Só diga isso, ele vai saber o que é, depois que estiver em suas mãos quero que me traga, você tem até terça feira. Não me decepcione ou serei obrigado a usar meus brinquedinhos com você. Entendido? - ele dá um tapinha no rosto do homem enquanto o olha fixamente.

- Sim, chefe. Se me permite perguntar, o senhor não vai fugir? 

- Claro que vou, mas não agora, tenho outros planos. Ah, vai ser algo épico, não posso simplesmente fugir sem deixar minha marca, não tem graça nenhuma. Agora, trouxe o que eu te pedi? - Coringa pergunta e Allan confirma com a cabeça, o entregando uma mochila, o palhaço a abre e confere o que se encontra dentro dela, achando maquiagens, uma peruca e uma roupa de faxineiro - Bom garoto. Limpe essa bagunça, eu vou dar uma voltinha.

 

                  Gotham's Mall 

Harleen segurava duas sacolas de uma loja de lingerie na mão enquanto se dirigia ao seu carro no estacionamento do shopping, ela não conseguia tirar da cabeça aquela roupa que havia desenhado, senhor Coringa vai adorar, ele sempre a comparava com Arlequim, a fantasia ficaria perfeita no corpo da doutora, ela havia acabado de sair do ateliê onde encomendara a roupa, entregou seu desenho, escolheu as cores e tirou as medidas de seu corpo, sua intenção era deixar aquilo sexy sem precisar mostrar muita pele, por isso havia optado por um modelo extremamente justo, que realçaria todas as curvas bem modeladas de seu belo corpo, Harleen estava um pouco aflita em relação ao chapéu, as chances de ficar parecendo uma palhaça com aquilo eram enormes, mas espera... essa é a intenção. Uma palhaça, para combinar com seu palhacinho e o fazer cair de amores por ela, o que a doutora pensava já estar acontecendo. Qual seria a reação dele ao ver ela vestida no traje justo de palhaço? Ela apostava que a calça dele ficaria tão apertada que ele teria de dormir pelado,  e claro, sua mão trabalharia bastante durante a noite. Controlando a vontade de sair gritando e pulando, Harleen entra no carro, colocando as sacolas no banco do carona e fechando a porta, se permitindo então soltar um gritinho agudo de animação por pelo menos uma vez na vida as coisas estarem dando certo.

Ao chegar em casa, Quinzel vai até o banheiro, onde prepara a banheira para tomar um longo e relaxante banho, enquanto espera a água encher toda a profundidade da banheira, Harleen vai até a cozinha e pega uma maçã e vai até o closet já escolhendo a roupa que iria usar para trabalhar segunda-feira. A doutora deixa o que sobrou da maçã em cima de alguma cômoda qualquer no quarto para depois joga-la fora, e voltar para o banheiro encontrando a banheira cheia, ela começa a se despir e prende os cabelos loiros em um coque alto, entrando na banheira em seguida.

A água estava quente e gostosa, Harleen aproveita o momento para depilar suas pernas, ela estava extremamente vaidosa  últimas semanas, escolher a roupa três dias antes de usa-la? Para só mais um dia de trabalho? Não. Você precisa gostar muito de uma pessoa para querer tanto assim impressiona-la, como é possivel em tão pouco tempo Joker já ter deixado a doutora tão boba e apaixonada? Pelo que Quinzel sabia, o palhaço não possuia nenhum poder, então como ele havia conseguido faze-la ficar tão vidrada nele? Será ela era tão tola e ingênua assim?

Trabalhar com o Sr. Coringa era ainda mais difícil e desafiante do que os treinos de Harleen antes de seus campeonatos de ginástica, ela sentia um frio na barriga quando começou a competir e se apresentar, mas essa sensação foi passando conforme adquiria experiência. Com Joker era totalmente diferente, eles já tiveram várias consultas, já se beijaram diversas vezes, já até transaram, mas as borboletas continuavam fazendo festa no estômago da psiquiatra toda vez que pensava nele. 


(...)

Sentada no sofá vermelho da sala, Harleen folheava seu antigo diário, lendo os relatos de sua adolescência sentiu uma única lagrima escorrer de seus olhos azuis para seu rosto, ela passa as mãos pelas bochechas limpando qualquer vesrigio de tristeza e rasga todas as páginas escritas, deixando o diário todo em branco. Como não podia contar para ninguém sobre seus sentimentos por seu paciente, a doutora decide escrever sobre essa nova fase de sua vida no diário. Essa nova fase chamada Joker.  Harleen pega uma caneta azul e começa a escrever tudo o que estava preso em seu coração. 


Quando recebi a proposta para trabalhar com Joker, por mais que eu achasse que seria um caso muito intrigante, fiquei com o pé um pouco atrás, sabia que estaria correndo perigo e achava que ele não passava de um louco alucinado, não espera que fossemos ter um diálogo realmente interessante e nem que eu fosse me encantar tanto por seu jeito. Logo na primeira consulta reconheci que ele era diferente do que era falado, sua aparência que muitos diziam ser assustadora, para mim era bela e exótica, um homem cativante, sensual, bem humorado, aterrorizado pelo passado, escondido atrás de sua loucura. Meus momentos com Mr. J me mostraram o quanto o mundo que vivemos é estúpido e hipócrita, ele me fez enxergar as coisas de um modo diferente, me fez enxergar a realidade, tudo o que ele diz, por mais sem noção que possa parecer, faz todo o sentido. Ele foi o único homem que fez meus olhos brilharem, que me tratou de um modo que eu ache que deveria ser tratada, que não me fez sentir vontade de cuspir com nojo na cara dele, por mais que seja um criminoso, um assassino, ele só quer fazer o mundo rir, ele é alguém incompreendido e desprezado pela sociedade, não quer seguir as regras e os planos que o governo implanta e muito menos o padrão que as pessoas exigem, ele quer seguir suas próprias regras, fazer seus próprios planos, vestir o que quiser, fazer o que quiser, ser quem quiser. Isso é uma das coisas que eu mais admiro dele, sua personalidade forte e impactante, acho que não me encomodaria em viver em uma sociedade comandada pelo Coringa, mesmo sabendo que seria um completo caos. Suas palavras, seu cabelo, seus elogios, seus olhos, suas piadas, seu sorriso, seu jeito de viver, tudo isso foi responsável por me fazer sentir o que sinto hoje. Sim, eu, Dra. Harleen Quinzel estou apaixonada pelo Coringa. Estou apaixonada pelo meu paciente. E eu vou fazer de tudo por ele, nem que para isso tenha que me tornar igual a ele.





 







 



Notas Finais


Desculpe pela demora, semana de recuperação trimestral.

Hoje faz um mês que eu postei o primeiro capítulo ♣♥♦♠

Até o próximo

Bjs

V. Wolf

♦♦♦♦


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