História The Savior - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Liam Payne, Lily Collins, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Anjos, Demonios, Magia, Romance
Exibições 6
Palavras 2.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Powerful


Fanfic / Fanfiction The Savior - Capítulo 15 - Powerful

Emma tomava banho enquanto cantava alguma música que ela não sabia o nome. Justin a chamara para sair e ela aceitou, tentando esquecer de toda a confusão anterior. Ela ainda não acreditava, mas sabia simplesmente que ignorá-lo não era a solução e tampouco seria o melhor a fazer, pois ela sentiria falta dele. Durante os poucos minutos do banho, ela assistiu a um pequeno filme de todos os acontecimentos entre ambos naquele curto espaço de tempo. Nem um mês havia se passado, mas ela estava decidida e sabia o que sentia por Justin. Mesmo que fraquejasse, teria que pensar bem e colocar tudo em uma balança, mesmo que para isso tivesse que omitir um pouco o que realmente pensava; isso evitaria que ela o magoasse antes de tomar a verdadeira decisão sobre tudo.

“Mensagem: Justin: Te pego daqui a quarenta minutos, pode ser?”

“Mensagem: Emma: Claro!”

Ela já havia excluído o sobrenome de Justin, ele talvez tivesse feito o mesmo. Não haviam mais enganos, eles eram somente Emma e Justin. Para ela, não havia mais necessidade daquela formalidade.

Ele também achava isso.

“Mensagem: Justin: Te amo muito, nunca esqueça disso.”

Emma encarou a tela do celular, mas não quis responder. Mesmo que preferisse omitir um pouco a verdade, isso não significava que ela queria mesmo mentir. Sim, ela sentia algo por Justin e isso era certo. Mas, para uma pessoa que nunca amou, como seria sentir isso pela primeira vez?

Ela colocou um vestido simples, de alça fina e que ia até um pouco acima dos joelhos. Colocou uma gladiadora pequena, que ia somente até um pouco acima de seu calcanhar. O cabelo estava solto e ela não viu necessidade de fazer nada nele. Passou somente blush e gloss, agradecendo mentalmente por sua pele não ser muito oleosa. Passou um perfume que Henry lhe dera, mas que ela jamais tivera oportunidade de usar. Queria saber se Justin perceberia a diferença.

Enquanto isso, Justin estava nervoso. Ele se sentia assim porque não tinha nenhuma ideia de como Emma reagira à situação anterior. Claro, era algo difícil e surreal; ele não esperava que fosse fácil acreditar. Estava indeciso, não sabia se usaria uma camisa social jeans ou preta. Preferiu a segunda opção.

Ajeitou os cabelos recém-cortados em um topete. Sentia-se como um garoto da faculdade. A barba estava feita e o sorriso estava muito mais espontâneo. Seus olhos tinha um brilho natural e ele parecia estar mais bonito. Como ouvira dizer, o amor pode deixar as pessoas mais bonitas. Olhou seu reflexo infinitas vezes, até decidir que estava pronto. Passou o mesmo perfume de sempre, pegou seus pertences e foi em direção ao carro. Era um belo modelo, e atendia todas as suas poucas necessidades e preferências. Entrou no mesmo e deu a partida. Passou em uma floricultura e teve uma ideia. Desceu e avistou uma senhora que deveria ter cinquenta anos. Ela, educadamente, sorriu e o cumprimentou. Ele retribuiu o gesto. Pediu que ela fizesse um buquê com rosas de diferentes cores. Ela pediu que ele esperasse um minuto, e assim ele fez. Olhou ao redor e percebeu que a rua não estava muito movimentada, em pleno sábado. Talvez fosse apenas porque queriam descansar, e era praticamente final de ano. A senhora logo voltou com as flores, e Justin agradeceu, pagou o dinheiro e voltou. Checou o relógio, estava no tempo certo; não gostava de se atrasar. Continuou seu caminho sem pressa, e percebeu que o dia estava mesmo parado. Haviam poucas pessoas nas ruas, e as que estavam ali andavam rapidamente, como se tivessem pressa. Ele chegou logo à casa de Emma, e foi muito bem recebido por Henry.

-Como está, meu filho? –Henry o abraçou e deu leves tapinhas em suas costas.

-Estou bem, e o senhor?

-Estou ótimo. Mas sei que está ansioso, a Emma está no quarto. Pode subir.

-Obrigado. –Justin subiu as escadas e bateu na porta do quarto.

-Papai? O Justin já está lá embaixo? Já vou... –Justin abriu a porta. –Oh meu Deus Jus, são lindas. –Ela colocou as mãos na boca, surpresa.

-Que bom que gostou. –Justin entregou as flores para Emma, que sorriu. Ele a beijou sem aviso prévio, matando a saudade que sentia.

Naquele instante, Emma esqueceu de todos os pensamentos anteriores. Esqueceu da omissão de fatos que pretendia fazer, e da sua incerteza sobre o que sentia.

-Eu te amo. –A curta frase jamais tinha sido tão verdadeira para ela.

-Te amo mais. –Justin sorriu e a abraçou.

-Nós vamos para onde? –Emma sorriu. –Escolhi a roupa certa?

-O local é surpresa, mas você está perfeita. –Ele deu um sorriso de lado. –Sou muito sortudo.

-Acho que a maior sortuda aqui sou eu. –Emma deu um selinho nele. –Já podemos ir? Estou ficando curiosa.

-Claro, mademoiselle. –Justin pegou a mão de Emma e ambos foram em direção à porta. Henry não estava mais na sala, então Emma presumiu que estivesse em seu quarto, descansando.

O caminho foi silencioso, porque Justin queria que ela olhasse atentamente cada local até o ponto principal. Assim ela o fez. Estava calada e prestava atenção em cada mínimo detalhe. De repente, Justin parou em um parque abandonado. Não era muito bem cuidado, mas era bonito. Parecia ter sido um tanto maltratado pelo tempo, mas continuava com um ar de beleza natural. Justin puxou sua mão e a guiou. Andaram um pouco, até chegarem em um local que parecia ser uma floresta. Emma estava confusa, mas não disse nada. Pararam em um local específico. Justin molhou os lábios e olhou para ela. Suas mãos estavam suadas.

-Foi aqui... –Emma sabia do que se tratava.

-Justin, você não precisa fazer isso.

-Sim, eu preciso. –Ele continuou. –Foi aqui que eu caí. –Emma observava-o atenta. –Eu pedi ao meu amigo Ryan para que me ajudasse. Ele fez algo que eu não vi por estar de costas, e minhas asas sumiram. Não doeu, e sobrou apenas esse buraco. –Ele apontou para as próprias costas. –Eu dei adeus para ele e prometi que só voltaria quando encontrasse você. Eu caí por muito tempo, não sei bem quanto. Então, senti a terra molhada no rosto. Também não doeu, embora devesse. Deus sentiu, mas mesmo assim Ryan contou a ele sobre a minha queda. Ele ficou feliz, porque ninguém teria a mesma coragem. Mas era o contrário. Eu tinha medo, eu tinha medo de ficar em um lugar no qual um Demônio fosse o ser idolatrado. Eu tinha medo que aquela criatura tomasse conta de todos os mundos e pessoas e seres bons fossem afetados por isso. Eu tinha medo de que tudo isso se esvaísse pelas Trevas que ele pretende criar, e está conseguindo. Esse foi o meu impulso.

-E agora?

-Agora eu só preciso que você entenda e aceite isso. Caso isso não aconteça, não há nada a ser feito. Eu estou aqui para isso, eu posso provar que é verdade. –Ele localizou a árvore na qual se apoiou para ficar de pé após a queda. Sorriu. Colocou a mão dela ali, junto à sua.

Emma viu tudo, e sentiu o medo e o desespero que Justin sentira. Sentiu a terra molhada em seu rosto, apalpou a grama com ele. Justin sentia-se do mesmo jeito que naquele momento, e isolou-se do resto do mundo. Quando a visão acabou, ambos retiraram suas mãos.

-Justin? –Ele olhou para ela. –Eu acredito. Eu senti isso tudo, eu senti! Eu... Isso é insano.

-O que quer fazer? –Ele a olhou, curioso.

-Eu não sei se vou conseguir, Justin.

-Claro que consegue, Emma! Você foi destinada a isso, por forças maiores, mas maiores que tudo o que você conhece! O Destino determinou a sua vida, cada pedacinho disso... E você se tornou essa pessoa maravilhosa apenas porque já estava predestinada a ser, assim como fui mandado por ele para que mais uma etapa da sua vida seja concluída, a maior delas... A etapa que você nasceu para viver.

-Justin...

-Eu sempre estarei aqui. –Ele a beijou.

-Mas que bela cena. –Uma voz rouca e grave surgiu, interrompendo ambos. Uma sombra se aproximava de ambos, enquanto anoitecia.

Um homem moreno surgiu, com um sorriso vitorioso no rosto. Justin sentiu algo que o fez saber exatamente quem ele era, e pôs-se à frente de Emma. Queria protegê-la.

-Eu não sei qual foi o nome que você adotou para morar nesse mundo, mas você está enganado se pensa que não sei quem é.

O homem bateu palmas.

-Parabéns, anjinho. Cadê seu Senhor? Ah, esqueci. O meu Mestre o prendeu.

-Eu estou avisando, afaste-se dela.

-Ou?

-Ou eu acabo com você e com todos eles. –Justin apontou para um vazio. Ele sentia que haviam mais Demônios ali. Mas ele não esperava que houvesse mais um ali atrás. Ele puxou Emma.

-Justin! –Ela entrou em pânico.

-Podemos ir embora ou você quer continuar fingindo que tem poderes? Nós sabemos que você é só mais um humano, pequeno Justin. Seu corpo frágil não aguentaria poderes, estou errado?

-Você também não os tem, então podemos lutar. E me poupe desses apelidos, mesmo porque percebo que você é o menor aqui. –Zayn riu.

-Você é bem menos esperto do que eu achei que seria. –Os outros homens se revelaram, e eram dois. Havia outro, mas esse estava segurando Emma; ela estava desesperada.

Zayn desferiu um soco no rosto de Justin, que não fraquejou. Repetiu o golpe, e acrescentou mais dois socos no estômago do homem. Zayn deu-lhe um chute no joelho, depois um soco no queixo. Ele ficou zonzo, então caiu.

“Mestre, me ajude.”

Os outros dois juntaram-se a Zayn e continuaram batendo em Justin, que permanecia no chão. Emma gritava e sua voz escoava pelo local.

“Mestre, me ajude, por favor.”

Justin fechou os olhos, achando que havia perdido toda a missão. Porém, a dor cessou por um momento. A cena havia pausado, e ele sentiu alguém acariciar sua cabeça. Era Ryan.

-Eu estou aqui.

Justin abriu os olhos e sentiu-se mais forte, a dor tinha ido embora. Quando o moreno ia dar mais um chute, ele o afastou com uma rajada de luz. Todos os outros também se afastaram, quase cegos.

Emma soltou-se do loiro que a puxara e abraçou Justin, mas a luta ainda não tinha acabado.

-Ah, o anjinho ganhou ajuda? –Ele riu.

Justin afastou Emma e ficou em sua frente, protegendo-a. Cravou a mão no peito do homem e puxou seu coração, apertando-o.

-Veremos se permanecerá forte.

Zayn não esboçou nenhuma reação.

-Corpos são apenas corpos.

Zayn pulou em Justin, sedento por sangue. Socou a boca do mesmo, que devolveu o golpe. Os outros Demônios avançaram na direção de Emma, e Justin conseguiu derrubar Zayn a tempo de tentar distraí-los.

Mas o mesmo loiro de antes conseguiu escapar.

Emma gritou alto, mais alto que antes. Tentou se proteger com os braços, instintivamente. Naquele momento, derrubou todos os homens com uma rajada de luz que emanou dela, e não de Justin.

-Mas como... –Zayn resmungou.

Emma flutuou no ar, então descobriu o rosto. Dali, conseguiu arrastar o corpo de Zayn para longe. Ele se bateu em uma árvore. Sua boca sangrava, assim como boa parte de seu rosto. Ela fez a terra tremer, e os outros homens voaram. Depois disso, voltou para o chão. Pegou a mão de Justin e fechou os olhos. Eles estavam no carro.

-Emma, como...

-Eu não sei. Eu não sei como eu fiz aquilo! Eu só comecei a flutuar e pensava no que queria fazer com eles, então aconteceu! –Ela começou a chorar, com medo de si mesma. –Eu não quero que isso aconteça de novo, eu... Eu não sei o que posso fazer sem querer, eu posso machucar alguém, eu... –Justin a abraçou.

-Calma, amor. Você não vai machucar ninguém. Ryan estava lá, ele me disse isso. Vai ver, ele ajudou você.

-Eu não sei Jus, eu tô desesperada.

-Melhor você não voltar para casa hoje. Eu ligo para seu pai e peço para que durma na minha casa, e você veste uma camisa minha. Eu coloco essa roupa para lavar e a terra sai, certo? –Ele sentiu a camisa molhar.

-Tudo bem.

-Vamos sair daqui. –Justin colocou o pé no acelerador e ambos saíram dali rapidamente.

Zayn viu isso de longe.

-Algum dia eu irei conseguir... Nem que eu precise de toda a eternidade para isso. –Ele resmungou e foi embora, antes que o percebessem ali.


Notas Finais


Capítulo prontinho pra vocês, espero que gostem ❤


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