História The Savior - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Liam Payne, Lily Collins, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Anjos, Demonios, Magia, Romance
Exibições 19
Palavras 2.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Lewis brothers


Fanfic / Fanfiction The Savior - Capítulo 16 - Lewis brothers

Emma acordou com dor de cabeça. Virou-se e viu Justin dormindo. Sua expressão era tranquila e ela queria ter uma câmera por perto; ele estava fofo. Ela estava usando uma camisa dele, e sentiu o cheiro da gola: Era maravilhoso. Tinha cheiro de sabão e do perfume dele que ela mais gostava. Ela se sentia estranha, tinha dormido até sem calcinha. Justin foi atencioso demais com ela, e em nenhum momento desgrudaram-se. Ela se sentiu protegida. Passara a noite em seus braços, com a cabeça em seu peitoral nu.

Ela saiu do quarto e foi até a cozinha, procurando algo para fazer o café da manhã. Lembrou-se de quando Justin fizera panquecas e escolheu o prato, imaginando o sorriso em seu rosto ao se lembrar daquilo.

-Qual era mesmo o sabor preferido dele? –Perguntou a si mesma. –Vou colocar chantilly e calda de chocolate! –Decidiu.

Ela começou a preparar as panquecas enquanto assobiava baixinho uma música qualquer, daquelas que simplesmente viciam a sua mente. Pegou os ovos, a farinha e tudo o que iria precisar. Pôs-se ao trabalho. Naquele momento, vinham à sua mente apenas os momentos bons com Justin, mas um flashback curto do dia anterior também decidiu aparecer. Ela fechou os olhos, ainda misturava os ingredientes. Doía a maneira como ela se sentia perseguida por aqueles homens a todo momento, e ao mesmo tempo ela se assustava com seus próprios poderes. Justin dissera que aquela era a primeira manifestação real deles, e que viriam com mais força ainda. Mas ele, um Anjo, não tinha poderes. Então, por que logo ela teria?

Ela abriu os olhos e respirou fundo. Seu dia tinha começado muito bem, e ela não queria que ficasse de outro jeito. Focou nas panquecas, tentando esquecer todo o resto. Sabia que não fugiria daquilo por muito tempo, mas o pouco tempo que conseguisse era o que ela precisava. Usaria para criar momentos felizes com Justin.

Ao terminar, colocou tudo numa bandeja que encontrou e foi em direção ao quarto. Ao chegar lá, Justin ainda estava dormindo feito pedra. Ela colocou a bandeja em cima de uma escrivaninha e subiu na cama. Se ajeitou para ficar por cima de Justin e, delicadamente, beijou a bochecha dele. Sua tática funcionou e ele foi acordando, com um sorriso no rosto.

-Bom dia, meu amor. –Sua voz era rouca, e ela não sabia se poderia ser mais linda.

-Bom dia! –Emma deu um selinho nele e desceu empolgada da cama, pegando a bandeja. –Eu estava te devendo uma.

-Oh meu Deus! Achei a mulher perfeita! Linda, gostosa, inteligente e ainda é prendada!

-Idiota! –Emma riu, tentando disfarçar suas bochechas vermelhas. –Melhor comer logo, antes que esfrie. –Ela disse enquanto colocava a bandeja ao lado de Justin.

-Panquecas! –Ele falou alto, animado. –Te amo, você sabe né?

-Sim, eu sei. Agora... ATACAR! –Emma pulou na cama e pegou uma panqueca, devorando-a com prazer.

Ambos riram, comeram e se divertiram. Emma tinha realmente esquecido toda a confusão acerca de si mesma, enquanto estava com Justin. Ele tinha esse efeito incrível sobre ela.

(...)

-Nós precisamos afastá-la daquele imbecil, e talvez poderemos enfraquecê-la. –Zayn sugeriu.

-Pensa comigo: Se ela conseguiu “ativar” –Niall fez aspas com os dedos –os poderes dela somente por causa dele, isso é sinal de que podemos usá-lo para que esses poderes estejam a nosso favor.

-Boa, Niall! –Harry sorriu. –Concordo com ele; precisamos pedir a Cupita alguma forma de conter o poder dela para que ela mesma não saiba usar, e assim poderemos resolver o resto no Céu.

-E, dessa forma... Com Justin sem poderes, precisamos apenas de alguém com disposição suficiente para sequestrá-lo e trazê-lo... Como um espião.

-Isso é fácil! Antes mesmo de vir, já havia visto muitos humanos ruins e perversos. Lembram-se de quando viemos sugar nossas primeiras almas? –Louis perguntou. –Lúcifer nos mostrou muitas pessoas perversas por aqui, e, só acrescentando uma coisa, o sangue dessas pessoas é o melhor.

-O plano está sendo formado... –Zayn deu um sorriso perverso. –Hoje você está se superando, Niall.

Ninguém respondeu.

-Certo, vamos reformular: Damos um jeito de pagar alguém para sequestrar Justin e avisamos a Emma de um jeito que ela tenha que vir até nós; preparamos uma armadilha e colocamos algo nela que contenha seus poderes para ela não conseguir usá-los. Depois, entregamos ela e Justin a Cupita e acabamos com nossa missão. É isso? –Liam disse.

-Gostei. –Todos responderam em uníssono.

-Então está decidido. –Zayn deu um sorriso perverso, novamente.

-Agora vem a pergunta: Quem será o sequestrador de aluguel?

-Isso vocês deixam comigo. –Zayn sorriu, balançando o telefone que estava em suas mãos.

Ele se retirou da sala sem nenhum aviso, mas já estava habituado a isso. Discou um número e esperou até que o homem atendesse.

-Alô?

-Sou eu. –Zayn disse, com a voz grave e rouca.

-A que devo a honra, Malik?

-Preciso de um favor.

-Hum, trabalho sujo?

-Claro.

-Pode deixar. Já sabe qual é o meu preço, né?

-Claro, e eu já o tenho em mãos.

-Então já posso adiantar que nosso negócio está fechado.

-Encontre-me no lugar de sempre, às 20h. Estarei com roupas pretas, não se atrase ou perderá sua recompensa e a cabeça. –Zayn desligou na cara do homem e guardou o celular no bolso. Estava tudo indo bem, e ele pensava dever tudo aquilo apenas a si mesmo.

(...)

Um menino loiro dos olhos azuis brincava com seu amigo, outro loiro; seus olhos eram cor de mel.

-O que você acha de jogarmos um pouco? –Theodore Lewis perguntou.

-Acho ótimo. –Simon Lewis respondeu.

Os irmãos eram unidos, desde o começo. Tinham chegado até os 12 anos e meio sem nenhuma grande briga entre ambos. Eram gêmeos, gêmeos totalmente diferentes, e isso era aparente desde suas faces e corpos até as personalidades. Mesmo assim, ambos eram como um só.

Após a morte de Jennifer Lewis, o pai dos dois trabalhava para distrair a mente. Os dois entendiam o lado dele, mas mesmo assim se sentiam tristes porque perdiam muito do que o homem poderia lhes oferecer. Já não os divertia mais com piadas ou jogos infantis, tampouco os colocara para dormir uma única vez após o ocorrido. Sua matéria permanecia conservada, mas a alma tinha ido embora quase em seu total após a partida do grande amor de sua vida.

Arthur Lewis era um homem vazio, e suas perspectivas de vida limitavam-se a manter a sua mente ocupada para evitar o suicídio. Dessa maneira, seus filhos não seriam completamente órfãos. Tinha desistido de construir mais empresas como a que já tinha (e que fazia muito sucesso), perdera a vontade de ser bom e afundava-se gradualmente na escuridão. Costumava doar, todos os anos, 45% de seu ganho individual para instituições de caridade. Isso manteria a imagem de sua mulher viva naquele lugar. Ela sempre doara parte de seus bens, desde quando eles não tinham tantas condições de vida; ela se virava fazendo algumas coisas, pois ajudar os outros era manter a bondade divina na qual acreditava em seu coração.

A mulher não estava mais nas paredes dos outros cômodos da casa, mas habitava o quarto no qual costumava dormir todas as noites. Arthur sabia que isso o colocaria ainda mais para baixo, mas sentia-se menos sozinho à noite se tivesse a imagem da mulher ao seu lado. Os meninos nunca entravam ali, por ordens dele próprio. O quarto permanecia trancado e somente as funcionárias de limpeza tinham as chaves; ele não queria que os meninos passassem todas as suas vidas da mesma maneira que ele, pois eram jovens e o luto condenaria as longas vidas que tinham pela frente.

Ambos não tinham muitos amigos, e os poucos que tinham eram da escola na qual estudavam. Um colégio interno, do qual viam-se livres apenas durante as férias. Era mais uma barreira que o pai criava para não ver neles as expressões bondosas e doces que Jennifer tinha. Ele não percebia, mas estava doente de amor; e não queria se curar. Necessitava daquele sentimento, pois mesmo que toda a esperança fosse destruída, ainda havia o desejo de eternizar o seu amor. Talvez, assim, ele a encontrasse aonde quer que fosse, quando já não estivesse mais no mundo cruel dos humanos.

Simon tinha o rosto de um menino que começava a amadurecer; isso se devia tanto à puberdade quanto à sua maturidade natural. Era um aluno aplicado, e tentava sempre impressionar o pai. Sua beleza tinha os traços do mesmo, incluindo seus olhos castanhos claros que lembravam mel. Começava a mostrar o quanto seria um homem atraente e inteligente, igual ao pai.

Theodore era um menino mais infantil e puro, além de puxar os traços de Jennifer. Tinha um jeito mais tímido, que sumia quando estava perto do irmão. Era um aluno dedicado, mas o que o distinguia mesmo entre todos os outros era a sua bondade, e a gentileza; claramente marcas de sua mãe. Tinha um jeito doce, compreensivo e prestativo que sempre encantou os adultos. As crianças também, mas estas não sabem muito bem qual é o valor de qualidades como as que ele tinha. A puberdade também mostrava seus efeitos nele, mas parecia que nem aquele acontecimento destruiria a pureza que ele tinha.

Simon mexia com as meninas mais inteligentes, que sonhavam com garotos maduros (e cavalheiros), mas que pudessem ser maduros também na aparência. Sua voz já engrossava e seu corpo já mudava, fazendo muitas delas suspirarem.

Theodore conquistava as garotas sonhadoras, porque era o exemplo mais perfeito de um homem que seria carinhoso, amoroso e gentil. Muitas delas encantavam-se com suas feições de menino e com a fofura que suas atitudes possuíam. Ele era um completo cavalheiro, e conseguia cativar a todos. Era, de certa forma, muito inocente; mas até isso lhe favorecia. Enquanto a maioria dos meninos pensava somente em garotas mais velhas, ele não dava muita bola para isso.

Simon pensava em uma menina mais velha. Era uma menina ruiva um ano mais velha que ele, mas que parecia ser dois anos mais nova. Mesmo assim, era linda. Ele andava suspirando por ela, nos cantos da casa. Durante os intervalos, podia vê-la com as amigas (e as vezes seus olhares eram retribuídos por ela). Depois disso, somente nos dias seguintes. As alas masculinas e femininas eram separadas, para que não houvessem sentimentos entre meninos e meninas e tampouco se misturassem. Isso não era aprovado na época.

Mas, mesmo assim, ele queria saber mais um pouco sobre ela...

(...)

Um novo Anjo chegava no Céu. Justin, que tinha sido convocado pelo próprio Deus, tinha a missão de recebê-lo e mostrar a ele o que realmente era aquele lugar. Se fizesse bem aquilo, conseguiria mais um amigo celestial e também garantiria que Deus teria muito mais confiança nele, era fantástico! Ele estava aguardando o “novato” chegar, ansioso. Não demorou muito e Justin percebeu que uma claridade apontava a chegada do mesmo, então aproximou-se devagar. Ao perceber quem era, assustou-se.

-Não pode ser... –Ao ouvir sua voz do outro, o recém-chegado virou-se.

-Simon? –Ele sorriu. –Pensei que nunca mais fosse encontrá-lo, irmão. –Ele o abraçou com força, deixando lágrimas de emoção caírem.

-Ei, eu estou aqui. –Ele respondeu. –Eu nunca mais irei me separar de você, prometo.

-Eu te amo, Simon.

-Também te amo, Theodore.

Ambos permaneceram ali por muito tempo, matando a saudade. Justin não quis ser chamado de outra maneira pelo irmão, então era Simon novamente. Dessa vez, ser chamado daquele jeito não lhe trouxe nenhuma dor.

Enquanto apresentava o céu a Theodore, Simon sorria contente e perguntava a si mesmo se o Mestre já sabia de tudo aquilo. Ele mesmo dizia que não era tão onipotente e misterioso quanto o destino, mas ao falar de si mesmo tentava sempre não mostrar-se superior. Isso era admirável, embora muitas vezes deixasse o Anjo confuso.

-Simon? –Theodore perguntou.

-Oi. –Ele virou e olhou o irmão.

-Esse lugar é mesmo tão bom quanto dizem? –Ele perguntou, inocentemente.

-Não. –Disse, e viu seu irmão ficar confuso. –Pode ter certeza de que é mil vezes melhor.


Notas Finais


Oioioi meus amores, aqui está um capítulo prontinho! Bem, pra quem tinha dúvida sobre a relação entre Justin e Niall creio que esse capítulo explique bem o início da amizade de ambos. Beijos! <3


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