História The Second Argent - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural, Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Allison Argent, Benfeitor, Bobby Finstock, Breaden, Chris Argent, Danny Mahealani, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Kate Argent, Ken Yukimura, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Meredith Walker, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Natalie Martin, Noshiko Yukimura, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski
Tags Allison Argent, Argent, Banshee, Benfeitor, Derek Hale, Dylan Sprayberry, Hale, Isaac Lahey, Kate Argent, Kira Yukimura, Kitsune, Liam Dunbar, Lobisomem, Lydia Martin, Malia Hale, Natasha Argent, Scott Mccall, Selena Gomez, Stiles Stilinski
Visualizações 1.087
Palavras 1.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem do Cap <3


Capítulo mudado ✔

Capítulo 2 - Welcome to Beacon Hills


Fanfic / Fanfiction The Second Argent - Capítulo 2 - Welcome to Beacon Hills

Natasha Argent

Airport, Beacon Hills

Assim vejo pela janela minúscula daquele avião, Beacon Hills, a cidade que que agora passaria minha vida. Havia uma pequena esperança em meu coração que agora, finalmente, minha vida tomaria um rumo diferente de antes.

Obviamente que eu sentiria saudades de meus dois confidentes, mas nessa nova cidade ninguém me conhecia, o que me dava a oportunidade de me portar como eu bem entendesse. Agora, eu poderia ser quem eu quisesse.

O avião logo aterriza e após meu desembarque, vou em pegar minhas malas. Após alguns longos minutos, as obtenho e sento-me em um banco.

Como que eu poderia encontrar meu Tio, se nem ao menos eu sabia como ele era.Eu o conhecia, afinal durante um tempo eu estive aqui, mas depois de quase 10 anos, mas claramente ele não era o mesmo. Provavelmente já teria adquirido cabelos brancos, rugas dentre outras coisas.

Assim permaneci algum tempo, mas logo minha atenção foi atraída para um grupo de adolescentes, que continha três garotas e três garotos. Todos conversavam, porém prestavam atenção no movimento ao seu redor.

— Eu estou lhe dizendo, Lydia... Eu não sei como ela... — Começou uma garota morena de cabelos curtos com um corte despojado, olhos marrons, estava usando um vestidinho preto com uma meia calça branca, uma bota marrom e um cinto caramelo na cintura, segurando a mão de um menino loiro de olhos azuis, que era muito bonito, na minha humilde opinião.

— Allison! Ela é sua prima, como é que você não a conhece? Não tem ao menos um foto dela? Isso é um absurdo! Não concorda comigo, Malia? — Diz a tal Lydia para Allison, que me lembrava minha prima.

Lydia usava um vestido florido azul marinho com uma blusa jeans por cima e uma bota cano curto bege, cruzando os braços, e um garoto branquinho, de cabelo preto espetado, com pintinhas na cara, para ao seu lado, junto a uma garota de cabelos compridos com californianas loiras, de camisa roxa, shorts com a bandeira dos EUA e de all-star preto, concorda e, antes que pudesse falar algo, é cortada pela japonesa.

— Deixe-a. Quantos anos você não a vê mesmo? — Diz ela que estava abraçada com um garoto de queixo torto. A mesma usava um vestidinho xadrez rosa e preto, com uma meia calça e uma bota da mesma cor.

— Obrigada, Kira. — Diz Allison, assim canso-me de observar o grupo e me aproximo caminhando lentamente em sua direção, assim que chego atrás da mesma, cutuco seu braço. — Sim? Posso ajudar? — Ela me pergunta e em resposta, lanço-lhe um sorriso.

— Acho que sim... — Falo e todos me observam com um olhar que eu diria ser confuso. — Você, pelo que pude ouvir se chama Allison e eu gostaria de lhe perguntar seu sobrenome. — Esfrego nervosamente minhas mãos. Consigo sentir meu rosto quente e minhas mãos ficam molhadas pelo suor.

— Meu sobrenome?  —  Pergunta ela, se virando totalmente para me observar.

— Quem é você e porque quer saber?  — O garoto loiro que segurava sua mão pergunta.

— Por que, meu nome é Natasha e eu queria saber se você é a minha prima.  — Pergunto passando os olhos sobre todos ali.

As expressões deles, cada uma era diferente, mas em sua maioria eram; confusos, alegres ou neutros. Antes que eu pudesse complementar minha frase ou pensar em algo, Allison me abraça, apertando-me quase tirando meu fôlego. Sorriso e a abraço de volta, desajeitadamente.

— Nossa... Você está linda. — Fala ela se afastando alguns centímetros de mim, para que pudesse me observar. Sorrio para a mesma alegremente. — Como você cresceu... — Allison fala e volta a me abraçar, quer dizer, me apertar, mas desta vez me levantando do chão.

— Alli...son... Não... Consigo res...pirar... — Falo suplicante e a mesma me coloca no chão rapidamente. — Cadê o Tio Christopher? Quem são estes? — Pergunto confusa.

— Meu pai ficou em casa arrumando seu quarto. E esses são meus amigos e namorado. — Ela fala alegremente e a ruiva,Lydia, vem a minha frente.

— Sou Lydia... Martin... É um prazer te conhecer Natasha. — Ela fala sorrindo — Adorei seu estilo. — Completa, estendendo a mão, eu a aperto sorrindo.

— Bom... Vamos agilizar... Essa é Kira Yukimura — Fala, apontando para a japonesa. — Scott McCall, que é o namorado de Kira — Para o garoto de queixo torto, que sorri — Esse é o Stiles Stilinski. — Aponta para o garoto moreno de pintinhas. — E a namorada dele, Malia Tate. — A garota de californianas sorri para mim, que retribuo o sorriso. — E, por último, meu namorado Isaac Lahey. — Ela fala, apontando para o loiro ao seu lado, que faz um gesto com a cabeça.

— É um prazer conhecer vocês. — Falo sorrindo para eles, que retribuem. — Vamos? — Pergunto enquanto pegava minhas malas.

— Vamos! — Allison responde, enquanto me abraça de lado e me puxa para andar. Seus amigos ajudaram-me a levar minhas malas até os carros.

...

Eu fui no carro de Allison, junto com Issac e Lydia, enquanto Malia, Kira, Scott e Stiles foram em um jipe, que Stiles o abraçava o tempo todo. E logo que chegamos a um prédio, os meninos me ajudaram com as malas novamente e juntos, subimos para o apartamento.  

Assim que chegamos à minha nova casa, Allison entrou gritando no apartamento me puxando. Nem consegui fazer nada ou falar, pois meu tio Chris surgiu de Nárnia e me abraçou, quer dizer, me apertou e me levantou, imitando os movimentos de Allison mais cedo.

Não sei se foi a emoção de reencontrá-los ou a falta de ar, mas comecei a chorar novamente. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar sobre tudo. Mas logo senti falta de Victoria, pois nessa hora, seria à hora que ela chegava e oferecia comida. O que obviamente não aconteceu, não consegui ver ela. Chris não falou dela, nem de minha mãe.

Pensando na dona Kate, não a vi e nem quadros. Antes, as salas que eram cobertas por quadros de família, hoje se encontravam vazias, ou simplesmente com fotos de Allison com Chris ou com os amigos.

— O que eu perdi? Nesse longo tempo? — Eu pergunto para Allison fazendo com que todos se virem para me olhar. — Digo como vai a Tia Victoria ou minha mãe, pois na carta só falava de você e o Tio Chris. — Pergunto e percebo que o olhar alegre de Allison se transforma em um olhar de tristeza. O que me deixou desesperada, eu amava a tia Victoria e mesmo com tudo o que minha mãe tinha feito, eu a amava.

— Allison... Diga-me que minha mãe e minha tia não morreram, por favor... — Choramingo sentindo lágrimas lentamente escorrendo por meus olhos.

— Nath... Desculpe-me... — Ela fala, sinto meus joelhos tremerem, minhas lágrimas aumentavam. Meu coração estava partido, as duas pessoas que eu mais amei, agora estavam mortas. E nem ao menos eu sabia como é que havia sido.

Fecho meus olhos, deixando com que o sentimento de perda se ponderasse de mim, parecia que meus demônios seguiam-me não importa Aonde eu tentasse fugir. Sinto grandes mãos em meu ombro, abri meus olhos e vejo Tio Chris que parecia ao máximo não chorar.

— Achei que não gostasse de Kate por... Você sabe… O que ela fez — Ele fala e se ajoelha em minha frente no sofá, levantando minha cabeça, fazendo-me o olhar.

— Ela é minha mãe, por pior que seja, faça ou fez... Quando ela me mandou morar com meu pai, nos primeiros dias que fiquei lá, ela me mandava cartas falando que era uma questão de tempo e logo eu voltaria para cá... — Falo, e Allison me puxa para ficar de pé. — Como ela morreu? — Pergunto, olhando Tio Chris, que faz uma cara triste e se levanta.

— Foi um acidente com... — Allison começa a falar, mas eu entendo, ela morreu pelo que ela caçava. Morreu por um lobisomem.

— Eu sei... Ela morreu pelo que ela caçava. — Falo fazendo com que todos arregalam os olhos.

— Você sabe? — Chris pergunta — Digo, das caçadas? — Ele pergunta e eu concordo.

— Pra você falar na frente deles, significa que ou são algum tipo de sobrenatural ou são caçadores... E, respondendo sua pergunta, sim eu sei, desde que eu me entendo por gente, minha mãe quis deixar bem claro que ela caçava lobisomens. — Falo e eles olham para Scott, e eu o olho também.

— Bom... Sou um lobisomem... — Diz Scott, transformando seus olhos castanhos em vermelhos intensos.

— Legal pra você. — Falo, sei que Allison não andaria com o assassino de minha mãe ou meu tio não andaria. Eles me olham com cara de dúvida e de espanto. — E vocês? — Pergunto passando os olhos em todos.

— Kira é uma Kitsune, Malia, um Coyote, Lydia, uma Banshee, Isaac e eu somos lobisomens. — Scott fala e eu olho para Stiles.

— E o Stiles? — Pergunto, ainda o olhando

— Olha... Fui possuído por espírito maligno. — Ele fala, cruzando os braços.

— E agora? — Pergunto cruzando, também, meus braços.

— Bem melhor. — Ele fala e eu dou uma risada.

A tristeza loga toma meu corpo novamente ao olhar para uma foto perto da porta de minha tia Victoria, aquela foto tinha todos. Tia Victoria e Tio Chris abraçados e felizes, por incrível que pareça, minha mãe sorrindo amavelmente para mim, que estava agarrada com Allison. Eu me lembro desse dia que a foto foi tirada. Allison estava triste, pois tinha caído de sua bicicleta. Lembro-me que não sai de seu lado enquanto não a fizesse rir.

Meus tios amavam essa amizade que eu tinha com Allison, assim como minha mãe. Eramos uma familia perfeita. Lembro-me da brisa gelada que arranhava minha pele, as gargalhadas que Allison dava e os infinitos cliques que a câmera antiga soltava. Quando aquela foto foi tirada eu não percebi, mas ela passou a ser a minha favorita, principalmente agora que Victoria e minha mãe se foram.

— Natasha, você está bem? — Allison perguntou-me fazendo com que me virasse para olhá-la.

— Eu… Eu não sei… Eu estava pensando na minha mãe e na tia Victoria… — Minha voz era quebradiça, dando a entender que logo choraria novamente. — Eu só… — Minha voz morreu bem ali, abaixei minha cabeça sentindo lágrimas descerem pelos meus olhos cansados. Eu nunca teria paz, pessoas ao meu redor, sempre morreriam.

— Eu vou ali na cozinha, Nath. — Allison murmura e a sinto se levantando, juntamente com o tio Chris.

Logo eu estava sozinha novamente na sala, levantei meus olhos e vi a todos por uma pequena brecha na porta. Levantei-me e caminhei até a janela, segurando meu colar firmemente.

Senti-me presa naquela casa, meus pulmões se fecharam. Tinha essa impressão quando alguém falava de mim, era estranho, mas para mim estava normal. Bom, deveria estar

Meu coração acelerou, a sala se tornou menor. Isso nunca havia acontecido posteriormente, o que estava errado. Eu me sentia errada. Não peguei nada, apenas caminhei até a porta. Eu precisava de um tempo, as notícias das mortes tinham, realmente, me abalado, mas agora eu me sentia estranha. Meus sentidos me mandavam sair e era quase insuportável a sensação que eu sentia no meu peito.

Após passar pelo aro da porta, eu corri. O batimento de meu coração acelerava, de uma maneira que eu estava seriamente pensando que poderia sofrer um ataque cardíaco a qualquer instante.

Assim que pisei meus pés na rua, algo pareceu me guiar. Minha mente que tanto pensava como que poderia ter sido a morte de minha tia e minha mãe. Eu precisava de um tempo, um tempo para que pudesse digerir e aceitar as mortes.


Notas Finais




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