História The Second Argent - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural, Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Allison Argent, Benfeitor, Bobby Finstock, Breaden, Chris Argent, Danny Mahealani, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Kate Argent, Ken Yukimura, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Meredith Walker, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Natalie Martin, Noshiko Yukimura, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski
Tags Allison Argent, Argent, Banshee, Benfeitor, Derek Hale, Dylan Sprayberry, Hale, Isaac Lahey, Kate Argent, Kira Yukimura, Kitsune, Liam Dunbar, Lobisomem, Lydia Martin, Malia Hale, Natasha Argent, Scott Mccall, Selena Gomez, Stiles Stilinski
Visualizações 967
Palavras 1.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, vocês estão gostando da fanfic?

Capítulo 3 - What I do?


Fanfic / Fanfiction The Second Argent - Capítulo 3 - What I do?

Natasha Argent
Christopher House

Depois que fugi do apartamento sem destino, só seguindo meus instintos. Corri para a floresta, eu me sentia diferente, mas era um diferente bom. Mesmo que eu estivesse sentindo o sentimento de perda, algo parecia ter mudado dentro de mim. Bom, não sei explicar muito bem, mas era como um poder se aflorasse ao interior de meu corpo.

Continuei a correr, não olhava por onde passava, mas afinal, na floresta tudo era parecido deixando que eu me perdesse facilmente.

Quando dei por mim, estava a frente de uma árvore partida. Era uma grande árvore. Sentei-me em seu tronco partido enquanto fechava meus olhos, não sei ao certo quanto tempo passei ali, sentada refletindo sobre minha vida.

Apenas quando dei-me conta, estava escuro. Vagalumes voam ao redor de mim, pensei em meu Tio e Allison se estavam preocupados Comigo. Penso em Jullie e Matheus, como é que estavam na Inglaterra, será que sentiam falta de mim?

Olhando para os vagalumes ao meu redor, relembro de minha antiga vida. Nunca podia sair de casa a noite, não podia namorar com ninguém, uma regra da casa e principalmente, eu era tratada como uma escrava por James, Claire e Jessica.  

— Acho que agora é oficial... Natasha... Bem-vinda a Beacon Hills. — Murmuro levantando-me do tronco. mesmo que antes ninguém ligasse se eu passasse muito tempo fora de casa, aqui parecia ser diferente. Então caminhei, tentando achar o caminho de casa.

Após alguns minutos, que contei como horas, consegui sair da floresta e voltar ao edifício residencial onde agora era meu novo lar. Ao subir as escadas e parar em frente a porta, prestes a abri-la, sou surpreendida por Scott que parecia meio pálido, talvez pelo susto?

— Oi? — Pergunto á ele.

— Eu ia te procurar... — Fala enquanto entrava novamente no apartamento, fazendo um sinal para que eu o seguisse. Vejo todos em pé, menos meu Tio que estava sentado no sofá.

— Houve alguma coisa? — Pergunto e acabo percebendo olhares pesados sobre mim. Falei algo errado?

Meu tio se levanta com uma feição nada boa, fazendo com que eu desse alguns passos para trás, acabando por esbarrar em Scott.

— O que foi? — Minha voz falhou, será que me enganei sobre meu tio Christopher? Ele havia mudado tanto assim?

— O que foi? — Imitou minha voz, só que carregada de sarcasmo — Natasha, você simplesmente sumiu da sala, tipo, em um piscar de olhos! E eu nem sabia onde estava! Essa cidade é Perigosa! — Esbravejou ele

— Você não tem noção do que é perigoso... — Murmuro enquanto me recordava do que eu sofria com James.

— Como? O que disse? — Falou enquanto me olhava, acho que talvez, ele não esperava essa resposta de mim.

— Vamos começar de novo… — Murmurou, se afastando de mim — Faz alguns anos que eu não lhe vejo então gostaria de saber umas coisas… — Ele fala e logo suspira fazendo com que eu o olhe confusa. — O que aconteceu com você estes anos? Aconteceu alguma coisa? Você é uma caçadora? — Pergunta e acabo me sentindo desconfortável com a segunda pergunta. Não queria contar a ele o que eu havia passado.

— Bom... É... Depois que minha mãe me deixou no meu pai, eu tive uma vida... Hm... Digamos, sem muita ligação ao negócio da família. — Murmuro calma, lembrando me de algumas lições que James me explicou, antes de tudo acontecer. Lobisomens conseguem ouvir seu coração, tente não oscilar seus batimentos cardíacos!

Por isso me mantenho o mais calma que consigo, por causa que Scott observava-me fixamente, como se esperasse alguma falha minha. — Por aconteceria algo comigo? — Pergunto alternando meu olhar sobre Allison e Chris, mantendo me firme. O mais firme que conseguia. Mesmo que esse assunto me balançasse. — E não, como eu disse, não sou caçadora, mas sei o suficiente. — dou meus ombros após a fala, pois isso não deixava de ser verdade. Eu lembro-me de algumas caçadas que participei, algumas armas que aprendi a usar e pesquisas complexas que aprendi a fazer, graças a um velho homem com o sobrenome de Singer. — Mais alguma coisa? — Pergunto enquanto me sentava no sofá, cruzando minhas pernas.

Por alguns minutos foram assim, eu encarando Christopher que encarava a Scott que por fim, me encarava. Assim Scott rompeu o silêncio.

— Natasha, Aconteceu algo? — Scott pergunta me pegando totalmente desprevenida, eu havia denunciado que estava nervosa?

Ele se aproximava cautelosamente do sofá, e por fim, se sentou ao meu lado por sua mão em contato com meu ombro.

— Nadica de nada. — O respondo calma o olhando entediada. Nos encaramos novamente, como caçador e a presa. Eu percebi em seu olhar que ele não iria desistir. Não importava a resposta que eu desse, a minha primeira falha já havia sido percebida.

— Natasha... Queremos lhe ajudar, mas não podemos, se não nos contar o que houve? — O moreno fala, apertando levemente meu ombro, lágrimas queriam a sua liberdade e eu tentava contê-las a todo custo.

— Scott... Não aconteceu nada! — Falo aumentando minha voz, essa persistência estava me irritando.

— Natasha… — Murmurou ele

— Se aconteceu algo ou não, isso não diz respeito a vocês. Já não é óbvio que eu não gostaria de falar sobre isso? Será que vocês podem, por favor, parar com as perguntas? — Explodi, me levantei bruscamente do sofá assustando Scott.

— Onde é meu quarto? — Pergunto sentindo minhas lágrimas lentamente escapando de suas prisões. Elas escapavam de meus olhos, assim que a primeira se libertou, foi impossível prender as outras.

— Natasha, por favor... — Allison murmura enquanto aproximava-se de mim. — Só queremos ajudar, mas precisamos que você nos deixe te ajudar. — Fala, me viro e rapidamente passo minha mão sobre seus olhos, limpando algumas lágrimas.

— Deixe que eu acho. — Murmuro enquanto saia da sala, passo pelo quarto do Chris, e logo vejo duas portas abertas, uma na frente da outra. As duas tinham portas brancas eu entrei em um e vi alguns quadros que continha Allison com todos seus amigos e também com Isaac.

Viro-me e entro no outro quarto, quando entro vejo que as paredes eram pretas com alguns quadros de paisagens, uma cama de casal, um guarda roupa branco, uma poltrona listrada branca e cinza com uma almofada vermelha. E minhas malas em um canto do mesmo.

Entro nele fechando a porta, após esse ato  jogo-me na cama deixando com que minhas lágrimas inundarem meu rosto. Será que sempre eles me lembraram do que eu passei? Eu não estou pronta para falar para eles o que aconteceu. E eu não falarei!

[...]


Escuto algumas batidas na porta, eu deveria ter dormido enquanto chorava. Minhas roupas estavam amassadas, meus olhos doíam e estavam inchados.

Levanto-me da cama e caminho lentamente até a porta, a abrindo vendo que meu tio Christopher estava parado ali, me encarando.

— Oi? — Pergunto enquanto coçava meus olhos. — Aconteceu alguma coisa? — Ele me encarava, como se tentasse aprender como sou, como um falcão ele observava todos meus pequenos movimentos.

— Você vai a escola, então se arrume. — Diz bruscamente, mas logo seu olhar se suaviza quando me olha. — Não vou insistir sobre o assunto, quando você estiver confortável e quiser falar sobre tudo que tem passado, espero que saiba que eu estarei aqui. Eu quero que você confie em mim, Natasha. — Ele murmura, deixando um pequeno sorriso escapar de seus lábios. Christopher havia me surpreendido, não achei que fosse desistir tão fácil sobre o assunto, mas por outro lado, interiormente eu agradecia por ele me dar tempo para que eu pudesse confiar nele para dividir esse trauma.

— Você tem uma hora! — Concordei com a cabeça, soltando um pequeno sorriso entre meus lábios. Aquilo seria interessante.

Após sua fala, Chris se retira do quarto, deixando com que eu me Arrumasse. Espreguicei-me e fui andando cambaleante até o Banheiro, e tirei o curativo que havia feito antes de chegar aqui.

Mas para a minha surpresa, aqueles cortes que antes marcaram minha pele, agora haviam sumido. Quase que da noite para o dia, creio que nenhum ser humano iria curar tao rápido assim. O que será que havia acontecido comigo?

Eu estava espantada, apalpava meus braços sem parar, procurando neles, pelo menos um sinal ou marca que antes havia grandes cortes ali.

Mesmo espantada, entrei para tomar banho, mas em todo instante eu olhava para eles perdida.

Não demorei muito ali, afinal eu poderia me atrasar, após sair, enrolei-me em uma toalha e destranquei a porta. Bastou fazer esse movimento, que uma Allison desesperada entrou e me enxotou do banheiro.

— Ei! — Grito, mas tudo que consigo é uma risada vindo da mesma, fazendo com que eu sorrisse. Caminho rapidamente até meu quarto. O vento gelado grudou-se em minha pele fazendo com que rapidamente meu corpo inteiro se arrepiasse.

Assim que chego até meu quarto, visto um vestidinho de renda branca com um colete Jeans e um salto bege de plástico. Seco meus cabelos com o secador rapidamente e vou para a cozinha, encontrando meu Tio ali.

— Tio Chris? — Pergunto e o mesmo me olha — E o meu material? — Pergunto meio óbvia, fazendo com que ele fizesse um sinal como se me pedisse para esperar

Ele caminha até o seu quarto, trazendo consigo na volta uma bolsa jeans. Me sento na mesa pegando uma maçã, mas antes que eu pudesse a saboreá-la, uma Allison desesperada aparece na sala. Percebo que ela usava um vestidinho branco, com uma meia calça preta, uma bota marrom e um casaco listrado branco e marrom.

— Anda, estamos atrasadas! — Grita pegando a maçã de minha mão e dando uma grande mordida na mesma, a olho brava, mas pego a outra que estava na cesta e a sigo em direção a porta. — Tchau pai! — Alli grita enquanto começava a me puxava, ou melhor, me arrastar.

— Tchau Tio Chris. — Grito e Assim sou totalmente puxada para fora do apartamento. Mas do que depressa estamos no elevador, Allison batucava no metal e seu pé não parava quieto

— Allison? Está tudo bem? Digo... Hm... Você me parece elétrica. — Pergunto fazendo com que ela me olhasse soltando uma careta minutos depois.

— É seu primeiro dia de aula e também, nós vamos viajar para o México, não conte para meu pai, mas vamos salvar o Derek. — Ela fala dando alguns pulos, deixando nitidamente o quão nervosa ela estava. Assim que a porta se abriu, Allison saiu correndo, dando a impressão que ela poderia ser parente do Flash.

— Derek? Você diz Derek Hale? Hale... Não, não é ele, não ser ele, provavelmente deve ser outro, acontece né, muitas vezes as pessoas tem sobrenomes parecidos, não seria o mesmo. Minha mãe falou que ele morreu no incêndio... — Murmuro sozinha, mas logo uma Allison visivelmente irritada aparece puxando-me em direção ao carro enquanto reclamava sobre o quão lenta eu era.

— NATASHA ARGENT É PRA HOJE! TENHO QUE ENCONTRAR O ISAAC E EU TO ATRASADA! — Grita, ou melhor, berra e eu me apresso para segui-la o mais rápido que posso, olhando algumas pessoas que nos olhavam de um jeito torto.

— Calma aí Mulher! — Falo vendo que ela destrancou o carro e se preparava rapidamente para entrar no carro. Sorri de lado e entrei no carro ao seu lado.

 


Notas Finais




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