História The Second Chance - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Sehun, Suho
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chansoo, Chanyeol, Exo, Exo M, Exo-k, Sebaek
Visualizações 12
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar meu povo, turu baum?
Então, só para se ter uma noção, eu acabei de escrever isso, tipo, agora mesmo, então nem sei como vai ficar, só achei agradável e resolvi postar. A história nem tinha nome e nem foi algo pensado, então me desculpem.
Para quem sabe que eu normalmente escrevo na minha outra conta (TGOD), eu nem sei o porquê de eu estar postando por aqui ~acho que simplesmente por eu ter conseguido confirmar o email~

De qualquer forma, para aqueles que estão lendo A Morte é Dolorosa?, eu explicarei depois o motivo de a coitadinha estar totalmente esquecida.

Por hora, só espero que aproveitem esse prólogo e não desistam de mim.

Até lá em baixo!

Capítulo 1 - Prólogo


Tinha vezes que eu acordava no meio da noite e gritava como um desesperado e então os meus pais alternavam e, a cada ataque, um deles vinha me acalmar. Outras vezes eu apenas não conseguia deixar meu quarto, não conseguia falar ou comer. Minha mãe gritava desesperada por algum sinal de vida, mas meu corpo só continuava parado, como se não existisse nada lá dentro.


O suicídio sempre me parecia uma boa opção. No início, eu conseguia roubar alguns remédios, mas nunca consegui passar da primeira fase, pois sempre era socorrido antes que pudesse finalmente morrer.


Com o tempo, os remédios foram ficando mais bem protegidos, os objetos cortantes sumiram, as facas ficavam trancadas em gavetas e as cordas da garagem, eu não sabia para onde tinham ido.


A vida comigo tinha se tornado um inferno. Meus pais estavam sempre me olhando com pena, tristeza ou remorso. Meus amigos, bom, as pessoas que eu pensava serem minhas amigas, todas tinham sumido. Era evidente que elas também precisavam de um tempo, tinham sua própria dor. Mas nenhuma conseguia chegar perto do vazio que eu tinha me tornado.


A culpa, a cada dia que se passava, a cada troca de estação, ia se tornando mais pesada, toda vez que eu me lembrava de seu nome, mais uma parte de mim morria e isso se perpetuou por meses afim. Até que um dia, meus pais não aguentaram mais ter que lidar com toda aquela carga excessiva que eu tinha me tornado e então me mandaram para longe, para o interior, me mandaram para a casa da minha avó.


No início as coisas continuaram péssimas, os gritos de madrugada, os pensamentos de suicídio, sempre falhos, pois nunca havia uma forma de realmente acabar com aquilo, o estado de coma em que eu mesmo me colocava e que durava horas e às vezes, passava-se de um dia.


Tudo aquilo evoluiu ainda mais quando eu me vi tão doente que sequer poderia viver fora de um hospital. Eu passava horas sendo alimentado com suplementos por vias endovenosas, o soro também era constante e os calmantes para dormir. Eu estava tão magro, tão desesperado, tão atônito, tão doente, que eu morreria, cedo ou tarde, da forma mais dolorosa de suicídio. A que eu me causava dia após dia.


Simplesmente era impossível não pensar nele, não pensar no seu sorriso, em todas as vezes que pude ouvir palavras bonitas saírem de sua boca. As poesias que eu fazia questão de me lembrar sempre e que só me matavam mais rápido. Aquele cabelo do tom vinho mais bonito que já tinha visto na vida, tinha sido tudo para mim, por um período que eu julgava tão curto, que chegava a doer. E nesses momentos eu gritava com raiva, xingava a Deus e demonstrava toda a minha indignação com o ser onipotente, onisciente e onipresente, que deveria me abençoar e olhar por mim e não tirar de mim tudo o que eu mais tinha de precioso.


Mas eu posso dizer com toda a certeza, que, se eu estou aqui, foi porque apesar de tudo, esse mesmo Deus me concedeu uma segunda chance. Eu tive uma nova oportunidade de ser quem eu era novamente, de me tornar o mesmo rapaz de antes, e como já dizem, Ele escreve certo, por linhas que são mais certas ainda. Eu precisei não ter nada, para aprender a valorizar o meu novo tudo.


E mesmo que Kyungsoo nunca mais fosse me sorrir com aqueles olhos grandes e os lábios grossos e vibrantes, Deus me presenteou com uma nova cura para as minhas feridas e eu não me permitiria errar novamente. Mesmo que naquela época eu não soubesse muito bem como a minha existência mudaria drasticamente e eu sentiria novamente a vontade de viver.


Notas Finais


ISSO É TUDO POR HOJE, PESSOAL.
~sim, a intenção foi remete-los a Looney Tunes~

Então gente, críticas? Boas ou ruins, que na verdade também são boas.

Eu espero que tenham gostado e sim, essa atmosfera gótica suave faz parte da beleza da minha vida.
Sbsksnksbs

Como eu disse lá em cima, eu acabei de escrever, então não sei qual é o futuro dessa história, só senti vontade de compartilhar com vocês essas palavras.

Espero que tenham gostado, de verdade.

Beijocas, até o próximo.
~se tiver um~

~XOXO
~SanGu


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