História The Second Chance - Capítulo 23


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Categorias Álvaro Morata, Francisco "Isco" Suárez, Marco Asensio
Personagens Álvaro Morata, Francisco Román Alarcón Suárez, Marco Asensio
Visualizações 115
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Parece que alguém pediu a garota em namoro e foi atrapalhado, poxa Isco! Mas quando o ciúme bate, as ações se tornam involuntárias e assim ele acaba de travar uma guerra com um Gustavo de orgulho ferido.

Capítulo 23 - Isco vs Gustavo.


Madrid, Espanha. - Capítulo 23.

- Pensei que você não sairia mais desse quarto. - Gustavo brincou quando eu abri a porta.

- Não lembro onde coloquei meu celular. Estava procurando. - eu disse.

- Te devolvi ontem a noite. - ele me lembrou.

- Eu sei, só que depois dos cinco copos de bebida eu não lembro mais onde coloquei. - eu disse rindo.

- Vamos pra piscina minha bêbada. - ele gargalhou me puxando pela mão.

Ao chegar na piscina a galera toda já estava reunida e eu me sentei ao lado da Duda, essa viagem com os meus amigos veio em boa hora porque depois do chilique da mãe do Isco eu imagino que as coisas entre nós dois vão mudar. Mas mesmo longe dele eu ainda sentia saudade, pensava nele a cada segundo e a cada vez que eu via alguém com uma camisa do Real Madrid passar por mim.

- Então, o que tem a dizer sobre a foto no Bernabeu? - Gustavo perguntou.

- Nada, foi um impulso na hora da comemoração. - eu disse.

- Como assim impulso? Um beijão daqueles por impulso? - Giovana perguntou.

- Sim, Isco e eu somos amigos e só isso. - menti.

- E os amigos dele? Não te interessam? Porque eu acho aquele Morata super gato. - Alicia falou rindo.

- O Morata é lindo, mas todos nós somos amigos. Só amigos. - reforcei.

- Você retornou a ligação do Isco ontem? - Gustavo perguntou.

- Não. - respondi.

- Estão brigados? - perguntou.

- Não, só que ele precisa de concentração para os jogos e não é legal minha interrupção. - inventei algo pra limitar suas perguntas.

- Eu queria te perguntar outra coisa. - ele disse.

- Fala, Gus. - eu disse.

- Você é muito especial pra mim e eu nunca tive a chance de dizer o quanto eu quero você. - ele disse e eu arregalei os olhos.

- Gustavo, você...você...- tentei formular uma frase mas estava tão surpresa que não consegui.

- Eu gosto de você, mais do que um amigo. - ele disse se aproximando mas eu desviei.

- Gus, desculpa, mas eu não posso corresponder. - abaixei a cabeça explicando.

- Gente, vamos! - Marina gritou pulando na piscina e nós olhamos pra ela. Decidi pular junto para encerrar o assunto.

Passamos o dia na piscina curtindo o dia ensolarado e combinamos que a noite jantaríamos no restaurante do resort, todos dizem que o lugar é bem mais bonito a noite e eu estou louca para experimentar. Voltei pro quarto pra descansar na parte da tarde e por volta das oito e meia da noite eu terminei de me arrumar me colocando num vestido longo com uma fenda na coxa que ia até o pé e foi aí que eu achei meu celular: dentro da gaveta onde coloquei roupas íntimas.

- Não acredito que bebi tanto a ponto de colocar meu celular aqui. - ri de mim mesma enquanto o ligava novamente.

Nesse momento ouvi batidas na porta e — como estava um pouco atrasada — eu imaginei que fosse alguma das meninas ou até mesmo o Gustavo, ainda olhando o visor do celular eu fui no tato abrir a porta e assim que o fiz levei um susto. Era ele, com um buquê de flores nas mãos e um sorriso brilhante nos lábios que fez meu coração falhar uma batida; o que ele faz aqui?

- Isco. - minha voz saiu quase como um sussurro.

- Surpresa. - ele disse e eu lhe dei passagem para entrar.

- O que faz aqui? - perguntei fechando a porta.

- Queria te ver, fui até a sua casa e o porteiro me disse que você havia viajado pra cá e eu vim. - ele explicou.

- Não deveria ter vindo. - eu disse.

- Porque? Não gostou da surpresa? - seu olhar baixou.

- Não é isso Isco, é claro que eu gostei. Mas você sabe bem que a sua mãe está brava pela foto, não era melhor ter ido resolver essa história? - perguntei e ele me encarou.

- Eu já resolvi. - ele disse.

- Como? Porque a foto não saiu da internet. - perguntei confusa. E ele colocou o buquê na cama.

- Eu disse a minha mãe que você não é uma garota qualquer como ela pensa e já a deixei avisada de que ela não vai se meter entre a gente, eu não vou deixar que ela estrague tudo. - ele disse e eu sorri de leve.

- Só não quero te complicar, sei bem o quanto essas notícias repercutem. - eu disse e ele se aproximou de mim.

- E eu não estou nem aí. - sussurrou me beijando.

Não consigo resistir a ele tão pertinho de mim assim e mesmo que eu quisesse eu não saberia como, suas mãos me envolveram pela cintura e ele foi me empurrando para a parede e eu encostei as costas na mesma. Uma de suas mãos deslizou para a minha coxa descoberta pela fenda e por ai começou a passear e arranhar lentamente me fazendo soltar um gemido contra a sua boca, pude sentir seu membro alterado na calça jeans que usava e eu não consegui evitar os pensamentos impróprios.

- Você não pode fugir assim de mim, sem me atender...- sussurrou quando pausamos o beijo por falta de fôlego.

- Eu não estava encontrando meu celular. - sorri mexendo no seu cabelo.

- Você é a minha melhor amiga e é também...- ele estava a falar mas perdeu a concentração quando mordi seu lábio lentamente o puxando para mim.

- Que se dane o resto. - ele disse entre os dentes e eu sorri.

Voltamos a nos beijar novamente e eu já não queroa saber mais do que ele queria explicar, se ele diz que nada vai nos atrapalhar então eu confio nele. Eu não achei que seria possível rolar alguma coisa entre nós dois e olha agora onde nós estamos, então o resto é conquistado com paciência e isso eu preciso ter porque nada vem fácil. Ele me encaixou no seu colo e me levou em direção a cama com delicadeza onde me pôs deitada e se alinhou entre as minhas pernas tomando a minha boca com vontade enquanto sua mão esquerda apertava a pressionava minha cintura contra o seu quadril onde eu sentia sua excitação, a outra mão estava na minha nuca e quando quebramos o beijo eu o olhei nos olhos sentindo meu nervosismo tomar conta.

- O que foi? - perguntei.

- Valentina, quer namorar comigo? - perguntou me pegando de surpresa.

- Tina? - ouvi a voz de Gustavo e as batidas na porta.

Suspirei xingando mentalmente o meu amigo pela interrupção e esperei em silêncio para ver se ele decidia ir embora, talvez ele estivesse chateado comigo pela minha 'rejeição' hoje de manhã quando ele se declarou pra mim.

- Tina, me desculpa pela minha pergunta hoje cedo. - ele disse e eu fiquei nervosa. Não queria que Isco soubesse.

- Eu sei que não é de mim que você gosta e talvez nunca goste, mas eu precisava desabafar. Quando a Gio me ligou avisando que iria te buscar pra vir conosco eu pensei que teria uma chance. - ele começou a dizer e Isco levantou de cima de mim.

- Droga! - sussurrei vendo sua expressão ficar séria ao ouvir Gustavo falando do lado de fora.

- Eu gosto de você, e se algum dia você me quiser eu vou estar aqui pra você...- ele disse e Isco andou até a porta.

- Isco. - o chamei baixinho.

- Isco! - chamei de novo mas ele não parou de andar até abrir a porta.

A expressão de Gustavo foi de pura surpresa e confusão ao ver Isco com os cabelos bagunçados abrindo a porta, eu estava sentada na cama observando a cena receosa e Isco com um grande sorriso no rosto foi capaz de dizer a frase mais sarcástica do mundo:

- Desculpa não ter aberto antes, estávamos ocupados.



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