História The Secret Love - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Emma Roberts, Evan Peters, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Demi Lovato, Emma Roberts, Evan Peters, Selena Gomez
Tags Demi Lovato, Emvan, Selena Gomez, Semi
Exibições 134
Palavras 3.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora, eu estava com serios bloqueios, mas é isso, boa leitura.

Capítulo 13 - Hot Secretary


POV Selena Gomez

 Minha garganta secou.

 

Senti meu estomago revirar.

 

Abri a boca tentando formular algo para poder falar.

 

Até que um sussurro saiu por meus lábios.

 

- Está me demitindo? – perguntei sentindo pontadas em minha cabeça.

 

E se ela só teria me usado?

 

- Não! Jamais faria isso assim, estou apenas lhe afastando, considere como férias, você vai continuar sendo paga, a diferença me que não há tempo determinado. – disse e eu lhe fitei vendo seus olhos preocupados.

- Por quê? – perguntei esfregando as mãos freneticamente.

- Selena depois de tudo que aconteceu ontem, é melhor que você se distancie de mim. – falou soltando um suspiro.

- Eu não quero me afastar de você Demi. – falei levantando o olhar até o dela.

- Se você quiser dou férias a Emma também, aproveite e vá viajar nesse tempo. – disse tentando me convencer. – Eu trago perigo as pessoas a minha volta Selena. – falou se levantando e eu segui meu olhar em seu corpo até ele parar em frente a mesinha de bebidas.

- Eu não quero, eu não me importo com perigo. – falei mal me dando conta do que era.

 

Mas eu não estava mentindo.

 

Eu queria estar perto dela mesmo não sabendo se era o certo.

 

- A partir de amanhã já está de licença. – disse passando novamente por mim e ficando de costas ao direcionar seu olhar pelas janelas.

 

Los Angeles lá fora.

 

Meu interior gritava.

 

Eu poderia me ferrar com que estava a ponto de fazer.

 

Mas eu não tinha mentalidade para essa pausa.

 

- Quero minha demissão. – falei firme e vi seu rosto virar numa expressão espantada.

- Não torne as coisas difíceis Selena. – falou bufando.

- Estou tornando elas mais fáceis, me demita e não ira se preocupar comigo. – falei me levantando da cadeira onde estava sentada.

- Eu não quero fazer isso. – seu tom de voz foi baixo.

- Isso o que? – perguntei me aproximando de seu corpo lentamente.

- Te afastar de mim, mas ao mesmo tempo em que a quero por perto, temo o que pode acontecer, eu não me perdoaria. – falou baixo e eu senti como se fosse um desabafo.

 

Meu coração apertou.

 

Ela queria me proteger.

 

Mas ... me proteger de que?

- Eu também não quero, me explique para que eu possa entender. – falei diminuindo ainda mais a nossa distancia.

 

Uma a frente da outra com os olhos colados.

 

- Apenas aceite essa pausa Selena. – suplicou e eu vi o brilho dos seus olhos se ofuscar ainda mais.

 

Não falei nada e deixei que minha boca colada na dela respondesse tudo.

 

Calmamente envolvi minha língua na dela em uma caricia doce, apertei minhas mãos em sua cintura e a senti se desmanchar em meus braços.

 

Logo ela, tão fria e calculista.

 

Temida por todos.

 

Não se importava com ninguém.

 

Queria me proteger e parecia entregue em meus braços.

 

Seus braços rodearam meu pescoço e eu lhe apertei ainda mais contra meu corpo.

 

Lentamente fui deixando seus lábios, puxei o seu inferior entre dentes, assim finalizando o beijo.

 

- Ainda quer que eu me afaste? – sussurrei provocante em seu ouvido.

- Não mesmo. – falou antes de atacar meus lábios novamente.

 

Se antes eu estava no comando, depois dela ter me empurrado contra sua mesa eu não estava mais.

 

Suas mãos apertaram minhas coxas e me impulsionaram logo me fazendo ficar sentada sobre a mesa.

 

Sua língua ávida explorava com maestria cada milímetro de minha boca.

 

Espalmei as mãos contra o vidro gélido e arqueie minhas costas ao senti sua mão deslizar sobre minha coxa e sua boca descer por meu pescoço.

 

Mordidas e chupões eram deixados por aquela região e eu tentava ter consciência para lembrar das marcas que ficariam.

 

Mas eu sabia que consciência era tudo que eu não tinha naquele momento.

 

Suas mãos subiram e apertaram meus seios por cima da camisa social, arfei quando sua boca atacou a minha novamente e eu senti seus dedos abrirem um dos botões que impediam seu toque direto com a minha pele.

 

Ela tinha o poder de fazer o que quisesse comigo.

 

Mas eu não deixaria ser totalmente dominada.

 

Levei minhas mãos ate seus cabelos macios e curtos os puxando, nossas bocas foram separadas e eu ouvi um gemido de dor escapar por seus lábios após tamanha brutalidade de minha parte, não me importei com isso e levei minha boca até seu maxilar mordendo a pele macia e logo após deslizando a língua por toda a extensão até chegar em seu ouvido onde sussurrei provocantemente.

 

- Mal posso esperar por seus dedos me fodendo mas me deixe aproveitar um pouco também. – arrastei meus lábios pela cartilagem de sua orelha até chegar no lóbulo onde mordi e escutei um leve gemido escapar por sua boca, desci por seu pescoço retribuindo as mordidas e chupões, logo levando minhas mão até os botões de sua camisa social preta e desabotoando cada um lentamente enquanto sentia sua respiração ficar cada vez mais acelerada em razão do trabalho de minha boca na região de seu pescoço, quando finalmente a camisa só estava suspensa em seus braços abandonei aquela região e deixei que meus olhos grudassem em outro lugar.

 

Os seios fartos estavam apertados contra o sutiã de renda preta.

 

O abdômen bem definido estava a mostra e eu podia ver a pele alva.

 

Minha boca salivava.

 

Em um piscar de olhos, desci da mesa e nos virei a fazendo ficar contra a mesa, ataquei sua boca e levei as mão até a minha camisa onde a retirei rapidamente.

 

A imprensei contra a mesa e pude senti o roçar de nossos seios ainda cobertos pelo sutiã.

 

Suas mãos foram até o zíper de minha saia e eu senti logo o tecido descer por minhas pernas.

 

Cravei minhas unhas na pele de sua cintura e ouvi um gemido escapar por sua boca quando mordi e puxei vagarosamente seu lábio inferior. Enfiei uma de minhas mãos por baixo de sua saia passando a mão por sua coxa e subindo até sua bunda onde apertei com força.

 

Gemeu contra minha boca e aquilo foi como se ela tivesse aberto alguma torneira que impedia de molhar minha calcinha.

 

Não aguentava mais os sutiãs nos impedindo.

 

Subi minhas mãos por toda sua silhueta e cheguei ao fecho da peça.

 

Com habilidade o abri e pude desfrutar do que eu considerava a minha nova visão favorita.

 

Meu sexo pulsava.

 

As mãos formigavam.

 

O olhar transbordava luxuria.

 

A boca salivava.

 

Apertei os seios em minhas mãos e a ouvir gemer alto.

 

Os massageei lentamente vendo sua boca abrir em um perfeito O enquanto gemidos saiam por sua boca.

Observei sua expressão de puro prazer e soltei um sorriso me deliciando com aquilo.

 

Desci com beijos extremamente molhados por todo seu pescoço até chegar onde eu mais desejava.

 

Apertei os seios com força prendendo o bico de um dos mamilos rosados entrededos e abocanhando o outro com voracidade, seus gemidos aumentavam o volume e a frequência e eu deixava que minha língua saboreasse todo aquele momento, deixei o seio após vários chupões que eu sabia que deixariam marcas, levantei o rosto vendo sua expressão de prazer e dei um leve beijo no vale no meio de seus seios antes de abocanhar o outro onde fiz o mesmo processo.

 

Seus gemidos preenchiam a sala, e eu tinha certeza que aquele era meu som favorito.

 

Saiam de sua garganta roucos e graves.

 

Meu centro pulsava.

 

Desci as unhas por toda sua barriga vendo a pele alva envermelhecer e um palavrão sair por sua boca.

 

Palavras sujam desferidas naquele tom.

 

Baixo, rouco e sensual.

 

Quase um gemido.

 

Deslizei minhas mão pelo zíper da saia na cor preta vendo logo o tecido descer por suas pernas e cair ao chão, fitei o tecido e vi algo que fazia minha cabeça girar.

 

Os saltos.

 

Os malditos saltos agulha negros.

 

- Já falei que odeio a merda dos seus saltos? Até eles te deixam incrivelmente gostosa. – falei em tom auditivel e escutei uma risadinha em meio a sua respiração ofegante.

 

Subi meu olhar pelas pernas, fitando as coxas grossas onde cravei minhas unhas e apertei com força.

 

Subi mais meu olhar e fitei minha perdição.

 

Uma calcinha de renda minúscula.

 

Não tinha métodos melhor para tira-la do que com a boca.

 

Apertei mais suas coxas quando levei meus lábios até o tecido fino e com os dentes puxei a peça que, com a ajuda dela, saiu rapidamente.

 

Peguei a peça minúscula em mãos e a joguei em algum lugar, fitei seus olhos que faiscavam e me ajoelhei lentamente, levantei uma de suas pernas colocando sobre meu ombro e segurando firme em suas coxas vi perfeitamente quando seus olhos fecharam e sua boca deixou escapar um gemido.

 

Quando minha boca entrou em contato com a carne quente que se contraiu como o toque de minha língua.

 

Seus gosto invadiu minha boca e eu deixei que minha língua saboreasse tudo, em uma sequencia de movimentos contínuos eu flexionava sua entrada pulsante e lambia seu clitóris inchado.

 

Ela estava completamente excitada assim como eu.

 

Seu corpo se contorcia a cada movimento de minha língua.

 

Querendo ver mais seu desespero empurrei meu músculo contra sua entrada e a ouvi gemer alto, com um pouco mais de força consegui penetra-la levemente, retirei minha língua de lá e soltei um riso com seu gruindo em reprovação, voltei a sua entrada e a penetrei novamente com a língua, dessa vez repetindo o movimento varias vezes até que sua voz soou ofegante.

 

- Oh! Merda! Eu-u voo-u goza-ar. – falou com dificuldade e eu aumentei a velocidade logo sentido às paredes de seu sexo se contraírem contra minha língua, um liquido saboroso escorreu por ali e eu aproveitei cada gota.

 

A porra de seu gosto era maravilhoso.

 

Deixando sua boceta, subi com beijos por todo seu corpo, repousei uma mão de cada lado dela e fitei seu semblante de prazer antes de beija-la levemente, as línguas se entrelaçaram e eu a deixei sentir seu próprio gosto com calma, separei os lábios do dela e me afastei vendo seus olhos ainda fechados.

 

Deitada sobre a mesa, suada e ofegante.

 

Extremamente gostosa.

 

Deixei que meu olhar soltasse dela e fitasse a paisagem que as janelas de vidro deixavam ver, pisei levemente sobre as folhas de papel que haviam caído da mesa e caminhei chegando mais perto, meus olhos fitaram Los Angeles radiante lá fora.

 

Quem diria que em plenas sete da manhã eu estaria chupando Demi Lovato sobre a mesa de sua sala em sua empresa.

 

Desviei meu olhar de lá e caminhei em cima dos meus saltos até sua cadeira, a que era de seu Patrick e agora pertencia a ela. Dedilhei os dedos levemente sobre o braço da mesma, antes de me acomodar nela, onde delicadamente encostei minhas costas e cruzei as pernas fitando o corpo sobre a mesa, corpo esse que não tinha a respiração mais auditivel, mas o vai e vem de seu peito ainda denunciava que estava fora do ritmo.

 

A observei por mais alguns minutos vendo sua respiração se acalmar.

 

Um silêncio pairava sobre o ar.

 

Vi perfeitamente quando seus braços se apoiaram da mesa e ela levantou da mesa.

 

Vi a silhueta nua caminha em cima dos malsitos saltos.

 

Como estava de costa para mim pude apreciar a visão perfeita de seu bumbum.

Desejava que ela sentasse na minha cara naquele momento.

 

O único som na sala era o maldito dos saltos contra o assoalho.

 

Caminhou calmamente até chegar na mesinha de bebidas onde se virou de lado levando sua mão até a garrafa de uísque.

 

Me deixei observar seu perfil.

 

Os seios e bunda empinados chamavam atenção, sua barriga definida e pernas grossas faziam parte daquele ser, não precisamos nem falar da perfeição daquele rosto.

 

Despejou uma quantidade considerável da bebida em um copo e o pegou em mão se virando de frente para mi logo em seguida.

 

Seu olhar penetrante me atingiu e eu senti todo meu corpo se arrepiar.

 

Desci meus olhos por seu corpo e pude ver toda a extensão da barriga, seios e pescoço com marcas vermelhas.

 

Olhar para seu corpo que parecia não ter defeitos fez minha boca salivar e meu centro se contrair.

 

Mordi o lábio inferior tentando reprimir as sensações de meu corpo.

 

Levei os olhos ate seu rosto e seu olhar ainda estava preso em mim, havia me visto fitar seu corpo e sorria diabolicamente.

 

Levou o copo até a boca e deu um gole o uísque, logo deixando a imagem de seus lábios rosados molhados pelo álcool chegar até mim.

 

Eu sentia um formigamento horrível na minha virilha.

 

Ver Demi Lovato quase que totalmente nua – somente os saltos agulhas negros a vestiam  – os cabelos curtos e negros bagunçados, com alguns fios grudados ao seu pescoço por causa do suor, a pele alva marcada por varias manchas vermelhas, que ficariam roxas e que foram feitas por mim mesma, e agora os lábios inchados e rosados molhados pelos uísque juntamente com o olhar transbordando luxuria e o sorriso de canto malicioso deixariam qualquer pessoa extremamente molhada.

 

Aquela era, sem duvidas, uma das melhores cenas que meus olhos já haviam presenciado.

 

- Sua língua trabalha bem, mas não melhor que os meus dedos senhorita Gomez. – falou depositando o copo sobre uma bandeja sobre a mesinha de canto.

 

Minha espinha congelou e eu a vi desfilar sobre seus saltos chegando cada vez mais perto de mim.

 

Eu iria ter um orgasmo só com aquela aproximação.

 

Ficou a minha frente e se inclinou colocando uma mão apoiada sobre cada braço da cadeira que eu estava sentada, fazendo assim que ficássemos a centímetros de distancia.

 

Alternei o olhar de seus olhos e de sua boca extremamente convidativa mas logo fitei minha perdição que estava completamente em cima de mim.

 

Seus seios.

 

 Tão próximos e apetitosos.

 

Marcados pela minha própria boca e por minhas mãos.

 

Bocas e mãos essas que formigavam por eles novamente.

 

Mordi o lábio inferior tentando conter a vontade de ataca-la, mas quando subi os olhos ao dela eu que fui atacada, ou melhor, meus lábios foram atacados.

 

Pressionou os lábios macios contra os meus e sua língua deslizou por dentro deles, rapidamente ela já tinha totalmente o controle e deslizava o músculo contra o meu suavemente. Suas mãos apertaram as minhas coxas e eu abri as pernas em automático, senti meu corpo ser inclinado e não dando importância logo senti uma superfície gélida ir a encontro a minha bunda.

 

Havia me imprensado contra a mesa.

 

Suas mãos subiram por minha cintura e foram de encontro ao feixe de meu sutiã, onde com habilidade o retirou rapidamente e o jogou para algum lugar, para minha desgraça ela não voltou com as mãos para meus seios.

 

Ela deixou que os meus tocassem os dela.

 

Gemi contra sua boca e senti a sorri com a boca colada na minha.

 

Como se quisesse piorar meu estado ela pressionou seu corpo ainda mais contra o meu e desceu a boca por meu pescoço deixando mordidas fortes causando uma certa dor, continuou descendo ate chegar em minha clavícula, onde sua língua quente deslizou sobre o osso exposto, deixou minha cintura e subiu com as mãos ate o lugar que doía e os apertou com vontade me fazendo soltar um gemido. Ela apertou o bico dos meus mamilos entrededos o que me fez gemer ainda mais e cruzar as pernas tentando conter mas uma de suas mãos largou meu seio e desceu ate minha coxa onde, nada delicadamente, abriu minhas pernas e se posicionou entre elas.

 

- Mantenha as pernas abertas, ok? – seu tom rouco falou e eu acenei freneticamente a cabeça vendo um sorriso sacana surgi em seus lábios, mas que logo foi abandonado quando ela abaixou a cabeça e abocanhou um dos meus seios me fazendo soltar um gemido alto. Sua boca sugava meu seio enquanto uma de suas mãos massageava o outro, sua língua fazia loucuras e eu gritei quando seus dentes puxaram de leve o bico do mamilo rosado, em vacilo tentei fechar as pernas mas sua mão as abriu brutalmente e ua boca abandonou meu seio, gemi em frustração.

 

- Não feche as pernas senhorita Gomez, isso é a porra de uma ordem! – falou e eu assenti com a cabeça freneticamente antes de fechar os olhos quando seu dedo puxou o elástico de minha calcinha.

 

Estava entre a dobra de minha perna e meu sexo.

 

Me torturando.

- Eu vou foder você todinha, senhorita Gomez. – falou e eu senti seu dedo puxar com força minha calcinha, o barulho do tecido se rasgando se fez presente e eu me perguntei de onde ela tinha tanta forçam, mas não tive muito tempo para pensar pois seus dedos desceram por minha boceta.

 

Tudo pareceu girar.

 

Fechei os olhos tentando controlar a vontade de gritar.

 

Em movimentos leves e precisos ela deslizava os dedos desde a minha entrada ate voltar a lambuzar meu clitóris onde estimulava freneticamente.

 

- Ora se não temos aqui uma senhorita molhadinha Gomez. – falou baixo e deixou uma risada escapar, meu eu fora de mim não se importou com o comentário. Sua abocanhou o outro seio enquanto seu dedo me masturbava.

 

Eu sentia minha virilha doer de tanto tesão reprimido, a cada vez que ela forçava minha entrada eu sentia meus olhos revirarem.

 

- Não me torture. – sussurrei fraco e senti seus lábios deixarem meu seio que se encontrava extremamente sensível.

 

- O que quer que eu faça Gomez? – senti sua voz e sua respiração quente em minha orelha fazendo com que eu me arrepiasse por completo.

 

- Por favor-r. – sussurrei gaguejando.

 

- Me diga o que quer que eu faça. – repetiu as palavras ainda mais roucamente.

 

Sentia uma vontade incontrolável de fechar as pernas.

 

Mas sabia que ela as abriria novamente e me torturaria ainda mais.

 

Mandei o resto de pudor que eu tinha para algum lugar.

 

- QUERO QUE FODA DEMI, ME COMA LOGO PORRA. – berrei alto e escutei uma risada mas não pude dar ouvidos a ela pois quando seus dedos me penetraram com força eu não assimilava mais nada. Com força e velocidade ela começou uma sequencia de estocadas forte que me faziam gritar a cada momento, seu braço rodeou minha cintura e a segurou com força, levei minhas mãos que estavam espalmadas contra o vidro da mesa e segurei seus ombros, onde cravei as unhas tentando me segurar já que sentia minhas pernas cada vez mais fracas, Demi pareceu entender o recado e apertou ainda mais minha cintura, gemi com o ato. Suas estocada continuavam e eu sentia as vezes ate ser suspendida do chão por tamanha força, joguei a cabeça para trás e apertei ainda mais seus ombros, o formigamento em minha virilha aumentou e eu senti que não ia aguentar muito tempo.

 

- De-m-mi, e-eu vou ahh – não consegui completar a frase pois seus dedos diminuíram a velocidade e lentamente ela deu uma ultima estoca, mas dessa vez, a mais profuda, senti toda tensão acumulada se esvair e as paredes de meu sexo se fecharem contra seus dedos, ela os retirou lentamente de dentro de mim, e u que ainda mantinha meus olhos fechados, levei a cabeça ate a curva de seu pescoço, onde encostei delicadamente e deixei minha respiração ofegante ser ouvida.

 

- Olhe. – falou ao pé do meu ouvido com a voz calma. Levantei minha cabeça e a fitei, vi perfeitamente quando levou seus dedos, que antes estavam dentro de mim, até sua boca, arfei com a cena e vi seus olharem sem pudor para mim. Escorregou os dedos os passando pelos lábios e os levou ate o meu pescoço, onde delicadamente, afastou alguns fios grudados ali por cauda do suor e segurou antes de grudar seus lábios nos meus, delicadamente sua língua pediu passagem e eu não demorei a conceder, calmamente explorou minha boca.

 

Um beijo doce e calmo.

 

Que foi interrompido por batidas na porta.

 

- VAGABUNDA EU SEI QUE ESTÁ AÍ, ABRA A PORTA. – a voz gritou e eu logo reconheci.

 

- Parece que Margot veio lhe fazer uma visita. – falei contra sua boca e senti um sorriso aparecer em seus lábios.

 

- Ela só aparece para atrapalhar. – soltou um risinho curto antes de me dar um selinho e me soltar levemente.

 

Batidas violentas soaram novamente.

 

- ALGUEM MORREU MARGOT? ESPERE CARALHO! – Demi gritou e eu ri já procurando minhas roupas espalhadas pelo chão.

 

- VOCÊ QUE PARECE QUE MORREU CARALHO. – berrou na porta e eu franzi o cenho a não encontrar minha calcinha, mas logo me recordei quando vi os trapos.

 

- Estou sem calcinha. – sussurrei olhando Demi abotoar a camisa preta com certa pressa.

-Fique sem, não vou reclamar em ter minha assistente gostosa sem calcinha. – falou rindo e eu senti meu rosto queimar. Revirei os olhos e comecei a vestir minhas peças de roupa, quando terminei de vestir minha blusa, levei o tecido rasgado até o lixo mas sua mão segurou meu braço impedindo que eu o jogasse.

- Isso fica comigo. – tomou de mim e eu franzi o cenho em confusão mas não dei muita importância, levei as mãos até os cabelos tentando os ajeita-los e me praguejei por não ter nenhum espelho.

- Vou abrir a porta, ok? – perguntou se encaminhando até a porta e eu assenti com a cabeça.

 

Vi quando abriu a porta e Margot, que estava encostada no beiral da mesma, nos olhou com um tom de malicia.

 

Senti minha cara virar um pimentão.

 

- Oh! Bom dia senhorita Robbie. – falei soltando um sorriso falso.

- Já falei para não me chamar assim, apenas Margot. – falou e eu assenti com a cabeça.

 

Ela alternava o olhar entre mim e Demi que estava completamente seria.

 

- Depois terminamos esse assunto senhorita Gomez. – falou sem me olhar e eu soltei mais um sorriso falso sentindo minha pele queimar com o olhar de Margot.

- Sim senhora, com licença. – falei passando por Margot e indo em direção a porta.

- Espere. – Margot falou e soltou um sorriso de canto, me virei até ela. – Cubra os chupões com maquiagem, Demi tem esse péssimo habito de deixar marcas. – falou sorriso e eu arregalei os olhos não sabendo onde enfiar a cara, assenti com a cabeça e sai o mais rápido possível sem olhar Demi.

 

Secret Point On View

 

Fitei a foto em minhas mãos e sorri apreciando o bom gosto de Demetria.

 

Ela realmente sabia escolher mulheres.

 

Os cabelos castanhos ondulados enfeitavam o rosto sorridente da garota.

 

-Selena Marie Gomez. – sussurrei o nome e joguei a foto sobre a mesa em frente a mim. – Acho que terei que me diverti com você. – soltei uma risada pensando nas milhares de possibilidades.


Notas Finais


Comentemmm, não tenho muito o que dizer, beijos.


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