História The secret of the moon - Taehyng - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jisoo, Jungkook, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Aventura, Drama, Romance
Visualizações 3
Palavras 2.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Lírica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Cross-dresser, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Acidente.


Fanfic / Fanfiction The secret of the moon - Taehyng - Capítulo 2 - Acidente.

No dia seguinte acordei com aquela idéia de que os Martinez são vampiros aquilo era impossível minha cabeça ladeijava de tanto eu  pensa nessa possibilidade. No caminho não foi  diferente o chão úmido as árvores enormes a neblina. No estacionamento no mesmo lugar onde aconteceu o "Acidente " aquele momento ficou repassando em minhas lembranças cada detalhe. Retorno a terra quando uma voz linda,suave e doce me virei para olhar sua pele pálida, seus olhos amarelado sombrio.

-Bella! - disse ele - como está?

-E-u eu estou bem e contigo - gaguejei de nervoso. 

-Sim, estou...

-Posso fazer uma pergunta? - o interrompe.

-Talvez sim, Talvez não -  disse ele
-Como você fez àquilo ontem?

- Séria aterrorizante para você ... - ele disse em meio de uma risada

-Experimenta fala - eu disse.

-Será que eu poderia confiar em você? - disse meio sombrio.

-Sim, pode confiar.
Ele riu.

-Ta bom vem comigo - disse me puxando pelo pulso indo pra uma floresta que tinha ao lado da escola. Sua mão era fria como uma pedra de gelo. Mas ele não esperou por  uma resposta. Puxou-me para lado leste da floresta onde o bosque o invadia eu o segui de má vontade, tentando pensar em meio ao pânico. Demos somente alguns passos entre as árvores quando ele parou. Mal estávamos na trilha - uma caminhada.
Taehyng encostou numa árvore e me fitou, a expressão indecifrável.

- Tudo bem, vamos conversar - eu disse. Parecia mais corajosa do que me sentia.

- O que você quer saber? - disse ele.

- Me conte  a verdade... - eu disse - me conte se você é mesmo um vampiro.
Ele suspirou
Aquele momento o medo me consumio, minha vontade era de ir embora mais queria saber a verdade. Soube que vampiro gosta de sangue humano - e eu sou humana - se for verdade não vou querer ser refeição de vampiro. 

- Ah ,Bella, mais antes quero te fazer uma pergunta...- disse ele - se eu for um vampiro, o que vai mudar?  

- Nada, vai contínua como sempre - murmurei - se for verdade vou mander em segredo.

- Então, ta sou... - ele paroh de fala por 1 minuto -  melhor vou lhe mostrar.

Ele pegou minha mão, sua mão era fria , não entende o que ele queria fazer andamos mais um pouco.

- Suba nas minhas costas - ordenou ele.
- Sou gorda, você não aguentaria.

- Vamos, Bella,  você quer ou não descobre a verdade?

Não tenho muita ordernativa, eu nao sou tão gorda, tenho 49k. Subi nas costa dele percebe que ele não fazia esforço nenhum é come se ele não tivesse nada nas costa.

-pronta? - perguntou ele sorrindo.
Ele esperou por um momento e depois correu como um Flash mal conseguia ver o que passava por nois. Subimos a montanha em menos de 1 minuto a sensação é incrível, o vento no rosto, não consego explicar com isso é incrível é  como se você tivesse voando no ar, ai eu lembrei do que o site falou " velocidade". Ele parou de correu e eu desce de suas Costa, ele se afastou um pouco, não falava nada apenas olhava o nada.

-O que está olhando? - eu disse meio desentendida.

- Não estou olhando, estou pensando.

- Em quer?
Os dentes de Taehyng trincaram.

-Em você... - disse ele voltando os olhos pra mim - quer ver uma coisa incrível?
Andamos por alguns metros ate que chegamos em um lugar onde a via poucas árvores. Eu parei e ele continua ate uma parte que parecia pouco raios de sol ,ele estava de calça e uma camisa social ele chega onde a via o raios de sol ele abre a camisa Não pude deixar de notar em seu peitoral nú (🌚). Não consigo explicar o fato de que os feixes brilhantes de sol se dividiam em sua pele em mil fragmentos  de arco-íris como se ele fosse de cristal ou diamantes.
O motivo para ele mora em Forks, o lugar mais chuvoso do mundo era que podia ficar ao ar livre durante o dia sem revelar o segredo de sua família. Isso é completamente incrível, mas sua expressão era de dor,  como se aquilo tortura-se ele de alguns maneiras. Ele saiu e veio perto de mim, seu olhar ainda era de dor.

-Parece que isso incomoda você - eu disse.

-Um pouco - murmurou ele - nossa espécie evitamos o sol é como se fosse enviar uma faca no peito, so que mais doloroso.

-O que mais voce e sua família podem fazer ? - pergunte

- Ah, os outros tem poderes igual ao meu , menos a rosé ela consegui ver o futuro, mas as vezes são incompletos.

-Como assim?

-Quando uma pessoa muda de idéia a visão muda junto..

Não responde.

- Mas o que os outros vão achar quando descobre que eu sei do segredo de vocês?

- Eles não precisam saber - disse ele sorrindo - eles tevem esta sentindo nossa falta.
Suspirei.
Eu sabia a parte que saímos da li iríamos volta todo ao normal, eu iria continuar com poucos amigos, ele vai continuar com seus irmãos. Voltamos a onde estávamos ja tínhamos perdido as três primeiras aulas, quando entramos ja estava no almoço ele foi pros seus irmãos e eu fiquei sozinha o Jack não tinha indo. Eu posso ta louca mais ja estou apaixonada por ele, mais é um amor proibido sou apenas uma humana e ele um vampiro.
É aula de biologia molecular, me surpreende quando percebi que minha dupla era o Taehyng, me sentei, seu cheiro me hipnotizava  mais eu precisava manter o foco na aula mais era quase impossível.
A aula acabou e eu fui a última a sair, no estacionamento ainda tinha algumas pessoas chego onde minha moto tava coloco minha jaqueta de couro - ops esquece o capacete - a estrada estava vazia apenas eu e a moto a pista estava molhada meus pensamentos se voltaram a Taehyng, em sua pele, seu olhos, seu doce hálito. Começ a chover forte, a pista começa a fica mais lisa, e eu estava sem capacete. Um animal invade a pista e eu desviei e acabo perdendo o controle e fui lançada para a frente.
E eu estava voando.
Havia um vento que não estava ali, antes, soprando na pele de meu crânio e fazendo meu cabelo voar pra trás com tanta força que  parecia esta sendo puxada por alguém. Meu estômago tinha ficado lá trás onde dei a partida; adrenalina percorria meu corpo, formigando em minhas veias. As árvores passavam por mim misturando-se em uma muralha verde.
A moto caiu em cima de mim, rugindo alto, empurrando-me pela areia molhada ate que bateu em algum objeto parado eu não conseguia enxergar. Meu rosto estava esmagado contra o limo. Tentei levantar a cabeça mas havia algo no caminho.
Eu estava tonta e confusa. 

- Bella! - gritou Jack, e eu ouvi o ronco de uma picape parar...
A moto não me prendia mais ao chão e eu rolei para respirar. Todo o rugido cessou.

-Caramba - murmurei.

-Bella - Jack se abaixava sobre mim angustiado. - Bella, você está viva?

-Estou ótima! - disse, entusiasmada. Flexione os braços e as pernas. Tudo parecia perfeito.

-Acho melhor levar você ao hospital primeiro. 

- Eu estou bem.

-Hmmm, Bella? Você tem um corte enorme na testa e está sangrando. - informou-me ele.
Passei a mão na testa. Estava mesmo molhada e pegajosa. Eu só sentia o cheiro do musgo molhada em meu rosto e isso conteve a náusea.

- Ah, me desculpe, Jack. - Apertei o corte com força, com se pudesse obrigar o sangue a volta para minha cabeça.

- Por que está se desculpando por sangrar? - perguntou ele, enquanto passava o braço comprido por minha cintura e me puxava  para me colocar de pé. - Vamos. Eu dirijo.

-E a moto? - perguntei.
Ele pensou por um segundo.

-Espere aqui. E pegue isso. - Ele tirou a camiseta, já suja de meu sangue, e atirou para mim. Eu a embolei e segurei com força em minha testa. Começava a sentir o cheiro do sangue; respirei fundo pela boca e tentei me concentrar em outra coisa.
Jack pulou na moto preta, deu a partida na primeira tentativa e seguiu pela estrada, espalhando areia e seixos. Ele parecia atlético e profissional curvado no guidom, a cabeça baixa, o rosto para frente, o cabelo brilhante chicoteando na pele avermelhada das costas. Meus olhos se estreitaram de inveja. Eu tinha certeza de que não ficava assim em minha moto.
O rugido ensurdecedor que ele fez com seu carro na pressa para voltar e me pegar me aborreceu. Minha cabeça doía um pouco e meu estômago estava inquieto, mas o corte não era grave. Feridas na cabeça sangram mais do que a maioria das outras.A urgência dele não era necessária. Jack deixou o motor da picape ligado ao correr até mim e passar de novo o braço em minha cintura.

- Muito bem, vamos colocar você no carro.

- Sinceramente, estou bem - garanti quando ele  me ajudou a entrar. - Não fique tão agitado. É só um pouco de sangue. 

- Só muito sangue - eu o ouvi resmungar.

- Bella, acho que você precisa levar uns pontos. Não vou deixar você sangrar até a morte.

- Não vou - prometi. - Só vamos levar a moto de volta primeiro, depois paramos na minha casa para eu me livrar das provas antes de irmos ao hospital.

- E Charlie? 

- Ele disse que tinha que trabalhar hoje.

- Tem certeza mesmo?

- Confie em mim. Eu sangro com facilidade. Não é nem de longe tão terrível quanto parece.Jack não ficou satisfeito - sua boca se virou inteira para baixo numa careta estranha -, mas ele não queria me meter em problemas. Olhei pela janela, segurando a camiseta dele, arruinada, em minha cabeça,  enquanto ele me levava para o hospital.

- Você ainda está bem? - verificou Jack.

- Estou. - tentei parecer tão convincente quanto antes. 

Em casa, fui logo me olhar no espelho; estava mesmo horrível. O sangue secava em manchas espessas na bochecha e no pescoço, colando-se no cabelo enlameado.
Fiz um exame clínico em mim mesma, fingindo que o sangue era tinta para não perturbar estômago. Eu respirava pela boca e tudo estava bem.
Lavei o máximo que pude. Depois escondi as roupas com sangue e terra no fundo do cesto de roupa suja, vesti jeans limpo e uma blusa de botões  (que eu não tinha de vestir pela cabeça) com o máximo cuidado. Consegui fazer isso com uma só mão e mantive as duas peças de roupas sem sangue.

- Depressa - chamou Jack.

- Tudo bem, tudo bem - gritei para ele. Depois de me certificar de não ter deixado nada incriminador para trás,desci ao primeiro andar.

- Como estou? - perguntei a ele.

- Melhor - admitiu Jack 

- Mas parece que tropecei em sua garagem e bati a cabeça em um martelo?

- Claro, acho que sim.

-Então, vamos.
Jack correu comigo porta afora e insistiu para dirigir de novo. Estávamos a meio caminho do hospital quando percebi que ele ainda estava sem camisa.

Fechei a cara, sentindo-me culpada.

- Devíamos ter pego um casaco para você.

- Isso teria nos entregado - brincou ele. - Além disso, não está frio.

- Está brincando? - Eu tremia e estendi a mão para ligar o aquecedor.
Observei Jack para ver se só estava bancando o durão para  que eu não me procurasse, mas ele parecia bastante confortável. Estava com um braço estendido sobre meu banco, enquanto eu me encolhia para me manter aquecida.
Jack parecia mesmo ter mais de 16 anos - não exatamente 40, mas talvez mais velho do que eu. JB não ficava lhe devendo muito no quesito músculos, apesar de Jack afirmar ser um esqueleto. Os músculos eram do tipo magros e longos, mas sem dúvida estavam ali, sob a pele macia. A pele de Jack era de uma cor tão bonita que me deu inveja.
Jack percebeu que eu estava olhando.

- Que foi? - perguntou ele, constrangido de repente.

- Nada. Só não tinha percebido antes. Sabia que você é até bonito?
Depois que as palavras saíram, fiquei preocupada que ele pudesse entender minha observação impulsiva da maneira errada.
Mas Jack só revirou os olhos.

- Você bateu a cabeça com muita força, não foi?

- Estou falando sério.

- Bom, então, eu até agradeço.

Eu sorri.

- Por nada.
Tive de levar sete pontos para fecha o corte na testa. Depois da picada do anestésico local, não senti dor no procedimento. Jack segurava minha mão enquanto o Dr. Sung costurava, e tentei não pensar por que aquilo era irônico.
Ficamos séculos no hospital. Quando terminou, Jack me deixou em casa. Charlie pareceu engolir minhas história sobre a queda na garagem de Jack. Afinal, eu já fora parar no pronto-socorro antes sem precisar de nada além de meus pés.
Na quarta-feira seguinte, antes de eu chegar do pronto-socorro, Dr. Jung ligou para alerta meu pai de que eu podia ter uma concussão e aconselhou-o a me acorda a cada duas horas à noite para se certificar de que não era grave. Os olhos de Charlie se estreitaram Desconfiados da explicação boba que tinha dado para meu tropeço.

- Talvez você deva ficar fora daquela garagem, Bella - sugeriu ele naquela noite, durante o jantar.

Entrei em pânico, preocupada que Charlie estivesse prestes a baixa alguma espécie de decreto que vetaria La Push e, por consequência, minha moto.

- Não aconteceu na garagem - prostetei rápido-  Estávamos fazendo uma caminhada numa trilha e tropecei numa pedra.

- Desde quando você faz trilha? - perguntou Charlie com ceticismo.

- Desde ontem.
Charlie me olhou sem se deixar convencer.

- Vou ter mais cuidado - prometi, disfarçando ao cruzar os dedos debaixo da mesa.

- Não me importo que faça caminhadas em trilhas por La Push, mas fique perto da cidade, está bem?

- Por quê? 

- Bom, ultimamente temos recebido um monte de queixas de animais selvagens. A guarda Florestal vai verificar, mas por enquanto...

- Ah,  o urso grande - eu disse com uma compreensão súbita. - É apareceram uns montanhista na Newton's que o viram. Acha que existe algum urso mutante e gigantesco pir aí?
A testa dele se vincou.

- Existe alguma coisa. Fiquei perto da cidade, está bem?

- Claro, claro - assenti depressa. Ele não pareceu totalmente sossegado.

- Charlie está ficando enxerido - queixei-me com Jack quando o peguei depois da escola na sexta-feira.

- Talvez devêmos pegar leve com Charlie.

- O que vamos fazer? - Fiquei atormentada.
Ele sorriu, animado.

- O que você quiser.

Pensei naquilo por um minuto - sobre o que eu queria.

- No que está pensando tanto? - perguntou Jack.  

- Bom... - comecei devagar. - Uma vez eu descobri um lugar no bosque... Acabei chegando a ele quando estava, hmmm, caminhando. Uma pequena campina, o lugar mais lindo que já vi. Não sei se conseguiria encontrá-lo de novo sozinha. Precisaria de algumas tentativas...

- Podemos usar uma bússola e um esquema de grade para indicar o caminho - disse Jack, prestativo e confiante. - Sabe de onde partiu?  

- Sei, pouco abaixo da trilha onde a 110 termina. Acho que fui mais para o sul.

- Legal. Vamos encontrar. - Como sempre, Jack topava qualquer atividade que eu quisesse. Por mais estranha que fosse.
Assim, no sábado à tarde, experimentei minha novas botas de caminhada - compradas naquela manhã -, peguei meu mapa topográfico da península de Olympic de dirigi para La Push.
Não partimos imediatamente; primeiro, Jack se esparramou pelo chão da sala de estar - tomando todo o espaço - e, por uns bons vinte minutos, desenhou uma teia complicada na seção principal do mapa enquanto eu me empoleirava numa cadeira da cozinha e conversava com o pai dele. Mark não parecia preocupado com nossa excursão. Fiquei surpresa que Jack tivesse contado a ele aonde  íamos,  dados o estardalhaço que as pessoas estavam fazendo a respeito do urso. Queria pedir a Mark para não contar nada daquilo a Charlie, mas tive medo de que a solicitação provocasse o resultado contrário.

- Talvez a gente veja o superurso - brincou Jack, com os olhos no desenho.
Olhei para Mark rapidamente, temendo uma reação ao estilo de Charlie.
Mas Mark se limitou a rir do filho.

- Então talvez devem levar um pote de mel, só por precaução.
Jack riu.


Notas Finais


Continua ?🌚🌚


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...