História The secret of Thompson's Family - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Criminal Minds
Personagens Aaron Hotchner, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Aaronhotchner, Amor, Crime, Drama, Jenniferjareau, Ninadobrev, Policial, Psicopata, Romance, Spencerreid
Exibições 48
Palavras 2.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amoreeees💙 Como estão??
Desculpe a demora, mas sabem quando você está cheia de idéias e não consegue organizar elas? Bom eu estava exatamente assim! Mas anotei tudo e agora irei postar com mais frequência!

Capítulo 7 - Capítulo Sete


Fanfic / Fanfiction The secret of Thompson's Family - Capítulo 7 - Capítulo Sete

"Dizer “eu te amo” é uma arte que nem todos dominam. Essas palavrinhas formam uma das frases mais cheias de significado de todos os tempos e também a mais difícil de ser dita. Alguns proferem essas palavras ao vento sem realmente se dar conta do seu verdadeiro sentido".

                                                           - Carla Rocha

   Após chegarmos no apartamento de Emily, levamos minhas malas e as duas caixas com coisas que mais precisava para o elevador, tudo em  silêncio. Quando saímos damos de cara com uma senhora, eu já tinha visto ela, mas faz muito tempo, ela está acompanhada de um homem mais velho, que aliás é muito bonito.

    - Ah Emily, quanto tempo que não nos falamos!- diz a abraçando e ignorando completamente o que ela estava segurando. - E quem é essa menina?-pede se virando para mim.

   - Rosie, minha afilhada, ela já veio algumas vezes, agora ela vai morar comigo.- diz saindo do abraço.

   - É um prazer conhecer você menina- diz apertando minha mão livre.- Esse é meu filho mais velho, Klaus, ele está me ajudando essa semana.- olho para Klaus que pegou uma caixa de dentro do elevador e colocou do lado de Emy. Ele aperta nossas mãos e sem falar nada leva a senhora para o elevador, quando a porta se fecha nos olhamos e começo a rir, nem para dar um Oi.

    Vamos para sua casa, e a primeira coisa que sinto quando a porta é aberta, é um bichinho branco se esfregando nas minhas pernas.

    - Sergio! Como você cresceu garoto!- digo deixando as coisas no chão, o pegando e acariciado seu pelo macio.

     - Faz muito tempo que não vem aqui, e Sergio não esqueceu o que você fez, nem eu!- diz séria, mas brincando pois quando se vira está sorrindo.

    - Não foi de propósito! Ele que apareceu no caminho.- digo em defesa.

    - Então se eu aparecer na sua frente você vai me atropelar?- diz rindo e a sigo para a cozinha passando pela sala e com Sergio no meu colo.

    - Eu iria quase te atropelar, como aconteceu com ele.- digo o apertando mais e o fazendo soltar um fofo miado, mas logo suas unhas me cravam e ele pula do meu colo.

    - Ah, bom saber!- diz rindo ainda mais. 

Sua cozinha também está diferente, mas como sempre bem arrumada. Emily sempre foi bem organizada e isso me atrapalha um pouco, se eu deixo algo fora do lugar, mais tarde, quando precisar irei achar e isso pra mim da certo, já para Emy não. Dá pra entender?

    - Vamos comer e depois te ajudo a arrumar seu quarto, ok?- pede abrindo a geladeira e pegando algumas coisas. Concordo com a cabeça e sento em um dos bancos da ilha e a observo fazer alguns sanduíches. Como eu, Emily só tem o dom de comer bem, não de cozinhar.

    Enquanto ela vai fazendo tento formular algumas perguntas sobre os agentes, não quero ser tão direta, mas também não quero enrolar. 

    - Vai perguntar logo ou me deixar mais um pouco curiosa?- pergunta ainda olhando para a torradeira. Ah claro! Profiler.

    - Bom, o que tem entre você e o cara sério, o Hotch?- era pra ser menos direta, mas ela me apressou e foi a primeira coisa que pensei.

Caramba, ela não falou nada, só me encara sem expressão, cara limpa. 

    - Então?! Tá rolando algo entre vocês mesmo?-digo rindo para amenizar o silêncio.

    - Rosie, não sei o que te dizer, eu..eu..eu..- começa a gaguejar e não termina de falar.

    - Tá, mas eaí? Vocês estão se pregando ou não? -não quero ser chata ou pressionar demais, ainda tenho que pedir sobre Spencer.

    - Da onde você tirou essa pergunta Rosie?- pede se virando e pegando as torradas, vou do seu lado para olhar seu rosto.- O que você está fazendo?- pede com as sombracelhas arqueadas. 

  - Quando tento disfarçar ou mentir- falo mais alto quando digo mentir- Eu olho para outro lugar, você está fazendo isso agente Prentiss.   

  - Ah Rosie, pare com isso!- diz pegando as torradas e se virando para o balcão.- Mas teria algum problema?- diz baixinho

    - AI MEU DEUS!- eles estão juntos??- Emily por quê não falou nada?

    - Ah querida, nossa relação é complicada.- diz parecendo triste, quando me olha percebe que estou em dúvida.- Somos colegas de trabalho Rosie, ele perdeu a mulher e tem um filho, não é tão simples assim, não é como você e a algum garoto jovem e que só tem que trabalhar e esse trabalho não arrisca a sua vida. Nosso trabalho é perigoso. - diz parecendo triste.

Mas se vocês se gostam, nada disso vai atrapalhar.- digo me sentindo uma idiota, que coisa mais boba de se falar para alguém "vivida"!- Tipo, pode ter todos esses "problemas", mas se vocês se gostam podem passar por cima e tudo irá dar certo. - digo sorrindo, é posso riscar conselheira amorosa e psicóloga da minha lista de possíveis profissões.
    - Como disse, não é tão simples assim, e por favor não comente nada com García ou Morgan!- quase súplica.
    - Claro que não, nem sei quando vamos nos ver novamente.
    - Provavelmente em breve, eles gostaram de você, e irão vir aqui se tiverem um tempo livre. E ainda mais agora que estou com uma pequena licença, não é tanto tempo, mas o bastante para nos acostumarmos.
   Depois disso ficamos em silêncio, "nos acostumarmos", isso é tão estranho de se ouvir, quer dizer, temos que fazer isso dar certo, minha outra opção seria o James, então só tenho essa mesmo. Não queria começar a chorar, começamos a falar sobre algo "legal" e paramos com isso, não quero que sempre aconteça, então me lembro das outras perguntas e começo a fazer. Peço sobre cada um dos agentes e por final deixo para perguntar sobre Spencer.
Vamos para sala comer nossos sanduíches, olhar tv, conversar e é óbvio que não arrumamos nada do meu quarto, somos parecidas sempre enrolando para fazermos algumas coisas.
    - E aquele agente que me levou para casa? O bem inteligente.- obviamente me faço de desentendida.
    - Não lembra o nome dele? Você o chamou hoje, afinal o que estavam falando? Depois que você o chamou, não o vi mais.- diz abrindo espaço entre nós para Sergio se deitar.
Merda. Claro que eu lembrava o nome. Ele me levou para casa, me ajudou depois que desmaiei, conversamos na igreja e lá em casa também, nem para mentir direito.
    - Ah, verdade, o agente Reid- fingo lembrar- Mas me fale dele. Como ele é, tem família, namorada, como ele é tão inteligente, essas coisas.
    - Ele não falou nada sobre sua vida, afinal vocês passaram um tempo juntos.- diz limpando a boca.
    - Ai Emy, não lembro de tudo.- peço me cobrindo até o pescoço com a manta do sofá.
    - Bom, Spencer é um amor de pessoa mas já teve muitos problemas, tanto pessoais como profissionais, mas quem não tem. - diz com um semblante triste e continua olhando para a tv.
    - Tá, mas me fala dele- meu Deus e a parte de ser discreta!- Você parece ser bem amiga , com quantos anos ele entrou no FBI? Parece muito jovem comparando com o resto da equipe, não que vocês sejam velhos!- digo quando ela me olha. - Mas como ele me ajudou, queria saber um pouco mais.

- Bom, ele se juntou ao FBI com 21 ou 22 anos, dependendo da idade em que entrou na Academia do FBI, não me lembro exatamente. Mas lembro o que falaram dele, embora não houvesse um "exame psicológico ou teste, o FBI poderia colocar na frente dele ele poderia fazer dentro de dez minutos", ele lutou com os aspectos mais físicos do treinamento, e, finalmente, conseguiu se formar. Após a formatura da Academia, ele foi colocado no BAU e recebeu o título de Agente Especial Supervisor. Spencer é especial, nosso gênio.- diz sorrindo, ela parece gostar muito dele e vice-versa.

    - E ele tem namorada? Pai, mãe?- peço tentando disfarçar a curiosidade- Afinal Morgan tem namorada, JJ é casada, Rossi e Aaron são viúvos e ele?- me arrependo de falar do Aaron, mas é melhor não tentar concertar.
    - Até onde sei ele está solteiro, a algum tempo atrás ele estava em um relacionamento, mas não acabou bem.- diz parecendo se lembrar do porque.
    - De que tipo? Ela traiu ele?- se for isso, explica tudo, coitado, mas também não tem razão por me tratar daquela forma. Recusar o beijo teria sido muito melhor.
    - Antes fosse Rosie, mas talvez um dia você saiba, o assunto é delicado demais.- diz limpando a boca- Mais alguma pergunta?
    - Por enquanto não.- digo limpando a boca e voltamos a olhar tv com Sergio roncando entre nós.

 Mais tarde voltamos para o hall onde tinhamos deixado tudo, e levamos minhas coisas para meu quarto, ele continua igual, a cama de casal do lado da parede, pois eu pensava que algum bicho poderia entrar e me pegar, assim com espaço só de um lado, teria menos chances de algo me pegar. Bem criança! 

O mini closet com algumas roupas de festa que eu deixava aqui, uma penteadeira rosa e meu tapete de princesa, Caramba! preciso mudar algumas coisas. Faz muito tempo que não durmo aqui, só entrava para me trocar e nunca liguei para como o quarto estava e talvez agora só o rosa me incomode.
     - Bom, como você pode ver, teremos que redecorar esse lugar.- diz colocando as malas do lado da minha cama.
    - Até que gosto, talvez a gente possa só pintar a penteadeira, não gosto mais de rosa.- digo me sentando na cama e Emily faz o mesmo, apóio minha cabeça no seu ombro.
    - Espero que você consiga se acostumar, realmente quero que isso de certo.- diz apoiando sua cabeça na minha.
Ficamos assim por um tempo, sinto aquele famoso aperto na garganta voltar quando meus olhos param no mural de fotos que sempre atualizava, mas agora as fotos estão ai a um bom tempo. Tem algumas fotos do meu ensaio de 15 anos, uma minha e do Jack quando menores, minha e do Teddy quando ele nasceu, da formatura do Jack com ele e Emy, minha mãe e Emy, meus pais no meu nascimento e uma grande foto com Emily e nossa família no penúltimo Natal.
    - Essas fotos trazem boas lembranças não é?- pede também as olhando e percebo algumas lágrimas nos seus olhos. - Vou sentir muito a falta deles, ultimamente não estava presente e eu peço desculpas por isso Rosi. - Emily se vira para mim e limpa algumas de suas lágrimas. - Se eu estivesse mais presente na vida de vocês, isso talvez poderia ter sido evitado e todos estariam juntos e felizes.
   - Emy, não sabemos quem os matou, mas sei que não foi sua culpa!- digo a abraçando e também deixando lágrimas cairem, ela não pode se culpar, por mais que possa realmente ser uma vingança por alguém que ela prendeu ou até mesmo matou e algum parente queira se vingar ou algo do tipo, não é culpa dela, esse é seu trabalho e ela corre riscos.
    - Eu realmente sinto muito Rosi!- diz passando a mão no meu rosto.- Queria que sua vida fosse perfeita, mas falhei e espero compensar agora.- diz me abraçando novamente, mas sem chorar.
    - Como assim?- peço confusa- Emy você não precisa compensar nada, mas terá que me aguentar até eu descobrir o que fazer da vida.
    - Você sabe que te amo muito? Por mais que eu não fale sempre.- diz me olhando e concordo, pois a entendo.

Também sou assim, não consigo falar "Eu Te Amo" para todos ou a qualquer hora. Esse é um grande problema que tenho, ou talvez não seja tão ruim assim, acho que essas palavras são as mais fortes que qualquer ser humano possa dizer, mas só se for verdadeiro, se não é como desejar bom dia de mau humor. Sinto que me arrependi por não ter falado isso para meus pais e Teddy, afinal não terei outra chance e por mais que seja difícil eu irei tentar falar para quem estiver do meu lado.
    - Eu te amo Emy! Você, mais que ninguém sabe que eu também tenho dificuldade pra falar coisas assim, me abrir dessa forma. Mas eu não falei para as pessoas que estavam do meu lado e me arrependi, não quero cometer esse erro novamente. Então Emy, eu te amo muito e obrigada pelo que está fazendo! - a pego de surpresa por me jogar nos seus braços e a apertar e assim nos fazendo cair da cama.
Nós continuamos a conversar sobre o tempo que estávamos afastadas e o que aconteceu nesse meio tempo, e percebo que pela primeira vez desde que tudo começou me sintia leve, feliz e despreocupada. Mas no fundo, eu sabia, isso não irá durar muito.












Notas Finais


O que acharam do capítulo??
Tem gente já fazendo especulações de quem mantou a família da Rosie, o que acham? Comentem e até o próximo.
💙💙


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