História The Secrets of a Stark - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), Tom Holland
Personagens Anthony "Tony" Stark, Personagens Originais, Peter Parker
Tags Avengers, Ironman, Marvel, Peter Parker, Spiderman, Tony Stark
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Palavras 3.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Fantasia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente as coisas vão começar a se desenrolar a partir de agora.

Na parte de Listen eu imagino o vídeo da Perrie Edwards cantando, vou deixar o link nas notas finais.
Até mais :)

Capítulo 3 - Listen


Fanfic / Fanfiction The Secrets of a Stark - Capítulo 3 - Listen

Antonella Clark POV

Combinei com alguns amigos de ir ao King Blues. Eu precisava beber um pouco e esquecer a minha identidade secreta de Stark.

Aproveito a pausa no trabalho para mandar uma mensagem para Leona, confirmando nossa ida ao bar hoje à noite.

“Tudo certo para hoje à noite? Não falhe comigo Cooper”

Logo ela respondeu.

“Tá tudo mais do que certo Clark. E não me insulte, eu não sou de falhar com você”

Já estava dando o meu horário de saída, então já fui pegando minhas coisas para ir para casa.

No meio do caminho para a porta de saída da empresa, sou abordada pelo meu colega de trabalho Thomas.

- Ei Alle. – ele chegou ao meu lado, todo engravatado e formal. Totalmente o oposto de mim, que vestia algo bem básico.

- Oi Thomas – o cumprimentei.

- Eu sinto muito pelo seu projeto não ter sido aprovado, eu realmente achei ele muito interessante, digo... legal– ele falou todo atrapalhado.

- Obrigada Thomas, legal é o adjetivo que eu quero ouvir sobre minhas criações – eu falei sarcástica.

- Não é isso...

- Relaxa cara, eu to só sendo má com você – falei rindo.

- Bom, eu só queria dizer pra não desistir do seu projeto – ele falou meio sem jeito. Era fofo como ele era certinho. – O nosso chefe sabe ser um...

- Cuzão?

- Eu ia dizer um pé no saco, mas cuzão serve – ele disse e nós rimos.

- Ok Thomas, eu não vou desistir, obrigada pelo incentivo.

- As ordens Senhorita Clark – ele fez uma reverência e voltou para dentro da empresa.

Ok...

(...)

Cheguei em casa e fui direto para o banho. Foi inevitável não pensar na bagunça que virou a minha vida. Fazia uma semana que eu descobri sobre meu pai e Deus, eu sou uma Stark!!

Evito pensar em como minha vida poderia ser diferente e também tendo ignorar a vontade de culpar minha mãe por esconder isso de mim. Eu não perguntei mais nada a ela depois que ela me contou sobre Tony. Era demais pra mim.

Minha decisão foi seguir minha vida como se nada tivesse acontecido. Não o procurei e pedi para minha mãe passar o recado a ele de que eu não queria que ele me procurasse, apesar da insistência dela em me convencer o contrário. Não fazia sentido depois de todos esses anos a gente querer bancar a família feliz.

Todos sabiam que a vida de Tony era um completo caos. Qual é, ele é super famoso, super rico, super herói, mora em uma super casa. Tudo na vida dele é super, totalmente o contrário da minha. Preferi manter distância disso tudo. Covardia minha? Pode ser, não me importo mais.

 

Saí do banho e percebi que minha mãe já estava em casa. Estaria mentindo se eu dissesse que não estava a evitando. Então liguei o som do meu quarto e comecei a me arrumar esperando que ela entendesse o aviso subliminar de "não perturbe, pessoa altamente aborrecida reside nesse quarto".

Mas como mãe é mãe em qualquer lugar, ela não demorou a bater na minha porta para falar do assunto da semana: Tony Stark.

Eu não aguentava mais ouvir esse nome. Eu nem mesmo assistia mais TV pra não ouvir o nome do dito cujo.

Eu abri a porta e voltei a me arrumar. Minha mãe se escorou no batente da porta e cruzou os braços me analisando.

- Será que podemos conversar? - ela perguntou.

- Claro. Se o assunto não for sobre o cara que te ajudou a me gerar, eu estou a todo ouvidos.

- Antonella, será que da pra você parar de birra? Parece que voltou a ter 15 anos!! - ela se exaltou pela primeira vez durante toda a semana que estava tentando falar comigo sobre o assunto.

- Não é birra mãe. É só que eu disse que não faz diferença na minha vida e você não aceita isso. - parei de me arrumar e me virei para encará-la - É uma decisão minha.

- Você nem tentou falar com ele, nem mesmo deu uma chance. Eu não entendo. A sua vida toda você quis saber quem ele era, e agora você joga a informação no lixo!

- Eu não vou mais falar sobre isso. Tô saturada desse assunto já. - eu declarei - Se você quiser falar sobre qualquer outra coisa, até mesmo sobre rabanetes, eu estou disposta, mas sobre isso, não mais.

- Você é exatamente como o seu pai!! - ela brandou.

- Não. Não. Não - eu voltei a olhar para ela furiosa. - Você não pode me deixar no escuro por 21 anos sobre o meu pai, sem falar uma sequer palavra sobre ele para agora trazer ele a tona como se isso fosse normal pra mim. Não mesmo!! - esbravejei apontando o dedo a ela.

- Filha eu...

- Chega mãe. Eu tenho que terminar de me arrumar pra encontrar o pessoal.

Ela ia falar mais alguma coisa, mas desistiu e apenas saiu de lá me deixando com mais um zilhão de coisas na cabeça.

(...)

- Ok, se eles ficarem em no máximo 10 minutos, como eu acho que vai acontecer, você Antonella Clark, vai cantar uma música para nós como nos velhos tempos.

Meu amigo Fred fez a aposta comigo sobre um casal que estava flertando na outra mesa.

- Ela não vai ceder tão fácil cara. - eu disse observando o casal - Se eu ganhar a aposta, você vai pagar uma rodada de tequila a todos dessa mesa - eu falei e o pessoal comemorou.

- Você vai perder parceira. Já prepara a voz e a setlist do show - ele debochou tomando a bebida dele.

Já tinha um tempo que estávamos no bar nos divertindo. Fazia um tempo que não saíamos assim para beber e jogar conversa a fora. Eu realmente estava precisando desse momento para liberar um pouco a minha mente.

E como se fosse pra queimar a minha língua, quando eu virei para a mesa do lado, o casal da aposta estava aos beijos.

- Ah não. - soltei meu copo na mesa e Fred gargalhou.

- Eu quero ouvir você cantar uma música bem profunda - ele falou olhando bem nos meus olhos. - Você precisa jogar tudo pra fora.

- Do que você tá falando Fred? - me fiz de desentendida.

- Não esqueça que seu amigo aqui entende um pouquinho de psicologia - o chato se gabou, pois ele estava terminando o curso de psicologia.

- Tem só algumas coisinhas rondando a minha cabeça, nada de mais - tentei desconversar.

- Ah, você ainda está na fase de negação.

- Eu não tô em fase nenhuma, quer parar? - disse e ele riu.

- Ok, Antonella - ele frisou meu nome - Quando quiser conversar eu estarei aqui - ele disse fazendo uma brinde com meu copo que estava pousado na mesa.

- Ta certo Dr. Frederich.

- Eu ainda quero minha música, vai lá - Fred começou a me empurrar para levantar e ir em direção ao pequeno palco.

- Ok, ta ta, eu vou lá, para de empurrar - me desvencilhei dele e fui para o palco.

Cheguei lá e me posicionei atrás do microfone. Analisei a mesa bagunçada em que meus amigos estavam e me olhavam com expectativa. Pensei no que Fred me disse e decidi qual música cantaria.

- Olá pessoal - comecei chamando a atenção de todos no local - Meu nome é Antonella Clark e eu estou aqui porque perdi uma aposta - falei e o pessoal riu.

- Meu amigo quer que eu cante uma música profunda, segundo ele eu tenho que “botar tudo pra fora” - disse revirando os olhos e novamente ouço alguns risos.

- Entãaao, eu vou cantar Listen, da Beyoncé. - declarei e Leona berrou "DIVAAAA" fazendo todos gargalharem.

"Listen,

to the song here in my heart,

a melody I start but can't complete..."

(Escute, a canção aqui no meu coração,

uma melodia que comecei mas não consegui completar)

Iniciei a música e fechei meus olhos. Concentrei-me na música e continuei cantando, literalmente com todo o meu coração.

Cantei para todos ouvirem o quão perdida eu estava. A letra se mostrava muito fiel ao que eu sentia no momento.

"Listen, I am alone at a crossroads

I'm not at home in my own home

And I've tried and tried to say what's on mind

You should have known"

(Escute, estou sozinha numa encruzilhada,

não estou em casa na minha própria casa

e tentei e tentei dizer o que tenho em mente,

você deveria saber)

Eu estava em dúvida sobre as minhas próprias decisões, mas mais ainda chateada sobre as informações de que fui privada a minha vida inteira.

A verdade é que eu não soube lidar com a informação que eu sempre quis ter. Parecia surreal demais para mim. Eu não sabia lidar mais com que eu era.

"I don't know where I belong

But I'll be moving on

If you don't, if you won't"

(Não sei onde pertenço mas vou seguir em frente,

se você não fizer isso, se você não vai)

Eu realmente não sabia se pertencia à família Stark. Nem mesmo sabia se pertencia a algum lugar, fui assim a minha vida inteira.

"Listen to the song here in my heart

A melody I start but I will complete

Oh, now I'm done believing you

You don't know what I'm feeling

I'm more than what you made of me

I followed the voice you think you gave to me

But now I've gotta find my own, my own"

(Escute a canção aqui no meu coração,

uma melodia que comecei mas irei completar.

Oh, agora estou farta de acreditar em você,

você não sabe o que estou sentindo,

sou mais do que você fez de mim.

Segui a voz que você pensa que me deu,

mas agora tenho que achar a minha própria voz, minha própria)

Terminei a música e abri meus olhos.

Meus amigos estavam gritando e aplaudindo de pé, super empolgados. Fred sorria orgulhoso, olhei ao redor e tinham várias pessoas aplaudindo também. Fazia muito tempo que eu não cantava ali naquele lugar. Geralmente eu cantava quando alguma coisa estava me incomodando, e bem, tinha algo muito grande me incomodando no momento. Abri um sorriso, agradeci e me encaminhei para fora do palco.

E foi quando eu estava descendo que o vi. Senti uma leve vertigem, mas segui em frente como se nada tivesse acontecido.

 

Tony Stark POV

 

Donatella havia me dito que Alle não queria contato comigo, mas que ela estava tentando persuadi-la a mudar de ideia. Foi difícil ouvir isso, eu estava empolgado para conhecê-la de fato. Nem sabia de onde vinha esse sentimento já que há uns meses atrás eu sabia zero sobre a existência de uma filha, no entanto, eu já desenvolvia um sentimento pela garota e isso de certa forma me deixava nervoso.

Como não sou muito de esperar, decidi que tinha chegado o momento de ir até Antonella e seja o que Deus quiser. Recrutei Steve e mesmo com uma Donatella furiosa sobre eu quebrar o trato de não me aproximar antes de ela querer isso, ela me disse onde Alle estaria naquela noite, em um bar que ela costumava ir com os amigos.

- Você sabe que isso não é uma boa ideia né? A garota não quer te ver – Steve dizia mas eu não dava importância.

- Ela ainda não sabe, mas ela quer me ver– eu falava enquanto descíamos do carro para entrar no bar. – Que droga de lugar é esse? – entortava o nariz para aquele lugar chinfrim.

- Lugar onde os jovens gostam de ir Stark – Steve dava um sorrisinho – Eu é que fiquei congelado por 70 anos e você que não entende da juventude de hoje.

- Tô me arrependendo de ter te chamado para vir junto.

- Não se iluda, você nunca viria sozinho. – ele falou a maior verdade da noite.

Entramos no estabelecimento e era a maior zona lá dentro. Tinham várias mesas espalhadas, um palquinho, mesas de sinuca e pebolim, bebidas baratas e comidas gordurosas, típico bar universitário.

- Eu gostei do lugar – Steve disse ao meu lado.

- Um bom julgamento vindo de um velhinho que ficou congelado por 70 anos – rebati para irritá-lo.

 Seguimos e sentamos em uma mesa mais afastada. A procurei meio por cima, sem chamar muito a atenção, mas não encontrei, até que uma movimentação acontece no palco e eu a vejo atrás do microfone.

Assim que ela começou a cantar, eu fiquei admirado, tirei até meus óculos para vê-la melhor.

- Aquela é a minha garota – falei para Rogers.

- Ela é muito talentosa, você sabia que ela cantava?

Apenas balancei minha cabeça em negativa. Estávamos absolutamente encantados ao vê-la cantando e de alguma forma eu entendi o que ela estava transmitindo na música. Ela estava tão perdida quanto eu.

Assim que ela terminou a música, quando ia voltando para a mesa dela com os amigos, tive a impressão de que ela tinha me visto lá, mas ela seguiu normal.

Fiquei em uma batalha interna sobre ir lá falar com ela ou voltar para casa. Mas quando me dei por conta ela estava saindo do bar, não tive muito tempo pra pensar, apenas a segui para tentar conversar com ela.

Saí para fora do local e olhei para o lado e nada, olhei para o outro e tomei um susto com ela ao meu lado me observando.

- Você poderia ser menos discreto? – ela fala sarcástica.

- Na verdade discrição não é o meu forte.

- Realmente - ela fala e me da às costas.

- Ei ei mocinha – chamo a sua atenção e ela se vira novamente. – Podemos conversar?

- Pensei que já tinha deixado isso claro – ela respondeu séria e se virou novamente colocando a jaqueta e se encaminhando para uma moto. Uma moto? Sério?

- Eu também não sabia ok? Também foi uma surpresa pra mim. Eu também fiquei sem saber como agir – comecei a falar com ela ainda de costas e ela parou, mas não se virou para mim e eu tomei como incentivo para continuar.

- Eu não fazia ideia de que tinha uma filha, nunca se quer tinha passado pela minha cabeça em ter filhos algum dia. Sabe, eu não tive as melhores experiências com meus pais. – ela se virou para mim e me olhou atentamente.

- Não queria que você tivesse passado por isso também. Me desculpe por não ter sido seu pai durante todo esse tempo, mesmo eu não tendo a menor culpa nisso, mas eu quero ser agora. Deus eu nem sei de onde veio tudo isso – comecei a andar de um lado para o outro – Até ontem eu nem imaginaria isso, e de repente BAMP!! Eu sou pai. Mas sabe o que é mais engraçado? – a olhei e ela me encarava atentamente com os braços cruzados tentando manter a jaqueta fechada e evitar que o vento entrasse – Eu gostei da ideia de ter uma filha, eu me empolguei em saber que você é ligada nesse lance de tecnologia, eu me vi te ensinando algumas coisas, tendo finalmente uma relação de pai e filha que eu não tive com meu pai. – vi que minhas palavras tiveram efeito nela, já que ela não falava nada.

- Eu não...

- Você não sabe o quanto me deixou atordoado saber que você estava por aí sem saber sobre mim e eu sobre você. Eu poderia ter feito tudo diferente, eu poderia te oferecer tanta coisa.

- Não preciso do seu dinheiro. – ela falou furiosa igual à mãe dela.

- Eu não estou falando de dinheiro. – afirmei sério – Eu poderia ter te oferecido uma vida com um pai presente. – disse e ela suavizou a expressão.

- Eu não... Eu não sei como fazer isso – ela falava com todo cuidado. – Eu esperei a minha vida toda pra saber quem você era e quando eu finalmente descobri, eu surtei – ela deu uma risada irônica – Eu simplesmente não sei como é ter um pai – ela disse e eu senti uma pontada no peito.

- Me deixa te mostrar então.

- Não é tão simples Tony!! – ela larga os braços e começa a caminhar em minha direção – Você é todo famoso, rico e droga você é o Homem de Ferro!!! Eu não sou nada disso – ela disse mais baixo a última parte – Eu não saberia como fazer parte da sua vida.

- Você não precisa ser nada disso, você só tem que tentar – me aproximei também.

- Como?

- Você poderia ir morar comigo.

- O QUÊ??? Você é inacreditável, é claro que eu não vou morar com você!! – Ela falou alto. Ok muito cedo pra falar sobre mudanças físicas.

- É só uma ideia não precisa ser agora, pra já, mas você pode considerar. – eu tentava me explicar.

- Eu não vou morar com você nem agora nem nunca Tony, não força as coisas, mal te conheço.

- Ouch. Ok, justo, você vai ter tempo ainda pra pensar – eu completei ela revirou os olhos.

- Meu Deus. Ok, eu tenho que ir – ela falou e percebi que ela não sabia como se despedir. Quem eu estou querendo enganar, nem eu sabia como me despedir da minha própria filha, considerando que apenas estendi minha mão e ela a apertou em dúvida.

Ela se encaminhou para a moto e pegou o capacete.

- Legal a moto. Você é daquele tipo de motoqueiro que não pode encostar na moto e que anda com uma corrente? – Fiz piada e ela apenas me deu um olhar estressado. – Ok, sem piadas com a moto – ergui meus braços em rendição.

- Até mais Antonella.

- Até mais Tony Stark.

- Pense na proposta – falei enquanto ela colocava o capacete.

- Vai sonhando – Ela falou e deu a partida, logo indo sem olhar pra trás.

Dei um longo suspiro e Steve chegou ao meu lado.

- Convidar ela pra morar com você já? Sério Tony?

- Eu estraguei tudo né?

- Você estragou tudo ao falar da moto dela. Cara, ela é realmente tua filha. A garota tem personalidade. Boa sorte pra dobrar a garota. – Ele me deu um tapinha nas costas.

- Vou precisar do pirralho.


Notas Finais


Acho que no próximo já teremos o Peter rsrs
Até lá :) bjks

Cover de Listen - Perrie Edwards: https://www.youtube.com/watch?v=KX-Foo3Mqz8


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