História The Selection - (Imagine Jeon Jung-kook) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção, Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 135
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu demorei...
ME DESCULPEEEEEEM! EU PROMETO NÃO DEMORAR ASSIM DE NOVO!
Mas, sabe... Estão tendo umas turbulências na minha vida e só hoje foi dar uma acalmada no meu psicológico. Prometo postar amanhã um capítulo novo e maior, perdão pelo tamanho também do capítulo!

Acontece que, EU ESTOU MUITO FELIZ! Muito obrigada você que estão acompanhando minha fanfic e espero mesmo, MESMO, que eu agrade vocês!

Por isso, obrigada a todos e boa leitura! (E perdão pela demora, tamanho do capítulo e se o conteúdo não agradar vocês... E os erros de português...)

Eu andei pensando: Querem entrar em contato constante comigo? Para poderem me pressionar com tudo isso e eu postar mais rápido, e também, assim vocês poderiam dar ideias do que gostariam em um capítulo. Já fiz isso por alguém nessa fanfic mesmo sabiam? E quando ela ler isso, irá ficar feliz de eu tê-la feito feliz. E posso fazer isso por todas vocês! Basta falar se concordam.

Enfim, desculpe a faladeira...

Bom dia, boa tarde, boa noite e boa leitura! <3

Capítulo 7 - It's All Right


Fanfic / Fanfiction The Selection - (Imagine Jeon Jung-kook) - Capítulo 7 - It's All Right

Cheguei à sala de comando e já fui vendo o que aconteceu nas ultimas horas. Mas minha mãe chegou e segurou meu pulso me impedindo de fazer o que eu mais queria naquele momento.

– Me larga. – Falei frio e seco com ela.

– Isso não é maneira de falar com sua mãe, Jeon Jung-kook.

– Eu não ligo. Só me solta. Agora.

– Jeon, você não pode fazer tudo isso por apenas uma garota.

Encarei-a com um olhar assustador. Era o que eu estava sentindo, ódio.

– Por que não quer que eu veja? Hein? – Falei elevando meu tom de voz, soltando minha mão e segurando o rosto de minha mãe com raiva.

– Aja com mais respeito! Não foi isso que eu te ensi...

– POR QUÊ?! Foi você não foi? É a sua cara fazer isso, desprezar a minha vida como se eu não tivesse sentimentos, como se eu não fosse humano! Você sempre fez isso, mexe as cordinhas do seu brinquedinho. E sabe muito bem de que estou falando do papai. Você tem noção do que faz, mas mesmo assim continua! Isso! Parabéns, mama. Agora você sabe o quanto eu te odeio. E sabe que odeio o que você faz. Agora, me devolve a S/n.

Ela não falou nada, como eu esperava. Ela permaneceu calada apenas me encarando com aquela carinha de inocente, como sempre. Já até me acostumei com a péssima atuação.

– Para sua opinião, eu nem sabia que ela tinha sumido.

– É o que veremos.

Fui às grandes televisões que mostrava cada câmera da mansão e busquei achar o período desde quando eu saí da presença de S/n. E novamente, minha mãe estava interferindo.

– Filho, saí daí.

– Não. Por quê? Está nervosa? Por que estaria nervosa se não tivesse sido você? Eis a questão, não é mesmo? Xeque-Mate. A rainha nem sempre é a solução para vencer, deveria saber disso.

Achei e coloquei nas gravações desde o momento em que o guarda foi levá-la para a ala hospitalar.

Ele estava a levando, quando chegou à porta de um dos quartos, minha mãe o chama.

– Filho...

– Shh.

Ele vira para minha mãe com S/n em seus braços. Ela fala alguma coisa que as câmeras não foram capazes de captar e ele muda de direção. Mas a direção dele não era favorável. Ele vai em direção as ruas, e não tem mais câmera pra filmar, além disso.

– Eu sabia. – Falei saindo dali correndo.

Todo mundo estava me observando.

– Guardas! – Gritei em comando. – Preciso que encontrem “_____ _______ (nome e sobrenome)”, a candidata de Seul! Um soldado foi mandado para levá-la para algum lugar além da mansão! Por favor! Eu imploro a vocês que me levem junto e que a achem. Irei recompensar com o que desejarem. Só por favor, achem ela para mim.

Vários guardas começaram a correr em direção aos carros prontos para tal emergência.

– Jung-kook. – Chamou Jimin aparecendo. – Eu vou com você.

– Vamos.

Corremos junto aos guardas para um dos carros, o que tinha mais proteção. Não me importei em lembrar nem de me despedir de meus pais, até hesitei em despedir do meu pai, não acho que ele seja o culpado por tudo isso acontecer, minha mãe sempre puxou suas cordas, e agora espero que ela caia na real e pare com tudo isso.

Tinha profissionais para encontrar a S/n. Mesmo assim, demoramos bastante para achar um lugar suspeito.

Descemos do carro, todos estávamos armados, tudo para a proteção de S/n.

Sair daquela mansão, naquele exato momento, foi a decisão mais certa que eu já fiz em toda a minha vida.

– S/N! – Corri ao vê-la jogada ao chão.

Pelos sinais, ela andou bastante para chegar até ali. Deixaram ela muito longe, para ela se perder. Mas ela lutou para voltar.

– S/n... – Peguei-a em meu colo e senti uma miserável lágrima escorrer pelo meu rosto.

– Você me achou... – Ela falou. Sorrindo.

Ela estava sempre sorrindo. E sempre me fazendo chorar.

Jimin parou atrás de mim e deu uns tapinhas nas minhas costas.

– Cara... Você está apaixonado mesmo, hein? – Falou rindo.

– Idiota. – Falei rindo de mim mesmo também.

Levei-a ao carro, ainda chorando.

Cheguei em casa e já levei ela para a ala hospitalar. Por onde eu passava, todos olhavam para mim, confusos. Não duvido nada eles estarem confusos, eu simplesmente dei um “escândalo” e saí por aí com um bando de soldados para achar alguém que para eles, é uma pessoa qualquer.

Mas pra mim ela não é alguém qualquer. Ela, meus amigos, são a família que eu nunca tive e sempre quis ter. Eles sim, eu tenho certeza que eu os amo.

– Fico feliz por ter escolhido você para participar, S/n. – Falo observando-a na maca.

– Por mais que meu físico não agradeça sobre eu ter vindo para cá, eu estou feliz em ter te conhecido, seu metido filho de papai.

Essa, essa é a S/n que eu amo.

– Não fale assim! – Falei manhoso e ela riu. – Gosto do seu sorriso.

– Também gosto do seu! Essa é uma razão para você parar de chorar tanto por mim! Não gosto de te ver chorando sabia?

Permaneci calado. Ela me fez lembrar do que aconteceu. Não foi nada agradável a ver sofrendo como estava.

*x*

Passou um tempo e durante isso: minha mãe tentou falar comigo e eu recusei, meu pai falou que estava decepcionado comigo por eu ter começado a ser um filho diferente do que eles ensinaram, meus amigos foram lá e ficaram um tempo comigo, S/n me contou histórias sobre ela e a irmã (mudei meu conceito sobre ela ser um pouco normal depois dessa...), e agora eu estou acordado na minha cama, olhando para o teto, sem conseguir dormir.

Eu não podia visitar mais a S/n. Era proibido. Então, resolvi falar com a irmã dela.

Chequei umas pastas que estavam no meu armário e achei a pasta que tinha o número dela. Será que ela já dormiu? Adicionei o número dela e mandei uma mensagem, dizendo:

“E aí, Karin. Beleza? // Jeon Jung-kook.”

Não coloquei mais nada, eu só queria conversar, como da primeira vez que fiz com a S/n.

Mas ela não respondeu.

Decidi falar com outra selecionada, deve ter alguma interessante nisso. Impossível que: dentro trinta e cinco meninas, apenas uma é interessante. Assim não teria graça nenhuma.

Peguei o nome de uma: Solji. Ela era muito bonita, pra falar a verdade.

“Olá. // Anônimo.”


Notas Finais


Se não leu as notas iniciais, peço-lhe que leia, é importante para mim (e para vocês).

Até o próximo! <3


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