História The Seven - Capítulo 1


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Categorias Dreamcatcher
Personagens Dami, Gahyeon, Handong, JiU, Siyeon, SuA, Yoohyeon
Tags 2yeon, Dami, Dreamcatcher, Gahyeon, Gandong, Handong, Jisu, Jiu, Sihyeon, Siyeon, Sua, Yoohyeon
Visualizações 105
Palavras 452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tava pra começar essa história há um tempão, então espero atualizá-la com frequência.
Vou fugir um pouco dos fluffys e trabalhar um pouco com o conceito mega interessante que o Dreamcatcher nos dá (bem baseada em Fly High), juntando isso em algo mais interessante ainda e talvez meio perturbado. suausyuhas
Espero poder ir com ela até o fim, né, porque eu sou eu e eu sendo eu não termino nada do que faço.
Antes de começar a história, teremos os sete prólogos, então paciência.
Enfim, vamos ao que interessa. Boa história.

Capítulo 1 - Páginas 1 e 2


Fanfic / Fanfiction The Seven - Capítulo 1 - Páginas 1 e 2

 

 

 

O vento era tão sereno. Acariciava as folhas das árvores que cercavam o conjunto de edifícios de forma suave, dando um ar natural e sossegado àquela extensão de terra e fazendo um par perfeito com o  sol.

 

 

Uma mulher, de longos cabelos tingidos em negro e loiro, com uma bandeja nas mãos, dirigia-se ao único quarto ocupado daquele lugar - além de seu próprio, carregando alguns biscoitos, uma xícara e um bule de café com leite com bastante açúcar pelo longo corredor, do jeito que Gahyeon gostava. Crianças adoram coisas doces, mas espero que minha pequena não exagere e acabe pegando cáries, pensou.

 

 

Abriu a porta com sutileza, deixando um sorriso moldar seus lábios ao ver a garota adormecida na cama. Sentou-se à beirada, pondo a bandeja cuidadosamente no criado-mudo que ficava ao lado. Aproveitou aquele momento para admirar - como fazia todos os dias - os traços da menina que dormia. Acabou por deixar-se levar, acariciando o rosto dela delicadamente com a costa de sua destra; era tão bonita.

 

 

— Gahyeon-ah, já fazem dias que você dorme... Eu sinto falta de quando conversávamos, você se lembra? — fez uma pausa, levantando-se e despejando o líquido bege do bule na xícara de porcelana, observando atentamente o café com leite moldar-se ao formato da chávena — Lembra como brincávamos no gramado e cuidávamos do jardim, quando éramos só eu e você? 

 

 

A voz da mulher ecoava melancólica pelo quarto. As janelas abertas recebiam a luz do sol com o maior prazer, iluminando aquele comodo mórbido e o corpo pálido e sem vida sobre a cama. As flores murchas que alguns amigos e familiares haviam deixado para Gahyeon enfeitavam seu leito de morte, deixando tudo ainda mais lúgubre. Handong já estava acostumada a ver aquela cena todos os dias, mas não conseguia aceitar, jamais, o fato de ter perdido a única pessoa que tinha para um coma. Era Gahyeon naquela cama, ela ainda sentia a presença dela ali, e continuava cuidando dela ainda que soubesse que a menina não voltaria à vida, segundo o homem que havia as refugiado lá.

 

 

Trouxe vagarosamente a xícara de café aos lábios, provando do sabor excessivamente melado antes de afastar a boca e soltar um longo suspiro — Desde que você adormeceu, eu tenho comido toda a sua comida... Mas esses dias receberemos amigas novas, Gahyeonnie! Elas virão para cá em breve. Mas, não se preocupe... Eu não deixarei elas comerem da sua inocência e nem provarem da nossa juventude... — murmurou mais para si do que para o cadáver, pegando uma mão cheia das margaridas ao redor da cama e trazendo-as à boca, iniciando uma mastigação lenta antes de engolir as pétalas brancas que guardavam o sabor nu e cru da morte.

 

 

 



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