História The Seven Eyes Of Destruction - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 60
Palavras 1.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então pessoal...
Essa é minha primeira fanfic,
Espero que agrade a quem ler. Se agradar, comentem e favoritem.
Se não gostarem... Bom, faça oque quiser.
Esse primeiro capítulo vai ser mais como uma introdução, então provavelmente, vau ser chato, mas novos capítulos virão, e pesso a todos que esperem o próximo.
Quero que saibam que fiz isso com muito carinho e boa leitura...

Capítulo 1 - A Visão


    Meu dia começou já de manhã, minha mãe me acorda aos berros dizendo que estou atrazado (eu já tinha faltado muitos dias, não podia me dar ao luxo de faltar mais). Bem, até que não foi tão ruim, conciderando que um dia ela me acordou com um balde de água gelada na cabeça por não me acordar com o despertador, sim, minha mãe é bem ezagerada.
  -Nicholas!! Acorda seu inútil!- ela gritava do andar de baixo, e ainda assim, era como se ela estivesse berrando no meu ouvido. Eu sabia que se em pouco tempo eu não fosse lá para baixo, ela viria no meu quarto. Então, tratei de me levantar.
    Minhas mãos foram para os olhos com a intenção de esfregar o sono deles, mas não foi isso que aconteceu. Minha mão direita foi rápida de mais e perdi o controle, então, ela se chocou contra meu olho. Ri de minha idiotice, mas doeu.
   Fui até o banheiro, ainda sonolento e com a mão esfregando meu olho machucado. Me olhei no espelho e me vi estranho, muito estranho. Como se meu rosto tivesse envelhecido uns 5 anos, e meus olhos estavam, estranhos. Mas logo aquela imagem sumiu sendo trocada pelo meu rosto jóvem. Meus cabelos castanhos, meus olhos também castanhos, minha pele clara e minha pequena boca. Liguei a torneira, molhei meu rosto e logo em segida peguei a pasta e a escova de dentes, começando com os movimentos. Quando terminei, peguei a toalha e fui tomar um banho refrescante, porém breve, pois sabia que minha mãe em breve estaria subindo para meu quarto.
   Tirei minha roupa aos poucos, e entrei no chuveiro, me sentindo no paraíso, que duraria pouco. Tomei o banho mais rápido que pude, então saí do box e me enchuguei.
   Fui para meu closet procurando uma cueca, então minha mão foi até a gaveta mais baixa abrindo-a e depojs puxando a boxer mais por cima. Coloquei rapidamente e meus olhos se mexiam de um lado para o outro dentro de suas órbitas, a procura de meu uniforme e logo o encontrei, meus olhos sempre foram bons em achar coisas e nunca me deixavam na mão.
   Me vesti e peguei minha mochila, já pronta do lado da minha cama. Fui correndo na escada até lá em baixo indo em direção da sala de estar para deixar minha mochila sobre o sofá e em seguida, fui a caminho da cozinha, lá estava minha mãe, preparando um sanduiche, pra ela.
   -Nick, a Gabriela me ligou e pediu pra eu te avizar de... Da... Aí não lembro, depois eu lembro.
   -Hum, ta bom. Bom dia mãe, o pai ja foi?
   -Oque você acha?- perguntou ela ao saír da mesa com dois sanduíches em direção ao sofá.
   -Entendi.- Respondi eu começando a preparar meus sanduíches, queijo, presunto, margarina e só, nunca gostei de requeijão.
   Olhei a hora no meu IPhone, faltavam pouco menos de 15 minutos, oque não era um problema. Nunca ia de carro, mas a escola ficava do lado da minha casa então... Eu geralmente saía uns dez minutos antes ou até 5 minutos, oque ainda assim, não era um problema.
   Dessa vez, eu fiz só um sanduíche e um copo de leite. Depois de terminar a refeição.
   Fui até a sala onde se encontrava minha mãe com um copo de café e meio sanduíche num prato em seu colo, do lado de minha mochila, que logo apanhei.
   -Tchau mãe fica com Deus.- eu sempre dizia isso, era quase um mantra.
   - Tchau filho, vai com Deus- Ela falou isso sem dar muita atenção para mim, tembém era quase um mantra pra ela.
   Saí de casa em direção a escola, e logo estava dentro dela. Na entrada, encontrei Gabriela como sempre estava, ela era a minha melhor amiga sem dúvida, mas... Ela andava sempre com aquela garota, Hanna. A Gabriela incistia em andar com ela, por que elas eram amigas, mas eu não gostava dela, e ela não gostava de mim, ela sabia oque eu sentia por ela do mesmo jeito eu sabia oque ela sentia por mim, mas fazer oque né? Tinha que aturar.
   -Oi Gabriela- falei em tom normal mas amigavel, estendendo a mão, como sempre, ela comprimentou.
   -Oi Nick.- Ela falou bo mesmo tom que eu.
   -Oi Hanna- falei num tom bem diferente que falei com Gabriela, falei como uma obrigação, mesmo não sendo obrigado aquilo. Estendi a mão para comprimentala mesmo assim.
   -Oi Nick- Disse ela com um tom de nojo e desprezo que sempre estava em sua voz, quando se dirigia a mim, e apertou minha mão.
   Eu e Gabriela começamos a converçar sobre assuntos aleatórios até o sinal bater, e todas aquelas pessoas começarem a andar como se fossem formigas e seu formigueiro estivesse sob ataque. Isso me dava nojo. Até enchergar Christine, andando lentamente, como a única pessoa civilizada dessa escola, isso era uma das coisas que me encantavam nela.
   Não sei oque eu tinha em mente mas falei para Gabriela e Hanna esperarem e fui em direção a Christine, cego de qualquer outra pessoa que estivesse em nosso caminho. Não seria tão difícil chegar nela pois ela estava tão lenta. Mas o problema era, quando eu chegasse nela, oque eu iria falar, oque eu iria fazer? Era difícil encontrar um assunto que intereçasse a garota. Isso me fez parar e pençar por um tempo, oque era bem difícil, já que estava bem no meio do corredor, com todas aquelas pessoas batendo em meu corpo, então decidi que não iria converçar com ela.
   Fui em direção a minha sala então. Chegando lá me sentei ao lado da Gabriela que já estava com todo o material sobre a mesa, ela estava me fitando com um olhar curioso que queria dizer "oque você converçou com ela? Como arranjou coragem? Deu tudo certo?".
   -Não falei com ela- Avisei, cortando todas as espectativas e imaginação dela.
   Ela olhou para baixo em tom de tristeza. Não demorou muito até eu encontrar Ehmber em seu lugar habitual, ele era alto cabelos negros e olhos azuis que me levavam ao delírio. Era bem mais fácil puxar converça com ele do que com Christine, mas eu os amava da mesma forma(pelomenos era oque eu achava né).
   Perdi a conta de quantas vezes ja perguntei coisas bobas e sem sentido afim apenas de ouvir sua voz, ja fiz as mesmas coisas com Christine, e eu adorava.
   A aula ia ser a coisa mais chata do mundo, sempre era. Mas hoje, não sei porque, eu estava com o precentimento de que a aula ia ser um grande lixo, que já começou por filosofia. Então tratei de começar a converçar com a Gabriela, para aliviar o tédio, e concegui um pouco.
   Fiquei sabendo que as duas próximas aulas iriam ser de educação física, oque me fez ter imença felicidade, porque sempre que tinha aula de educação física, nós ficávamos sem fazer nada, só num canto, converçando. As vezes a Hanna ficava conosco também, mas ela gostava de praticar esportes, oque eu dava graças a Deus.
   A aula de educação física, havia começado, a Hanna estava participando, ainda bem. Eu e Gabriela converçávamos sobre como eu poderia me aprocimar da Christine e do Ehmber.
   -Então, você tem que chegar no Ehmber ou na Christine e descobrir do que eles gostam, tipo, que filme esles assistem, qual a opsão sexual deles- disse ela com um tom de ironia na última sujestão- Mas é verdade, imagina você vai perto da Christine e pergunta se ela quer namorar aí ela diz "Não desculpe, sou lésbica" ou você chega pro Ehmb...
   Por algum motivo, não conceguia ouvir mais nada que Gabriela falasse, não porque não queria, porquesimplesmente não conceguia. Tambem sente um impácto nas costas, provavelmente, teria caído, ou algo do tipo, mas não conceguia escutar nada nem enxergar nada. Mas de repente uma imagem começa a se formar no clarão que tapava minha visão e também conceguia escutar um som, que não era da quadra de educacão física.


Notas Finais


Então...
Gostaria de que vocês deixassem o seu comentário e que favorite, cláro, se gostou.
Me desculpem por um ou outro erro de português, é que não tive tempo de revisar, mas fis com amor e carinho. Aguardem o próximo capítulo(ou não).
Tchau!! -.-


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