História The Seven Phobias Of Mark Tuan. - Capítulo 4


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Got7, Horror, Mark, Markbam, Markbum, Markgyeom, Markjae, Markjin, Markson, Suícidio
Visualizações 75
Palavras 697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Agrafobia.


 Mark não chorava mais, seu coração estava tornando-se pedra, tudo que aconteceu depois daquele dia não o afetava mais, nem mesmo quando sua mãe faleceu ele chorou, ele estava frio, incapaz de chorar, era como se a sua fábrica de lágrimas tivesse se esvaziado, ele sentia que estava vazio/seco.

 

 

 Naquela noite Mark estava caminhando pela rua, nada fora do normal era apenas um dia comum, foi ai que ele conheceu Jinyoung, eles apenas se esbarraram, oque acontecia frequentemente com Mark. Foi ali que eles infelizmente cruzaram seu destino.

 Apenas por olhar em seus olhos Jinyoung sabia que queria Mark em sua cama gemendo o seu nome, mal sabia Mark as intenções do outro quando o mesmo o convidou para jantarem juntos, Mark ainda era puro, ele não recusou apesar de ter ficado com receio no início, mas nada que um pouco de persistência não resolva, afinal Jinyoung tinha um belo sorriso.

 Mark se limitou a sorrir durante o jantar, ele não queria apegar-se ao garoto próximo a si, mas era impossível não sorrir quando Jinyoung o enchia com piadinhas idiotas, Mark não ria das piadas, mas sim do quão idiota Jinyoung parecia ao faze-las.

 Depois de satisfeitos eles saem do estabelecimento, Mark estava pronto para ir pra casa se não fosse pelo garoto extremamente charmoso o chamando para dar uma volta, Mark mais uma vez não recusou, dessa vez não houve receio.

 Mark não pode ver o sorriso medonho que formou-se nos lábios do maior, e assim eles começaram a caminhar lado a lado, falando sobre coisas aleatórias.

 O pequeno estava tão afundado no assunto que não viu para onde estavam indo, e quando percebeu já era tarde de mais. Mark já tinha seu corpo jogado contra a parede de um beco muito estreito enquanto o maior diferia beijos pelo seu corpo, Mark tentou livrar-se do aperto, mas era quase impossível, Jinyoung era muito forte comparado ao menor.

 Diferente da vez em que foi com o Jaebum ele tinha a certeza do que iria acontecer, daquela vez era mais selvagem, mais desesperado.

 Jinyoung passou sua enorme mão pelo corpo frágil de Mark parando em sua coxa, logo desferindo um tapa ali. Mark gemeu de dor enquanto as lágrimas escorriam pelo seu rosto.

- Não, por favor!! - Implorou, mas foi em vão, Jinyoung não ligava para o menor, ele apenas queria foder.

- Shhhh, fique quieto, eu prometo que não vai doer - Mark por um curto momento olhou em seus olhos cheios de luxuria.

 Jinyoung começou a disferir chupões por toda extensão do pálido pescoço de Mark. Em um movimento rápido Jinyoung rasga a camisa do menor deixando sua pele branquinha a mostra, logo em seguida desabotoa a calça de Mark, depois faz o mesmo com a sua.

 Mark pode sentir o vazio surgi dentro de si, seu coração estava se esmagando a cada estocada, Mark não chorava mais.

 A escuridão estava o consumindo mais e mais a cada vez que o mais alto o tocava com suas mãos sujas e extremamente grandes. As pessoas passavam na rua, todas viam oque estava acontecendo, mas nenhuma fez nada a respeito. Mark desistiu, ele deixou-se ser abusado por aquele homem. 

 Ele não aguentava mais ter que lutar, estava sendo inútil, afinal para que lutar se no final das contas não ira adiantar de nada, Mark estava destinado a sofrer, pelo menos era assim que ele pensava.

 O homem já satisfeito solta o corpo, agora sem forças, de Mark e caminha para seja lá onde for, deixando o menor ali, jogado no chão sujo, sozinho com seus demônios.

 No caminho de volta ele via pessoas felizes, sem nenhuma preocupação, ele pensou o porquê de não ser assim com ele também, enquanto todos à sua volta estavam felizes, ele estava ali, sofrendo sozinho, a felicidade das pessoas irritava o coração ferido de Mark.

  Mark sentia nojo de si mesmo, nenhum banho o tiraria aquela sensação de podridão que vinha de seu corpo agora usado por um monstro. O cansaço era evidente no olhar do pequeno garoto, o medo de que algo assim acontecesse de novo assombrava as noites de Mark. Depois desse dia Mark nunca mais aproximou-se de alguém novamente. 


Notas Finais


Agrafobia: medo de abuso sexual;


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