História The seven seas know of us - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Lana Parrilla, Outlawqueen, Sean Maguire, Seana
Exibições 64
Palavras 3.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello!
Voltei olha aí mais um extra, meu estoque ta acabando hahah mas tinha que mandar esse capítulo ainda hoje!
Espero que entendam tudo!
Boa leitura!

Capítulo 3 - A promessa...


Fanfic / Fanfiction The seven seas know of us - Capítulo 3 - A promessa...

Três Meses Depois

- Ai meu Deus! - grito de dor.

- Respira Lana, empurra, só mais um pouco! - faço o procedimento correto.

- Eu não to aguentando mais Meryl! Pelo amor de Deus! - Grito.

- Pronto, uma já foi meu bem, falta só um pouco, respira um pouco, empurra no três! 1,2,3, já empurra!

- Ahhhhhhhhhh - Grito

- Prontinho! - sorri. - Você mandou bem Lana! Parabéns!

- Meu Deus.. - respiro aliviada.

- Vamos conhecer a mamãe vamos! -aproximo uma das loirinhas de seu rosto e minha ajudante aproxima a outra. - O que acha mamãe!? Em!?

- Elas são lindas! - algumas lágrimas se encarregam de descer. - Parecem com ele. - seguro as lágrimas.

- Agora vamos descansar você se esforçou muito! - Acaricio seu rosto, durante esse tempo acompanhei toda a gestação de Lana, não sei como mas ela era tão amável que sentia um carinho especial por ela, nutria o mesmo sentimento que eu tinha pelos meus filhos, prometi a ela e cumpri iria cuidar dela, iria está presente como se o que eu não fui capaz de fazer pelo meu primogênito de aguma forma eu compensasse com ela.

Cinco Anos Depois...

- Seline e Lavínia podem parar!

- Ahh mamãe deixa? - Lavínia a mais dengonsa faz bercinho de choro.

- Nem vem com esse bercinho de choro querida, a mamãe precisa dormir também e pular assim essa hora não pode! - tento ser firme pois Lavínia tinha o dom de amolecer meu coração. - Deita com a mamãe vem! - Falo e ela senta e começa a alisar meus fios.

- Ah mamãe hoje na escola o Arthur perguntou pelo papai e eu não soube o que dizer! - Seline a mais esperta fala fitando Lana.

- Meu amor... - Sabia que esse dia chegaria porém não esperava por ele.

- Conta mamãe o papai vem nos vê? Por que todo mundo tem papai mas a gente não tem! - Fala Lavínia.

- É que o papai... - Respiro fundo e tento conter as lágrimas afinal elas não mereciam, tentava apagar mas apartir de então sabia que não podia. - O papai ele... - Procuro palavras que não as machuque mas precisava ter sinceridade. - A mamãe e o papai não se falam mais, a gente brigou e eu vim embora, quando a mamãe soube que estava grávida de vocês a mamãe não podia mais contar por que eu tava longe, me desculpem mas..

- Mas ele tem que saber! - Fala Seline irritada.

- Eu quero conhecer ele! - Fala Lavínia fitando Lana.

- Eu não sei onde ele... - meus olhos lacrimejam.

- Mas não pode mamãe! - Seline percebe que Lana limpa algumas lágrimas. - Por que ta chorando mamãe?

- Mamãe você ta chorando? - Lavínia fala com os olhinhos marejados.

- Não é que caiu alguma poeirinha no olho da mamãe.

- Ele não sabe né! Ta mamãe não fica assim! - Seline alisa o rosto de Lana. - Não chora ta bem! Eu te amo mamãe!

- Oh meu amor, obrigado. - Fico admirada com a atitude de Seline.

- É mamãe a gente te ama, não fica assim tá, a gente não pergunta mais do papai tá! - Lavínia Abraça a cintura de Lana e logo as duas acabam dormindo, Lana que permanecia acordada se levanta para não acordar as duas e cobre as duas com o edredom, sai do quarto em passos leves e desce até a praia, o lugar que por noites havia sido a saída de Lana.

Lana

Não estava preparada não hoje, elas aos passo qie cresciam só se pareciam mas com ele, me sentia desnuda diante de Seline, ela então era o espelho de Sean, ja Lavínia era mais sentimental, ela por tudo chorava, do nada lhe beijava, lhe dava carinho, eram duas opostas mas que se entendiam perfeitamente, sorri ao lembrar da atitude de cada uma, elas me entenderam, e não precisei mentir, apenas me entenderam como nunca imaginei.

(Por Enquanto - Cássia Eller)

"Mudaram as estações nada mudou Mas eu sei que alguma coisa aconteceu Tá tudo assim, tão diferente..."

Fito a lua e lembro do que ele me disse naquele 1 de Junho:

- Vamos está sempre juntos Lana, se por acaso algo aconteça que eu espero que não, olhe para a lua, se for verdadeiro onde quer que você vá, ou onde quer que eu esteja estaremos ligamos, você vai sentir o mesmo frio na barriga que eu sentirei, isso se chama amor, e nada e nem ninguém Lana vai tirar você de mim.

"Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar

Que tudo era pra sempre sem saber que o pra sempre sempre acaba..."

E por incrível que pareça eu senti o maldito frio na barriga, deixei as lágrimas rolarem e me sentei no chão me permitindo chorar, sentia raiva de mim mesmo por não o odiar, eu queria odiar ele, queria apagar ele de mim mas era inevitável por mais que eu dissesse a Meryl que eu não o ouviria, ainda assim eu esperava por uma maldita explicação, o silêncio foi o que me machucou, eu só queria ouvir da boca dele o por quê, me sentia fraca por não poder simplesmente seguir em frente, mas infelizmente eu jamais conseguiria.

"O ironia da dor é querer ser curado por quem te maguou."

Sean

Acordo no meio da noite e sinto algo estranho, senti como se ela me chamasse, sai do quarto e fui até a varanda, olhei para a lua e senti um frio na barriga, algumas lágrimas percorrem meu rosto e fico olhando a lua, imagino seu rosto e lembro da minha maldita promessa, eu não podia, eu devia uma explicação a Lana, eu sabia que ela não estava bem, todas as noites venho sonhando com o seu chamado, ela me pedia uma explicação eu sentia isso, ela merecia uma explicado, eu não podia deixar Monica dominar a minha vida por puro egoísmo, eu não sabia onde Lana estava, eu fugi de tudo, ela foi embora, tentei por vezes no escondido algum contato mas o número não era mais o mesmo, encontrei com Dollores uma vez, ela me olhou com desprezo senti na pele o que Lana estava passando, Deena ao me vê suplicava por uma resposta em silêncio mas não me perguntou e sem reação eu não soube falar nada e não podia falar nada, estava com Monica e Melissa estava em meus braços e assim como todos Deena e Dollores acreditavam que Selena era minha filha e Monica minha esposa, mal sabiam o que eu estava passando e não podia demostrar. Me sentia um inútil por não ter lutado mais, devia ter agido por impulso mas era tarde, de alguma forma eu podia ter enfrentado eles, mas de alguma forma eu tenho que está aqui pela Melissa, mas apartir de hoje eu vou me esforçar mais ainda em procurar qualquer deslize de Monica.

"Mas nada vai conseguir mudar o que ficou

Quando penso em alguém só penso em você

E aí, então, estamos bem

Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está

Nem desistir, nem tentar, agora tanto faz...

Estamos indo de volta pra casa..."

Olho Melissa deitada em meu colo e Acaricio seus fios, ela era a menina mais doce, criamos realmente um laço de pai e filha, Monica não a dava atenção, Melissa as vezes tentava se aproximar mas ela bloqueava todas as vezes.

Ao passar dos dias, meses e anos tudo só piorava, sentia falta de Lana, doía pensar que ela foi embora pensando que havia desistido de nós, que a fiz passar por tudo isso, e percebo que  Melissa me olha curiosa.

- Papai? O que você tem? - pergunta olhando Sean.

- Nada meu amor, já é hora de ir dormir né mocinha! - Falo e ela não gosta nada esboçando seu bercinho e sorri.

- Papai? Por que a mamãe não gosta de mim? - Pergunta inocente.

- Não é isso meu amor.. - Falo sem saber o que fazer afinal ela era apenas uma criança.

- Mas eu dei um presente a ela e ela disse que não queria... - Enche os olhinhos de lagrimas. - Ela mandou eu deixar ela em paz papai, ela não gosta de mim...

- Oh meu amorzinho não fica assim, ela é um pouco chatinha né, mas o papai ama presentes, pode me dar presente eu vou amar receber!

- Tá bem papai eu te amo! - Abraça Sean.

O Maior motivo para permanecer nessa merda de farsa era apenas Melissa ela era muito apegada a mim e Monica nunca fez nada pior por mim.

Deito Melissa e conto uma historinha até que ela pega no sono. Mas eu precisava achar algo para provar o que Monica fez, principalmente a falsa gravidez de Melissa, tudo ela calculou, e sabia muito bem que Lana também corria perigo pois ao passar dos dias Monica ficava ainda mais doente, ela estava louca. Meu maior medo era ela machucar Lana ou Melissa afinal ela tinha a ajuda de alguém que eu sabia muito bem que faria sem pestanejar.

Nove Anos Depois...

- Mãe!? - Falo olhando pra Lavínia e sorrimos.

- Oi Seline? - Falo entrando no quarto das duas.

- É que fomos convidadas para a agência Model, Vamos tirar fotos para revistas! - Falo pulando.

- Agência? Onde? - Falo sem entender.

- Ah mãe claro que não é aqui! - Falo e Lavínia toma a frente.

- A Principal é em Nova York! Mas fomos convidadas pela filial, fica em Vancouver! -Falo entusiasmada.

- M-mas... - Fico nervosa.

- Mãe por favor! Por favor! - Falo implorando.

- É que eu achei que aqui.. -minha cabeça gira, só de pensar em Vancouver meu peito doía.

- Seria o melhor lugar para crescemos longe de tudo, por que aqui é uma cidade Calma onde todos se conhecem, mãe a gente já sabe disso, mas é nosso sonho por favor mãe, é um sonho!

- Quem sou eu para cortar as asas de vocês? Eu não posso privar vocês de realizar os sonhos que tem. - engulo seco.

- Mãe eu amo você! - Falo a abraçando.

- Mãe muito obrigada! - Beijo seu rosto.

- Eu amo mais! - Sorri fraco diante do que eu podia enfrentar, além do mais a mamãe teria que saber, faziam exatamente 14 anos que eu vim embora, sentia muita falta delas mas eu teria que contar, teria que abri mãos de meus sentimentos adormecidos, sabia que teria que lidar com muitos interrogatórios, fazia exatamente 14 anos que eu não abria uma sequer rede social, mas agora viria tudo a tona.

Sean

Acordo cedo e Melissa já estava acordada, as vezes ela dormia comigo, adorava um cafuné e Monica só a afastou, Melissa não a chamava de mãe desde um maldito acontecimento, Monica deixou um conjunto de porcelana caríssimo em cima da mesa e Melissa aos seus 7 aninhos derrubou, Monica só não a bateu por que eu estava, mas falou coisas assombrosas, Melissa desde esse dia não se aproximou mais, ela pegou uma espécie de fóbia, não ficava mais onde Monica estivesse, e Monica achou excelente, mas na frente das pessoas tínhamos que agir como uma família perfeita.

Algumas vezes Melissa me perguntou por que eu não me separa, mas não podia falar, apenas falei que não podia.

- Pai! - pulo nas suas costas.

- Ei mocinha haha maneira aí nos pulos! - rimos, ela sempre fazia isso quando queria me contar algo.

- Pai eu consegui! - Falo já na frente dele.

- O que foi amorzinho?! - Falo rindo da empolgação dela.

- Ah pai não rir, sabe aquela agência Model?! Fui chamada! Sua filha passou! - Falo entusiasmada.

- Ohh meu amor que bom!

- Te amo pai! - Abraço ele. - Obrigada por me apoiar sempre!

- Eu te amo filha! - Retribuo o abraço feliz por ela.

Dollores

Acordo cedo e sinto uma sensação diferente, vou direto ao quarto de Lana, tudo estava do mesmo jeito que ela deixou, até que vejo Deena, sorri fraco pra ela.

Nossos olhos diziam tudo, não era preciso falar nada, eu sabia que Deena sentia o mesmo que eu, se passaram 14 anos desde o pior dia de nossas vidas, principalmente para Lana, 14 anos que ela foi embora, que não a vemos, 14 anos de saudade.

- As vezes venho aqui... - Sinto o bolo se formar em minha garganta.

- Eu sei muito bem Dee, comigo também é assim.. Venho aqui para para tentar curar um pouco da saudade, mas é impossível...

- Eu sei mãe, as vezes eu pego algo dela e inalo o cheiro, ela se faz presente por um momento, eu só queria saber como ela está mãe, falar por celular não é suficiente, eu queria vê-la, eu sinto tanta falta que as vezes me sufoca, ela era minha melhor amiga...

- Vem aqui... - abraço ela. - Um dia ela voltará, só não sei quando, mas sinto que não vai demorar muito.

- Ja perdi as esperanças mãe.

- Não podemos perder... - meu celular toca e rapidamente atendo.

Ligação On

- Mãe! - Falo respirando fundo.

- Lana! - Dee se aproxima e sorri com os olhos lacrimejados. - Como você está meu amor?

- Digamos que estou bem mãe, mas não foi para isso que liguei.. -Suspiro.

- E foi por que filha? - Falo sem entender e Dee me olha.

- Mãe.. é que estarei voltando hoje para casa...

- Ai meu Deus! Lana não brinca! - Lágrimas escorrem em meu rosto, meu coração descompassa.

- Calma mãe, eu estou voltando, eu tô morrendo de saudades - Sinto as lágrimas banharem meu rosto.

- Então vem logo meu amor, volta logo, tudo seu está no lugar, do mesmo jeito que você deixou! - Falo e Dee entende claramente, vejo o quanto ela ficou emocionada e ela me abraça.

- Estou chegando mãe, mas quero que me entenda, não estou indo sozinha mas vou te contar tudo tá bem, por favor espero que me entenda...

Ligação Off

- Eu não acredito mãe! - Meu coração estava a mil.

- Sim Dee ela está chegando! - Nos abraçamos. - Mas ela não voltará sozinha! Não sei mas acho que Lana conheceu alguém! - Sorri.

- Será que ela realmente superou mãe?

- Não sei, mas se ela estiver com alguém eu espero que ela seja muito feliz.

Lana

(Pés cansados - Sandy)

"Fiz mais do que posso

Vi mais do que aguento

E a areia nos meus olhos é a mesma Que acolheu minhas pegadas..."

Respiro fundo assim que encerro a ligação e chamo Seline Lavínia que estavam ansiosas e já tinham feito as malas.

Rapidamente elas entram no quarto e penso em como faria para contar, afinal eu não podia chegar com elas e simplesmente elas me verem chamando minha mãe de mãe enquanto elas nunca tiveram um mísero contato.

- Oi mãe! - fala Lavínia que estava muito ansiosa.

- Mãe vamos que horas? - Pergunta Seline.

- Antes disso, sentem aqui comigo eu preciso contar algo...

- Pode contar mãe! - Seline a olha sem entender e se senta.

- Eu realmente antes de tudo quero pedir desculpas, me perdoem por ter privado vocês de muitas coisas mas eu realmente preciso contar tudo...

- Mãe você está me assustando. - Lavínia a olha sem entender.

- Eu realmente vou entender qualquer reação mas antes de tudo espero que me escutem... - Olho para elas e suspiro e lembro de tudo. - A exatamente 14 anos atrás eu tomei uma decisão e isso não só me afetou como afetou também a vocês e outras pessoas que amo muito, o pai de vocês nunca soube que eu estava grávida, nem eu sabia, mas pior que isso, eu não quero que sintam pena de mim, não quero que me olhem com outros olhos por favor...

- Mãe a gente tá aqui, vamos entender por favor só fala...

- É mãe somos uma família independente de não termos um pai, mas você supriu os dois lados.

- Eu fui abandonada no altar. - Vejo elas me olharem e procuro forças para não desabar, sempre que eu falava lembrava de tudo detalhadamente, os flashes, o som do mar, era a minha tortura. - Eu era atriz. - lembro de como era ter pessoas dispostas a mim a qualquer hora. - Ele era ator, começamos a namorar na faculdade de artes cênicas, depois de 2 anos ele me pediu em casamento, e depois de 1 ano chegou o maldito dia, ele me deixou plantada, sabe o que é seu mundo desabar?! Meu mundo caiu, eram flashes de todos os lados, eu não soube lidar com isso, ele simplesmente não apareceu, Fui o alvo de todas as manchetes de jornal, Tv, redes sociais, estava estampado lá "Lana Parrilla é abandonada no altar por seu noivo Sean Maguire"  - Falo seu nome com ressentimento e elas continuam me olhando. - Eu não tinha estrutura para lidar com isso, ao chegar em casa minha mãe e minha irmã estavam tão abaladas quanto eu, esperei por uma resposta e ela não veio, até que na madrugada eu me desconectei das minhas redes sociais e quebrei o chip, eu só precisava ir embora para um lugar onde ninguém me conhecesse, onde ninguém me olhasse e lembrasse do maldito dia, e eu achei meu porto aqui, durante 14 anos eu me privei de tudo, e ainda dói do mesmo jeito lembrar de tudo isso, mas é necessário que vocês saibam..

"Depois de tanto caminhar

Depois de quase desistir

Os mesmos pés cansados

Voltam pra você.

Pra você..."

- Eu não... - Fico paralisada com tudo que ouvi.

- Mãe! - Lavínia abraça Lana e Lana se permite derramar algumas lágrimas.

- Mãe estaremos sempre aqui... Mas e a vovó, e nossa tia? Você falou delas aí!

- Essa é a questão... - Olho nos olhos delas. - A avó de vocês não sabe que eu estava grávida, que tive vocês, ela me faria voltar no mesmo momento eu sei que fiz muito errado mas eu não podia, eu não conseguiria, elas não sabem de vocês assim como vocês não sabiam delas...

"Eu lutei contra tudo

Eu fugi do que era seguro

Descobri que é possível viver só

Mas num mundo sem verdade..."

- Mãe!? - Fala Seline indignada. - Mas você não podia!

- Eu sei! Eu admito que errei mas eu me tornei uma pessoa covarde infelizmente...

- Quando ela vai saber da gente mãe?! -  Lavínia olhava Lana ainda sem esboçar uma reação.

- Hoje!... Vamos voltar para casa, e ela não sabe ainda mas vou esclarecer tudo.

- Você era atriz?! - Seline a questiona.

- Sim, eu era...

- Como conseguiu sumir assim mãe? - Pergunta sem entender. - Os seus fãs devem ter ficado arrasados!

- Eu não consegui encarar ninguém, eu o amo, amava - se corrigi. - Não foi fácil...

- Mãe é muita coisa para um dia só! Mas não vamos ficar contra você, mas o que você fez foi errado, eu sei que ele te abandonou mas você deveria ter contado, pelo menos a vó! - Seline a olha.

- Eu errei muito...

- E ele? - Pergunto curiosa e enfurecida.

- Nunca mais soube de nada...

- Ele é um imbecil! - Fala Seline encarando Lana. - Mãe você passou por muita coisa, eu não entendo como ele foi capaz de tudo isso, ele roubou a sua vida! Você poderia está na melhor, e não com essa dor, mãe eu não acredito que nunca nos contou!

- Eu não sabia como...

- E eu nunca quero o conhecer, não quero de forma alguma, ele é um filho da puta!

- Por favor não não criem raiva por dentro, isso já passou e estamos aqui, não quero que tenham raiva dele, não quero que se sintam assim. Não quero que isso com vocês, o ódio é a última coisa que quero vê em vocês. - Falo suspirando.

"Depois de tanto caminhar

Depois de quase desistir

Os mesmos pés cansados

Voltam pra você.

Pra você

Sem medo de te pertencer

Volto pra você..."


Notas Finais


O que acharam? Próximo capítulo vai doer um tantão to avisando! Teremos o reencontro! Segurem esse spoiler! Bjs fui tenho que att outras Fic!


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