História The Sex Teacher – Norminah G!P - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~camrennorminahh

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Zendaya
Tags Norminah
Visualizações 214
Palavras 3.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, meus amores! Vocês estão bem? Aqui é a Layza. Como minhas leitoras já sabem, eu AMO desafios (meta de comentários), então se preparem, pq na maioria dos meus capítulos eu irei fazer. Caso vc ache isso desnecessário, não é, é muito importante pra gente.
Boa leitura! 😊

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction The Sex Teacher – Norminah G!P - Capítulo 4 - Capítulo 4

Dinah P.O.V

“Se não recordas a mais ligeira loucura que o amor te fez cometer, não amaste.”

William Shakespeare

Mas não era amor. Era apenas necessidade. Uma necessidade imensa de conseguir concluir o meu livro e com isso obter a minha graduação. Uma necessidade de que ela fosse a minha professora, mas esta parte não deveria ser revelada, pois era apenas uma confusão do meu corpo e da minha mente, então, querido amigo, era uma loucura que eu recordaria a vida inteira, mas não por causa do amor. Definitivamente, não! Eu pensava na frase enquanto me deixava ser conduzida. Ela dirigia sem prestar atenção em mim. O enjoo causado pelo excesso de bebida começava a me dominar. Nunca chegávamos e, pelo que me lembrava, a casa dela não ficava tão distante assim da boate. Então por que estava demorando tanto? Passei a prestar mais atenção no percurso que fazíamos. Ah não! Ela não estava seguindo para a casa dela. Estávamos rodando sem rumo. Minha professora estava me enrolando. Eu deveria imaginar. Claro que ela não se renderia tão facilmente. Uma mulher como Normani Kordei não permitiria que uma mulher como eu entrasse em sua vida. Minha vergonha era tanta que tive vontade de chorar. Bravamente engoli o choro tentando ser forte o suficiente para esquecer que ela existia. Pelo menos até o dia seguinte, ou até a nossa próxima aula.

– Para onde estamos indo?

– Para a minha casa – ela respondeu de forma tensa.

– Este não é o caminho da sua casa – ela me olhou surpresa e depois voltou a olhar para a estrada.

– Preciso pensar, Dinah, e consigo fazer isso melhor quando estou dirigindo.

– Pensar em quê? Achei que tínhamos chegado a um acordo – meu tom de voz parecia mais uma acusação que uma afirmação.

– Preciso pensar no que fazer. Em como fazer funcionar.

– Você não sabe como? – comecei a rir.

Com certeza só consegui rir porque estava bêbada. Era muito mais fácil falar tudo o que vinha a minha cabeça tendo o álcool como justificativa.

– A senhora da sabedoria não sabe como fazer sexo com uma garota.

– Não seja ridícula!

– Foi você quem falou.

– Não foi o que falei.

– Ah, falou sim – continuei rindo.

Ela acelerou o carro fazendo com que balançasse mais ainda. Minha cabeça girou e meus olhos começaram a forçar para se fecharem.

– Você está bêbada, é minha aluna e virgem, ou seja, tenho uma bomba em meu carro, que, com certeza, não assimila nada do que estou falando.

Encostei a cabeça no banco e me concentrei em respirar. O enjoo era forte demais, precisava ficar bem quietinha ou colocaria tudo para fora e não da forma como estava fazendo até agora. Com certeza a professora Kordei não ficaria muito satisfeita se eu vomitasse em seu carro perfeito. Só percebi que tinha dormido quando ela me segurou em seus braços me retirando do carro (não sei como ela conseguiu, pois eu sou MUITO pesada). Abri os olhos um pouco atordoada e notei seu rosto muito próximo ao meu. Senti cheiro de álcool, mas me lembrei de que provavelmente era o cheiro que exalava de mim naquele momento.

– Pode me colocar no chão. Consigo andar sozinha – ela gemeu um pequeno protesto.

– Ainda acordada?

– Por quê? Esperava que eu dormisse antes de obrigá-la a cumprir com o nosso acordo?

– Não temos nenhum acordo – abriu a porta da casa e acendeu a luz da sala. A claridade incomodou meus olhos.

– É claro que temos! – eu queria muito protestar só que meu corpo estava manhoso e o sono me puxava para seus braços.

– Não. Não temos.

– Professora...

– Dinah, não comece, tá? – concordei com um aceno de cabeça.

– Agora venha aqui.

▶ Leia ouvindo: Purpose – Justin Bieber

A professora me segurou pela mão me levando para o interior da casa. Sua mão quente na minha era uma sensação agradável e um tanto quanto segura. Me senti confortável. Sem largar minha mão ela ligou o som, através do controle remoto, porque o aparelho mesmo eu não consegui descobrir onde estava, nem de onde vinha a música suave e lenta que começou a tocar. O volume baixo e agradável aos ouvidos. Ela me puxou para seus braços me acolhendo neles e começou a se movimentar no ritmo da música. Iríamos dançar?

– Não sei dançar – ela riu da minha confissão.

– Não foi o que vi na boate.

Fiquei envergonhada do absurdo que cometeria. Longe de tudo eu podia entender com mais clareza a besteira que faria se ela não tivesse aparecido.

– Não sei o que aconteceu. Realmente não sei dançar.

– Você não sabe muitas coisas, Dinah. Parece que não tem sido muito justa consigo mesma. Sei como é desejar muito uma coisa, correr atrás do seu sonho, mas é errado se anular em função disso.

Ela falava e se movimentava me levando junto. Sua voz doce e aveludada em meu ouvido causava arrepios em minha pele. Suas mãos me envolveram, uma espalmada na base das minhas costas enquanto a outra me segurava pelo pescoço, mantendo meu rosto firme em seu ombro. Seus dedos faziam carícias leves em minha pele. Pensei que entraria em combustão. Ser tocada por uma mulher, mais especificamente, pela que passei a desejar, minha professora, era estranho e, no entanto, tão familiar que não me assustava. Deixei que meu rosto descansasse em seu ombro sentindo aquele perfume que eu desejei pouco antes. Era maravilhoso! A professora Kordei me vendo relaxada em seus braços começou a cantarolar a canção em meu ouvido. Senti-me embalada. Com o embalo da música e a sua voz em meu ouvido logo estava dormindo.

▶ Music Off

Só quando uma forte luz conseguiu ultrapassar minhas pálpebras lembrei que havia adormecido nos braços da professora Kordei. Abri os olhos e me deparei com uma enorme porta aberta para uma varanda pequena. As cortinas entravam no quarto, levadas pelo vento e o sol brilhava lá fora. O lençol roçava a minha pele. Era uma sensação gostosa. Espreguicei-me até me dar conta de que o lençol roçava a minha pele porque eu não vestia nada. Estava nua por baixo dele. Oh, droga! O que havia acontecido? Levantei de uma vez, assustada demais para me manter quieta. Aquele não era o meu quarto.

– Assustada?

– Professora? – segurei o lençol no corpo, envergonhada pela minha nudez.

– Você não teve vergonha ontem.

Foquei em seus olhos. Ela se divertia com o meu jeito atrapalhado. Aquele sorriso torto se espreguiçava em sua boca. Levei a mão aos olhos para ajustar os óculos e então me lembrei que não estava com eles. Pisquei diversas vezes sentindo a lente incomodar. Merda! Dormir de lentes de contato era o fim do mundo.

– O que aconteceu?

– O que você queria que tivesse acontecido? –  ela falou sorrindo. 

Puxei o ar com força.

– Queria ao menos lembrar de como foi, já que tenho que escrever sobre o assunto – afundei na cama sem saber como agir.

Ela riu da minha reação.

– Não aconteceu nada, Dinah. Você dormiu em meus braços ontem. Eu a trouxe para o quarto. Não me pergunte como acabou sem roupas. Juro que não encostei um dedo em você. Entrei para saber como estava e quando começou a se mexer fiquei observando, apenas isso.

Agora eu não sabia mais se deveria ou não ficar feliz. Eu queria que tivesse acontecido. Perdi mais um dia e meu tempo era curto demais para desperdiçar dormindo por causa de bebida.

– Precisa de alguma coisa? Sua cabeça dói?

Normani modificou completamente o rumo da conversa.

– Onde você dormiu?

– No quarto de visitas.

– Ah! – olhei ao redor ainda um pouco confusa.

– O que vai acontecer agora? – não podia perder mais tempo.

Ela suspirou pesadamente e passou as mãos pelo cabelo.

– Tome um banho e vamos descer para conversar – ela continuou sentada, me observando.

Ok! Conversar não era bem o que eu tinha em mente, e no meu caso era um banho de água fria. Olhei pelo quarto e vi a porta que provavelmente seria o banheiro. Por que não fazíamos logo aquilo e conversávamos depois? Fiquei vermelha só de pensar no assunto.

– Preciso que saia do quarto para que eu possa levantar – ela riu balançando a cabeça.

– Quer que eu tire a sua virgindade, mas tem vergonha de ficar nua na minha frente? É um pouco contraditório não acha?

Meu rosto ficou ainda mais quente.

– Então posso considerar que temos um acordo? – seus olhos endureceram.

– Não vou me intimidar, professora Kordei. Como você mesma disse, eu abri mão de coisas demais, agora tenho que recuperá-las.

Sem pensar duas vezes levantei da cama deixando o lençol sobre ela e caminhei até o banheiro. Não olhei para trás nem para o seu rosto. Era muito arriscado. Precisei de toda a coragem, que nem sabia que tinha, para caminhar nua na sua frente, precisava mostrar a ela, que estava decidida e que nada iria me deter. Tomei banho, escovei os dentes com uma escova que encontrei no banheiro, deduzi que tinha sido deixada para mim já que ainda estava na embalagem e voltei ao quarto. Ela não estava mais lá, porém minhas roupas estavam arrumadas sobre a cama, inclusive a minha calcinha. Demorei alguns segundos para entender que suas mãos estiveram nelas e... Merda! Isso me deixou animada. O que estava acontecendo comigo? Ao lado do meu macacão estava uma blusa comprida, estilo um vestido. Ela estava me dando a opção de vestir uma roupa dela? Não me permiti pensar a respeito durante muito tempo, o macacão daria mais trabalho, então vesti a calcinha, a blusa comprida e saí à procura dela. Estava pronta? A sala estava silenciosa, o cheiro de ovos e café vindo da cozinha chegava até o andar de cima, que era onde ficavam os quartos. Encontrei minha professora. Ela estava de costas, mexendo na frigideira e até assim ficava linda. Usando um short preto, uma blusa  que mostrava seu abdómen e um casaco preto por cima. Havia, sobre a bancada da cozinha americana, alguns alimentos: suco, pães, uvas, todo o necessário para um café da manhã. Ela virou me encontrando plantada no meio da cozinha. Seus olhos percorreram meu corpo vendo a blusa. Percebi um pequeno sorriso, que ela disfarçou muito bem, se formando.

– Espero que esteja com fome – falou depois de praticamente me despir com os olhos e me deixar ainda mais envergonhada.

– Não quero comer e sim resolver a minha situação.

De onde eu conseguia tirar tanta coragem? Estava na cozinha da minha professora, usando apenas uma blusa dela, exigindo que transasse comigo o mais rápido possível. Começava a considerar a hipótese de que estava enlouquecendo.

– Não pode começar uma vida sexual depois de um porre sem comer nada, Dinah. Primeiro cuide do seu corpo, depois das suas vontades.

Fiquei mais animada. Sentei no banco alto e aguardei.

– Agora já temos um acordo? – coloquei um pouco de suco em meu copo.

– Menina! – ela me repreendeu.

No entanto, a forma como ela falou o “menina” preencheu o meu corpo de necessidades que eu até então desconhecia. O que era aquilo? Minha professora suspirou balançando a cabeça em desaprovação.

– Vamos tentar chegar a um acordo, certo?

– Mas...

– Sem “mas”, Dinah. Eu já estou fazendo muito concordando com toda esta loucura, então terá que ser do meu jeito. Ou você concorda ou não teremos um acordo.

Larguei a torrada no prato e cruzei os braços aguardando. Meu corpo não tinha necessidade de comida, tinha necessidade dela. Opa! O que eu estava dizendo? Como assim dela? Especificamente dela? Porra! Era verdade. Eu queria ela e não qualquer um. Aquela mulher tão cheia de experiência e sabedoria era a pessoa certa para ser... a minha professora? Ri mentalmente sem deixar transparecer. Era exatamente isso. Normani Kordei seria o minha professora.

– Primeiro – começou a dizer enquanto colocava comida em meu prato e café em minha xícara.

– Independentemente do que vá acontecer aqui, você precisa ter em mente que ninguém poderá ficar sabendo. Sou a sua professora, sou um pouco mais velha, estou orientanda a seu trabalho final e não posso correr o risco de ser acusada de me aproveitar das suas fraquezas. Você quer ser escritora, eu sou dona de uma das maiores editoras do Brasil, entenda que o que vamos fazer é absurdo.

– Não é – tentei contestar.

– É absurdo. Chega a ser um crime.

– Professora... Eu nem sou de menor...

– Eu vou ajudá-la, Dinah. Vou ajudar porque... merda! Realmente seu texto melhorou muito depois daquele beijo. Estou me sentindo péssima, por ter que admitir o quanto foi significativo para o seu avanço. Também não me sentia bem sabendo que precisaria reprovar a melhor aluna da universidade.

– Então nós vamos transar? – percebi que minha pergunta continha mais animação do que eu gostaria de demonstrar.

- Não – ela me encarou decidida.

– Como não?

Minha cara de desagrado deixava claro o quanto fiquei decepcionada com aquela resposta. Para se sincera eu fiquei irritada, aborrecida, raivosa... Tudo o que a minha personalidade de garota mimada me permitia sentir.

– Não posso transar com você, menina. Entenda!

– Não entendo. E não me chame de menina, eu já tenho vinte e um anos. Sou maior de idade e posso transar com quem eu bem quiser.

– Bom... – ela me avaliou de um jeito estranho, descendo seus olhos até o decote que deixei propositalmente.

– Eu te vejo como uma menina – e desviou o olhar.

– Mesmo já tendo vinte e um – bebeu um gole do seu café.

– E mesmo podendo transar com quem quiser, mas pelo visto não é assim que será e não é assim que você quer, então vamos entrar em um consenso.

– Professora...

– Dinah, não seja infantil. É muito arriscado além de não ser eticamente correto. Você é virgem. Eu sou mais velha. Não posso fazer isso.

– Puta que pariu! E como vai me ajudar?

– Vou ajudá-la. Nós vamos fazer algumas coisas... Eu vou orientando você...

E pela primeira vez em minha vida eu vi a professora Kordei envergonhada. Era como se a proposta dela fosse tão indecente que nem ela podia acreditar que a estava fazendo.

– Orientação já tive de sobra. Ally e Drake me contam toda a vida sexual deles, detalhadamente. Eu li todos os livros possíveis. Não preciso de teorias, preciso de prática!

Quase explodi em um ataque de fúria. O que ela estava achando, que poderia simplesmente me contar como funcionava que eu entederia? Pelo amor de Deus!

– Calma! – estávamos exaltadas.

– Confie em mim. Vou ajudá-la. Nós vamos deixar algumas coisas acontecerem, só não vou tirar a sua virgindade – ela não me olhava nos olhos.

– Por que não? Eu quero que faça isso.

– Dinah, você não sabe o que está dizendo. Depois que esta merda de formatura passar, irá se arrepender do que fez para conseguir sua graduação. Acredite em mim, será muito melhor se você encontrar alguém que a ame, ou que pelo menos esteja no mesmo nível de envolvimento que você. Eu sou apenas mais uma pessoa. Não é correto o que estou fazendo e não quero ser premiada com a sua virgindade.

Leia ouvindo: I Don't Wanna Live Forever – Taylor Swift and Zayn

– Esqueça! – estava com raiva.

Era como se estivesse implorando para que ela fizesse o gigantesco sacrifício de ficar comigo. Droga! Como permiti que chegasse a aquele ponto?

– Ah, não! Não comece a chorar novamente – percebi que algumas lágrimas caíram de meus olhos. Passei as mãos limpando-as com força e esquecendo completamente das lentes de contato que tiravam meu foco fazendo-me piscar repetidamente.

– Ok! Vou embora.

– Espere – me segurou quando tentei passar por ela.

– O que vai fazer?

– Vou embora. Desculpe por envolvê-la nisso e... obrigada por ter me ajudado ontem – ela suspirou.

– Dinah, acredite em mim, eu sei o que estou fazendo.

– Eu também.

– Não quero que saia em busca de alguém para transar, não seria justo com você. E o que eu pretendo fazer será mais do que o suficiente para ajudá-la a escrever.

– Como vai fazer isso? Conversando comigo?

– Não! – seus olhos se estreitaram e ela passou a mão pelos cabelos que caíram como uma cortina em sua testa.

– Pensei muito sobre o assunto. Já sei o que falta em você e em seus personagens. Por favor, faça como estou lhe pedindo!

Eu estava ferida e humilhada. Não que ela tivesse dito qualquer coisa para provocar este sentimento, eu tinha me permitido passar por essa humilhação e doía muito mais do que se fosse ela a causa. A professora Kordei segurou meu rosto entre as mãos com carinho e se aproximou de mim bem devagar.

– Você é linda! Merece alguém que a ame. Alguém que queira lhe dar o mundo e não um canalha que só vai se aproveitar da situação.

Seus olhos, incrivelmente castanhos, estavam ainda mais escuros. Em todas as minhas teorias, os olhos escureciam quando a pessoa estava em situação de risco, ou qualquer outra coisa relacionada à descarga de adrenalina.

– Você não é uma idiota.

– Estou sendo uma.

– Não. Não está.

– Por favor, concorde com as minhas condições! Deixe-me ajudar você, Dinah.

Ah, droga! Eu queria tanto que ela me ajudasse. Queria tanto seus beijos outra vez e também poder escrever daquela forma tão perfeita.

– Tudo bem – eu me vi concordando.

Ela sorriu e, para minha surpresa, me puxou para seus braços e me beijou. Caramba! O que era aquele beijo? Parecia que o mundo havia deixado de existir. Meus pés deixavam o chão e meu corpo flutuava. Senti seus lábios macios se movimentando nos meus. O encaixe era perfeito. Sua língua tocou meus lábios e eu os abri para recebê-la. O sabor não era comparado a nada que eu já tivesse experimentado antes. Deixei que ela brincasse com minha língua e grudei meu corpo ao dela. Suas mãos se movimentaram. Uma descendo pelas minhas costas e me prendendo a ela e a outra subindo até minha nuca segurando meus cabelos com força. Eu queria que me invadisse de todas as formas possíveis. Depois de um tempo nos devorando, ela se afastou. Eu estava ofegante e ansiosa por mais. Com um passo para trás, a professora Kordei deixou que eu voltasse para o planeta Terra e apenas me observou. Pisquei e mexi no cabelo sem saber ao certo o que fazer depois.

– Viu? Dá para fazer muita coisa, Dinah.

Mordi o lábio inferior para não sorrir amplamente, corando de uma maneira violenta, pensando no tanto de coisas que faríamos. Ela tocou meu rosto com as costas da mão e ficou me olhando, analisando, como quem observa uma pintura. Incapaz de me conter, comecei a me contorcer de ansiedade. Ela notou e sorriu daquele jeito peculiar, deixando os lábios se esticarem em câmera lenta, prendendo-me completamente a este movimento.

– Gosto do seu beijo – revelou.

– Do seu beijo – corrigi.

Ela me olhou surpresa.

– Nunca beijei outra pessoa, então este é o seu beijo. Estou apenas aprendendo, professora – ela sorriu.

– Isso vai ser muito interessante, menina. Agora coma alguma coisa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Peço para que vocês deixem sugestões de músicas que lembrem Norminah, aqui nos comentários, ok?
Até mais, baby's. 💘


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