História The Sexy Colegial - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~suessengel

Postado
Categorias Alex Morgan, Bastian Schweinsteiger, Christiane Endler, David Beckham, Jérôme Boateng, Julian Draxler, Lars Bender, Laure Boulleau, Lukas Podolski, Manuel Neuer, Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Melanie Leupolz, Robert Lewandowski, Sara Däbritz, Sven Bender, Thomas Müller
Personagens Alex Morgan, Bastian Schweinsteiger, Christiane Endler, David Beckham, Jérôme Boateng, Julian Draxler, Lars Bender, Laure Boulleau, Lukas Podolski, Manuel Neuer, Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Melanie Leupolz, Personagens Originais, Robert Lewandowski, Sara Däbritz, Sven Bender, Thomas Müller
Exibições 98
Palavras 2.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hallo!!
Att chegou mais cedo sim!
Obrigada pelos comentários e pelas 900 visualizações, creio que desde o capitulo 7 estamos com cerca de 100 leitores ativos aqui! Obrigada de coração, vocês fazem isso acontecer.
Sobre o capitulo de hoje? Tiro, porrada e bomba.

Capítulo 11 - Elf


Fanfic / Fanfiction The Sexy Colegial - Capítulo 11 - Elf

Pov Paula

Me levanto mais cedo que o normal nessa quinta feira, me arrumo o melhor que eu posso, escrevo um bilhete pra Nath quando ela acordar
"Liebe, estou indo pra sala já, te encontro lá."
Passo no refeitório e pego alguma coisa pra comer, e corro para sala do Podolski, fiquei o dia todo pensando nele, e naqueles olhos azuis incríveis, talvez esteja muito, muito, errada, mas ontem teve um clima, e eu precisava saber disso, e esse era o momento certo, ainda faltava quarenta minutos para a aula começar, e torço para que ele esteja na sala já.
Felizmente não encontro ninguem no caminho, mas isso era normal, afinal o pessoal deveria estar começando a se arrumar agora. Passo pela sala de Mario, vazia, Reus, também, uma outra que ainda não sabia de quem era estava vazia também, e cada sala vazia tinha mais certeza que ele não estaria na sala aquela hora.
Paro ao lado da porta controlando a respiração e ouvindo o sangue passar em meus ouvidos, era agora ou nunca, a porta estava entreaberta.
- Com licença professor.
- Se for duvida da matéria, só tiro duvida depois da última aula.
- Bom, não era duvida da matéria.
Ele olha em direção a minha voz, e sorri ao me ver ali parada.
- Entra e fecha a porta. - Vou ate a mesa na frente da dele e sento em cima. - Não pode sentar na mesa Paula. - Cruzo a perna e ele acompanha o movimento. - Certo, enquanto não tem ninguem você pode ficar ai.
- Obrigada. - Digo sorrindo.
- Se não é duvida sobre a matéria o que a trás tão cedo aqui?
- Bom eu não sei... - Ele me encara. - Seus olhos são lindos. - Ele sorri de um jeito provocante. - Gott quem me dera fosse apenas os olhos. - Digo apenas para mim.
- O que? - Ele pergunta. Faça sinal de negativo com a cabeça. - Fazia um tempo que não chegava ninguém assim.
- Como?
- Que fosse... Hã... Melhor deixar pra lá.
- Qual é profe, fala.
- Prefiro não. Aliás, o que você vai fazer domingo a noite?
- Nada, o que eu poderia fazer domingo a noite trancada nesse lugar? Além do mais domingo a noite a gente não pode sair.
- Sempre tem como se divertir.  E o que seria da vida se não corrêssemos riscos?
- Está me induzindo a quebrar uma regra do colégio? - Ele olha no fundo dos meus olhos, e me mexo desconfortável.
- Sozinha e sem um motivo você realmente não pode sair, maaaaaaaas, com um professor e um bom motivo ninguém arrumaria problema.
- Parece que você pensou em tudo não é mesmo. - Sorrimos com cumplicidade um para o outro.
- Pensei. - Ele diz algo em polones provavelmente e eu não entendo.
- E o motivo? Qual seria?
- Isso fica por sua conta. Te encontro às 18h no meu carro.
- Qual é?
- A7 prata.
- Então está combinado profe. - Lanço um sorriso de lado pra ele, quem se preocupa em tentar disfarçar a malícia que me olha.
- Então tá bom. - Ele olha o relógio. Faltavam ainda vinte minutos pra galera entrar.
Ficamos conversando sobre coisas aleatórias, tentando se conhecer melhor, descobri que ele tinha dois filhos, Louis e Maya, tinha se separado da mulher logo depois que o menino nasceu, e que a filha fora um descuido num dia que foi visitar o menino.
Um pouco antes do horário que o pessoal começaria a chegar, fui para o meu lugar, não queria motivos para que meu nome circulasse pelos corredores.
- Oi Paula.
- Ah, oi Laure.
- Está ansiosa pra lista do professor Schweinsteiger? - Podolski olhou em minha direção.
- Com certeza! Nós duas fomos bem naquele jogo, vi poucas jogar como você.
- Idem. Tivemos um bom entrosamento por ser a primeira vez que jogamos juntas.
- Realmente, e apesar da Hope ter vacilado pra impressionar, salvamos o time no setor.
Dou risada.
- E felizmente tínhamos a Alex e minha irmã la na frente, fora que nosso meio campo estava bom.
- A vitória foi dada pelo grupo. - Uma voz já tão conhecida diz.
- Sven! - Digo abraçando ele.
- Laure. - Ele sorri pra ela.
- Cara ele sabe meu nome... - Ela fica corada.
- A beleza francesa não passa despercebida. - Ele sorri de lado.
- E-eu preciso ir. - Ela sai meio desnorteada. Sinceramente o Sven não era tudo isso.
Ele da risada da cena, e eu fico encarando ele de cara amarrada. Ele senta na cadeira ao meu lado.
- Não me leva a mal, mas eu queria sentar com o Timo.
- Que foi? - Ele pergunta apoiando o cotovelo na mesa e a cabeça na mão me encarando.
- Porque precisa ter alguma coisa? - Digo seca.
- Tá com ciúmes Becker? - Me olha sínico.
SIM!
- Nunca, isso é coisa de gente fraca. - Dou a mesma resposta que ele no dia anterior.
- Anda Sven, sai daqui. - Digo já brava.
- O que ta acontecendo ai com vocês dois? - Lukas pergunta.
- Nada professor. - Sven diz com raiva jogando suas coisas pra mesa da frente.
- Obrigada. - Digo.
Ele não responde nada, o resto do pessoal chega, Lars senta com o irmão como sempre e peço pro Timo sentar comigo, o que era bem proposital já que ontem vi minha irmã chamando o Meyer pra sair e achei que poderia ta rolando um clima entre eles.
- Amanhã 21h no campo. - Ele sussurra no meu ouvido.
- Pra que?
- Espere e verá.
- Surpresa não é muito meu forte.
- Sério, você vai curtir, so coloca uma roupa confortável, vai que a gente precise correr. - Olho pra ele. - A vida é correr riscos.
- Você é segunda pessoa que me fala isso hoje.
- Isso mostra que você não se arrisca o suficiente.
- Pode ser... Agora fica quietinho que eu quero prestar atenção na aula.
Lukas Podolski me olhou a aula inteira, o que pareceu incomodar o Bender.
Enquanto íamos para a sala do Boateng.
- Paula. - Sven puxa meu braço.
- Solta meu braço. - Ele larga.
- Que tanto o professor te olhava?
- Olhou é? Nem reparei.
- Não se faz de sonsa garota.
- Eu não estou me fazendo de sonsa! Só tinha eu naquela porra de direção?
- Você acha que eu sou idiota? Você foi a primeira a chegar pra aula.
- Agora é proibido ser a primeira a chegar na aula? Me poupe Sven.
- Por acaso você estava dando pra ele?
- O QUÊ? REPETE!
- Isso mesmo que você ouviu, dando pro professor. Eu esperava mais de você.
Virei a mão na cara dele, e senti as lágrimas rolarem por meu rosto.
- Se eu tivesse isso também não é problema seu. Por acaso eu tenho alguma coisa com você? Que eu saiba não, te devo alguma explicação? Olha, também não.
Alguém bate palma ironicamente para aquela situação.
- Lindo, que lindo. - Ela continua batendo palma. - Eu te avisei pirralha.
- Sai Endler, isso não tem nada a ver com você. - Max diz pra ela.
- Essas meninas são muito idiotas, caem por qualquer sorrisinho que esse dai dá.
- Sai daqui! Qual parte você não entendeu. - Max empurra ela pelo ombro.
- Não encosta em mim Meyer. - Ela da um último sorriso e sai com cara de vitória, e minha vontade era socar a cara dela.
As lágrimas que molhavam meu rosto, não eram nada em relação ao que sentia por dentro, Sven havia realmente me machucado com suas palavras, eu não queria olhar pra ele nunca mais, aquele idiota estúpido.
Entramos na sala e o pessoal olha na minha direção, ótimo, agora todos iam pensar que sou uma louca, vou para o canto oposto de onde Sven está sentado, queria ficar longe pelo menos ate o final daquela aula, haviam tantas coisas pra pensar, que eu nem sabia por onde deveria começar.
- Paula escuta. - Lars vem sentar ao meu lado.
- Se for do seu irmão não quero saber.
- Mas vai. - Ele me encara, ele era tão igual ao irmão que eu sentia de bater na cara dele também. - O Sven nunca foi muito bom com as coisas que ele sente, não mede as palavras pra falar com as pessoas, é o jeito dele, estressado e um poço de ciúme.
- Lars, eu entendo que ele é seu irmão e que família é família e sempre vamos apoiar um ao outro independente do que estiver acontecendo, mas olha bem o que ele falou pra mim Lars! Se eu estava tendo relações com o professor! - Digo indignada. - Pelo amor, eu conheci ele ontem, jamais faria isso, além do mais ele é o professor e é uns bons anos mais velho que eu.
- Já disse ele fala o quê vem na cabeça.
- E magoa as pessoas.
- Por favor, eu sei que ele falou o que não deveria pra você, mas ele gosta de você. O outro Bender gosta muito de você.
Dou risada.
- Quem sabe se ele me pedir desculpa.
Ele me puxa para um abraço.
- Os dois separa agora. - Diz o professor.
Do outro lado, Timo, Sven e minha irmã nos fuzilam com o olhar, viro pro outro lado e dou risada.
**
Evito falar com Sven até a aula de artes, que foi depois da aula do Reus, já que fui obrigada a participar do grupo com ele.
O professor era um loirinho de olhos verdes e um sorriso levemente torto, o que o deixava muito sexy.
Teríamos que montar uma pequena história para apresentar na próxima semana, teríamos uma semana pra ensaiar.
- Acho que deveríamos fazer uma história sobre um professor de história que fica com uma aluna do primeiro ano.
- Sven, por favor. - Timo diz.
- Vai ficar inventando coisa na sua cabeça e sair falando?
- A carapuça serviu Becker?
- Escuta, ninguém é obrigado à aguentar você com historinha, eu quero respeito entre vocês. - Max fala. - Porque se eu tiver que escolher alguém pra tirar do grupo é você Bender.
Sven fica quieto o resto da aula e evita qualquer fala comigo, e sinceramente prefiro assim, porque se for pra ele ficar jogando coisas que nem ao menos existem na minha cara dispenso.
Na aula seguinte com o professor Rafinha, falamos sobre ritmos musicais e qual mais nos agradava, e pop foi o mais votado entre o pessoal, e segundo o professor isso iria nortear nossas aulas, por enquanto, ele depois do professor de artes era o mais maluco, creio que seja o jeito brasileiro no meio de tantos europeus que o destacava por seu senso de humor e a 'zueira' que ele tinha naturalmente.
A última aula era inglês e depois era almoço e como sempre depois teria treino e hoje era natação.
O professor Beckham dava um show em sua aula, explicando sobre a literatura inglesa do século XIX. Alguém bate na porta.
- Com licença David, preciso dar um recado para eles. - Schweinsteiger entra na sala e minha irmã se ajeita na cadeira. - A aula hoje de natação vai ser comigo, o Phelps teve um problema pessoal e precisou ir com urgência para os Estados Unidos.
- O que aconteceu?  - O garoto que Mario havia chamado de Joe perguntou.
- Problemas pessoais Hart, não é de interesse dos alunos ficar sabendo da vida dos professores. - Alguns gritos surgiram pela sala. - Todos sabem que natação é bem meu forte então vou contar com a ajuda do Poldi. - Ele disse com um certo carinho na voz. - E nosso campeão do ano passado Julian Draxler.
O pessoal do segundo ano aplaudiu quando o garoto foi mencionado. O professor Schweinsteiger olhou na direção da minha irmã e sorriu discretamente, ela retribuiu um pouco mais empolgada.
- Obrigado professor. - Disse Beckham. - Ei, ei, ei, sei que vocês gostam muito do Schweini e do Lukas, mas ainda estamos na aula de literatura.
- Beck, quando vai ter jogo dos professores? - Max perguntou.
- Quando for começar o campeonato de vocês, como sempre Meyer. - Ele encara o garoto. - Não desvia do assunto.
E volta a explicar a matéria, porém parecia impossivel que qualquer um prestasse atenção no que ele estivesse falando, já que a maior parte da sala ficou empolgada com Schweinsteiger e Podolski dando a aula de natação.
**
A hora do almoço parecia demorar pra acabar, mas acredito que fosse porque estava ansiosa para ver o professor Lukas outra vez.
Quando estávamos indo levar as bandejas para o lugar delas, Sven vem ao meu lado.
- Ei, me desculpa por hoje mais cedo.
- Hm.
- Serio, por favor. - Ele para na minha frente.
- Simples assim ? Você praticamente me chama de vagabunda e pede desculpa e ficamos de boa?
- Eu tô pedindo desculpa e pra isso eu estou atropelando meu orgulho. - Levanto a sobrancelha pra ele. - Mas, eu não posso te obrigar a me desculpar. Eu não sei o que deu na minha cabeça, me senti muito incomodado com ele te olhando daquela forma.
- Ciúmes. - Digo provocando ele.
- O que!? Você deve ta me sacaneando.
- Estou.
- Então estamos de boa?
- Por enquanto sim, e não pense que eu vou esquecer isso assim tão fácil.
Ele me olha e sorri, e tenho a sensação que aquela não seria a primeira vez que brigariamos por esse motivo.
**
A aula de natação estava tranquila, fizemos 400 metros Medley e depois fomos jogar polo aquático, fomos bem apesar de ninguem parecer familiarizada com o esporte.
O olhar de Lukas parecia me acompanhar a cada instante que eu estava fora da piscina assim como Schweinsteiger em minha irmã, os dois professores pareciam muito amigos, pois a forma como faziam um ao outro rir era incrível, parecia ter algum tipo de conexão entre eles que ninguem nunca seria capaz de entender.
Depois que Nath e eu já tomamos nossos banhos e estamos de bobeira no quarto decido puxar um assunto delicado.
- Mana, você acha que seria estranho se eu saísse com um professor?
- Não, aliás, o que tem demais em sair apenas pra conhecer a cidade com um deles?
- Acho que nenhum. Lukas me chamou pra sair com ele no domingo.
- O que? - Ela me olha espantada. - Sabia que tinha acontecido alguma coisa assim.
- Como?
- Porque ontem a tarde naquele periodo que eu fiquei fora, acabei conversando com o Bastian e a gente combinou de sair amanhã depois da aula de Ed. Física.
- Caralho. - Foi tudo que consegui falar. - Amanhã vou dar uma volta com o Timo.
- Aonde vão?
- Não faço ideia, mas provavelmente vamos se arriscar, já que ele mandou eu estar preparada pra correr.
- Ai que demais.
- Vamos ver né, vai que eu pegue uma detenção com o Schweinsteiger. - Dou risada.
- Se o seu Benderzinho descobre, ele da outro ataque. Meu papai, aquilo foi tão engraçado! Você precisava ver a cara que ele fez quando você meteu a mão na cara dele.
- Agora é engraçado, mas na hora doeu.
- Imagino.
Continuamos conversando por mais um tempo, depois fomos jantar e voltamos para o quarto.
Felizmente na manhã seguinte já seria sexta feira.


Notas Finais


Ufa!! Haja coração pra aguentar esse Bender! E esse professor de historia que é super irresistível ❤
Algumas pessoas pediram personagens então aos poucos vamos trazê-los, no de hoje foi o Draxler, ele ainda vai ter uma função importante, por hora é apenas uma citação.
Foto do Poldi hoje porque EU AMO ELE DEMAIS!!


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