História The Shadow - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani Kordei
Visualizações 158
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá sunshines, eu demorei, mas volteeei. Espero que estejam felizes KKKK

Bom, eu não vou ficar enrolando muito para vocês lerem, só peço para lerem as notas finais é importante!!

Boa leitura, amores!!

Capítulo 14 - Do I like her?


Fanfic / Fanfiction The Shadow - Capítulo 14 - Do I like her?

Point Of View Lauren Jauregui

Acordei ao ouvir uma doce voz me chamar. Minha cabeça doía, assim como meu corpo. A ressaca não poderia ser maior.

Mal me lembrava dos acontecimentos da noite passada. A última coisa que me lembro foi da minha conversa com Alexa, após isso, me lembro de beber como nunca havia bebido antes. Era um copo de vodka atrás do outro.

E então, lembro-me dela... Lembro-me de Camila me tirando do casamento e só.

Afinal, aonde eu estava?

Olhei ao meu redor e vi um quarto, mas não o de minha casa, muito menos o da casa de Ally, e então, meus olhos se focaram nos dela. Ela estava linda. Seus lábios rosados esboçavam um belo sorriso branco, seus olhos me olhavam ansiosos e animados, e a cor castanha apenas me deixava mais fraca.

- Acorde, Lo. – Ouvi sua voz doce novamente e aquele sorriso brincalhão nos lábios. Me sentei na cama e no mesmo momento fui surpreendida por Camila me dando um comprimido e um copo d’água. – Sei que está com dor de cabeça e está de ressaca, então já me preveni.

Fiz o óbvio e bebi um pouco da água, ingerindo o remédio. Camila ainda me olhava sorrindo, mas seu olhar... Tinha algo a mais nele, um misto de esperança, ansiedade e alegria. Eu apenas queria saber o que aquilo significava.

- Onde estamos? – Perguntei no instante seguinte e então pude ver todo aquele brilho se desmanchando no mesmo segundo em que as palavras saíram de minha boca –

- Não se lembra, não é? – Ela deu uma leve risada, forçada, e se levantou. Mas o que estava acontecendo? – Você deu um show no casamento de Alexa, você estava bêbada demais, nós duas estávamos, por isso viemos para um hotel aqui a cidade mesmo.

- A única coisa que me lembro é de vomitar a madrugada inteira.

Ela riu novamente, mas dessa vez achando graça, porém, eu já não via mais aquele brilho nos seus olhos. Camila parecia estar omitindo alguma informação.

- Disso eu também me lembro, Lauren – Ela abriu um sorriso brincalhão e eu fiz uma careta –

- Me desculpa, por ontem, não era minha intenção fazer você cuidar de mim a noite inteira. – Falei ainda fazendo uma careta e ela riu. Eu amava o som de sua risada, era como se me preenchesse. –

- Tudo bem, Lo, eu entendo que você ainda é um bebê e precisa de cuidados, é por isso que Dinah e Ally vivem com você...

- Ei! – Exclamei me fazendo de ofendida, Camila riu mais ainda – Não é verdade!

- Claro que é! Você dá trabalho, Jaguari! – E então me surpreendi, como havia descoberto meu sobrenome? – Ah, sim! Se não quiser que descubram seu sobrenome, deveria inventar outro ao se hospedar no hotel.

E então eu ri.

- Esse não é meu sobrenome, Camila. – Ela fez uma careta e eu ri ainda mais, me divertindo com aquela situação – É Jauregui, não Jaguari! – Falei fingindo indignação – Qual a dificuldade de pronunciar meu sobrenome?

- A menina da recepção havia me dito exatamente isso. – Ela se defendeu e eu fiz uma cara de pouco amigos –

- O que foi fazer a recepção?

- Talvez pegar um remédio para a ressaca de alguém. – Ela disse irônica e eu revirei os olhos – E também, perguntar se incluíam café da manhã no pacote que tivemos que fazer amanhã, então, vá tomar um banho que estarei te esperando para comermos algo.

E foi isso que eu fiz, me levantei da cama, tomei um banho e fui obrigada a por a mesma roupa da festa, já que não havia trazido outra roupa. Claro, não estava em meus planos embebedar e vir parar em um hotel com a mulher que havia seqüestrado.

Assim que sai do quarto, vi Camila com seus olhos escuros, provavelmente apenas para se prevenir das pessoas a reconhecerem. Eu acho que nunca entenderia o motivo para ela continuar ali, era tão fácil, apenas precisava sair correndo, implorando por ajuda e ela voltaria para seu pai, sã e salva.

Fomos para o salão do hotel onde serviam o café e comemos algumas coisas que haviam ali, o meu prato foi acompanhado por café preto e o de Camila, por um suco de abacaxi.

Nenhuma palavra havia sido dita desde que saímos do nosso quarto, as coisas estavam estranhas, Camila estava estranha, no início, ela possuía um brilho nos olhos e um sorriso chamativo nos lábios, agora, o brilho havia sumido e o sorriso era forçado.

Eu me esforçava para lembrar o que havia acontecido e se o motivo de Camila estar assim, era culpa minha, era algo ao qual havia feito e não me recordava.

Logo após o café-da-manhã fomos embora, entramos em meu carro e prosseguimos o caminho até a casa de Ally, não demorou tanto para a nossa chegada, já que o trânsito estava bom.

Quando chegamos, Camila entrou na casa e sumiu. Passei o resto do dia sem vê-la.

[...]

Após permanecer maior parte do meu tempo no quarto fazendo algo que havia me impedido de fazer a um bom tempo, trabalhando.

Tudo bem que meu trabalho não era algo correto, mas eu teria que continuar no comando e precisava continuar administrando as coisas, tive que confirmar as entregas, resolver alguns assuntos sobre dívidas. Ah, malditos, sempre me devendo.

Mas quando acabei e passei o resto do trabalho para Normani, sai de meu quarto e fui até a piscina. Tudo estava escuro, a lua estava linda e era a única coisa que iluminava aquele local.

Eu fiquei ali, parada, admirando a bela lua e ouvindo o silêncio. Com um pouco de dificuldade, retirei um maço de cigarro de meu bolso e fiquei na dúvida se deveria prosseguir o que iria fazer.

Eu não era de fumar, muito pelo contrário, odiava toda essa merda por causa do vício que um dia eu já tive. Mas as vezes, quando o trabalho subia-me a cabeça, eu fumava, apenas para relaxar.

E foi isso que fiz, coloquei um cigarro entre meus lábios, peguei um isqueiro e o acendi. Maldita sensação de relaxamento. Logo meus músculos relaxaram, dei uma tragada longa e prazerosa no objeto em minha boca, soltando em seguida a fumaça.

O que me intrigou foi que mesmo naquela escuridão e naquele mar repleto de silêncio eu pude ver uma imagem distante e pude ouvir o som de uma respiração.

Apaguei o cigarro e o larguei em qualquer lugar, caminhei lentamente em direção a pessoa que ali estava. Não precisava de muito para que soubesse quem era. A mulher estava de costas, admirando, assim como eu, o céu estralado e a lua que brilhava no meio da escuridão.

- Sem sono, Camila? – Minha voz saiu mais rouca que o normal e pude ver que a mulher havia se arrepiado ao ouvir minha voz tão próxima de seu ouvido. Camila estava de costas para mim e eu estava absurdamente perto, com os corpos quase colados. –

- Lauren? – Ela falou com a voz embargada e se virou para mim. Mesmo no meio da escuridão, pude ver a cor de seus olhos. Ela estava... chorando? –

- O que houve? – Perguntei sem esconder o meu tom preocupado na voz e involuntariamente a abracei, Camila se desmanchou em meus braços. – Hey, calma. – Eu passei meus braços ao seu redor e a apertei forte em meus braços, Camila me apertava ainda mais, enquanto eu a envolvia em meus braços – Shhh... Está tudo bem, Camila. Se acalme...

Eu tentava acalmá-la, falava suavemente em seu ouvido, mas ela continuava a derramar lágrimas, sem cessá-las por um momento. Demorou muito para ela se acalmar, mas mesmo quando isso aconteceu, ela não desgrudou seu corpo do meu. Continuávamos ali, envolvidas em um abraço confortável.

- O que aconteceu? – Estimulei-a a falar, mesmo ainda sentindo seu peito subindo e descendo rapidamente, isso estava partindo meu coração, eu só não entendia o motivo. –

- Hoje... – Ela tentava falar, mesmo com a voz embargada e os soluços que escapavam de seus lábios. Eu apenas fiquei quieta, dando a ela seu tempo para falar. – Minha mãe, faleceu e hoje faz mais um ano que... – E então ela voltou a chorar, eu a apertei ainda mais em meus braços –

Eu sentia ali, a vontade de protegê-la, então a apertei e tentei passar a ela toda minha segurança. Deus, eu estava me sentindo péssima por vê-la naquele estado.

- Shhh... – Murmurei, ela não precisava dizer mais nada, eu entendia. – Não fica assim, eu entendo, Camila, eu te entendo. Mas a vida é injusta, assim mesmo, e eu sinto muito. – Acabei me perdendo em minhas próprias palavras, me incomodava vê-la assim –

- Eu deveria estar lá, Lauren, eu deveria fazer o que faço todos os anos. – Ela ainda chorava baixinho e suas palavras eram interrompidas por soluços. – Eu deveria... Deveria estar ao lado de túmulo, colocando suas flores preferidas ao seu lado. – O choro era incontrolável, Camila estava tão mal como nunca havia a visto antes –

- Venha, vamos entrar, aqui fora está frio e já está tarde. – Falei e ela assentiu –

Entramos e eu a levei até seu quarto, em momento algum sai de seu lado. Ela deitou na cama, ainda chorando silenciosamente, eu me deitei ao seu lado.

Camila deitou sua cabeça em meu peito, eu afoguei minhas mãos em seu cabelo, fazendo ali, um leve carinho. Seus braços rodeavam meu corpo e eu senti suas lágrimas encharcando minha blusa, mas eu pouco me importava. Dali eu ao sairia.

- Você não precisa ficar aqui, Lo. – Ela falou com sua voz que saia tremida, mas ainda assim, doce. Suas mãos brincavam com a minha blusa e as minhas ainda acariciavam seu cabelo. –

Eu estava arrasada por vê-la arrasada. Camila agora estava um pouco mais calma, porém eu não me atreveria a deixá-la sozinha nesse momento, não sabendo que se eu saísse, talvez ela voltasse a chorar e eu não estaria ali para ela e por ela.

- Você também não precisava ter ficado comigo ontem, mas ficou. – Falei sincera, encarando o teto e deixando minhas mãos brincarem com seus fios de cabelo –

- Não precisa ficar por obrigação, eu vou ficar bem.

- Camila! – Chamei seu nome e ela me olhou, peguei levemente em seu queixo e garanti que seus olhos não se desviariam dos meus. – Eu vou ficar aqui porque quero, porque me importo com você e não vou sair daqui e deixá-la nesse estado. Eu não vou sair do seu lado nem por segundo, entendido? E isso não é por obrigação nem por agradecimento por ontem, mas porque eu quero e porque me importo com você, Camz!

Falei e ela sorriu, não sei se pelo novo apelido ou pelas minhas palavras, talvez um pouco dos dois, mas apenas por vê-la sorrindo, meu coração bateu mais rápido.

E então, pela proximidade, um flashback me atingiu.

FLASHBACK ON

- Vamos Lolo, você tem que tomar banho! – Ouvi Camila insistir mais uma vez, porém eu me sentia tão bêbada que nem ao menos me importei –

Permaneci em pé na cama, pulando e rindo como nunca havia feito antes. A bebida havia subido em minha cabeça, eu apenas pulava e ria na cama, sem me importar com nada, muito menos em tomar banho.

- Não, só mais um pouquinho. – Eu disse meia ofegante e continei pulando na cama –

- Lauren! – Exclamou irritada – Vamos! – Implorou e eu neguei com a cabeça rindo – Você não me dá escolhas, grande e irritantemente mal-educada, The Shadow! – Camila me chamou pelo apelido e caminhou firmemente até a cama, eu, em um ato desesperado pulei do lado oposto da cama, para fugir de Camila, a mulher no mesmo momento bufou –

- Não vale, Camila! – Coloquei um pequeno bico nos lábios, fazendo marra –

- Então vem aqui! – Eu neguei e ela correu em minha direção, corri cambaleando em direção a porta do quarto, mas ao chegar lá, percebi que a porta estava trancada. Ao me virar para ela, dou me conta que ela já está atrás de mim –

Camila coloca seus dois braços ao lado de meus ombros, me deixando encurralada, sem nenhum modo de escapar.

- Te... Peguei! – Sorriu com uma expressão vencedora no rosto, o que me aborreceu, voltei a encará-la com um bico nos lábios –

- Me... Pegou! – Eu murmurei. Seus olhos, assim como os meus, revezam entre os olhos e a boca. Camila mordeu seus lábios, eu levei minhas mãos até sua cintura como um gesto involuntário–

Eu não sabia exatamente o que estava fazendo, estava completamente fora de mim, mas eu ao menos sabia o que queria fazer a um bom tempo e eu faria.

- Agora que te peguei, vai tomar banho. – Camila falou tentando quebrar o clima tenso que se instalou entre nós duas. –

- Então vem comigo. – Rebati e Camila logo se engasgou com sua própria saliva e começou a rir de nervosismo. –

Ela tentou se afastar, mas minhas mãos apertaram mais ainda sua cintura e a trouxe mais para mim. Os verdes continuavam fixos nos castanhos.

- Você está muito bêbada, Laur. – Disse, tentando se esquivar de meu ataque novamente, mas minhas mãos prenderam de maneira que não pudesse fazê-la se livrar de mim, eu, na realidade, não deixaria que ela escapasse, não quando eu finalmente criei coragem para fazer o que queria. –

- Pelo menos bêbada eu tenho coragem de fazer isso...

Eu coloquei uma mecha do seu cabelo atrás de sua orelha, passei minha mão por sua maça do rosto, de forma delicada, toquei suavemente seus lábios, desci as mãos por suas costas e a puxei para mim com força.

Eu já não conseguia controlar o desejo, a necessidade, ao olhar para seus lábios eu sentia a precisão de senti-los nos meus. Eu sentia a necessidade de beijá-los e descobrir qual seu gosto. Eu precisava saciar essa minha vontade louca de senti-la e tê-la para mim.

- Lauren você...

- Eu sei que estou bêbada. – Eu completei o que ela pretendia dizer, sabia exatamente o que se passava por sua mente, mas como havia dito, não deixaria, nem ela, nem ninguém estragar esse nosso momento – O que você fez comigo, Camila?

Eu suspirei e eu fechei os olhos. Me aproximei de seu rosto cada vez mais.

- Você anda me enlouquecendo. – Falei antes de tocar seus lábios com os meus. Me entorpeci no mesmo instante. –

Assim que meus lábios tocaram os seus, eu me senti perdida, me senti em outro mundo, me senti em outro lugar, era parecido como o paraíso e eu poderia me perder em seus lábios para minha vida inteira. Senti-me arder, ferver, eu estava a procura de mais contato, por isso não demorei a grudar mais nossos corpos e pedir permissão para aprofundar o beijo, Camila não tardou a me dar tal permissão.

Aprofundamos o beijo, que era repleto de carinho, mas ao mesmo tempo de desejo, de precisão.O beijo era exatamente como eu imaginava que seria. Seu gosto era doce, nosso beijo era desesperado, como se uma precisasse e desejasse a outra. Nosso beijo estava me fazendo delirar, eu sentia que precisava cada vez mais de contato. Camila estava me enlouquecendo.

Como se me lesse, ela logo levou suas mãos ao meu cabelo e o puxou delicadamente, eu a puxei mais para mim, em uma necessidade sem fim, uma necessidade de nos fundirmos e nos tornarmos apenas uma só. Porém mesmo tentando a trazer mais para mim, grudando completamente nossos corpos, era impossível saciar tanto desejo e necessidade.

O que Camila andava fazendo comigo? Nunca havia me sentido assim antes, eu estava cada vez mais perdendo toda a minha postura, eu já não dava mais tanto medo, nem era tão provocativa. Eu estava me entregando a ela, mesmo sabendo que jamais daria certo, mesmo sabendo que uma hora, ela iria embora e se livraria de mim, como desejou desde que chegou.

E ao faltar-nos o ar, nos separamos e ela gemeu de frustração. O gosto doce de seus lábios e a sensação maravilhosa que havia causado em mim, ainda me dava arrepios e me deixava entorpecida. Eu precisava mais de seus toques, eu precisava mais de seus beijos. E eu precisava dela com urgência.

Mas, diferente do que queria, meu corpo me desobedeceu, senti algo ruim tomar conta de mim, senti meu estômago embrulhar e meu corpo pesar. Sentia algo voltando, pedindo para sair. E em um movimento rápido, passei como um furação por Camila, cambaleei tonta, até chegar no banheiro, levantei a privada e o mal-estar foi a próxima coisa que tomou conta de mim.

A única coisa que fui capaz de senti além do meu estômago estar doendo e meu corpo me trair, foi o toque delicado de suas mãos segurando meu cabelo enquanto eu colocava tudo para fora.

FLASHBACK OFF

- Eu não vou sair daqui, Camz! – Repeti minhas palavras e um sorriso surgiu em meu rosto –

O único problema é que junto ao sorriso, veio o medo por Camila ter se arrependido e um medo maior de um dia ter que deixá-la ir e perdê-la.

Porém, meu maior medo já se fazia presente e bem maior do que imaginei. Meu medo gritava dentro de mim.

Eu gosto dela


Notas Finais


Cá estou eu, me desculpando mais uma vez pela puta demora shaushahs Gente, foi mal mesmo, eu acabei me ocupando com o show e o presente para as meninas que eu acabei ficando sem tempo nenhum, mas aqui está mais um capítulo que eu espero que vocês tenham gostado bastante.

Não foi lá tudo isso e eu sei que está pequeno, mas eu espero ter agradado vocês com a Lauren descobrindo que seu coração não é tão de pedra assim kkkkk

Mas enfim, um pedido importante que tenho para fazer para vocês. Leiam a fanfic da @Laurenotwalls, se chama "The Hot Sister"

Ela é uma amiga minha e fanfic dela é muito boa, recomendo :P

Nos vemos no próximo capítulo e quero ver bastante comentários sobre o que acharam hein, adoro quando vocês comentam, sunshines.

PS: Depois corrijo os erros.

Tchau <3


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