História The shape of voice - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias League Of Legends
Personagens Akali, Irelia, Jhin, O Virtuoso, Karma, Kennen, Kindred, Lee Sin, Shen, Sona, Soraka, Taric, Xin Zhao
Tags League Of Legends, Sona X Lee Sin
Visualizações 15
Palavras 979
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Serio... Eu tenho que parar de postar a essa hora da noite '-'

(Não sou boa com notas, então... É isso, boa leitura •-•)

Capítulo 2 - Coração da floresta.


Fanfic / Fanfiction The shape of voice - Capítulo 2 - Coração da floresta.

 Acordei com a luz do sol invadindo as cortinas da pequena cabine em que eu estava, depois do dia de ontem não tinha como voltar ao navio! 

 Aquele monge de fato me assustou quando ouviu o que eu pensei... Somente os invocadores são capazes de tal ato e de repente um ioniano qualquer consegue isso!? Minha mente esta uma bagunça completa... Ele não é um qualquer... Um qualquer não me surpreenderia daquela forma. E muito menos me acalmaria com um sorriso tão gentil... Ele com toda certeza não era um qualquer.

 Assim que sai de meus devaneios matinais percebi que acordei cedo demais e que o sol ainda estava a nascer, provavelmente eram umas 6 da manhã, mas mesmo cedo assim que sai da cabine,dessa vez sem o pijama e com o cabelo arrumado, pude ver que muitos ionianos também tinham acordado e já trabalhavam pra ajudar os feridos.

 Fechei a porta e fui procurar pelo monge, precisava saber se aquilo foi mesmo real! Ainda não acreditava que alguem no mundo podia me ouvir... 

 Quando cheguei a cabine do monge, que Karma o tinha deixado apos o tratamento de seus ferimentos, não o vi por la, estava tudo limpo e vazio, me surpreendi e dei passos pra trás me esbarrando na ninja que usava roupa de enfermeira.

- Sona! Bom dia...! – Ela sorria um pouco apressada. – Esta procurando pelo Lee?

 Acenei de leve e sorri um pouco envergonhada por ter esbarrado nela enquanto a mesma levava um carrinho cheio de ferramentas cirúrgicas.

- Ele acordou de madrugada, disse que precisava treinar mas que não iria longe. – Ela voltava a correr, parecia nervosa e um tanto preocupada. 

 Provavelmente estava levando o carrinho de ferramentas medicas para uma cirurgia de emergência, mesmo sem saber quem era torcia pra que ficasse bem.

 Voltei ao quarto e busquei meu guqin, antes de sair avisei Karma que iria procurar o monge, ela sorriu e concordou, também havia me contado sobre ele e que assim como eu estava preocupada com ele, seus ferimentos tinham sidos graves.

(...)

 Assim que sai do templo central de Ionia, comecei a procurar pelo monge.

 Karma havia dito que normalmente ele ficava na margem de rios e de grandes lagos, havia um que ela tinha mencionada, um que ate eu gostaria de tocar meu guqin por la... 

 Já estava por perto quando o avistei, passei através das folhas das árvores e la estava... Uma belíssima paisagem...

 A agua era cristalina e o lago era centralizado no coração da floresta, a alguns metros ate a margem era apenas uma grama verde clara totalmente úmida, logo tirei os sapatos para sentir entre os dedos.

 Me aproximei da margem e deixar meu instrumento proximo, nao pude evitar a vontade de por os pés na agua, que por sinal estava bem gelada.

 Não pude conter o sorriso, aquele lugar era maravilhoso, Ionia aguentaria qualquer invasão, de modo algum Noxus conseguiria acabar com a beleza e a graça daquele lugar.

 "Queria ficar aqui pra sempre..." pensei por um breve momento.

 Um momento que pareceu durar muito enquanto mantinha os olhos fechados e a mente aberta.

Mas não durou muito quando ouvi aquela voz. – Então porque não fica? – Com o susto que levei acabei escorregando e caido dentro dágua.

 O olhei frustrada, ele por ouvir o som da agua se agitar — e se agitou bastante— começou a rir e andar na minha direção.

- Precisa de ajuda? – Perguntou ainda rindo e me estendendo a mão, ele nem escondia a risada...!

 Me neguei a pensar, porque se eu pensasse seria em algum xingamento.

 Porem aceitei a ajuda e peguei em sua mão. Enquanto levantava pude ver que seu corpo ainda tinha lesões mas nada tão grave como Karma descreveu.

- Não vai dizer nada...? – Continuou esperando uma resposta, ele ainda sorria, um belo sorriso por sinal.

 Eu voltei a grama e me sentei nela aborrecida, estava ensopada e meu cabelo que demorei tanto pra arrumar estava encharcado...

"... Foi um vacilo me assustar daquela forma..." – Pensei, mas logo percebi algo que não antes tinha notado. – "Você ouve minha voz não ouve?"

 Ele ria e se sentava ao meu lado.

- Ouço sua voz como se você estivesse abrindo a boca pra falar, mas a diferença é que a sua soa como um eco. – Ele se sentava em pose de meditação, ainda com um sorriso virava o rosto para mim. – Agora sua vez de me responder.

 Senti minhas bochechas queimarem, apenas olhei reto, direto para o horizonte que a cada vez mais era iluminado pelo sol que subia ao céu. Abracei meus joelhos, mesmo com o vestido molhada abaixei a cabeça.

"Bem... Eu não sei se posso..." - Hesitei com a resposta, mas realmente não fazia ideia de como responder. 

- Como não sabe? Você é adulta, já esta na hora de tomar suas próprias decisões. Quer viver em Ionia? Viva. – Ele virou o rosto e riu. – Ninguém pode fazer escolhas por você além de você mesma.

 Não pude pensar em mais nada, estava pasma demais pra lhe responder, nem sabia que expressão demonstrar alem de surpresa, não que ele pudesse ver mas sabia que ele ouvia as batidas do meu coração que acelerava.

 Nunca fui boa com palavras... Mas só tinha uma forma que eu sabia de fato me expressar e que eu sabia que ele entenderia.

 Assim me levantei, mesmo ainda molhada e com risco de pegar um resfriado. Fui ate meu guqin e comecei a tocar.

 As notas fluiam, a melodia ecoava na floresta e pude ver que ele mirava o rosto no local que eu estava com o instrumento. Ele abria um sorriso sincero e eu sabia que ele percebia os sentimentos da canção.

 Fechei meus olhos e toquei as notas que me vinham a mente... Notas tristes, notas felizes... Todas faziam parte de minha alma, então porque não mostra las ao único homem que podia ouvi-la alem do que realmente eram?



Notas Finais


Ehhr... Espero que tenham gostado, estou beeeem empolgada com essa fic e com a outra!
Na verdade, todos os dias fico animada em escrever, já que foi por causa da escrita que hoje em dia sou cheia de felicidade!
E quem ler a essa hora da noite... Obrigada e tenham uma bom noite meus amores :3


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