História The Shark Hunter - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Fbi, Investigação, Policial, Romance
Visualizações 11
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom, espero que gostem do primeiro capítulo recém saído do forno <3

Capítulo 1 - Long Beach lhe dá boas vindas


Fanfic / Fanfiction The Shark Hunter - Capítulo 1 - Long Beach lhe dá boas vindas

Era uma bela noite de sabádo, as estrelas no céu brilhavam de tal forma a ofuscar as luzes da cidade de Long Beach, era uma grande noite. Festa do departamento da polícia local e eu ali, uma agente especial do FBI encaminhada para fazer a maior prisão em anos e depois, vê-la fracassada com o maior descaso. Grande plano de merda!

- Hey, Cat! - chamou Brandon, meu colega de trabalho, se aproximando - Nem mais um drink?

Ele tinha 1,80 cm, cabelos castanhos, olhos cor de avelã e um porte físico como de qualquer outro policial em serviço. Não era estritamente malhado, mas também nao tinha o físico de um policial aposentado.

- Já que você insiste... - peguei a taça de suas mãos virando-a em minha boca.

- Não fique mal pelo que aconteceu, nós fizemos um ótimo trabalho - disse ele se juntando a mim na contemplação do mar e das estrelas - Craig, é um cara esperto, tinha várias identidades e demoramos até achar uma pista e álibis que o condenassem, mas conseguimos, não?

- Sim, com uma denúncia, mas sim... - falei indiferente.

- Cat, nós não podíamos imaginar que ele tinha tanto dinheiro e tanta influência pra calar a boca de tanta gente, inclusive da mídia.

- Eu sei mas é que faz todo o nosso trabalho ter sido em vão.

- Não, não foi em vão - ele ficou de frente me encarando sério - Nós fizemos a nossa parte e você deveria se orgulhar disso.

Com isso ele voltou para dentro do salão, me deixando ali na sacada daquele prédio me sentindo uma completa inútil. Eu me sentia deslocada naquele lugar, minha grande missão fora em Nova York, e agora Nova York, estava no passado. Por conta de um convite do departamento de políciade Long Beach, Brandon e eu viemos comemorar o aniversário do departameto e resolvemos ficar por uns dias até esquecer a odiosa missão do chefe de drogas e partir para a próxima.

Permaneci por mais alguns minutos ali, até finalmente entrar de volta ao salão. O lugar estava cheio, pessoas bem vestidas, rindo e conversando tranquilamente sem se exaltar e, talvez, essa fosse uma das vantagens de se estar em uma festa de oficiais. Ninguém bebia além da conta ou algo do tipo, pois sabia que não havia leigos na festa.

Me dirigi até o bar e depositei a taça vazia, o barman se virou e perguntou se eu queria mais um drink, mas recusei.

- Tem certeza, moça? - disse o homem sentado em frente ao balcão ao meu lado - Você parece bem sóbria ainda.

Me virei para ele esboçando um curto sorriso.

- Você por acaso está vendo alguém bêbado por aqui? Acho que não,não é? Então...

Já ia me virando quando ele segurou minha mão, dizendo:

- Ei, espere um pouco,não quis dizer isso, era só uma brincadeira.

Eu assenti.

- Por favor, junte-se a mim  - insistiu.

Seus olhos castanhos me fitaram por um momento suplicantes e sua mão continuava segurando a minha num toque quente e reconfortante.

 - Eu acho que ela disse não, parceiro - falou Brandon aparecendo em meio ao nada.

No mesmo momento , o homem soltou minha mão e se virou para Bran.

- Ah não ser que você seja o namorado dela, eu prefiro que ela responda - disse o homem.

- Não, obrigada, senhor...

- Christopher, mas pode me chamar apenas de Chris - disse o homem sorrindo.

Eu assenti e então me virei indo embora com Bran.

Quando chegamos no elevador, virei-me para ele, dizendo:

- Quem era aquele cara? Ele não parecia ser nenhum oficial.

- Pois ele não é - respondeu ríspido - É apenas um empresário rico amigo de alguns policiais que foi convidado para a festa. Sabe como são esses riquinhos, acham que podem dar em cima e ficar com qualquer mulher pelo simples fato de terem dinheiro.

- Bando de babacas! - falei já indo em direção ao nosso carro alugado.

Brando dirigiu  por todo o caminho falando de sua noiva Jane que ele tanto amava.

- Ela é sua razão de querer permanecer na Califórnia, eu sei, pode falar - comentei rindo.

- Em partes, mas é. A família inteira dela é daqui e sem contar que as praias daqui são as melhores dos EUA.

- E, nisso eu concordo, mas e aquele papo de que ela namorou um fora da lei?

- Ah, por incrível que pareça ele era melhor amigo do Craig, um tal de Reynold, mas ele desapareceu do mapa.

- Qual é! Você só pode estar brincando.

- É sério, mas nós nos conhecemos há pouco mais de um ano e ela nunca me disse nada até Craig ser preso e ela comentar que o conhecia. Mas ela não era nenhum tipo de cúmplice, nem nada, ela só estava com a pessoa errada.

- Eu entendo.

Ao chegarmos no hotel, Brandon me deixou ali e seguiu pra casa de sua amada e eu para meu apartamento vazio e solitário. 

Chegando no último andar, fechei a porta ao passar e me despi lentamente olhando para os prédios e as casas distantes imaginando como é ter um lar e uma família te esperando de braços abertos, pois eu não tinha, nem nunca tive. Se pudesse chamar um orfanato de lar, então eu tive, mas não. Para os homens eu era a adorável ruiva que todos queriam ter na cama e nada mais, aliás, eu mal tinha tempo pra isso, para distrações. Para chegar onde cheguei é preciso ter foco e prestar atenção nos mínimos detalhes, desde os cheiros até os gestos das pessoas quando conversam.

Quando fiquei completamente nua, fui para o banheiro e olhei-me em frente ao espelho. Um belo corpo e uma bela pele para uma bela mulher, mas para quê? Para receber cantadas de um empresário rico que transa com mulheres bonitas toda noite? Sorri para mim mesma, dizendo:

- É melhor eu tomar um banho logo.

Liguei a torneira da banheira e adentrei sentindo a água quente me reconfortar no mesmo momento em que meu celular tocava avisando que havia uma nova mensagem.

Era Brandon.

" Pronta para a próxima missão?" - disse ele.

" Manda ver " - respondi

E, de repente, uma rajada de tiros no andar inferior me fez dar um salto na banheira.

- Por Deus, será que não posso ter um minuto de descanso?

Com isso, me levantei agarrando a toalha e minha arma. Não era esse o serviço que Bran falara, mas eu tinha que fazer a minha parte.



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