História The Ship Wonsp - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~Footloose

Exibições 47
Palavras 1.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Cap fresquinho!

BOA LEITURA!

Capítulo 17 - O Recado da Morte


Fanfic / Fanfiction The Ship Wonsp - Capítulo 17 - O Recado da Morte

O Recado da Morte.

 

As duas meninas correrão para onde o piloto deveria estar.

- Ninguém viu ele saindo daqui... – Disse Alice. Ela pôs a mão sobre a boca. – Ninguém viu ele depois que ele voltou para cá! Ninguém... Ele não voltou. Ele disse algo quando foi ao convés?

- Disse algo sobre não virmos para cá... Droga! – Xingou Charlie. – E agora.

 

O som da música parou e todos logo voltaram seu olhar para que fizera a música parar.

- Por que pararam a música?! – Perguntou Ariadna.

- Temos um problema. – Disse Alice.

- Problema? Que problema. – John se pôs mais a frente.

As meninas se entreolharam.

- Nosso piloto suicidou se. – Disseram juntas.

- Como assim? Onde ele está? – Perguntou June.

- Na cabine dele. – Respondeu Alice.

- O que estavam fazendo na cabine dele? – Perguntou Oliver com um sorriso bobo.

- Não vem ao caso agora. – Respondeu Alice seria. – Se vocês não acreditam vão lá olhar!

 

Todos um atrás do outro desceram até onde seria a cabine do piloto. June abriu a porta e viu a cena. Amontoando se a porta e alguns entrando no recinto, eles viram. Voltaram para cima em silencio.

- Como vamos voltar? – Perguntou Misha.

- Em primeiro lugar vamos averiguar a morte do nosso piloto. – Disse June pondo se a frente dos outros. – Sou Detetive, vocês limpem a área tudo. Não vão a lugar nenhum apenas fiquem aqui. Alice e Charlotte eu quero que venham comigo.

- E por que vamos obedecer a você? – Perguntou Leonardo cruzando os braços.

- Por que eu tomei a iniciativa de dar um jeito na situação, sem contar que tenho experiência com isso. Então faça o que eu pedi, por favor.

- June, sou policial eu posso ajudar? – Perguntou Fyodor se aproximando dela. – Yardly é estagiaria dos Detetives Hope em NYC.

- Está bem vocês dois podem me ajudar. – June virou se aos outros. – John você também venha ajudar. Wesley quero que mantenha a ordem aqui. Ninguém sai daqui! – Wesley assentiu. – Fyodor e Yardly vocês vão la para cima. Alice e Charlotte vão comigo e John até o corpo.

 

Fyodor e Yardly subiram até onde deveria estar o piloto.

- O que exatamente temos que fazer aqui? – Disse Fyodor olhando a sua volta.

- Procurar alguma pista. – Yardly encaminhou se até o volante. – Ele deixou o motor ligado, estamos indo para qualquer lugar...

- Consegue para lo? Precisa de ajuda?

- A chave ta emperrada. – Disse a menina. – Sim eu preciso de ajuda.

 

Xxx

 

- Foi suicídio mesmo.

- Jura? – Perguntou Alice irônica. – Isso qualquer um pode ver.

- Não, nem sempre tudo é o que parece ser. As vezes eles fazem parecer suicídio.

- Estou falando desta situação, ele é a única pessoa diferente aqui. Ninguém o mataria. Ou ele suicidou porque quis ou foi forçado a isso.

- Exato. Porque ele suicidaria? Perguntou June.

- Ele foi pago para nos levar, ir e voltar. Não vejo motivo. – Respondeu Charlie.

- John, o que você acha? – John olhava o corpo mais de perto.

- Ele estava com medo de fazer isso.  Acho que ele estava com a mão tremula na hora. Ele fez questão de estar sobre a cama para atirar.

June se juntou a John para olhar o corpo. Alice e Charlie ficaram apenas a observar.

- O que vieram fazer aqui? – Perguntou June encarando as meninas. Silencio. Charlotte olhou para Alice.

- Eu queria o celular dele. Imaginei por estar dirigindo não estaria com ele por perto. Então pensei em vir para cá. – Disse Alice simplesmente.

- Você o pegou? – Agora fora John a fazer uma pergunta.

- Não. Eu o encontrei assim. – Apontou para o piloto. – Assim que o vimos saímos.

- Voltem lá para cima. – Pediu June. Elas o fizeram. Alice bateu a porta. June levantou se e começou a mexer nas coisas do quarto, abriu gavetas, mexeu nos bolsos. Procurou em cada canto. – Não há telefones, carteira, qualquer coisa. Como ele está sem documento!?

- Ele veio aqui sem identificação e se matou, foi planejado! – Disse John. – A questão agora é quem planejou, ele está sozinho, o que?

      

Xxx

 

June e John foram a encontro de Fyodor e Yardly.

- Então? – Perguntou June.

- Nada. Chave está emperrada se tentarmos tirar pode quebrar e isso será pior.  – Disse Yardly. – Mas e vocês?

- Nada, ele está sem documentos, sem nada, celular ou qualquer coisa.

Voltaram para o convés principal encontrando os outros.

- Precisamos que procurem em todo o iate qualquer coisa, telefone, um rádio, celular, o que for para entrarmos em contato com o navio. – Disse June. – Nosso piloto suicida não tem documentos e celular. Acreditamos que ele planejou isso. A chave está emperrada na ignição, tem risco de quebrar, não temos certeza ao certo de para onde estarmos indo.

Separando se cada qual para algum canto a procurar qualquer coisa.

 

Xxx

Sidney - Austrália

 

Lá estava sentado ele em seu escritório. Sentado confortavelmente em uma poltrona assistia na tela pequena o que acontecia no Iate. A procura de um tipo de comunicação. De todos ali le só esperava uma pessoa para encontrar o telefone. Uma única pessoa, que poderia causar o caos ali dentro.

Para sua felicidade o telefone fora encontrado, mas pela pessoa errada. Pegou o telefone ao seu lado, Pré pago e descartável. Discou os números rapidamente.

- Alo? – A voz masculina ressoou. – Alo?!

- Olá! Desculpa incomodar. Eu queria falar com o Wels?

- Wels? – A voz parecia confusa. – Desculpe quem é você?

- Sou irmão dele. Mas e você?

- Bem eu sou Mark seu irmão estava pilotando o iate...

- Ah... sim, sim. Pode deixar o Telefone onde encontrou por favor?

- Er... Bem nos precisamos dele.  – Respondeu Mark.

- Sr. Mark, passe esse telefone para a pessoa mais próxima de si. Por favor.

- Ok.... Até mais... – Mark se virou vendo Camilo olhando algumas coisas, não muito longe Wesley. Aproximou se do mais velho. – Aqui. – estendeu o telefone.

- Entregue o para a June. – Disse Wesley olhando.

- Entrega para mim? – Sorriu. – Quero ficar um momento a sós com – Fez sinal com a cabeça apontando para Camilo.

- Ok. – Wesley riu.

 

- Wesley. – A voz saiu do celular. Wesley parou olhou para o aparelho na mão. Instintivamente pôs ao ouvido. – Quanto tempo. - A voz familiar conturbou sua mente. – Você parece muito bem. – Silencio. – Espero que aproveite seus últimos minutos de vida aí, nesse belo Iate. – Ainda sem reação. – Foi muito fácil subornar o piloto dos Wonsp.

- Mont-Montgomery... – A voz sairá tremula.

- Tivemos poucos momentos, mas é incrível que ainda lembre se da minha voz. – Montgomery riu. – Eu lamento pelo seu marido e seus filhos... Se não me falha a memória seus filhos chamavam se Fatima e Hector. – Wesley sentiu as lagrimas queimarem em seus olhos.

- Seu desgraçado! – Gritou ao telefone. June e John aproximaram se.

- Wesley me dê o Telefone! – Ordenou June. – Com que você está falando!

- Adeus Wesley. Espero que tenha se despedido de seus velhos amigos da Mansão!

Wesley desligou o telefone e o jogou no mar com raiva.

- Mas que droga! – Xingou June aproximando se da borda. – Por que você jogou o telefone!!!

Silencio. Foi a resposta dele. Ele caminhou até o outro lado. Olhando para a borda. Aproximou se. Segurou firme as barras de proteção. Olhou para a agua fria logo abaixo. Sua respiração era irregular.

Agumi correndo aproximou se dele. – O que você ta fazendo! Não vai pular!?

- Saia daí! – Disse June irritada. – O que aconteceu! Com quem você estava falando!

John se aproximou do outro tentando o puxar. Mas ele segurou se mais forte na grade. Misha que estava perto juntou se a John para tirar o outro da li. Com dificuldade o soltaram. Wesley se rebateu tentando a todo custo soltar se das mãos dos outros colegas.

- Diga agora o que está acontecendo! – June disse de modo agressivo.

- Ele está aqui... – A voz saiu baixa e tremula.

- Quem está aqui? – Mel se aproximou dele. Encontrou em seu ombro tentando acalma –lo.

- Montgomery.

 

- Quem!? – As vozes da maioria deles ressoou em conjunto.

- Ele está desaparecido a uns seis anos. – Disse Yardly.

- Desaparecido não significa morto. – Disse John. – Como assim ele está aqui?

- No telefone. Era ele. – A voz do rapaz era falha. – Ele subordinou o piloto.

- Como se subordina alguém para se matar? – Perguntou Aria.              

- Diz que vai dar dinheiro para a família ou que vai matar alguém que ama. – Respondeu Catherine.

- Okay, isso ainda não é motivo para jogar o telefone na agua! – June disse irritada. – E Agora!?

- Ele disse que iremos morrer. Em alguns minutos...

Continua...


Notas Finais


No Próximo Capitulo: Como Uma Fênix
“Um Iate explodiu no Oceano Indico próximo a Madagascar. Ainda não a informações sobre vítimas, ou de quem pertencia o Iate. ” Essa era a notícia pela manhã.
- Esse Iate era o nosso? – Perguntou Kenji. – Era o nosso Iate!?
- Lamentável.... Não acha meu filho? – Respondeu Talones. Kenji suspirou pesadamente retirando se.
[...]
- Nós encontramos pistas de Riley Oxford. – Disse Jordan. – Estamos indo para o Brasil.
[...]
- Eu encontrei.
-O que você encontrou Megan? – Perguntou Hugh.
- Encontrei Juan Wonsp.
[...]
- Esses são Anthony e Selma McAllison, os novos pais de James Noah. – Disse a assistente social. O casal se afastou por um momento. – Isso é muito complicado Sra. Hope. Infelizmente o Psicólogo do rapaz acha que ter pais adotivos será bom para James repensar sobre o lar dele aqui.


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