História The Ship Wonsp - Capítulo 19


Escrita por: ~ e ~Footloose

Exibições 35
Palavras 2.922
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa Leitura.
O Cap foi revisado, mas pode ter escapado um erro, caso haja ocorrido avisar.

Capítulo 19 - De Volta


Fanfic / Fanfiction The Ship Wonsp - Capítulo 19 - De Volta

De Volta

....

Do Bote viram a explosão do iate. Olhos fixos na bola de fogo e fumaça não muito longe. Pouco antes da explosão viram “coisas” cair do iate, sem ter certeza se eram os amigos. Os destroços eram grandes e caiam muito perto, se eles não tomassem cuidado seriam atingidos.

- Temos que voltar! – Disse Mel chegando perto da borda do bote. – Temos que voltar e ver se estão bem!

- Mel tem razão, vamos voltar! – Disse Ariadna dando apoio.

- Vocês pretendem remar com o que até lá? – Perguntou Richard encolhido e tremendo.

...

Nadavam com dificuldade, falta de força. Uma parte metálica do iate. Subiram nele. John, Oliver, Leonardo e Darwin nadavam atrás do mesmo empurrando o com as mãos, os braços tremiam, os dentes batiam, o esforço que faziam os aqueciam mais ainda era difícil nadar nesta situação, as meninas em cima, quatro sentadas no meio: Agumi, Lucinda, Leyla e June. Nas laterais deitados e usando os braços como remo Catherine e Fyodor.

- Eu não sinto minha mão. – Catherine disse sua voz tremula e rouca. – June...

June e Catherine trocaram de lugar. A balsa improvisada oscilou.

- Estou vendo ele... – Agumi disse. – O bote! – Começou a chacoalhar os braços freneticamente.

- Pessoal! – Era a voz de Mel. Sem seguida a de Alice, Min. Todos eles. – Estamos indo! Estamos Indo!

Leyla deitou se também, pondo seu braço na agua movendo o como um remo. Atrás empurrando os garotos faziam o possível para ir rápido. A aproximação demorou, parecia que levariam horas para ir contra a mare e chegar aos amigos. Lucinda esticou os braços para fora, o bote estava perto. Charlotte alcançou os braços da amiga.

- Está fria! – Disse Charlotte. – Vocês têm que subir aqui! – Puxou Luce para mais perto.

- Não cabe todo mundo – Lembrou Leonardo, a voz tremula, sua pele estava azulada, assim como a de John, Oliver e Darwin.

- Revezaremos então! – Pronunciou se Min. – Subam vocês aqui, acho que cabe pelo menos mais quatro. .... Seis de nós vamos para agua, em quanto vocês ficam aqui dentro, então depois trocamos.

- Ótima ideia! – Disse Camilo. – Mas quem serão os seis a ir para agua?

Silencio se entreolharam os garotos tremiam na agua, os do bote pensavam, ir para agua e ficar quase congelados ou permanecer no bote e ver seus amigos congelarem até a morte.

Alice, Charlotte, Mel soltaram as toalhas que as matinhas aquecidas. E pularam na agua fria. Darwin, Oliver e Leonardo subiram ao bote. Receberam toalhas para secarem se. Min estendeu a mão a John. – Suba. – Disse, com certa teimosia ele se recusou, após relutância subiu, Min lhe dera sua toalha e pulou na agua. Misha deu seu lugar a Agumi, adentrando a agua. Richard deu o seu a June. Leyla, Catherine e Fyodor subiram no bote apertado que ameaçava afundar com peso. Exprimidos e espalhados pelo bote para equilibrar o peso. A primeira hora fora terrível tremiam a agua congelara, a comida fora dívida, mas pouca, havia apenas trinta, e agora sobrava apenas oito. Mais uma hora passara e o firo se intensificará, eram apenas meia noite. Os que estavam na agua nem tremiam mais respiravam superficialmente. Sendo constantemente vigiados, apenas para ter certeza de que ainda respiravam. 

- Hora... – a voz de Mel saiu falha e rouca, não passara de um murmúrio. – Horas... -. Aumentou a voz o quanto podia.

- Hora de trocar... – Respondeu Wesley. Os minutos passavam e o frio aumentava. Eram três da madrugada. O céu estava escuro, mas no horizonte ganhava uma nova coloração. Eles estavam muito longe da onde o iate explodirá, as chances de alguém ter visto o sinalizador eram grandes, mas de os encontrar eram mínimas, eles estavam perdidos. Por fim, todos subiram no bote. Estava apertado, o bote oscilava, apesar de tudo estava mais quente todos juntos ali. Dividiram como puderam os últimos pedaços de comida. Conseguiram aos poucos beber a agua doce em garrafa. O que podiam fazer agora era dormir e esperar.

Um agito no mar. Ondas um pouco mais fortes, fazem com que despertem.

- É um navio... – Diz Catherine olhando para luz longe.- É um navio? – Ela estreita os olhos. – É um Navio! – Grita acordando os outros. – Navio!

De fato, era um navio. Ele estava longe, mas sua luz forte os alcançara. A buzina do navio soou. Um barco apareceu no nevoeiro frio e da luz amarela, dois tripulantes, um com uma lanterna e um outro com dois remos.

- Vocês estão bem?! – Perguntou o homem com a lanterna.

- Quem é você?! – Perguntou John. – E sim estamos bem.

- Ótimo! – Respondeu o homem mirando a luz sobre eles, seu rosto não era visível contraluz. – Sou um dos mordomos do Wonsp, vim aqui leva- lós de volta ao navio, vimos o sinalizador, exclusivo do Wonsp. A coloração vermelha na fumaça, a luz vermelha alaranjada. – Se aproximaram se mais do bote. – Passem para cá.

 

Xxx

 

Uma Semana Depois....

Após o trágico acidente, eles estavam de volta ao navio. O arrepio que sentiam ao ver agua era igual, seus motivos diversos. Uns viam como apenas uma lembrança, outros com a lembrança de quase morte. Wesley estava perturbado. E o seu pânico era generalizado pelos outros. O medo consumia os outros também. O Pai de Mark queria processar o Wonsp, queria tirar seu filho de lá, mas falhando miseravelmente. As notícias sobre o Iate logo foram morrendo, sendo esquecidas e ignoradas, ninguém queria saber do final feliz, onde os mocinhos foram salvos, as pessoas gostam de tragédias e ver las era gratificante dava-lhe a elas motivos para não reclamar de suas vidas medíocres. E tirando tragédias nada melhor do que saber sobre a vida maravilhosa dos famosos, critica –lós mesmo sendo que eles aparentam ser melhores, debochar de suas roupas extravagantes e reclamar de seus exageros, mas sem nem mesmo questionar o porquê de eles terem tudo e você nada. Um casamento. Glamoroso. Chique, sofisticado e rico. Isso era no que falavam. Na semana seguinte seria o Casamento. Steffany Okumurra. Uma mulher inteligente, escritora, dona de uma revista, publica livros. E ainda faz bico de entrevistadora. Mora em Sidney a seis ano. Seu noivo:  Kenji Wonsp, Rico, de família rica, riqueza er ao que tinha, seu pai dono de uma companhia de cruzeiros de luxo. Não sabia se muito sobre o rapaz apenas que sempre estava ali com Steffany ou acompanhando o pai. Para quem olhasse os dois juntos e sorrindo, ou tendo uma conversa acharia os perfeitos um para o outro. Mas isso apenas aos olhos do público.

- Se você não quer casar com ela diga isso a ela. – Disse Miguel. – Ela é minha amiga e não quero a presa em um casamento infeliz.

- Sabe estamos no século XXI, existe um negócio chamado divórcio. Para caso de estar infeliz. – Respondeu Kenji.

- Exato, mas por que é tão importante se casar se você sabe que não será feliz! É ridículo sabe.

- Tenho meus motivos, Miguel. Você não entenderia, de qualquer maneira.

- Por que não? – Questionou Miguel – Você vem agindo estranho a uma semana. Disse para que eu ficasse no apartamento, mudou se com Steffany para Camberra, você se meteu em três brigas em uma semana. Está me evitando, mas ainda pede conselhos. Sempre que quer fazer algo espera pelo sinal positivo do seu pai. Você é rico, pode ter tudo o que quer. Você se esforça tanto... Para outros parece natural, mas eu posso ver o quão superficial você age.  – Kenji olhava para seu café em suas mãos. A cafeteria estava cheia, mas havia pouco barulho. – Você tem medo do seu pai. A questão é por que!

- Como eu disse você não entenderia... – A voz sumiu. Os olhos continuavam em cima do copo.

- Então me faça entender, eu posso ajudar. – Ele procurou os olhos do amigo. – Sou seu amigo Kenji, - pôs a mão em seu braço. – Pode confiar em mim. Você confia em mim?

Silencio. Kenji fitou o seu braço. – Sim... – Falou baixo, mas isso soou como uma invocação, em meio as várias pessoas presentes ele o viu, os seus olhos, o sorriso sinistro. – Não! – Disse se afastando. – Não confio em você! Não é meu amigo, não é nada. Quero você longe da Steffany, você está atrapalhando tudo. Tudo isso. Fique longe dela!

- O que?! – Miguel o fitou indignado.

- Eu sou um homem rico, eu posso ter o que eu quero, então se afaste da Steffany, ou haverá consequências. – Sua voz era firme, mas ainda havia hesitação. Levantou se deixou uma nota na mesa e se retirou, deixando um Miguel sem entender nada. Havia algo e ele sabia. Ele não deixaria ficar assim.

 

Xxx

Em uma semana o caso do corpo de Juan não andará. Megan ficara presa em casa. Sua mãe adoecera. Estava sendo incomodada por repórteres, pela polícia, tudo pelo tumulto do seu pai, como se ela soubesse de alguma coisa, se soubesse ela mesma teria feito algo. Ele nunca fora presente, abandonará sua mãe, sem nada, mas sozinha ela fizera tudo a criou. Tornou se uma mulher rica. Até seu desaparecimento. Onde sua mãe pôs tudo em risco por ela. Sua mãe não se importou com o dinheiro. Mas seu pai, ele a sequestrou junto com todos aqueles outros, ela não os viu morrendo, se matando dentro da mansão, não soube os terrores mentais que sofreram, ela sabia dos delas. Ela tivera a sorte de conseguir fugir, não se orgulhava muito, queria ter salvado todos. Abandou Steffany e Allison, Steffany a perdoou por ter ajudado no resgate, mas fora tarde, Allison fora morta. Soube de todos os relatos dados pelos amigos, tudo o que passaram, e a as suas últimas noites foram as piores. Como num jogos vorazes eles estavam se matando, mesmo tendo um inimigo real em comum. Eles eram os tributos, Montgomery era o Snow. Eles estavam lutando um contra o outro em quanto Snow assistia são e salvo em sua casa. Infelizmente naquele caso não havia um tordo pela esperança, não havia nada apenas a vontade de viver o máximo que podia. Lembrou de James. O bebê concebido num lugar inapropriado, lembrou de cada um deles, todos mortos, por si próprios ou por ele, nenhum deles merecia morrer. Vinte e dois eram no total...

- Vinte e Dois!

- Vinte e Dois o que? – Perguntou Audrey, sua mãe que aparecera.

- Vinte e duas Vítimas na mansão.  Vinte e duas vítimas estavam presentes no iate. – Respondeu Megan. Ela riu, um riso bom e alegre. – Ele voltou! – Disse sorrindo. – Mãe, papai está de volta.

 

Xxx

O clima estava fresco, uma semana passara e uma mês se completara. O Sol brilhava fraco no céu, não estava calor, ficar em baixo do sol estava bom, o vento estava agradável, o céu limpo. A garota com livro em mão, vestia um vestido claro e leve, sentou se em uma cadeira perto da piscina, o livro em mão. Respirou fundo, puxando o ar puro e fresco. Abriu o livro.

- Tantas coisas para fazer e você pegou um livro? – Fyodor, o garoto se aproximou, sentou se ao lado dela em uma outra cadeira. - Não quer entrar na piscina?

- Livros são uma porta para outros mundos – Yardly respondeu sem tirar os olhos do livro. – E eu prefiro entrar na piscina mais tarde, o sol está bem a cima de nossas cabeças o momento em que ele é mais prejudicial à saúde.

- Você é inteligente.

- Eu sei. – Suspirou, fechou o livro e fitou o garoto ao seu lado. – O que você quer Fyodor?

- Apenas fazer lhe companhia, posso?

- Sim...

Na piscina com sua agua transparente e refrescante, com seu fundo de azulejo azul.  Nela estavam a relaxar: June, John, Richard, Ariadna, Camilo, Mark, Leyla, Leonardo.

- Achei! – Darwin pulou na agua, em sua mão uma bola e uma rede. – Eu disse que tinha uma rede para vôlei na piscina.

-  Eba! – Disse June nadando até Darwin, pegou a bola. Leonardo ajudou o amigo a pôr a rede.

- Quem vai escolher os times? – Perguntou Leyla. – Tem nove pessoas, precisamos de mais uma.

- Misha! – Chamou Ariadna, o garoto estava sentado pero da piscina. – Entre aqui e jogue com a gente!

- Hm... Acho melhor não.... – Misha respondeu. – Sabe que eu não consigo!

- Qual o problema dele!? – Camilo perguntou.

- Ele acha que pode haver alguma bactéria aqui, ou qualquer coisa que possa lhe causar doença. Sem contar o fato que essa água bem está aqui há um tempo. – Respondeu Leyla.

- Fyodor! – Chamou John. – Venha aqui, vamos jogar.

- Vamos fazer mulheres contra homens! – June sugeriu. –Venham para esse lado. Vocês vão para lá!

- Você gosta de estar sempre mandando? – Leyla questionou.

- Algum problema?

- Estou apenas perguntando. – Leyla foi para a extremidade a direita da piscina. – Ei Fyodor venha para o nosso lado.

- Acho que deviam chamar uma menina, não?

- Venha logo para cá e para de reclamar, é só um jogo. – June disse.

- Não estou reclamando!

- Está!

- Parem! – Disse Camilo, eu fico no time das meninas, pronto, resolvido.

- Ainda vai precisar de alguém! – Lembrou Ariadna.

Fyodor respirou fundo e foi para o lado das meninas.

June ficou para sacar, à direita nos fundos Leyla, na sua frente Camilo, no meio Ariadna, logo ao seu lado Fyodor. Do outro lado, estava John no meio, a sua direita na frente Darwin, do outro lado Mark, a sua esquerda atrás Richard, e na outra ponta Leonardo. O jogo começou com um saque de June. E terminou em sete a cinco para as meninas, houve outros quatro jogos, sendo as garotas as ganhadoras três vezes. Entardecia e o resto aos poucos se juntou a piscina. Relaxaram, nadaram, boiaram e se refrescaram. Eram sete e meia, o céu escurecia, e os jovens saiam da piscina, e ficavam ali por perto, conversando. Oliver, John e Fyodor fumavam perto das barras de proteção. Yardly adentrou a agua, Mel relaxava em uma cadeira, Richard Leonardo e Darwin faziam apostas, como quanto tempo aguentavam em baixo da agua. Ariadna tentava a todo custo convencer Misha a entrar na agua. Mark e Camilo faziam o que sabiam fazer de melhor, namorar, Min conversava com Wesley, Aria, Catherine e Alice disputavam quem nadava mais rápido levando uma hora ou outra a discussões. Leyla, Yardly, Charlotte e June preparavam algumas bebidas e petiscos. Estavam tudo completamente normal, mal parecia que a uma semana haviam sofrido um acidente, possíveis vítimas de um psicopata.

Um barulho então é ouvido, o navio parece tremer sob seus pés. As luzes se apagam.

 

Xxx

Megan ficara em casa o dia inteiro pensando. E organizando suas ideias. Sua mãe doente reclamava e implorava a filha para tomar cuidado, a mesma apenas respondia para mãe cuidar das crianças. A uma semana ela não recebia notícias de James e nem mesmo parecia se importar. A casa parecia calma e ela menos estressada. Hugh chegou em casa exausto. Assim que chegou sentou se no sofá fechando os olhos. Havia sido um dia cheio. Sra. Scott agente de moda vira lhe procurar, queria que investigasse tudo sobre Montgomery e que a mesma pagaria uma boa quantidade. Ele reclamou e disse que não o faria ele estava cheio do babaca. E queria algo simples já não bastava sua esposa pesando sobre. Preferiu procurar o caso de uma menina que desapareceu a duas semanas. Não era algo muito importante, era uma simples adolescente que acha ter muitos problemas, seria fácil encontra-la na casa de um namorado secreto, ou de uma confidente. Ainda tivera notícias do Caso Última Noite. Um nome ridículo dado por causa de uma história, ele preferia apenas acampamento. Jordan e as garotas tiveram um conflito com Riley Oxford, Angelina acabou ferida, uma facada no estomago, ela estava no hospital e eles tinham certa dificuldade de comunicação. Ela estaria em casa em breve. Katherine e Jordan seguiam só pelo interior do pais verde sem muitas notícias. Foi tirado de seus devaneios.

- Vinte e Dois! – Ouviu Megan dizer ao seu ouvido.

- Vinte e Dois o que?

- Vinte e Duas Vítimas na mansão e vinte duas pessoas abordo do Wonsp. – Hugh franziu o cenho, ainda de olhos fechados, ficou em silencio. Vinte duas??? Havia Axl, Alisson, Amarantha, Celine, Dylan, Henry, Hayla, Greg, Jane, Katherin, Killian, Kurt, Lucas, Luna, Mel, Mel, Steffany, Baekhyun, Miguel, Wesley, Nathalia, York, Willian...

- Você contou todo mundo?

- Obvio que sim!

- Esqueceu de contar você. E provavelmente esqueceu que tinha uma criança. Vinte e quatro. – A expressão de Megan era de decepção. – Volte a investigar os Wonsp querida, seu pai é problema do FBI, estão cuidando dele.

- Está bem, amanhã estarei indo a Sidney...

Xxx

Um barulho então é ouvido, o navio parece tremer sob seus pés. As luzes se apagam. Silencio. As meninas saem da cozinha, os que estão na piscina saem da mesma, se cobrindo com toalhas, o vento sopra frio. Arrepio. Aos poucos estão todos na borda, apoiados nas barras, olhando para baixo, os rostos pálidos, o corpo que treme. O Assombro no olhar.

Corpos boiam em direção a ao Navio, eles vêm de longe boiando sem vida até o navio sendo estraçalhados ao encontrar se com as hélices. O vermelho manchando a espuma das ondas formadas pelas mesmas. A morte ali logo abaixo de seus pés. Ela estava de volta e pronta para assombra-los novamente. Um navio de morte, onde a vida não tem lugar, onde a morte caminha do seu lado...

 


Notas Finais


Qual é o inverso de 24?
De onde vem os corpos?
Angel está bem? Onde está Oxford?
Montgomery está de volta, ou não?
Quem estava vigiando Kenji?
Você pode descobrir no próximo Capitulo de The Ship Wonsp!

-- Eu a partir de agora estarei postando dois caps por semana, Terça e Sábado. Aqui no Parana os professores estão em greve então terei mais tempo, mas eu pretentado tentar estudar em casa... Por isso só dois caps por semana.
Bjs até Mais!


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