História The side Sweet of Life - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 3.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieh gente... ♡ ... voltei rápido, né? ( rsrs ) só que não, então... como vocês estão? ... bem? então tá bom, estamos aqui com o segundo capítulo... UHU !!!!! ( Uma criança me curou ) o que acontecerá? Hm... quer descobrir, é só ler ( peraí, lê aqui primeiro antes de ler o capítulo ) educação né gente... tô zuando! ;) ( eu sei, não teve graça ); SORRY ... Ah, e tem novidade ... agora vamos ter data para os capítulos... toda semana tem CAPÍTULO NOVO !!!! ( tah, não é data, mas né ) ... Tchau, na verdade... tchau não né ... até as notas finais ... & boa leitura ... ♡

Capítulo 2 - An Child to me Cured..


Fanfic / Fanfiction The side Sweet of Life - Capítulo 2 - An Child to me Cured..

-Maninho... uma ajudinha • Dayan amontoado de malas tentava chamar a atenção de um "Kai no mundo da Lua" • -Maninho! • obteve sucesso ao perceber que  o mais novo o fitou

-Sim? • de fato o garoto estava no mundo da lua

-Ah, as malas • afirmou olhando em direção aos pertences do irmão

Kai por um momento havia se distanciado do mundo,  havia se perdido no belo céu laranja que o pôr do sol produzia. Aquilo era bom, se perder no tempo de fato era bom 

-ah, sim... eu já vou • se virou novamente buscando se sentir bem • - Ah • suspirou

O sol fraco do fim da tarde refletia em seus olhos azuis, que ao anoitecer já não seriam mais como o céu, e sim como a natureza, verde.

Parou, olhou para as malas... e se perguntou " - sério mesmo que eu terei de me despedir desse momento pra pegar malas?"

É... terei sim!

Suspirou fundo

Deu passos em direção aos seus pertences e os tomou, estava bem pesado, mas isso não era um grande problema, caminhou olhando fixamente para o chão. sentiu o mundo a sua volta ficando lento aos poucos... pelo fato de que suas malas estavam indo ao chão, seu descuidado lançou suas roupas e seus pertences ao asfalto, seu coração palpitou fortemente

-Ah, me perdoa... eu não te vi • se ajoelhou tomando seus pertences.

Suas bochechas queimaram de vergonha, ele tentou contemplar qual era o ser que havia derrubado suas malas, mas não ousou olhar pra cima, até porque era sua culpa, de não olhar o que estava a sua frente

Ah, que vergonha... e agora? O que eu vou dizer? Que estava perambulando por aí e me esqueci de olhar pra frente!?

-Ah, que droga... • a voz ecoou... • -você não-

O garoto paralisou ao abrir seus olhos, ver o garoto a sua frente... derreteu seu coração

-Eu... digo... eu, você... ah... me desculpe, a culpa é minha • a voz ecoou, o garoto se ajoelhou, o ajudando a tomar seus pertences que estavam espalhados pelo chão 

Seus batimentos cardíacos ficaram anormais ao ver aquele... garoto

-Tudo, bem... • Kai ainda estava se recompondo pelo que havia acabado de acontecer

-eu, sinceramente... me desculpe • o garoto parecia preocupado, buscava receber as desculpas do jovem a sua frente... que parecia envergonhado, e de fato estava... com o seu descuidado...

O garoto era de boa aparência, seus olhos claros, ficavam lindos sob o reflexo do sol

-Ah • suspirou 

Kai evitava olhar o garoto, mas era quase uma missão que impossível

Ah, esse garoto é...

hm... Não sei ao certo...

-Prontinho! • se levantou

Talvez, lindo!?

-Obrigado, e me desculpe mais uma vez, eu sou meio desastrado, e... • Kai evitou olhar em seus olhos...

-Não... • Kai foi interrompido pelo garoto, que parecia buscar com todas as suas forças, a atenção do mais novo para si • -eu é que, deveria tomar mais cuidado... eu lhe dou minhas sinceras desculpas!

-t-tudo bem, já que insiste! • Kai riu, o garoto era fofo, assim podia se afirmar...

-Vejo que você é novo por aqui! • o garoto tomou a atenção de Kai, que observava sua nova casa

-Sim, eu cheguei hoje mesmo, essa cidade parece... ser agradável • observou em sua volta o lugar, melhor dizendo sua nova cidade • -você mora por aqui perto?

- Sim! • o garoto riu • -Naquela casa azul, no fim da rua! • afirmou, apontando para a casa

-então, somos vizinhos! • riu

Eu, estou fazendo uma amizade?

-Eu preciso ir • olhou para a casa azul • - até mais, ah... e valeu por ter esbarrado em mim! • o garoto pensou • - na verdade, eu esbarrei em você... então, ah... • colocou a mão sobre o rosto se questionando se deveria ter dito aquilo • -eu, não sou bom com palavras...

Kai riu, ver aquele garoto tentando dizer algo que houvesse sentido para agradecer por te-lo cochecido, era fofo & engraçado

-bom, ambos deveriam agradecer um ao outro pelo descuidado! • o garoto esboçou um belo e sincero sorriso...

Kai correspondeu

É normal sorrir assim sem nenhum motivo? 

Por que ele está me provocando risos assim? Eu mau o conheço... 

E ele quase me xingou... mas por que recuou?

Ah... eu sou tão Bobo! 

-tudo bem... • o garoto pensou, olhando a casa verde que estava a sua frente • - garoto da casa verde... 

Riu

-então, acho que você é o garoto da casa azul... • correspondeu...

-tudo bem, nossos nomes serão segredos? • sua voz soou irônica, o garoto parecia, de fato muito interessado no jovem a sua frente...

-hm... serão... • Kai riu, por um momento, junto daquele garoto ele sentiu uma sensação estranha, nova... mas boa, muito boa...

Sorriu

-eu vou indo, e me perdoa... por, ter começado um pré xingamento... • o garoto limitou-se a sorrir, estava errado... a culpa era sua por não ter olhado a frente enquanto fuçava em coisas aleatórias no seu celular... 

- ah, tudo bem... 

-tudo? Então,  podemos ser amigos... certo?

-Eu, não... ah • suspirou • - eu não sei... • Kai ainda se sentia confuso, tudo em sua vida estava ocorrendo tão bem... 

Olhou para o garoto que esperava uma reposta vinda dele

Ah... eu não sei... Estou inseguro, tudo pode dar errado...

-ah, tudo bem... eu... • o garoto da casa azul, tentou findar aquele momento tenso... e o melhor a fazer era desistir daquela amizade

-Não, eu...

Kai não queria se sentir culpado pelo simples fato de ter rejeitado uma amizade... e magoado alguém que ele mau conhecia...

Tente... Talvez dê certo...

-podemos sim, sermos amigos...

Suspirou

Aceitou aquela amizade em palavras, mas... algo em seu coração, temia receber aquilo de maneira tão... fácil

O garoto sorriu, parecia sinceramente feliz por ter recebido aquela amizade....

-certo, eu vou indo... • o garoto sorriu • -até mais... a gente se vê

-até... • sua voz soou fraca

O garoto se despediu, e partiu...

Kai com as malas sobre as mãos observou o garoto partir por alguns segundos, percebendo ele que "O garoto da casa Azul" estava causando sentimentos estranhos em seu coração... sentimentos que há muito tempo não sentia, tentou decifrar o que estava sentindo... Talvez, amor? Ele não sabia que sentimento era, mas de qualquer forma, sentir aquilo era bom e ao mesmo tempo, ruim... era inexplicável...

Suspirou fundo, fechando seus olhos

Será que estava pronto pra uma amizade? Será que ele partiria na primeira oportunidade quando soubesse que Kai é uma pessoa extremamente carente de afeto?

Isso... É medo?

É tão ruim, dói tanto sentir...

Suspirou fundo, e partiu...

Adentrou na casa, era bem agradável... seus olhos fitaram todo o recinto sem perder nenhuma parte se quer

Hm... agradável! 

Colocou seus pertences sobre o chão e decidiu explorar sua nova casa. Ao lado da sala de estar havia a cozinha, que possuía um balcão para alimentos e bebidas... passou pelo local sem dar muito importância

Hm... cozinha é boa quando tem comida!

Riu de si mesmo e subiu as escadas, que não eram tão longas, o que era bom... pelo fato de Kai não desejar nem um pouco subir uma eternidade de degraus para chegar em um quarto ou banheiro... Não sabendo ele quais cômodos da casa ficariam no segundo andar.

chegou ao andar de cima

Hm...

Contemplou todo o corredor, era como se estivesse em um filme de terror, aquele corredor cinza e escuro...

Engoliu seco

Seus passos foram ficando lentos, aquele sentimento ruim veio ao seu encontro

Medo.

Eu estou com medo...? mas, esse sentimento não se compara ao que eu senti quando aceitei aquela amizade

Parou

Sentiu-se bobo por estar com medo e ainda pensava na sua "talvez amizade". Respirou fundo, e começou a andar...

Kai percebeu que aquele sentimento seria bem presente nas novas fases de sua vida ... e sabia ele que deveria ter cuidado para lidar com aquilo ... lidar com o medo, que poderia impedi-lo de alcançar e realizar o que desejava, o que sonhava... podeira destruir os poucos sonhos que a dor lhe havia deixado... Os poucos e indefesos sonhos...

Chegando a uma das portas que haviam no corredor, ergueu sua mão tocando a massaneta e a abriu, era um cômodo vazio... possuindo uma janela, e um banheiro.

Se aproximou da janela para ver a cidade de um ângulo melhor, seus olhos contemplaram Ranfrew e sua beleza, as luzes dos prédios iluminavam seus olhos verdes...

Olhou mais abaixo... algumas crianças brincavam na rua, a alegria delas era contagiante, podia-se ouvir gargalhadas dos inocentes... Kai apoiou seus ombros na janela colocando as mãos sobre o   queixo, seu desejo era observar a felicidade daquelas crianças pra sempre... era tão boa a sensação de ver a alegria, tão... tão presente... estava ali, a felicidade... pequenos detalhes que formavam a sensação tão boa de estar feliz...

Retornou seu foco a cidade

a beleza de Ranfrew era indescritível... 

Uau... que incrível

-Ah, vi que já escolheu seu quarto! • a voz de Dayan ecoou...

Kai se virou...

A quanto tempo eu estava sendo observado? Cadê minha privacidade? 

-A-ah ... Acho que não, eu nem dei uma olhadinha nos outros! • Kai disse meio sem graça... • -afinal, a quanto tempo está me observando? Aí? 

-O tempo suficiente, pra ver que você vai ficar feliz... observando essas criancinhas todos os dias... • Dayan afirmou confiante e sorridente

-É, talvez eu goste... desse quarto! • Kai sorriu, retornando a observar a cidade

Dayan se aproximou do mais novo

-E aí... consegue se observar vivendo aqui? ... sorrindo junto das crianças, fazendo amigos, amando... sendo amado... • aquela pergunta veio de modo inesperado, ele realmente não sabia da resposta...

Kai pensou... Não conseguia se imaginar... feliz, a felicidade estava tão próxima, mas tão inalcançável... de fato ele sorria, mas seu interior era tomado por uma amargura... a dor de não ser feliz...

-Não! • seu semblante, que outrora estava feliz... Se tornou triste... •  - eu não consigo...

-Ah... • Dayan suspirou, todos os seus sentimentos foram resumidos em arrependimento • - Maninho, eu...

-não, tudo bem... • Kai sorriu, mas... um sorriso sem... aquele brilho, aquela alegria... um sorriso fraco... carregado por uma grande vontade de chorar... • -tudo, bem... Talvez daqui algum tempo, eu... começe a pensar diferente... eu preciso, de... • suspirou • -de tempo!

-Tempo... • Dayan repetiu para si mesmo...

Muito tempo...

-Está com, fome? • apertou os lábios

-eu, vou pedir uma pizza... • disse, se apressando para tomar seu celular...

Hm... Você é fraco... Kai, fraco... 

Kai fechou os olhos e suspirou, deixando uma lágrima escapar, e a fazendo desaparecer tão rápido quanto ela surgiu...

Retornou à janela, seus olhos focaram na lua... que estava tão brilhante &... bela, as estrelas cintilavam... a sincronia de luzes causadas pelos astros e a cidade, era perfeita... 

Suspirou...

Tentou conter sua angústia, não queria acabar com aquele momento tão feliz, de seu irmão... era um novo tempo, uma nova fase de sua vida... uma fase dolorosa, mas que ele não poderia escapar, tudo estava tão confuso, já não possuía mais o controle de sua vida...

Ah...

Apenas abaixou a cabeça e deixou a dor esvaziar-se, só queria por todo aquele sentimento pra fora... e dar espaço a alegria... mas, parecia inútil, a felicidade era inalcançável... e doía... ver todos ao se redor felizes, e não poder experimentar dessa felicidade...

Conteu suas lágrimas ao perceber que seu irmão estava se aproximando... Não queria preocupa-lo com suas crises de depressão...

Deu um último suspiro... e tentou, fingir que estava bem...

Ah... dói tanto... 

-Maninho... eu acho, melhor a gente dar uma saída... comer fora, hoje... • Dayan sabia que seu irmão estava triste, distraí-lo num passeio poderia amenizar aquela dor...

Oi? Sair?

-Sair? • Kai não estava se sentindo bem... para sair, e na verdade nunca estava

-É... Você, tá afim? • Dayan sabia que não estava...

-Ah, Dayan... eu... • suspirou

Tente... pelo menos uma vez...

-Eu, vou tentar... 

Dayan sorriu, amava ver seu irmão tentar vencer aquele problema... aquela dor, que também o afetava... Também doía em si...

-Vai se vestir, ou vai com essa roupa?

-Eu, vou me trocar...

-ah, tudo bem... mas, não demore... ou além de "bela adormecida", terei que te chamar de... • Dayan pôs a mão sobre o queixo... pensativo, percebendo ele que não tinha argumento... decidiu esquecer os apelidos destinados a seu irmão • -de qualquer forma não demore...

Haha... Dayan Adams... engula suas palavras

Kai soltou uma gargalhada... seguida de um " - ficou sem argumento? "


(...)


-Ah, vamos ter de esperar... • Kai retrucou

De fato a fila da pizzaria estava enorme, a impaciência era um dos típicos sintomas de raiva... que haviam surgido novamente naquele dia...

-Calma... Maninho! • Dayan disse, num tom suave

Não queria testar o nível de raiva de seu irmão... se recordando da última vez... quando recebeu uma colherada na cara... e também, pelo fato de ser maduro o suficiente para não alimentar aquele sentimento... raiva

Ah... eu odeio filas...

Eu odeio pizzarias...

Odeio quando me pedem pra ter calma...

Kai observou seu irmão... que não demonstrava raiva, ou impaciência

Como ele consegue ser tão... tão sereno? E eu... explodo de raiva...de tristeza...nas poucas vezes de alegria... e ele continua assim... sem reação...

Dayan de fato era sereno, não mostrava seus sentimentos assim... preferia desabar quando se encontrava as sós... diferente de Kai que não conseguia se conter... não sabia guardar o que sentia pra si...

Kai Adam era explícito em cada sentimento, cada emoção...

-Ah, tenha controle... controle... • suspirou, colocando a mão sobre o rosto e repetindo para si " - tenha controle "

Kai sabia que, deveria ao máximo... tentar conter os seus sentimentos... não queria acabar com a noite " feliz " de Dayan com sua bipolaridade...

Geralmente, quando Kai se encontrava em seu estado de Raiva... coisas simples e banais despertavam seu sentimento de ira, era a emoção mais presente... e mais incontrolável... sabia ele que CONTROLE... era mais que necessário. 

-ah... maninho, se sente bem? • Dayan percebeu o quanto seu irmão demonstrava impaciência • -se você quiser podem-

-Não! • interrompeu seu irmão, o tom de sua voz elevou-se um pouco...

O que estou fazendo? Ele só me fez uma pergunta...

Suspirou

-Não... eu tô bem, obrigado por se preocupar... • Kai fechou os olhos e desejou sumir...

Ah... Como lidar com isso? Eu não sei me controlar... Vou acabar estragando tudo como sempre faço...

Aquela raiva toda foi aos poucos desaparecendo, e se tornando um sentimento de culpa... sentiu vontade de chorar, não sabia como lidar consigo mesmo, era... impossível...

-me, desculpe... • Kai tomou para si a atenção de Dayan, que outrora parecia um pouco ... infeliz, pela elevação de voz do garoto... • -eu simplesmente, sou... ah... um problema

-Ah, não diga isso • o belo sorriso de Dayan reapareceu • - você não é um problema...

-O que eu sou então? A solução eu tenho certeza que não... • a voz de Kai pareceu chorosa, e de fato estava... ouvir de si mesmo que era... um problema, lhe trazia uma grande dor...

Não chora... Kai... Não chora...

-Você não é um problema!

Dayan riu, tentando conter as lágrimas

A vontade de chorar nunca se tornou tão intensa naquele local

-você é um desafio... que precisa se vencer... • Dayan se abaixou para fixar o irmão nos olhos, que reluziam como Cristal...

-dói? É claro, as marcas e cicatrizes de guerras contra nós mesmos, são dolorosas... mas ... é preciso, lutar... no futuro, você verá que valeu a pena, cada lágrima...

Kai riu... deixando uma lágrima escapar, não se preocupou se iriam notar, tudo o queria naquele momento era chorar... mas conteu toda sua dor e esperança, já não sabia mais o que sentia... mas... se sentir confiante era bom... de fato era muito bem...

fechou os olhos e suspirou

Vai valer a pena!

-vai valer a pena... • Kai abraçou seu irmão... • - maninho...

-vai valer a pena...

Os olhares alheios vieram aos irmãos Adam, as pessoas não entendiam bulhufas do que eles diziam e o que significava vai valer a pena... mas os dois sabiam, e isso já era o bastante...

-Mamãe, por que eles estão se abraçando? • uma criançinha confusa com o ocorrido, questionava sua mãe o porque daquele Abraço... a mãe, não sabia o que dizer... estava tão confusa quanto o filho...

Um sorriso brotou nos lábios de Dayan ao ouvir a pergunta da inocente criançinha, confiante e feliz ele se direcionou a ela...

-Oi, rapazinho... • a criança se escondeu atrás da mãe, estava com medo...

-ah, me desculpe... ele é tímido •  a mãe afirmou, tentando empurrar o garoto para conversar com o jovem... que se recusava a se aproximar do "rapaz misterioso" assim o garoto decidiu o chamar • -filho • a mãe se ajoelhou • - sabe a pergunta que você me fez a mim, eu não posso e nem sei te responder o porque, mas esse rapaz, ele pode te responder... Você não estava curioso pra saber? • o garoto assentiu com a cabeça • - então... • o pequenino se aproximou de Dayan...

Kai riu, era tão fofo...

-senhor, por que você o abraçou? Ele teve um dodói • o garoto perguntou inocentemente

Dayan riu... a inocência da criança era tão pura...

-Na verdade, ele tem dodóis sim... • Dayan tomou a afirmação do garoto para ele ter uma noção de sua explicação, já que era uma criança

-Então, pega um curativo... ele vai sangrar... • o garoto afirmou • -sempre que eu me machuco minha mãe coloca um curativo no meu dodói, se não ele sangra... por que você não faz o mesmo?

Dayan esboçou um grande e puro sorriso...

-eu já acabei com as feridas dele, digo os dodóis... Já dei a ele os curativos... ele não  vai sangrar de novo... • o garoto pareceu confuso

-mas, cadê os curativos? • o garoto tomou a mão de Kai, observou todo o seu corpo... • -ele não tem curativos! Eu não vi curativos...

-ele tem sim... • Dayan explicou • -só que os curativos dele estão na alma...

A mãe do garoto se comoveu, deixou escapar algumas lágrimas...

-Na alma? O que é isso? Eu posso ver? • a inocência do garoto era adorável e tão pura

-a alma, é uma parte da formação do nosso corpo... • tomou a mão do garoto...

-essa parte, é o corpo... certo? • tocou na pele do garoto, ele assentiu... • -as feridas do corpo são curadas com remédios e curativos, certo? • o garoto novamente acentuada

Os olhos do menino estavam cintilando...

-O espírito e a alma, são as outras partes... que nós não vemos, mas existem... • o garoto estava fixado no que Dayan dizia, parecia estar seriamente preocupado com os dodóis de Kai • -algumas feridas, são  alma, essas feridas... esses dodóis são curados apenas com palavras abraços... ou com palavras, como "-eu te amo" ou "-você é especial"... Kai, aquele garoto ali... • Dayan apontou para seu irmão, que esboçava um enorme e belo sorriso... • - ele tem feridas na alma, e eu... estou ajudando a cura-las...

O garotinho sorriu...

-você é tipo um médico? • o garoto perguntou...

Dayan sorriu limpando suas lágrimas...

-Não, eu sou... apenas um doador... Estou doando o que eu tenho, para ele... a alegria, o amor... •  o garotinho fixou Kai • -entende? 

O garotinho continuou a fixa-lo, se aproximou do garoto com "dodóis" assim ele afirmou, olhou em seus belos olhos azuis, sem escapar sua atenção... estendeu a mão para o mesmo...

O Adam mais novo o segurou pela mão, e o tomou em seus braços, sorrindo... o garoto não demonstrou nenhuma reação, mas... depois de um longo tempo no colo  do Garoto, o abraçou... Kai não reagiu, não falou... apenas correspondeu... 

Suas lágrimas escorreram...

- esse abraço está te curando? • o garotinho perguntou ainda no colo de Kai

Ele está preocupado comigo? Mesmo?

-s-sim... está me curando... • Kai afirmou com a voz falha, não pode conter o choro...

A mãe do garoto sorriu, também não conteu suas lágrimas... o garotinho curou, de fato... uma das feridas de Kai... eram muitas, mas ele tinha a certeza de que uma, já havia sido cicatrizada... por um garotinho, o Adam mais novo sentiu, pela primeira vez em muito tempo sentiu-se amado, sentiu-se acolhido, e aquele gesto... do pequeno garoto... despertou naquele momento, o sentimento amor

... cura...

-vem, filho... • a mãe o garoto o tomou no colo... não conteu seu rosto de "estou orgulhosa"...

-muito obrigada, por... • as palavras estavam ali, mas... por algum motivo que ela desconhecia... não saíram... • -eu, não sei como te agradecer...

-Eu que agradeço, sabe... seu filho, sarou uma ferida muito grande em mim... • Kai não escondeu seu sorriso, e as lágrimas de dor, eram agora de alegria, de cura • -obrigado, rapazinho... por tudo... • Kai segurou a mão do garotinho, e a balançou... o mesmo sorriu

-de nada, eu só... não queria ver você dodói... • o garoto afirmou

Tão inocente... 

Kai riu...

-não estou mais... você cicatrizou meus machucados...

O garoto sorriu, suas bochechas rosadas denunciavam o quanto ele estava contente por ter "sarado" os machucados do Adam mais novo, seu sorriso esboçava a pura e inocente felicidade...

Uma criança me curou! 

Os sorrisos e lágrimas no recinto estavam presentes... mas não sorrisos falsos e sem vida, mas sinceros... não lágrimas dolorosas e pesadas, mas alegres e puras...

Um abraço, trouxe cura...

Cura...


Notas Finais


Vale a pena clicar aqui? https://www.facebook.com/The-Side-Sweet-of-Life-118934445403427/ ( não sei, cliquem pra me responder... ) ... ♡ ... e aí, gostaram do capítulo? Eu gostei... ( e não é só porque eu sou autor, bom... mais ou menos isso ) então, até sábado! TCHAU!!!!!! ♡ ( agora é pra valer! )


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