História The sign of love - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Jim Moriarty, Molly Hooper, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Philip Anderson, Sally Donovan, Sherlock Holmes
Tags Sherlock, Sherlock Holmes
Exibições 16
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sherlock... me diga... POR QUÊ?

Capítulo 22 - Capitulo 22


Sherlock P.O.V on

Não respondo o John. Quero ficar sozinho

Sentado na cama, fico pensando no que o John acabou de me falar. Será que isso é verdade?

Não pode ser, por que logo agora? E por que eu não notei isso antes? Não faz sentido. Ele deve estar inventando isso para que eu vá atrás dela. Mas é perda de tempo.

Deito-me na cama, respiro fundo.

Eu nunca deveria ter me apaixonado, em hipótese alguma. Eu deveria ter me dado conta que isso tudo era uma armadilha.

Como que eu não percebi? Logo eu! SHERLOCK HOLMES!

Pego meu celular e fico olhando para nossa foto. Sinto um aperto no coração. Como isso pode ter acontecido.

Jogo meu celular em cima da cama e coloco uma almofada em meu rosto, aperto-a e grito

J: SHERLOCK! ABRE ESSA PORTA! SE NÃO EU VOU ARROMBAR!

- Sai daqui John!

J: Vou contar até três, se você não abrir eu coloco essa porta à baixo.

Me levanto e fico olhando para  a porta.

J: 1...

Respiro fundo, me aproximo da porta.

J: 2 ...

Destranco a porta e a abro. Sem falar nada, abraço-o.

J: Sherlock! Vai ficar tudo bem.

Nego lentamente.

- Não vai.

J: você só está sendo humano. As pessoas amam, sofrem, choram... não tem nada de anormal nisso.

- Mas eu sou Sherlock Holmes.

J: E não deixa de ser um humano.

- Eu não deveria ter me apaixonado.

J: É claro que deveria. Logo você, Sherlock Holmes, vai acreditar nisso tudo.

- A prova foi muito clara.

J: você nem questionou a prova, você sempre questiona tudo.

- Ver aquilo tudo me machucou de um jeito. Nunca imaginei sentir uma dor tão horrível assim.

J: O nome disso é amor Sherlock.

Ele me leva para a sala, sento-me em minha poltrona.

- Amor não deveria machucar.

J: você que está se deixando ser machucado ! Pelo amor de Deus Sherlock! Isso tudo está com cara de armação do Magnussen. Como o cara mais inteligente que eu conheço não notou isso? Até eu notei.

Dou de ombros.

- O cérebro  é o nosso órgão mais fantástico sabia? Funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, desde dentro do ventre da nossa mãe...até que nos apaixonamos.

J: Eu acho lindo você estar apaixonado pela minha irmã e agora... você vai deixar ela bem agora?

- E agora?

J:É Sherlock! Você vai ser pai.

Olho para um lugar qualquer da sala.

- Isso é sério?

J: Eu não sei. Posso estar sendo precipitado, só um exame pra comprovar de fato. Mas eu sou médico, não é mesmo? EU sei sobre esses sintomas.

- Eu... pai?

J: É você mesmo Sherlock. Eu pratico há muito mais tempo e até agora nada. Você é um novato nisso e pode ser pai já... acertou em cheio hein.

Sorrio de canto.

- Imagina só John! – falo maravilhado- uma nova vida vinda de mim...

J: E da minha irmã.

Continuo falando:

- Como pode né? – me levanto e pego meu violino, passo os dedos nas cordas e fico olhando perdido para algum ponto da sala- Eu já vi muito isso acontecer, já estudei tanto sobre isso...mas agora parece muito mais fascinante. Como que eu pude fazer isso?

J: Você sabe como...

- Não John... eu estou falando... Como que eu Sherlock Holmes... o Esquisito,  o maquina humana, o sem sentimentos... consegui gerar uma vida?  Como?

J: você sabe bem...

- John... EU SEI! Eu sei! Mas eu não entendo como... ah deixa pra lá, você não entende o meu raciocionio.

J: Vamos lá conversar com ela?

- O que? – pergunto distraindo em meus pensamentos-

J: Vamos lá conversar com ela.

Nego.

- Se você quiser ir... pode ir, não vou me matar.

J: De novo né?

Olho-o.

-Eu nunca morri.

J: Pra mim tinha morrido! Ah qual é Sherlock! Vamos lá!

- NÃO! Vai você!

J: Depois que ela não te quiser mais, não venha chorar...

Dou de ombros.

J: Ok! Você é quem sabe... – fala ele levantando e indo em direção à porta

- Você tá indo onde?

J: EU ACABEI DE TE FALAR! Vou ir lá na minha irmã.

- Hum... ok.

E ele sai. Largo meu violino em cima da mesinha.

Por que eu fui deixar tudo isso acontecer? E se ela estiver mesmo falando a verdade. Céus! Por que eu não me dei conta que tudo isso poderia ser uma armadilha do Magnussen? Eu estava cego pela raiva.

 

Vários dias fiquei com esse pensamento. Mas continuei não conseguindo tomar qualquer atitude, eu estava travado. Eu não conseguia pensar em nada.

O John e a Clara passávamos praticamente seus dias inteiros cuidando da Grah e eu permanecia sozinho. Nenhum caso para resolver. A vida estava sem sentido já.

Voltei a me drogar e nesse exato momento eu sou um drogado com uma arma na mão, mirando-a para a parede. Atiro na parede

H: O que você está fazendo Sherlock? – pergunta Sra. Hudson entrando no apartamento-

- Descarregando a tensão Sra. Hudson!

Aponto a arma sem querer para ela.

H: PELO AMOR DE DEUS SHERLOCK! ABAIXA ISSO!

- Será que se...

Aponto a arma para mim.

H: PARAAAA COM ISSO! MEU DEUS! VOU CHAMAR A POLICIA!

Sherlock P.O.V of.

 

Grah P.O.V on

Enrolada em um cobertor, deitada no sofá da sala, comendo sorvete e com os olhos inchados de tanto chorar.

J: Grah... precisamos conversar sobre uma coisa muito séria.

- Que foi?

J: Eu acho que...

- Acha o que?

J: Eu acho que você está grávida.

Me engasgo com o sorvete. Me sento rápido no sofá e olho assustada para ele.

- O QUE?

J: Isso mesmo... você já viu como você tem agido ultimamente? Olhe para seus peitos...

Coloco as mãos em meus peitos.

J: e sua barriga... Seus enjoos... tonturas... fomes malucas.

- Não! – me levanto e vou até o espelho que tenho na sala, me olho nele- Não John! – sinto algumas lágrimas escorrerem por meu rosto- Não JOHN!

J: Você também está há quase dois meses atrasada.

- Isso é nervosismo!

J: pode ser... mas todos esses sintomas juntos é Gravidez.

- Você que quer ser pai e fica dizendo essas coisas. Imagina eu Grávida, eu seria uma mãe solteira! – falo assustada- Meu bebê seria rejeitado pelo próprio pai, por que ele odeia sua mãe.

J: fica quieta Grazielle.

- Não é verdade?

J: A Clara comprou um teste pra você... está dentro de uma das sacolas que trouxemos hoje.

- EU NÃO VOU FAZER!

J: Por que não?

Começo a chorar mais, me sento no chão.

- Ele não me quer mais... olha quantos dias já se passaram.

J: Ele tá sofrendo Grah.

- Por que não vem me procurar então! ELE NÃO É O CARA MAIS INTELIGENTE? Por que descobriu ainda que o celular não era meu?

J: Ele não consegue fazer nada Grah. Ele ta arrasado... Ele te ama tanto.

- AMA NADA! Se me amasse não teria me largado.

Vou até meu quarto e pego meu celular, entrego pro John.

- Leve em uma assistência técnica e peça para ele tirar um relatório ou o diabo que for, que consiga provar a data que esse celular foi ligado pela primeira vez.

J: Existe isso?

- DANE-SE! Dê um jeito!

Vou até a cozinha, mexo nas sacolas e vejo o pacote com o teste de gravidez. Volto pra sala.

J: vai fazer?

- Eu não sei.

J: Faz Grah... por favor.

Me sento no sofá e fico olhando para a caixinha.

- E se der positivo.

J: você será mãe.

- Ah nossa! Sério?

J: Você e o Sherlock foram feitos um para o outro! Não dá pra negar. O humor é o mesmo! DUAS ONÇAS se merecem.

- Cala a boca John!  Leva esse celular lá... e eles tem que dar um jeito, e vou jogar na cara do Mr. Holmes que ele estava errado.

J: você fala assim, mas ama ele.

- E do que adianta? Só me responda. – falo brava e fico sem ar-

J: Calma garota! Para de se estressar.

- EU NÃO ESTOU ESTRESSADA CARAMBA!

Me deito no sofá, após me sentir tonta.

J: Você está bem?

- ESTOU JOHN! DÁ PRA VOCÊS SAIREM DAQUI?

J: Você não pode ficar sozinha!

- EU JÁ FALEI QUE NÃO VOU ME MATAR!

O telefone do John toca.

J: Meu Deus! – fala ele e vai para a cozinha, logo ele volta-  Vamos Clara! Seu irmão enlouqueceu de vez!

- O que houve? – pergunto assustada-

J: Eu não sei! Vou lá ver o que ele tá fazendo!  - fala ele puxando a Clara pra fora do meu apartamento.

Olho para a caixinha do teste novamente, respiro fundo.

- Quem sabe eu faça esse teste... 


Notas Finais


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