História The Silver Crown - Capítulo 8


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Palavras 893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus amores!
Me desculpem a demora, de verdade. Meu computador quebrou então estou sendo obrigada a postar pelo celular e eu sinceramente ODEIO atualizar as fanfics pelo celular.
Os capítulos podem demorar um pouquinho mais para serem postados, mas não, não pararei a fanfic inteira por isso. Creio eu que é apenas por um tempinho, até que meu computador esteja funcionando normalmente.
Bom, é isso, queridos. Curtam o capítulo.
Boa leitura a todos e um beijão da Juh ^^

Capítulo 8 - Alavanca;


A albina parecia abandonar lentamente os pensamentos de Klaus. Desde que começara a conversar melhor com Alisson, percebera que ela muito mais do que imaginava e ainda mais: Tinham muitas coisas em comum.

Os dois gostavam de lutas, eram peritos em derrubar argumentos, curtiam a história do Fantasma Da Ópera, amavam rosas, personalidade possessiva e principalmente, não admitiam perder e não desistiam fácil.

Klaus, por incrível que parecesse, estava gostando de passar esse tempo com ela e sentia que sua presença ali o fazia bem.

– E é por isso que eu acho que se deve cercar o inimigo. Assim ele não tem chances de escapar. – Alisson disse com convicção.

Os dois haviam entrando em uma "guerra" sobre qual estratégia de batalha era melhor.

– Eu acho que o melhor ataque é por trás, pois desse jeito eles não conseguem reagir a tempo. – O moreno deu de ombros.

– Mas eles podem te ver e... – Ela parou de falar assim que Elena entrara na sala. Sua expressão ao olhar Alisson ali não foi nada boa.

– O que está fazendo aqui, Alisson? Deveria estar cuidando de seus afazeres. – Antes dá mesma sequer responder, Klaus já havia respondido:

– Pedi para que ela ficasse comigo, Elena. Algum problema?

– Não... Nenhum. – Disse com certa ironia na voz. – Não demorem muito. Temos que organizar nosso festival de inverno, esqueceu?

– Droga... Esqueci desse detalhe. – O rei suspirou.

– Pois trate de lembrar. É importantíssimo. – Elena logo saiu dali de lá desconfiada sobre o que a garota estava fazendo com Klaus. Ela não gostava de Alisson e aquela garota era muito estranha para ela... Sentia que não podia confiar nela em hipótese alguma.

Ela então teve uma ideia, decidiu procurar um certo alguém. Logo ela sorriu de satisfação ao encontrar o que procurava. O garoto estava na biblioteca, concentrado em seu livro e sem desviar o olhar das páginas.

– Aaron! Tire a cara desses livros pelo menos uma vez na sua vida. – Ela riu e então se aproximou.

Seus olhos cor de sangue logo se viraram para ela.

– Tia Elena...? O que houve? – Perguntou enquanto fechava o livro.

– Preciso de um favor muito importante. – Respondeu ela, se sentando ao seu lado. – Notou que seu pai está andando muito com a Alisson?

– Notei... Até achei estranho isso. Eles se aproximaram bem rápido, não? – Falou alisando a capa do livro.

– Pois é. Poderia espionar ela para mim? – Aaron arqueou a sobrancelha a olhando, como se estivesse analisando minuciosamente sua expressão.

– Por que quer que eu a espione?

– Porque eu não confio nessa mulher, Aaron! Tenho medo de que ela tenha outro objetivo com o Klaus. – Elena o olhou apreensiva.

– Que tipo de objetivo acha que ela pode querer?

– Ah não sei... Mas pode ser algo ruim. – Suspirou. – Por favor... Se ela não estiver fazendo nada eu prometo que esqueço essa história.

Aaron pareceu parar para pensar um pouco. Ele suspirou pesadamente e passou a mão na nuca logo antes de dizer:

– Tudo bem... Eu faço isso.

– Obrigada, Ron! – Elena o abraçou alegremente. – Te devo uma.

– Irei cobrar isso mais tarde. – Aaron cruzou seus braços.

– Não se preocupe. Quando eu tiver certeza sobre ela, poderá me pedir o favor que quiser.

– Certo. Irei fazer isso depois... – Aaron abriu o livro novamente. – Agora estou lendo.

Elena revirou os olhos rindo e lhe deu um beijo na bochecha antes de se retirar dali.

Aaron ficará ali sozinho lendo enquanto sua cabeça fervia em pensamentos. Passar 16 anos de sua vida sem a presença de uma das pessoas mais importantes para si estava sendo complicado. Ele se sentia instável novamente, sua estabilidade dependia do apoio da mãe e ele, com muito esforço, tentava controlar o demônio que existia dentro de sua alma.

Não podia se redimir das coisas que fizera no passado, mas podia tentar recompensar tudo que fez deixando seus pais orgulhosos e não arrependidos de terem ele como filho.

– Acho que já está bom por hoje... – Ele suspirou e fechou novamente seu livro, o guardando em seu devido lugar logo em seguida.

Ele saiu da biblioteca e começou a subir as escadarias em direção ao seu quarto. Aaron estava prestes a virar o corredor, quando uma voz lhe chamou a atenção. Era Alisson.

Lembrando do favor que sua tia lhe pedira, ele se manteve encostado na parede enquanto espiava em silêncio.

A morena estava na sala de mapas com um livro em mãos. Alisson olhou em volta para ver se não havia mais ninguém ali e Ron se encolheu. Ela de repente rasgou uma das páginas do livro em vários pedaços e logo em seguida jogou os mesmos no lixo.

Continuou fazendo isso com vários e vários livros. Ela encontrava uma página específica e a arrancava, parecia querer ocultar algo. Aaron tentava ler a capa dos livros, mas estava difícil devido a distância.

Enfim, ela acabou e guardou os livros. Ela saiu de lá tão apressada e desconfiada que mal percebera a presença do jovem príncipe ali.

Aaron rapidamente entrou​ na sala e trancou a porta, caminhou até a lixeira onde estavam os pedaços de papel e tentou procurar um grande o suficiente para lhe dar alguma pista.

Consegui achar um de tamanho razoável, mas que poderia ajudar.

O que estava escrito ali o deixara curioso e ele logo guardou o mesmo em seu bolso para pesquisar mais tarde.

As letras FCK nunca o intrigaram tanto quanto agora...



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