História The Sister of Tetsuya Kuroko 2 - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Personagens Originais, Riko Aida, Takao Kazunari
Tags Aokise, Kagakuro, Midotaka, Murahimu, Star1200alice
Exibições 105
Palavras 1.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey!! Olá leitores do meu kokoro.
Bem, aqui está mais um capitulo da minha fic. Sei que tenho outras para atualizar, porém, precisei me focar em apenas uma e como essa é o meu xodó optei pela própria e vou continua-la até terminar ou chegar na metade. O problema é que eu não sei quando isso vai acontecer, mas mesmo assim, espero que gostem desse capitulo que eu preparei.
Até lá embaixo.

Capítulo 13 - Capitulo XIII - Conspiração do Universo


- P-por que? - perguntou com a voz embargada.

- Não te amo mais.                                                       

- Simples assim?! De uma hora para a outra você parou de gostar de mim?! - a baixinha explodiu enquanto lágrimas cortavam seu rosto. - Você tem uma explicação melhor do que essa! Anda! Abre a boca!

- Não adianta você gritar comigo. - o ruivo mantinha a calma de um jeito impressionante. - Esse é o motivo. Se não acredita apenas aceite e siga em frente porque entre não há mais nada.

Estava destruída. Como conseguiria continuar depois desse rompimento tão repentino? Uma das pessoas em que mais confiava tinha acabado de lhe dar uma grande apunhalada pelas costas a sangue frio.

- Típico de você, Seijuro. - riu de leve em meio ao choro. - Se alguém não aceita o que você fala, você impõe contra o outro contra a vontade dela. Se eu falei que não aceito essa desculpa é porque eu sei que você tem uma bem melhor, ou seja, A VERDADE. Então, Akashi Seijuro qual é a droga da verdade?!

O maior se aproximou dela com o seu ar impotente e de imperador absoluto. A cada passo que dava algo se passava pelos olhos heterocromáticos dele até que se postou do lado dela e falou baixinho para que só ela escutasse:

- Eu já te falei o que aconteceu. Se é tão fraca para lidar com um simples término de namoro, não serve para mim e mostra que me enganei ao seu respeito, Fernanda. - saiu andando como se o que tinha dito não tivesse sido nada demais.

A Kuroko arregalou os olhos com o que escuto e algo dentro de seu subconsciente deu  problema e seu coração falhou duas batidas. O que ela pensava ser um grande sonho, tinha acabado de se tornar um grande pesadelo... Depois de um bom tempo sem ter notícias do garoto que tinha a conquistado no último ano deles na Teiko quando estava com problemas era isso que recebia como explicação quando ele finalmente dava as caras. Mas agora sim que ele iria a escutar, ah se ia.

***

Fernanda e Seijuro discutiram a relação que não parecia ter o que discutir porque nada do que a baixinha falava fazia o ruivo mudar de ideia quanto ao rompimento da relação. Enquanto isso acontecia de um lado da cidade, do outro lado Jason arrastava sua madrasta para fora de casa para conhecer a cidade. Não que não conhecesse, já tinha estado ali, mas não faria mal a ninguém conhecer tudo de novo.

Alex tinha sido acordada pelo enteado lá pelas 8 horas da manhã de um domingo. Só faltou ela esganar o ruivo pelo o que fez para tirá-la da cama. Ele a tinha chamado mais de dez vezes e nada dela levantar, então acabou levando um banho de bacia cheio de água de gelo derretido, ou seja, aquela água estava mais gelada que qualquer coisa que já tinha visto ou experimentado.

Durante a saída dos dois, o Stewart mostrava os lugares para a Garcia, porém, sua cabeça se encontrava em outro plano espiritual. Na verdade, estava em outra pessoa, não em outro plano. Seu professor de inglês não saía de sua cabeça por nada naquele mundo.

"Você deveria deixá-lo ir... Ele é seu professor e, além disso, possuí uma namorada... Muito bonita por sinal. Nunca vai me olhar do mesmo jeito que eu o olho...", pensava enquanto andava. Precisa desencanar do mais velho, já que graças as forças obscuras do universo o fizeram ser o seu professor de inglês e, por culpa da lei que impede que um professor se relacione com um aluno, o coraçãozinho dele estava muito magoado. Continuou com os pensamentos longe da realidade e acabou trombando com alguém por culpa disso.

- Ai... Desculpa. - o ruivo falou sem olhar a outra pessoa. Outra consequência da distração dele foi ter se perdido de Alex.

 - Está tudo bem, Stewart. - disse uma voz conhecida por ele. E como não conheceria se a escutava na escola quando tinha aula dele e ficava hipnotizado nela quase sempre que a escutava.

Levantou o olhar assustado e chocado. Só poderia ser mais uma brincadeirinha do universo, já que foi só ele pensar no "diabo" que ele apareceu para lhe torturar um pouco mais tanto emocionalmente quanto psicologicamente. Piscou os olhos algumas vezes para recobrar a consciência e para não dar uma de assustado por encontrar seu professor favorito.

- A-ah! Oi, Jack-sensei. - abriu um leve sorriso.

- Como vai o meu aluno preferido? - perguntou com um sorriso de tirar o fôlego.

- Aluno preferido? Esse não é o cargo da baixinha?

- PreferidO. A Fe é alunA preferidA. - riu e fez o outro o acompanhar na risada. - Diferente de várias pessoas o seu inglês é perfeito.

- Sou norte-americano. Inglês é minha língua materna e foi a que falei durante 16 anos da minha vida. Japonês um pouco menos, mas estamos indo.

- Se precisar de ajuda com japonês pode vir falar comigo, tá? Não sou especializado em japonês como sou nas outras línguas, mas posso tentar de ajudar.

- Ah obrigado, mas como minha madrasta se mudou para cá acho que vou ficar com ela como professora de língua japonesa particular mesmo que ela não seja muito boa também. - riu nervoso. - E assim eu não preciso pagar nada. Aula grátis! Por falar na Alex... Cadê ela?! - ficou olhando de um lado pro outro por finalmente notar que estava longe da loira peituda gigante.

O Maldonado precisou se controlar para não rir do desespero do mais novo por não estar encontrando a mulher que o criou como um filho de sangue mesmo não sendo. Se voluntariou para ajudá-lo a encontrá-la e o outro aceitou de bom agrado, já que assim poderia aproveitar da companhia do loiro como amigos OU como um professor que se importa com seus alunos e não gosta de vê-los infelizes e confusos. Claro que essa era a impressão que seria mais apropriada para que os outros membros da sociedade e não os atacassem com grandes e vários insultos que os prejudicariam em todas as situações do cotidiano dali pra frente.

Os dois meninos saíram em busca da loira. Jason tentava lembrar qual tinha sido a última vez em que a vira, contudo, suas memórias não estavam muito boas porque durante o processo de se perder da Garcia, ele estava com a cabeça nas nuvens e seu coração cheio de magoas. "Você não passa de um garotinho idiota, Jason... Siga em frente porque nada do que o  seu coraçãozinho estúpido está pensando vai se tornar real. A sociedade não deixará, as regras não deixarão, ele não deixará... ENTÃO APENAS SIGA EM FRNETE, JASON!".

- JASON?! - uma voz feminina cortou o ar, chegou até os ouvidos do ruivo de olhos heterocromáticos e o tirou de seu devaneio.

- Alex? - indagou sem entender.

- Jason?! - mais uma vez a mesma voz feminina adentrou por suas orelhas.

- Alex?!

Jack se aproximou do ruivo, segurou em sua mão e saiu puxando ele no meio da multidão a procura da dona da voz. Demorou um pouco para entender o que se passava, o porquê dele o estar puxando pela multidão não pelo braço, mas sim pela mão e de como sentia o calor daquela pele contra a sua. Era tão bom...  Aquilo não estava certo e não seria muito agradável caso alguém da instituição do colégio Seirin os notasse naquela situação.

- Jack, o que você está fazendo?

- Te levando até a sua madrasta. Acredito que seja ela quem esteja te chamando.

- Obrigado! - sorriu grande e foi junto, porém, de repente trombou com uma mulher de seios fartos e seu rosto ficou entre os dois melões que ela possuía. Corou até a raiz do cabelo, soltou a mão da do outro e ficou longe do calor de sua pele bronzeada pelo sol.

- Eita... Jason, você está bem? - tanto o carioca quanto a dona da voz perguntaram ao mesmo tempo.

- Meu deus... - se afastou dos peitos da mulher. - Eles são uma arma poderosa... Cuide bem deles.

- Você sabe que eu tomo, J-kun.

- Alex?!

- TE ACHEI TAMPINHA! - deu um selinho nele e o abraçou contra seus seios novamente.

- Não me trate como se não nos víssemos a anos! Não nos vimos faz o que? Uma hora?

- Um pouco menos querido.

- VIU?! Não tem necessidade para me tratar como se não nos víssemos a tanto tempo. Sem contar que eu te vejo todo santo dia durante o treino de basquete, pois você é a nova técnica do time.

Os dois passaram a discutir a partir daquele momento em diante. Já Jack Maldonado observava os dois com um brilho divertido no olhar, os dois não eram, biologicamente, nada um do outro, mas graças a um pedaço de papel se tornaram uma família que, mesmo não parecendo pelo tanto que estava discutindo, era muito unida. Aquilo aquecia o seu coração, sempre quis ter uma família que fosse do jeito que a família Stewart aparenta ser.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e não me matem!
Até o próximo capitulo.
Bjss
Star


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...